terça-feira, 10 de outubro de 2017

TURISMO | Diário de um viajante: O prazer de escrever sobre as suas viagens

VIAJANTE | É assim que os amigos de Paulo Celso costumam trata-lo no íntimo, pois reconhecem nele uma valiosa fonte de informações sobre como aproveitar melhor um passeio turístico. Também dá boas dicas de segurança.
Uma grande viagem tem muitos atrativos, lugares, personagens, experiências, prazeres, enfim, é algo para se guardar na memória. Mas certas pessoas como Paulo Celso Ramos dos Santos, gostam mesmo é de registrar esses momentos mágicos. Exímio escritor, organizou alguns de seus ‘diários de bordo’ em uma página na internet. Trata-se do Blog Diário de um Viajante, um espaço atraente e muito bem humorado que está perto de registrar 20 mil seguidores desde que foi criado. Trata-se de uma página que empresta ainda mais credibilidade por se tratar de testemunhos de quem fez a viagem e não tem essa de que se ouviu falar.
Paulo Celso, que em Macapá é um atuante promotor de Justiça, diz que viajar é um de seus maiores prazeres na vida. “Meus amigos me chamam de Viajante. Para cada viagem que realizo sempre tenho uma outra esperando. Fico irrequieto quando passo muito tempo em terra (uma espécie de crise de abstinência de lanche de avião). Viajar é um dos grandes prazeres da vida. Um vício gostoso com sabor de quero mais”, descreve-se ele em seu perfil no Blog.

O começo
Ele diz que pensou em publicar suas dicas e serviços de viagem depois que uma amiga pediu sua ajuda antes de fazer uma viagem internacional. “Recebi um whatsapp de uma amiga dizendo que iria viajar para Lima e gostaria de algumas dicas de viagem. Sem pensar duas vezes, comecei a digitar uma mensagem e quando dei por mim já havia escrito um texto. Isso me deixou extremamente feliz, pois, sem querer, voltei a fazer uma das coisas que mais me dá prazer, além de viajar, é claro: escrever sobre minhas viagens!”, derrete-se Paulo Celso, que gosta de viajar na companhia da família, em especial os filhos Paulo André e Alícia.
Na página de Paulo Celso, existem registros de viagens internacionais e também sobre alguns dos principais destinos turísticos no Brasil, como a ensolarada Natal. Sobre sua ida à capital do Rio Grande do Norte, ele escreveu o seguinte: 
“Conhecida como a Cidade do Sol, já que o verão marca sua presença durante a maior parte do ano, Natal, capital do Estado do Rio Grande do Norte, foi fundada em 25 de dezembro de 1599. A capital Potiguar, além de possuir um litoral paradisíaco, ostenta os títulos de umas das cidades mais seguras do país e com a melhor qualidade de ar das Américas, características estas que a colocam no ranking de uma das cidades brasileiras mais procuradas para o turismo.”
*Com autorização do autor.

Dar ou não dar gorjeta? O que isso representa?

Depois de saborear um delicioso jantar na Riviera Francesa, de rir litros com as estórias simples contadas por um taxista mexicano ou ser recebido com um doce e meigo sorriso pela camareira de um hotel em Bangkok, nos perguntamos: Como agradecer tais gentilezas? É recomendado dar gorjeta? Quanto dar?  Os questionamentos podem parecer bobos, porém são de grande relevância, já que o ato de dar gorjeta, dependendo do lugar, poderá gerar sentimentos de grande satisfação, como também de verdadeira ofensa, e será compatível com o nível de dedicação do serviço prestado. Alguns autores dizem que a origem da palavra GORJETA se reporta a Inglaterra do século XVII, onde a denominação TIP representava a junção das iniciais das frases to insure privacy (para garantir privacidade) e to insure proptness (para garantir prontidão), que eram usadas “quando alguém dava um shilling (moeda da época) ao cocheiro para este entregar uma carta de amor secreto ou para garantir a entrega efetiva de uma correspondência”. Na prática, o ato de dar gorjeta se consubstancia na ideia de retribuir a gentileza e dedicação de um bom prestador de serviço - Ir muito além daquele fundamental e previsível MUITO OBRIGADO!

Dicas sobre como curtir a bela cidade de Lima, no Peru

Lima, apesar de não estar entre as minhas cidades favoritas, tem seus encantos e possui muitos lugares interessantes para se conhecer. O ideal é começar com uma caminhada na orla do Pacífico, principalmente no trecho que fica em Miraflores, entre o Parque del Amor e o Shopping Center Larcomar - o mais bonito da cidade! Não por causa de suas lojas, mas tão só pelo visual. A propósito, quando forem reservar algum hotel, indico os bairros de Miraflores (agradável, com ótimos restaurantes e lojas) e San Isidro (relax, arborizado e com prédios modernos).

Roteiro - Uma coisa interessante de Lima é que a maioria de seus pontos turísticos podem ser visitados por conta própria, sem a ajuda de agências de turismo. Aproveitem para fazer uma caminhada pelo centro histórico da cidade. Nele encontramos a Plaza de Armas, a Catedral, o Palácio Episcopal, o Monastério de Santo Domingo e o Convento de São Francisco. Para não perder muito tempo com o trânsito, o ideal é ir ao centro no sábado ou no domingo. Por falar em trânsito, o de Lima é extremamente caótico. Portanto, se pensaram em alugar um carro, desistam! É melhor utilizar os serviços de táxis. Em relação a tais serviços, diria que tomar um táxi na porta do hotel ou reservar com o pessoal da recepção é geralmente mais caro. Antes de saírem, acertem previamente o valor da corrida com o taxista – os táxis de Lima não possuem taxímetro. E, finalmente, ao circularem pela cidade, todo cuidado é pouco! Attention com bolsas e câmeras!
Vale a pena fazer um passeio a Pachacamac (ruínas de uma grande cidade, com pirâmides e templos). Fica a aproximadamente 40 km do centro de Lima – durante o passeio, não esqueçam de usar tênis e tomar bastante água. O calor é de matar!

CURIOSIDADES

Restaurantes - As gorjetas podem variar até 20%. Nada - serviço ruim; 10% - serviço regular; 15% - serviço bom e 20% - serviço excelente.
Bares - no balcão: $1 por cerveja ou $2 por drinque. Nas mesas: 10 a 15% de gorjeta.
Hotéis - carregadores: $1 por mala. Camareira: $1 a $10 por noite.
Entregas - $2 a $5
Guias - Sempre bem-vindas, o valor fica a critério.
US$5
Valor aproximado da gorjeta por uma corrida de táxi que custa US$ 24. (A fórmula em Diário de um Viajante)

COM OS FILHOS

ENTREVISTA | “Uma feira náutica pode congregar o setor e dar visibilidade ao estado"

Reunidos em uma mesma entrevista no rádio, dois empresários com histórias e áreas de atuação distintas, mas com o transporte fluvial como ponto de convergência. O amapaense Edir Pacheco e o alagoano radicado no Amapá Caetano Pinto protagonizaram um ilustrativo debate no programa Conexão Brasília a respeito da vocação que o Amapá possui para o chamado turismo náutico. O divisor de águas para o incremento dessa atividade econômica poderá ser uma feira náutica, uma grande vitrine a respeito das possibilodades. No bate-papo animado pelo jornalista Cleber Barbosa, da Diário FM, os dois falam da realidade dos transporte de cargas e de passageiros pelos rios da região e o que esperar com a chegada de grandes empresas do setor por aqui. Acompanhe os principais trechos a seguir.

Cleber Barbosa

Diário do Amapá - Faz algum tempo os senhores falavam na realização de uma Feira Náutica no Amapá, então para um empresário como o senhor, responsável pelo incremento do chamado turismo náutico dá para ter que tipo de expectativa em relação a esse evento? 
Caetano Pinto - Macapá e o Amapá necessitam dessa divulgação, desse trabalho nessa área náutica e nós estamos trabalhando muito para que isso de fato ocorra, ou seja, que o nosso Estado tenha essa sua veia náutica dinamizada, o que é muito necessário.
Diário - A Marinha do Brasil fala muito sobre a importância das marinas e dos clubes náuticos, pois muita coisa pode ser administrada por eles como treinamentos e capacitação dos condutores, o que iria desafogar bastante a própria Capitania. O que o senhor acha disso?
Edir Pacheco - Exato, é verdade sim. A Capitania demonstra toda a boa vontade, com todo aquela gás, de quem como bom marinheiro gosta de ver a coisa a coisa acontecer, sempre de forma muito animada, tanto que dias atrás participamos do aniversário da Batalha Naval de Riachuelo, a data máxima da Marinha, onde foi organizou um coquetel que reuniu várias personalidades do Estado, então é uma instituição muito importante e perfeitamente entrosada com nossa sociedade.
Diário - E mobilizar a iniciativa privada, que é quem pode fazer com que tudo vire realidade não é mesmo?
Edir - Isso, ele faz a sua parte e pretende congregar todo o setor náutico do Amapá para que a gente possa conjuntamente apresentar alguns problemas que nós temos, que nós visualizamos e que a Marinha possa de alguma forma equacioná-los. Tanto que nós estamos nos propondo juntamente com o Sebrae, a Associação Comercial, Governo do Estado e Prefeitura a realizar um salão náutico em Santana.
Diário - A empresa que o senhor representa no Amapá começou fazendo a chamada internação de grandes embarcações fabricadas no exterior e que têm clientela no sul do Brasil não é?
Caetano - Não é nem internação. O pessoal usa essa expressão, mas internação é outra coisa. O foco nosso é barco de luxo, usando apenas um decreto estadual, pois a gente usava apenas o benefício do ICMS, ou seja, a gente não usava a Área de Livre Comércio e seus incentivos. Ao chegar ao Amapá e ao vermos essa possibilidade que tão bem, descreve o Edir, vimos que tendo uma loja aqui começaríamos de fato a desenvolver a náutica do Estado.
Diário - Em que pese toda essa mobilização o setor ainda se ressente de uma Marina bem estruturada em nossa região não é mesmo?
Caetano - Sem dúvida alguma. Para se ter uma ideia, se não tem estrada você chega de carro? Nunca! Nunca você vai ter um iate grande aqui porque vai para onde? No Porto do Grego, com todo respeito ao Porto dele.
Diário - Sem ser saudosista, mas antigamente os navios grandes do Estado, que faziam a rota Macapá/Belém atracavam no Trapiche Eliezer Levy, em Macapá, e depois de sua repaginação, digamos assim, nunca mais serviu de atracadouro para grandes embarcações. Dizem até que o píer do Santa Inês foi construído do lado errado. O que o senhor acha disso?
Edir - Olha, o píer do Santa Inês foi construído em uma época diferente, mas a finalidade foi sempre aquela mesmo, ou seja, um atracadouro para as embarcações que vinham das Ilhas [do Pará] e não para essa feira do Igarapé das Mulheres, no Perpétuo Socorro. Foi feito exatamente para que esses barcos que vêm de localidades como Chaves, Anajás, Afuá, Gurupá, enfim, essa região toda. Com relação aos navios do Governo, com a saída do Sest Navegação, como diziam os saudosistas como você falou, pertencia ao antigo Governo do Território Federal do Amapá, depois abriu-se uma lacuna, com a extinção da Senava, a saída do estaleiro que funcionava onde hoje está a Casa do Artesão, enfim toda essa desmobilização fez com que a navegação para Belém passasse a ser feita por Santana exatamente devido a essa questão de calado, pois lá você tem 24 horas de maré para carregar e descarregar passageiros e cargas. O porto de cargas que era todo concentrado no Trapiche Eliezer Levy passou para o Matapi [rio], dentro do Distrito Industrial de Santana.
Diário - O novo capitão dos portos encontrou muitas embarcações no estaleiro, em manutenção e a espera de reparos, mas está conseguindo lançar no mar algumas delas, para o serviço de fiscalização, o que é sempre positivo não é mesmo?
Caetano - Não tenha dúvida. Percebe-se com a chegada dele que vai ser um paradigma com aquela visão meramente de patrulhamento, ele chega para agregar mesmo, mobilizando o setor. Está de parabéns.
Diário - Já que o senhor representa o Sindicato das Empresas de Turismo, uma pergunta inevitável é saber quando vai acabar esse velho problema da falta de oferta de voos no mês julho, além dos altos preços encontrados pelos passageiros?
Edir - Exatamente, estamos vivendo um momento muito crucial e antigo mesmo para os amapaenses e que está coincidindo com a falta de segurança no sistema de comunicação via internet daqui, uma banda larga muito comprometida aqui em Macapá. Você começa a fazer uma operação de emissão de um bilhete pela internet na hora de fechar cai a tua conexão, então isso dificulta muito, atrapalha muito e quando você volta já não existe aquela vaga mais. Além disso os preços para as altas temporadas de julho e início do ano estão muito altos com alguns pontos de pico nas madrugadas quando por vezes consegue comprar por um preço menor, mas não para esse período. Para se ter uma ideia você encontra, por exemplo, o trecho Macapá/Belém em algumas épocas do ano por até R$ 70 ou R$ 100, mas para uma viagem mais urgente em cima da hora por até R$ 1,2 mil, um absurdo. Não tem parâmetro algum.
Diário - Obrigado pelos esclarecimentos.
Edir - Nós é que agradecemos!

Perfil

Entrevistados. O amapaense Edir Pacheco é empresário, mas com grande inserção na atividade política e também da administração pública. Foi diretor da EMTU, secretário municipal e dirigente da Associação Comercial do Amapá. Atualmente preside o Sindicato das Empresas de Turismo do Amapá. Caetano Soares Pinto é natural de Palmeira dos Índios, no Estado de Alagoas, onde mora parte de sua família. Ele chegou ao Amapá em 1992 para uma visita técnica que deveria durar três dias e acabou ficando três meses. Depois disso fez visitas esporádicas ao Estado até decidir fixar residência em Macapá em 2009, quando instalou uma representação da empresa multinacional do ramo náutico.

PUBLICIDADE | Jeep Anúncio Renegade com Taxa Zero!

domingo, 8 de outubro de 2017

EDUCAÇÃO | Mais barato, EAD é alternativa para quem busca diploma universitário


Pela primeira vez em 11 anos, o total de matrículas no Ensino Superior apresentou estagnação no País. De acordo com dados do Censo Nacional da Educação Superior de 2016, divulgados pelo Ministério da Educação (MEC) no último dia 31 de agosto, foram registradas 8,05 milhões de matrículas em cursos de nível superior no ano passado, ante 8,03 milhões em 2015, o que representa uma variação de apenas 0,2%.
Mas, apesar da desaceleração, um dado importante tem chamado a atenção: o aumento de ingressantes nas graduações a distância. Conforme dados do censo, a modalidade teve alta de 21,4% nas novas matrículas, passando de 694,5 mil em 2015 para 843,1 mil em 2016. A porcentagem do total de universitários estudando hoje por meio do EAD no Brasil é de 28,2% - em 2006, eram 10,8%.
Na Baixada Santista, conforme informações do Sindicato das Mantenedoras de Ensino Superior (Semesp), o cenário não é diferente. Apesar da pesquisa mais recente da entidade se referir ao ano de 2015, o total de novos alunos matriculados em cursos a distância também tem apresentado crescimento. No período de 2014 a 2015 ficou em 4,3%, passando de 10,8 mil para 11,3 mil.
Um dos aspectos que mais pesam na escolha pela modalidade a distância, além da própria flexibilidade de estudos, é o financeiro. De acordo com o professor doutor Marcelo Alves Cruz, diretor de Educação a Distância da Universidade Santa Cecília (Unisanta), as mensalidades de um curso universitário EAD podem ser até 75% mais baratas do que nos cursos presenciais. Além disso, é possível atender a um número maior de estudantes e levar o ensino, em muitos casos, para regiões onde o acesso presencial é dificultado.
“É uma questão de inserção. O EAD tem permitido àquelas pessoas que nunca puderam ter acesso a um curso superior essa possibilidade. A inserção e o acesso ao Ensino Superior se tornaram possíveis para muito mais estudantes”. A expectativa, segundo Cruz, é de que, em cinco anos, o número de vagas em EAD ultrapasse o presencial.
Menos burocracia, mais cursos

Caminho
Em maio deste ano, o MEC publicou um decreto flexibilizando as regras para a oferta de EAD no Ensino Superior, aperfeiçoando procedimentos, desburocratizando fluxos e reduzindo o tempo de análise e o estoque de processos.
A portaria possibilita o credenciamento de instituições de Ensino Superior (IES) para cursos de educação a distância (EaD) sem o credenciamento para cursos presenciais. Com isso, as instituições passam a oferecer exclusivamente cursos EAD, na graduação e na pós-graduação lato sensu, ou atuar também na modalidade presencial. Outra inovação é a criação de polos de educação a distância pelas próprias instituições já credenciadas para esta modalidade de ensino.
“Com esse decreto, vamos ter um movimento de expansão muito grande do EAD. A tendência é de cursos, que hoje só são oferecidos de forma presencial, passem a ser ofertados de maneira híbrida, com aulas presenciais e a distância, para no futuro, fazerem essa migração para o modelo a distância”, comenta Cruz.
Hoje, conforme dados do Censo Nacional da Educação Superior, os cursos presenciais representam 95% (32.704) do total de cursos, ficando apenas 5% (1.662) para os cursos a distância.
Conforme o diretor-executivo do Semesp, Rodrigo Capelato, apesar do aumento na procura pela modalidade a distância, nem todos os cursos superiores podem ser oferecidos desta forma, segundo o MEC.
“Em 2016 foram criados 676 novos cursos presenciais e 189 na modalidade a distância. Os cursos mais procurados foram Pedagogia, Administração, Serviço Social, Ciências Contábeis e Gestão de Pessoas/Recursos Humanos”, comentou.
Perfil do estudante
No ano passado, com o objetivo de identificar quais as principais motivações que levam um aluno a ingressar, permanecer ou abandonar um curso EAD, uma pesquisa foi encomendada pelo Semesp à Folks Netnográfica e à Num.br. O levantamento, de acordo com Capelato, apontou que o EAD não é para todos, mas para aquelas pessoas que estão querendo fazer faculdade e não têm condições de cursar de forma presencial, em geral por questões de tempo, deslocamento ou dinheiro.
“Geralmente são pessoas mais velhas, que não puderam fazer uma graduação quando jovens e hoje têm família e um trabalho, mas precisam buscar uma qualificação profissional melhor”, comenta.
Entre os principais benefícios da modalidade a distância ele cita a flexibilidade, acessibilidade, além da economia de tempo e dinheiro.
Já entre os aspectos negativos, segundo o diretor-executivo do Semesp, o estudo apontou que ainda existe muitos preconceito com o ensino a distância. “A desinformação e o preconceito geram desconfiança e insegurança nos potenciais alunos e a qualidade da oferta contamina a percepção da validade do método. Há ainda relatos de dificuldades em dominar a plataforma e da falta de contato presencial com professores e tutores”.
“Da mesma forma que existem cursos presenciais bons e ruins, existem cursos a distância que também são bons e ruins. Não existem dois cursos de uma mesma graduação, as grades são iguais, o diploma é o mesmo, o que muda é a modalidade, que não é presencial. Isso tende a mudar a perspectiva de quem vai optar pelo curso a distância. Essa imagem de que o curso é mais fácil não existe. Precisa ter disciplina e organização. A grande vantagem, porém, é a mobilidade que o curso permite”, comenta.
Estudante conseguiu estágio com curso EAD
Estudante de Pedagogia, Soraia Cristina Mineiro Batista, de 44 anos, afirma que, ao contrário do que muitos pensam, estudar a distância, muitas vezes, exige mais do aluno do que em um curso presencial. Isso porque, segundo ela, cabe ao estudante organizar melhor o seu tempo e ter disciplina para cumprir tarefas e prazos.
Com formação em magistério, Soraia conta que a decisão por ingressar em um curso EAD surgiu após exigências do mercado de trabalho. “Muitas escolas exigem graduação e acabei descobrindo que a faculdade a distância tinha um valor mais em conta”.
Por mês, a estudante desembolsa R$ 183,00. Em um curso presencial na mesma instituição, o preço da mensalidade seria em torno de R$ 670,00. “Vale muito a pena porque tem a mesma grade curricular que a presencial. É um erro o aluno achar que só vai aprender se estiver em uma sala de aula”, comenta a estudante, que após ingressar na universidade, passou a fazer parte de um grupo de estudos.

Fonte: Faculdade Estácio.


sábado, 7 de outubro de 2017

AMAPÁ | Governo abre inscrições para cursos online na plataforma Escolas Conectadas

O Governo do Amapá, em parceria com a Fundação Telefônica Vivo, oferecerá formação online para educadores da rede estadual de ensino público. A capacitação será oferecida por meio da plataforma digital “Escolas Conectadas”, a qual oferta cursos gratuitos com conteúdos e metodologias inovadoras de ensino e aprendizagem. As inscrições estão abertas e seguem até 25 de outubro, por meio do site (clique aqui). Os cursos iniciam em 13 de novembro.
Para os educadores do Amapá, estão disponíveis os cursos de "Avaliação: para quê e como avaliar"; "Mudança de Tempos e Espaços para a inovação pedagógica", e "Produção colaborativa de conhecimento: Redes para multiplicar e aprender". É limitada a inscrição de um curso por educador. 
O prazo de conclusão é de 30 dias corridos a partir do início do curso. Os profissionais terão direito a certificado de conclusão, gerado em formato digital, e estará disponível na própria plataforma de formação.
O Escolas Conectadas promove espaços de formação e discussão visando a inserção dos educadores na cultura digital e o estímulo a adoção de novas tecnologias, ambos por meio de cursos que reforçam a importância da inovação que ultrapassam o tradicional conceito de sala de aula. A plataforma online permite, além dos cursos gratuitos, o fomento da cultura digital, práticas pedagógicas diferenciadas e o auxílio da tecnologia nas atividades em sala de aula. 
Inclusão digital
A Secretaria de Estado da Educação (Seed) estimula iniciativas inovadoras que inspirem grandes mudanças na educação, entre elas a inclusão digital e a oferta de ferramentas modernas no processo de ensino-aprendizagem. Em maio deste ano, o governo lançou a plataforma Escola Digital ofertando mais de 10 mil ferramentas de aprendizagem dedicadas a professores, estudantes e gestores escolares da rede estadual de ensino.

MACAPÁ | Prefeitura promete fazer licitação no próximo ano para Hospital Metropolitano

O juiz federal João Bosco segue mostrando como a conciliação pode ser empregada a favor do interesse público. Comanda pessoalmente as negociações com os entes envolvidos para a retomada das obras do Hospital Metropolitano de Macapá. Ontem (06) avançaram mais um pouco, com a Prefeitura de Macapá se comprometendo a licitar a obra início do ano que vem. O prefeito de Macapá, Clécio Luís, atendeu ao chamado e compareceu à Justiça Federal para tratar, junto com os demais órgãos envolvidos nesse processo, de mais uma reunião de ajuste referente a prazos para conclusão do projeto definitivo da unidade hospitalar, que fica na zona norte da capital.

Diversas instituições públicas estão envolvidas nesse processo da retomada das obras do Metropolitano, visando à inauguração – ainda sem data prevista. Em meio a tantas discussões para viabilizar a construção e retomar a captação dos recursos já perdidos pelo atraso da obra, a Justiça Federal assumiu o papel de intermediar os trabalhos com as duas partes interessadas no projeto: Governo do Amapá e Prefeitura de Macapá. No encontro de sexta, o juiz João Bosco definiu novos prazos para a conclusão da pré-análise para adequação do projeto definitivo, que precisa ser feita pelos Bombeiros e Vigilância Sanitária.

Para o prefeito Clécio, o encontro desta sexta teve um tom positivo. “O juiz definiu novos prazos para que os demais entes agilizem o processo para obtenção do projeto definitivo do Metropolitano, com todas as eventuais adequações que possam surgir, dentro da análise dos Bombeiros e Vigilância Sanitária”. A Prefeitura de Macapá nunca descumpriu os prazos estabelecidos em reuniões anteriores na Justiça. “Queremos resolver isso o quanto antes. Há quatro anos estamos nos reunidos e pouco avançamos, por conta do não cumprimento de prazo dos outros agentes envolvidos”,  

Ao longo de quatro anos, o Município se empenha para que as obra retomem e possam oferecer um serviço de saúde a mais à população de Macapá. Quando inaugurado, o hospital prestará serviços especializados de trauma ortopédico e neurologia. Pela estimativa do juiz federal João Bosco, se os prazos definidos nesse encontro forem cumpridos, até no início de 2018, a Prefeitura de Macapá poderá promover a licitação.

A obra está orçada em R$ 15 milhões. Os recursos são do Ministério da Saúde e de emendas da bancada federal. Atualmente, os Bombeiros concluem a pré-análise do projeto, encaminhado à corporação pelo Município, que já garantiu enviar à Vigilância Sanitária estadual as plantas arquitetônicas para também fazerem avaliação prévia para adequar ao projeto final. A Vigilância Sanitária tem prazo de 20 dias para isso, a partir da entrega do recebimento das peças técnicas.

O arquiteto José Freire, contratado pela prefeitura para a conclusão do projeto definitivo do Metropolitano, garante que, dentro deste prazo, é possível que a planta esteja finalizada antes do fim deste ano. O juiz João Bosco acredita que, com os avanços desta reunião e com os termos de compromisso assinados no encontro, o Ministério da Saúde consiga liberar os recursos já garantidos à prefeitura. A partir de então, o prefeito afirmou total empenho para garantir os recursos das emendas parlamentares.

Também estiveram presentes na reunião os representantes do Ministério Público Federal, o procurador da República Joaquim Cabral; da Vigilância em Saúde, Dorinaldo Malafaia; da Secretaria Municipal de Obras de Macapá, Emílio Escobar; a procuradora-geral do Município, Taísa Mendonça; e os representantes das secretarias de Estado da Infraestrutura (Seinf), Saúde (Sesa) e dos Bombeiros.

TURISMO | Lançamento da Campanha "Conheça o Amapá".

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

SOCIAL | Casa da Hospitalidade recebe amanhã doações de "trote solidário" da Estácio

Entre os donativos estão fraldas geriátricas, leite, kits de higiene pessoal e brinquedos

Na manhã deste sábado, 7, das 9h às 12h, professores e alunos da Estácio Amapá levam muita alegria e diversão a Casa da Hospitalidade, na ocasião os idosos participam de bingo e entrega de lembrancinhas. Para as crianças, terá ações recreativas e apresentação Teatral.
A ação faz parte do trote solidário, que este ano veio com o tema: Fazer o bem faz bem. Doe, compartilhe o seu melhor!, que tem como participantes os acadêmicos dos primeiros semestres de todos os cursos da Estácio Amapá.
“Não podemos só ensinar as matérias em sala de aula, precisamos mostrar para o aluno que ele pode ajudar o próximo, fazer o bem e sentir muito orgulho por isso, quando esse acadêmico for um profissional saberá lidar com o ser humano e consequentemente será um bom profissional”, comenta a coordenadora de extensão da Estácio, Carla Patrícia.

OPINIÃO | Notas da coluna ARGUMENTOS, sexta-feira, dia 06 de outubro de 2017.


Trans

Yueh Alexei Pantoja Fernandes é mais uma cidadã brasileira que conquistou o direito de mudar de nome e gênero em seus documentos, por meio de uma sentença favorável de um juiz de direito do Amapá. Mais precisamente de Laranjal do Jari.

Mídia

O caso em questão ganhou repercussão nacional, ao ser contado em reportagem da Rádio Justiça e que foi ao ar no programa A Voz do Brasil, retransmitido para todo o país na noite de quarta-feira.

Motivos

Ao nascer, Yueh recebeu o nome de Antônio Pantoja Fernandes Júnior, mas, alegou que “nasceu com sexo fisiológico masculino, mas que cresceu e se desenvolveu social e psicologicamente como mulher”.

Garçom

O empregador não pode utilizar a gorjeta recebida de terceiros em estabelecimentos comerciais para compor o salário mínimo a ser pago aos garçons. Foi o que decidiu Tribunal Superior do Trabalho, o TST.

Aviação

A chegada do mês de outubro reveste a Azul Linhas Aéreas com uma segunda cor: o rosa. A companhia realizará uma série de ações com o objetivo de alertar as mulheres quanto à importância da prevenção.

Figura

Dona Isa, esta simpática vendedora de café e refeições caseiras do Centro de Macapá, teve sua história contada ontem, em reportagem de nossa página na web. Ela foi uma das primeiras moradoras da Av. Machado de Assis, bem atrás do Parlamento Estadual e viu (quase) de tudo na história da política local.

Na pista

Ex deputado Jorge Amanajás, do PPS, teve aparição na propaganda eleitoral na tv e mostrou a velha desenvoltura à frente da telinha. Não só porque já disputou eleição a governador, mas por ter inovado ao dar aulas na tv, nos tempos do projeto social denominado Curso Desafio. Hoje pilota a Setrap.

Senado

Jorge falou ontem ao programa Luiz Melo Entrevista, da Diário FM. Ele diz ser mesmo candidato no próximo ano, mas descarta nova disputa para deputado (federal ou estadual). Sua preferência é para ser senador. “Mas faço parte da base do governador Waldez e vamos decidir isso da melhor forma”, disse ele.

Pasta

Enquanto isso não acontece, Jorge segue a vida como secretário de estado, aliás, tem se mostrado um gestor arrojado à frente da Secretaria dos Transportes. Foco nas estradas federais que tem delegação para agir, nas estaduais e também nas vias urbanas que ganham pavimento.

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

CIDADE | “Quando cheguei não tinha nada; a Av. FAB era pista de pouso”, diz pioneira

Dona Isa, em seu observatório da vida social da cidade, a pequena venda de café e almoço em Macapá
Sem comemorações oficiais para o importante dia de hoje – promulgação da Constituição da República – que criou o Estado do Amapá, o Blog localiza uma personagem que sabe muito bem a importância daquele distante 05 de outubro de 1988. Na verdade dali em diante foram todos os acontecimentos sociais e políticos que esta protagonista silenciosa testemunhou bem ali atrás das avenida mais importante de Macapá, praticamente nossa Praça dos Três Poderes.
Ela é do tipo “despachada” como se diz por aqui. Maria de Nazaré Cordeiro Pereira, 67, a “Isa”, não é de passar recibo, diriam outros. Mas o fato é que esta paraense que chegou ao Amapá aos seis anos de idade é o que se pode dizer “uma figura”, com seu jeito falante e valente, em que pese o metro e meio de estatura. Mais antiga moradora da Rua Machado de Assis, entre as Ruas Leopoldo Machado e Jovino Dinoá, no Centro de Macapá, ela é uma testemunha ocular das mudanças que a cidade já passou.

"Vi gitinho"
Fala com desenvoltura das pessoas importantes da cidade que ele viu ainda crianças, "vi gitinho", como o ex deputado Lucas Barreto, os atuais deputados Júnior Favacho, Fabrício Furlan, o advogado Charles Bordalo, além de outras que ela trata na intimidade apenas como “vizinha”, como a promotora de justiça Andréa Guedes. Também conviveu com empresários, magistrados, médicos e gente da noite. Sua pequena casa de madeira fica ao lado de mansões e empreendimentos como bares requintados e, claro o prédio do Parlamento Estadual.
Dona Isa – que nem gosta de ser chamada assim – ou simplesmente Isa, enumera os governadores que ela viu tomar posse nas viradas de ano (anteriormente a posse ocorria à meia-noite do dia 1º de janeiro), um deles o atual Waldez Góes. “Quando ele assumiu o cargo a primeira vez, em 2003, não saiu pela frente, mas aqui pela rua de trás onde aconteceu a festa com a militância dele”, recorda Isa, que raramente vai à Assembleia Legislativa.
Mas ela conta fatos mais antigos, quando foi praticamente uma das primeiras moradoras a chegar ali, até então uma área de mato alto no entorno da pista de pouso de Macapá. “Não tinha nem asfalto na pista, os aviões pousavam na terra mesmo”, diz Isa, mãe de seis filhos (um já falecido) e que teve que se virar para cria-los só após a separação do marido, chamado Protázio, então funcionário da Prefeitura.
Aprendeu a bordar, tricotar, cozinhar e até chegou a trabalhar como faxineira por alguns anos para órgãos públicos, mas logo deixando de lado para empreender. Vendia tacacá, chopp, vatapá, bolos e criou nome vendendo comida caseira, fornecendo para trabalhadores de empresas próximas e principalmente para servidores públicos, pois por muitos anos foi vizinha também de um cartório eleitoral.

Hoje ela mantém o que gosta de definir como sua “baiuca” em frente à sua casa. Abre cedo para fornecer café da manhã e fecha lá pelas duas da tarde, quando “os meninos” e “as meninas” já almoçaram sua comida caseira que ela anota o “fiado” num velho caderno de arame. Na verdade nem precisaria, pois sabe de cabeça quanto cada um deve...
Que figura!

JUSTIÇA | Decisão de juiz do Jari sobre nome de trans amapaense repercute no país

Repercutiu em todo o país o caso de Yueh Alexei Pantoja Fernandes, agora mais uma cidadã brasileira que conquistou o direito de mudar de nome e gênero em seus documentos, por meio de uma sentença favorável em Ação de Retificação de Prenome e Sexo. A sentença foi dada pelo juiz Almiro do Socorro Avelar Deniur, titular da 3ª Vara de Competência Geral da Comarca de Laranjal do Jari. O caso foi objeto de reportagem transmitida ontem para todo o país através do programa de rádio A Voz do Brasil.

Ao nascer, Yueh recebeu o nome de Antônio Pantoja Fernandes Júnior, mas, em sua petição, alegou que “nasceu com sexo fisiológico masculino, mas que cresceu e se desenvolveu social e psicologicamente como mulher”.

Com o nome social de mulher e o nome masculino dos documentos, Yueh relata em sua Ação que sofreu “diversos transtornos sociais, profissionais e comerciais”. Com apresentação de documentos, relatório psicológico e manifestação favorável do Ministério Público, o juiz emitiu a decisão para retificação do nome e principalmente do gênero, “sem que a parte tenha se submetido à cirurgia de transgenitalização”.

Na sentença, o magistrado analisa que a busca por identidade de gênero “ainda é tormentosa e angustiante (...) e nenhuma resposta judicial suprirá, por completo, a lacuna procurada por quem bate às portas do Judiciário pretendendo a perfeita adequação de sua identidade psicossocial, quando não corresponde à identidade biológica”. O juiz Almiro Avelar escreve ainda que “a superação do descompasso entre uma alma de um gênero, cativa em um corpo físico de outro gênero, não pode ficar presa ao caráter, por assim dizer, meramente morfológico”.

JUSTIÇA | Garçom que recebia apenas gorjetas tem direito a piso salarial da categoria

O empregador não pode utilizar a gorjeta recebida de terceiros em estabelecimentos comerciais para compor o salário mínimo a ser pago aos trabalhadores pela contraprestação de um serviço. Foi o que decidiu a Sexta Turma do Tribunal Superior do Trabalho ao restabelecer sentença que condenou a Choperia e Restaurante H2 Rio Preto Ltda. a pagar a um garçom o salário normativo da categoria acrescido de 5% das gorjetas, que não têm natureza salarial.
Na reclamação trabalhista, o garçom disse que nunca recebeu da empresa o salário da categoria, e que a sua remuneração era composta apenas pelas gorjetas (10%) pagas pelos clientes. Argumentou que o pagamento do salário apenas a título de gorjetas é proibido, e que deveria receber o piso salarial da categoria durante todo o contrato de trabalho.
A empresa, em sua defesa, sustentou que o empregado foi contratado primeiramente como ajudante de garçom, recebendo a remuneração de acordo com o piso salarial da categoria à base de comissão, no percentual de 5% e, após ser promovido a garçom, de 10%.

Recurso
Condenado em primeira instância, o estabelecimento conseguiu, em recurso para o Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região (Campinas/SP), reformar a sentença. Para o TRT, a contratação à base de gorjetas é perfeitamente lícita, desde que fique assegurado ao trabalhador o recebimento do salário mínimo ou, caso haja previsão, o piso da categoria.
Ao analisar recurso do garçom ao TST, o relator, ministro Augusto César Leite de Carvalho, lembrou que, segundo o artigo 457 da CLT, a remuneração do empregado compreende, “além do salário devido e pago diretamente pelo empregador, como contraprestação do serviço, as gorjetas que receber”. Segundo o ministro, o legislador, na definição da remuneração, teve a clara intenção de não permitir que a gorjeta compusesse o salário mínimo. “Portanto, o empregador não pode deixar de pagar o salário, ainda que as gorjetas superem o valor do salário mínimo ou do salário normativo da categoria”, concluiu. A decisão foi unânime.
(Dirceu Arcoverde/CF)

AVIAÇÃO | Azul veste rosa para alertar mulheres sobre a luta contra o câncer de mama

A chegada do mês de outubro reveste a Azul Linhas Aéreas com uma segunda cor: o rosa. Com isso, durante este mês, a companhia realizará uma série de ações com o objetivo de alertar as mulheres quanto à importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama. Na edição 2017, a Azul procurou tornar visível em seus produtos e serviços a campanha do Outubro Rosa, causa que a empresa abraça de forma intensa há oito anos. Dos snacks servidos a bordo às camisetas vendidas pela loja da empresa, tudo será rosa.
Em Viracopos, principal base de operações da Azul, um painel gigante com milhares de snacks da campanha está à disposição dos Clientes gratuitamente. A ideia, além de saciar a fome enquanto o voo não decola, é conscientizar aqueles que passarem pelo aeroporto sobre a importância de se cuidar. Outros aeroportos em que a companhia opera também estão ganhando uma decoração especial, com itens temáticos nos balcões de check-in. Além disso, uma tag de mala rosa também será distribuída a quem partir com a Azul de Campinas, Belo Horizonte, Recife, Porto Alegre e Belém.
Para a diretora de Marketing e Comunicação da Azul, Claudia Fernandes, as iniciativas da empresa neste mês ressaltam o compromisso da companhia em incentivar a sociedade a buscar informações sobre a doença que mais mata mulheres no país.“Temos que quebrar o tabu e falar sobre este tema. As mulheres precisam entender a importância do autoexame para prevenir um possível câncer na mama ainda no estágio inicial. Com a campanha do Outubro Rosa, nosso trabalho é fortalecer ainda mais nossa atuação social nessa causa que abraçamos com muito carinho e comprometimento há alguns anos. Queremos aproveitar o poder da aviação para ir além do nosso papel de informar”, explica Claudia.

A bordo
Além das já tradicionais aeronaves na cor-de-rosa (um Embraer 195 e um ATR 72-600), um ônibus da Azul, que liga Campinas a algumas cidades do interior de São Paulo e à capital, circulará com as cores da campanha. Em alguns voos da empresa, a Azul terá também uma tripulação exclusivamente feminina, que representará a causa trajando o uniforme na cor símbolo do Outubro Rosa. A cor estará presente em todas as duas mil comissárias, 50 pilotos e em todas as 1407 agentes de aeroporto da Azul.
O serviço de bordo contará com as tradicionais balinhas de gelatina, que ganham, ao longo do mês de outubro, uma versão rosa. Além disso, uma edição limitada do snack integral maçã e canela, também com a embalagem cor-de-rosa, foi incluído no cardápio dos voos da companhia. O guardanapo é alusivo ao tema da campanha: Quem se cuida, voa mais longe. A TV a bordo e a revista Azul Magazine também trazem informações sobre cuidados e detecção precoce do câncer.
Nos voos internacionais, até a bebida servida a bordo ficou rosa. Em parceria com a Vinícola Campos de Cima, a Azul fornecerá espumante rosé aos Clientes que embarcarem em voos da empresa partindo de Campinas para Lisboa, Orlando e Fort Lauderdale.

No aeroporto,  no site e nas redes sociais, a Azul é Rosa!
Outros canais de interação com Clientes entrarão no espírito do Outubro Rosa. O site da Azul e as caixas para transporte de encomendas da Azul Cargo ganharão as cores da campanha. Nas redes sociais, a #AzuleRosa marcará uma ação envolverá todos os Clientes da companhia interagindo com as aeronaves, tripulação ou Vitoriosas da Azul.

Que tal uma lembrancinha rosa? 
A lojinha de produtos da marca Azul, a Azul Collection colocará à venda uma coleção especial de itens personalizados para a campanha do Outubro Rosa como camisetas, canecas e maquetes especiais. Gostou? Acesse: https://www.azulcollection.com.br/ e garanta a sua.

Sobre a Azul
A Azul S.A. é a maior companhia aérea do Brasil em números de cidades atendidas, com 739 voos diários e 102 destinos. Com uma frota de 123 aeronaves e mais de 10.000 funcionários, a companhia tem uma rede de 202 voos sem escalas (30 de junho de 2017). Dentre os prêmios recebidos, a Azul foi nomeada como a terceira melhor companhia aérea do mundo pela TripAdvisor Travelers' Choice e como a melhor companhia aérea low-cost da América do Sul pelo sétimo ano consecutivo pela Skytrax, ambos em 2017. A Azul também foi premiada por ter a melhor liderança regional em 2016 pela Flight Airline Business.
Para mais informações, visite www.voeazul.com.br.

PUBLICIDADE