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terça-feira, 28 de março de 2017

Brasileiros aderem a protestos de movimentos sociais na Guiana Francesa

28/03/2017 17h19

A onda de protestos que interrompe há mais de dez dias vários serviços públicos e atividades na Guiana Francesa, na divisa com o Amapá, passou a ter a adesão de brasileiros que vivem na cidade fronteiriça de Oiapoque, a 590 quilômetros de Macapá. Na segunda-feira (27), brasileiros se juntaram a mais um ato do grupo que lidera as manifestações, conhecido como "500 irmãos".
O protesto aconteceu do lado guianense em Saint-Georges, que faz divisa com Oiapoque. As cidades estão ligadas desde o dia 18 de março pela Ponte Binacional, a primeira união terrestre entre Brasil e Guiana Francesa.

(Foto: Reprodução/Rede Amazônica) 
A Rede Amazônica no Amapá mostrou nesta terça-feira (28) imagens do ato, que cobra melhorias em diversos serviços, como Educação, Saúde, geração de energia e Segurança Pública. Apesar de apoiarem os protestos, os brasileiros, assim como outros estrangeiros, são apontados pelos franceses como responsáveis pelo aumento da violência no país.
O movimento impediu o lançamento, em 21 de março, do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC). O equipamento que custou R$ 2,1 bilhões seria lançado do Centro Espacial de Kourou, que fica na Guiana Francesa. Durante os protestos, foram feitas barricadas na entrada do centro espacial com carros, pneus e pedaços de madeira.

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