Página do jornalista amapaense Cleber Barbosa, voltada a difundir notícias, pensamentos, reflexões e atualidades sobre turismo, comportamento, economia, cultura e política.

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sábado, 21 de fevereiro de 2015

FERREIRA GOMES SE ABRE: Município aposta no turismo receptivo

A bucólica cidade de Ferreira Gomes fica às margens do Rio Araguari, um dos mais belos e importantes rios de todo o Amapá. Ao lado, aspecto da formatura de aquaviários que a Marinha ofereceu durante a semana.
Cleber Barbosa
Editor de Turismo

Com foco na sustentabilidade do rio Araguari e, buscando retorno social, econômico e ambiental para aquela localidade,  o prefeito Elcias Borges, de Ferreira Gomes, a 130 quilômetros de Macapá,  buscou parceria com a Capitania dos Portos do Amapá, resultando em diversas ações ocorridas durante a semana. O pano de fundo, é a abertura da cidade para o chamado turismo receptivo, que por lá ocorre o ano inteiro.
A Marinha no Amapá possui um programa de atividades pelos 25 municípios de sua jurisdição, sendo 16 no Amapá e mais 09 no Pará. Para se ter uma ideia do tamanho da área a ser guarnecida do ponto de vista operacional e também da segurança da navegação fluvial, estão sob a tutela da Capitania dos Portos do Amapá os municípios de Altamira, no Pará e Oiapoque, no Amapá.
Comandante da Capitania dos Portos, Lúcio Ribeiro, durante encerramento dos cursos
A partir dessa premissa e, atendendo a solicitação do prefeito, o comandante da Capitania, Lúcio Ribeiro, incluiu Ferreira Gomes da chamada Operação Verão, deslocando sua equipe para o município. Coordenada pelo tenente Fabiano Crespo, a ação teve o intuito de promover a segurança fluvial dos munícipes e turistas que frequentam aquela região.
Dentre as ações desenvolvidas houve operação de fiscalização do Tráfego Aquaviário, Curso de Aquaviário, Renovação de Carteiras Marítimas, Cobertura de Eixo de Embarcações  com orientações para a implantação do projeto de lei para ordenamento da orla do município, de acordo com o Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro é de responsabilidade do município.
Um balanço parcial das ações dos militares da Marinha aponta para um número de sessenta pessoas capacitadas (entre homens e mulheres), tendo sido  vinte cinco o número  de embarcações fiscalizadas com quatro apreensões até a última sexta-feira e, um total de quinze kits de proteção de eixos de embarcações instalados, para prevenção ao acidente de escalpelamento.
Infrações - Foram identificadas pela equipe inspeção naval as seguintes irregularidades: tripulantes não habilitados, embarcações não registradas junto a Capitania e ausência do uso colete, uma das maiores causas de óbitos em nossos rios.
Para o capitão dos portos, a Marinha apenas cumpre suas atribuições. “Estamos viabilizando a segurança da navegação, salvaguarda da vida humana no mar e nas hidrovias, além da prevenção da poluição hídrica com vistas a confiabilidade da viagem e convivência harmônica para os usuários do rio Araguari”, afirma o Capitão.

Lagos das hidrelétricas podem virar ‘point’ 
O empresário Caetano Soares Pinto, do ramo dos esportes náuticos no Amapá, diz que um dos potenciais do Rio Araguari são os esportes náuticos. E ele cita os reservatórios que serão formados pelas novas usinas hidrelétricas que se instalam na região de Ferreira Gomes e Porto Grande, como possíveis impulsionadoras dessas atividades. Em situações normais, o Araguari registra pontos onde a navegação é limitada, pelo grande número de corredeiras, cachoeiras e pedras. No entanto, à medida em que se aproxima de sua foz, torna-se um dos mais belos e propícios cursos d’água navegáveis do Amapá.
O comandante da Capitania dos Portos, entretanto, lembra que o segmento dos esportes e recreio também são fiscalizados pela Marinha do Brasil e que para a organização de uma marina, clube náutico ou coisa do gênero é preciso seguir à risca o regulamento de legalização dessas práticas. “Até mesmo um evento, uma prova, uma regata, precisa ter a autorização da Capitania e obedecer a um rigoroso plano de segurança, especialmente no que se refere à destinação de áreas para banhistas e para o trânsito de embarcações, diz.

A segurança fluvial é o mais importante no incremento dos esportes náuticos
A forma natural como vem se desenvolvendo as atividades da cadeia produtiva do turismo no município de Ferreira Gomes, local de aproximadamente 9 mil habitantes, distante 133 km da capital do Estado do Amapá, contribuiu para que a atual gestão do município conduzida pelo prefeito Elcias Borges aposte em ações que proporcionem ambientes favoráveis para o desenvolvimento tão promissor desse setor econômico que é o turismo.
A ideia de criar eventos turísticos focados em turismo fluvial é, busca sustentável de Ferreira Gomes. “Os rios amapaenses são verdadeiras matérias primas desse tipo de atividade. Nosso intuito é saber usar e não explorar os recursos naturais existentes” explica o turismólogo e também secretário municipal de Turismo  Antônio Brito.

Receptivo - O objetivo de inserir a comunidade nas atividades turísticas, faz parte do planejamento da Secretaria de Turismo local, criando alternativas que possam  efetivar a participação da comunidade receptora dos turistas aproveitando, os instrumentos dessa rica cadeia produtiva. “E, claro, que investir no setor de transportes fluviais viabiliza o aumento de distribuição de renda e da geração de emprego”, diz Brito.
Para tanto, diz, fazer o dever de casa com investimentos em infraestrutura, segurança compromisso e responsabilidade diante da população é, primordial para o alcance dos objetivos propostos. “Nenhum aspecto apresenta tanta importância para o turismo quanto a segurança”, conclui o prefeito Elcias Borges.

*Colaborou: Nira Brito

CURIOSIDADES
- Ferreira Gomes é um município no centro-oeste do estado do Amapá. A população estimada em 2014 era de 6 714 habitantes e a área é de 5047 km², o que resulta numa densidade demográfica de 0,78 hab/km².
- Sua economia está baseada no desenvolvimento de atividades agropecuárias tradicionais e, mais recentemente, no investimento ao turismo.
- O setor pesqueiro do município vem gerando divisas para Ferreira Gomes.

1.987
Ano de criação do município de Ferreira Gomes.

RIO ARAGUARI

DA ÁFRICA PARA A AMAZÔNIA: A saga da Mazagão dos amapaenses

Com população originariamente descendente da África e de Portugal, Mazagão é uma das mais importantes cidades no contexto histórico do estado do Amapá. A poucos quilômetros de Macapá aproximadamente 35 km, a paisagem atrai os amantes da natureza e as águas dos rios que cortam o município atraem para um banho refrescante ao som dos pássaros que povoam as matas. No próximo mês, acontecem lá duas das maiores festividades católicas de região, a Festa de N.S. da Piedade e a Festa de São Tiago, que arrastam multidões para o lugar.

História - Sua criação se deu por volta de 1770, às margens do rio Mutuacá por famílias que, em 7 de junho, foram transferidas da possessão portuguesa Mazagão em Marrocos para Belém do Pará e depois para “Vila Nova de Mazagão” criada em 23 de Janeiro de 1770, hoje Mazagão Velho.
 Do total de 340 famílias, algumas com escravos, que chegaram à cidade de Belém em 1770 e em 1773 foram para Nova Mazagão. Nem todas seguiram o mesmo destino, algumas ficaram na capital paraense e em cidades do interior descumprindo a ordem inicial de se fixarem na nova povoação. Somente 136 famílias chegaram ao destino final, segundo Edgar Rodrigues, historiador.
Júnia Ferreira Furtado, professora do Departamento e Programa de Pós-graduação em História da UFMG diz que a saída das famílias de portugueses e dos seus escravos, da Mazagão africana, deu-se em conseqüência da situação de conflito vivida entre cristãos e mouros (islamitas), das terras inférteis e sob a justificativa portuguesa do uti possidetis – o direito de posse a quem efetivamente tiver povoado –, o que garantiria o efetivo domínio português das terras entre o norte do rio Amazonas e a Guiana Francesa. Assim, Portugal teria a obrigação do povoar todos cantos do Brasil para continuar a sua soberania na posse das terras “descobertas”.
Emancipação - Em 1833, Nova Mazagão perde o seu status inicial de vila retornando à condição de povoado com a denominação de Regeneração, subordinado administrativamente à Macapá. Já em 1890 é criado o município de Mazagão através da Lei 226 de 28 de novembro, com os distritos de Mazagão Velho (antiga Vila Nova de Mazagão e povoado de Regeneração), Maracá e Carvão; limitado pelos municípios de Santana, Porto Grande, Pedra Branca do Amapari, Laranjal do Jari e Vitória do Jari.

Pesquisa e fotos: Dércio Damasceno

A vida que segue com a produção extrativista
As formas de subsistência predominantes em Mazagão são o extrativismo e agricultura, existem no município vários projetos de manejo do açaí, coleta e beneficiamento de Castanha-do-Brasil e piscicultura, mas, também há ocorrência de artesanato e marchetaria envolvendo comunidades das zonas rural e urbana. Em Mazagão o turismo religioso é marcante principalmente durante o mês de julho, quando acontecem as festividades de São Tiago onde ocorrem encenações de batalhas travadas entre Mouros e Cristãos com destaque para a aparição de um soldado que, segundo a lenda, destacou-se na batalha levando os cristãos à vitória, esse soldado seria o santo padroeiro da cidade: São Tiago.
A festa da piedade é outra manifestação religiosa que atrai muitos turistas, pois, ela ocorre a partir do dia 26 de junho se estendendo até início de julho sendo replicada nos distritos e comunidades. De 16 a 24 de agosto a população mazaganense também realiza a festa do Divino Espirito Santo em que o destaque da comemoração, no seu segmento profano, são as apresentações de Marabaixo, dança típica do estado do Amapá, regadas à gengibirra, uma bebida produzida com raiz de gengibre e cachaça.

Bons motivos para visitar a bucólica vila de Mazagão para os turistas
Como chegar - Para se chegar à Mazagão, sede do município e demais distritos, Mazagão velho, Carvão e Maracá partem vans e micro ônibus do centro de Macapá com preços a partir de seis reais. As viagens duram em torno de 45 minutos.

Onde ficar - No centro de Mazagão há hotéis e pousadas com diárias individuais a partir de 50 reais, incluindo café da manhã. No distrito de Mazagão Velho também há pousadas, área de acampamento e residências familiares que hospedam os visitantes para as festividades de São Tiago. As mais humildes custam por volta de 30 reais a diária e as mais sofisticadas 70 reais por pessoa.

O que comer - No café da manhã sempre se encontra tapioquinha com manteiga, queijo e outras variedades; pão caseiro e macaxeira cozida. No almoço e jantar prato típico local é o Camarão-no-bafo que pode ser o regional (Macrobrachium amazonicm) ou o Camarão Pitú (Macrobrachium carcinus), mas, também várias espécies de peixes são servidas, principalmente o pirarucu (Arapaima gigas), dourada (Sparus aurata) e pescada amarela (Cynoscion acoupa). O custo do café da manhã pode sair a partir de 2 reais e as refeições de 8 a 60 reais dependendo do preparo e tipo de alimento.

Arqueologia - Outra atração, mas, ainda com pouca visitação são os sítios arqueológicos onde é possível se encontrar artefatos de civilizações antigas, no distrito do Maracá, e as ruínas das antigas edificações do princípio da Vila Nova de Mazagão, também no cemitério e na velha igreja.

CURIOSIDADES
- A origem da toponímia "Mazagão" é controversa. João de Sousa afirma que o nome provem da expressão em língua árabe "El ma Skhoun", com o sentido de "água quente"
- A versão mais plausível é que o nome seja de origem berbere uma vez que se encontra registado pelo geógrafo Muhammad Al-Idrisi, no século XI, o nome original pronunciado como "Mazergan" com o significado de "amolar".

1770
Este foi o ano do início do povoamento da Vila de Mazagão Velho, que originou aquela comunidade.

NO MAPA

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Capitania dos Portos realiza Operação Verão no Amapá e Pará

Trabalho de fiscalização nos rios do municípioTrabalho de fiscalização nos rios do município(Foto - Nira Brito)
Comando da Capitania dos Portos está no município de Ferreira Gomes. Sessenta pessoas fizeram o curso de formação de aquaviário. A Marinha realiza, ainda, a fiscalização da parte documental de embarcações e a cobertura do eixo do motor

 Sábado, 07 Fevereiro 2015 10:46

A Capitania dos Postos no Amapá está há uma semana no município de Ferreira Gomes, distante 137 quilômetros da capital, Macapá, realizando ações de fiscalização, regularização de embarcações e orientação de segurança da navegação. O curso de formação de aquaviário, iniciado na segunda-feira, 2, encerrou nessa sexta-feira, 6, com 60 participantes sendo habilitadas, e outros 40 fazendo o curso de renovação da carteira. O curso atende a um pedido antecipado da Prefeitura de Ferreira Gomes.
“Participaram do curso de formação principalmente pessoas que trabalham com o transporte escolar fluvial de passageiros e de carga. Toda pessoa que atua na navegação deve estar obrigatoriamente habilitada. Os rios são nossas ruas e avenidas na Amazônia. Além dessa formação, estamos fazendo a fiscalização das embarcações para evitar acidentes”, disse o comandante da Capitania dos Portos, capitão de fragatas Lúcio Marques.
Entre as principais irregularidades encontradas durante as fiscalizações estão a falta do uso de coletes salva vidas e a navegação de embarcações sem inscrição na Capitania dos Portos. “Estamos levando esse trabalho para os 29 municípios que compõem a nossa jurisdição, desde Altamira, no Pará, até Oiapoque, no Amapá. É importante que o ribeirinho faça essa inscrição e siga as normas de segurança. Além de orientar e realizar essa inscrição dos barcos, estamos realizando o serviço de cobertura dos eixos das embarcações. O objetivo é zerar as ocorrências de escalpelamento registradas, ainda, na Amazônia”, concluiu.
As ações compõem a Operação Verão, iniciada em 15 de dezembro de 2014, e que prossegue até 16 de março. A ação da Capitania dos Portos seguirá para outros municípios do Pará e Amapá com o objetivo de sanear a demanda reprimida.

Waldez cobra celeridade de Chioro na liberação de recursos da saúde

Waldez cobra celeridade de Chioro na liberação de recursos da saúde
O governador Waldez Góes cobrou celeridade do ministro da saúde, Arthur Chioro, na liberação de recursos emergenciais da pasta para o Amapá, já que o governo estadual decretou estado de emergência para viabilizar a destinação dos valores, destravando o sistema público que está engessado. A cobrança foi feita diretamente ao ministro durante encontro, em Brasília, nessa quinta, 5.
O gestor apresentou ao ministro o quadro crítico em que se encontra a saúde pública no Amapá. Waldez informou sobre a situação de emergência no âmbito da saúde estadual que foi decretada em razão de graves problemas como débitos de fornecedores da Secretaria de Estado da Saúde, a escassez de material e serviços de apoio às unidades hospitalares, complicações na traumatologia, ortopedia e oncologia, além da epidemia de febre chikungunya instalada na região.
Waldez ressaltou ainda que a oncologia é uma das áreas que precisam de maior atenção. "É um problema que está causando muito sofrimento à população", enfatizou Waldez.
Foi protocolado um documento de solicitação de apoio à equipe técnica do ministério, para contribuir com os procedimentos para liberação de recursos e encaminhamento de ações efetivas para a recuperação da saúde pública no Amapá.
O secretário extraordinário de representação em Brasília, Gilvam Borges, solicitou nova audiência e convidou o ministro para vir ao estado conhecer a realidade exposta. Chioro sinalizou positivamente a todos os pedidos e deu orientações quanto à destinação e uso de emendas parlamentares, para que os investimentos possam acontecer de forma mais ágil.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Setap disponibiliza dois pontos de recadastramento de meia passagem na capital

A intenção é atender estudantes que residem na Zona Sul e Zona Norte de Macapá. Em Santana, o Setap disponibiliza atendimento no terminal Rodoviário.

Teve início na última segunda-feira, 03/02, o processo de cadastro e recadastro da meia passagem do transporte coletivo municipal e intermunicipal. A ação é coordenada pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Amapá (Setap) e encerra no dia 31 de março.
Para disponibilizar atendimento em toda a capital, o Sindicato instituiu dois pontos de cadastramento de passe escolar. Um destes em parceria com o Amapá Garden Shopping. Localizado na Zona Sul de Macapá o empreendimento oferece um ponto de atendimento no hall, das 08h às 18h, sem intervalo para almoço.
Além do Garden Shopping, o Setap possui ponto de atendimento na Subprefeitura de Macapá (Zona Norte) e Terminal Rodoviário de Santana.
O diretor de Bilhetagem Eletrônica do Setap, Artur Magno Sotano, explica que para se cadastrar o estudante terá que levar ao posto de atendimento cópia e original da certidão de nascimento ou carteira de identidade, do comprovante de residência e original da declaração escolar. A taxa de R$ 10 deverá ser paga no ato do cadastro.
Já para recadastro o estudante precisará levar declaração escolar e a xerox do cartão de meia passagem. Caso haja alteração de endereço é necessário apresentação de um comprovante de residência atualizado. A taxa de recadastro é de R$ 5.
“Temos a intenção de em breve colocar um posto de recarga fixo no Amapá Garden Shopping, que vai atender a comunidade de estudantes das 10h às 20h no empreendimento”, finaliza o diretor.

Presidente do TJAP realiza visita institucional ao Fórum de Macapá

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O presidente do Tribunal de Justiça do Amapá, Desembargador Carmo Antônio de Souza, visitou gabinetes, secretarias e varas. Conversou com juízes, servidores, estagiários e bolsistas. A finalidade da visita é de sempre melhorar o que está sendo realizado e reparar possíveis problemas. 

-----------------------------------------------------------vista des.carmo 40Para o Presidente da Associação dos Magistrados do Amapá, juiz Paulo Madeira, a postura do Presidente do TJAP de proximidade com os servidores estimula o trabalho, e quem ganha com essa atitude é o jurisdicionado.
-----------------------------------------------------------vista des.carmo 28“Esse contato da administração com os seus administrados é fundamental, e o Desembargador Carmo Antônio tem essa percepção. Ao realizar essas visitas ele estimula o trabalho dos servidores e ouve os juízes para saber das suas reais dificuldades, e isso é muito importante. A Associação dos Magistrados já se colocou à disposição dele e da nova gestão, futuramente a Desembargadora Sueli Pini, para somar forças, afinal quem ganha com esse trabalho é o jurisdicionado”, enfatizou o magistrado.
-----------------------------------------------------------vista des.carmo 6O Presidente do TJAP, Desembargador Carmo Antônio, destacou que essa proximidade através das visitas é necessária no sentido de que o trabalho executado pelo Judiciário deve estar sempre voltado para eficiência no atendimento ao cidadão.
-----------------------------------------------------------vista des.carmo 33“É imprescindível que nós estejamos cientes do que ocorre nos mais diversos setores do Poder Judiciário, tanto para sanar os problemas que porventura ocorram, e assim gerar maior conforto para os servidores executarem suas devidas funções, quanto para sermos cada vez mais eficientes na prestação de serviço à população”, finalizou o Desembargador-Presidente.

Texto: Lázaro Gaya
Fotos: Adson Rodrigues

Escola Judiciária Eleitoral elabora Plano Anual de Capacitação do TRE-AP para 2015

Na próxima segunda-feira (9), às 16h, na Sala de Reunião da Presidência do Tribunal Regional Eleitoral do Amapá (TRE-AP), a equipe da Escola Judiciária Eleitoral do Amapá (EJE), apresentará os resultados da execução do Plano Anual de Capacitação (PAC) 2014 e a proposta do PAC 2015.
De acordo com o coordenador da EJE, Rinaldo Farias, participarão da reunião a Comissão de Transição e o Comitê de Gestão composto pelos Secretários, Diretor Geral e Coordenador do Controle Interno do TRE
Rinaldo Farias explicou que a proposta do Plano Anual de Capacitação 2015 foi elaborada visando atender as demandas apontadas no resultado do programa de Gestão por Competência para 2015, em consonância com as recomendações do Tribunal de Contas da União (TCU)
“Com o PAC 2015, temos o objetivo de alinhar o programa de capacitação dos servidores e Magistrados com as metas e estratégias do TRE para 2015. A nova proposta abordará demandas relacionadas a competências organizacionais, gerenciais e estratégicas do Tribunal”, salientou o coordenador da EJE.

Serviço:
Tribunal Regional Eleitoral do Amapá
Assessoria de Comunicação e Marketing
Elton Tavares

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

REPORTAGEM ESPECIAL: Manganês põe o Amapá na era industrial

Vista aérea da vila de Serra do Navio com as minas de manganês ao fundo, nos anos 1990.
A trajetória do maior projeto mineral da Amazônia em seu tempo – a mineradora Icomi – ainda hoje é lembrado como divisor de águas para o desenvolvimento do Amapá.

Por Cleber Barbosa, para a Revista Diário

A Icomi extraiu ao longo de quase 50 anos no Amapá mais de 10 milhões de toneladas de manganês, o que equivale a 80% da produção nacional deste minério, considerado estratégico na época da Guerra Fria entre Rússia e EUA, por conta de servir para a blindagem de carros de combate e até navios de guerra. As jazidas foram descobertas em 1946, por um caboclo chamado Mário Cruz, hoje o nome de uma avenida histórica bem no centro de Macapá. E a cidade deve muito ao manganês. Ela cresceu e apareceu desde então.
Após a descoberta da existência de manganês na Serra do Navio, o processo até o primeiro embarque do minério passou pela chancela de cinco presidentes da República. O primeiro foi Getúlio Vargas, que decretou as jazidas como reserva nacional. Mas coube a Juscelino Kubitschek vir ao Amapá para a inauguração. Era a Icomi quem deveria explorar as minas, depois de vencer o certame licitatório internacional de forma marcante. Surgia a figura de um nacionalista, um homem à frente de seu tempo. Era Augusto Trajano de Azevedo Antunes, que aplicou no projeto conceitos de sustentabilidade quando isso ainda nem ditava a moda “ecologicamente correta” na política ou nos negócios.
Na verdade Antunes pilotava um consórcio formado pela brasileira Icomi S.A. e a norte-americana Bethlem Steel Company. Apesar dos gringos terem financiado o projeto, Antunes não abriu mão do controle acionário, ficando com 51%. Essa exigência foi aceita pela Casa Branca que, afinal, estava atrás de um país amigo para fornecer-lhe manganês, visto que a Rússia impunha o boicote.
O minério de manganês ainda hoje desperta interesse de vários países nas reservas existentes.
COMEÇO
A saga do brasileiro Augusto Antunes começou  na capital paulista, onde foi carteiro até  se formar em engenharia civil pela Politécnica de São Paulo. Depois mudou para Minas Gerais, quando iniciou a extração de minério ainda rusticamente, com alguns operários munidos de pás e picaretas, na Icominas, a precursora da Icomi.  Era uma jazida de ferro no pico do Itabirito, origem da Mineradores Brasileiros Reunidos (MBR), que passou a controlar alguns anos depois. Falava muito bem inglês – o que ajudou muito a buscar parceiros nos Estados Unidos – assim que soube da descoberta de manganês no então Território Federal do Amapá, em plena floresta amazônica.
Para garantir que uma empresa brasileira tivesse o direito de explorar as jazidas, Antunes fez o que se definiu como uma defesa candente do capital nacional e acabou levando a concessão. Dava início ali a construção de um verdadeiro império industrial. Ele fundou depois a holding Caemi, que diversificou seus negócios por vários setores. De salsicha, a papel, vendeu também madeira, aços especiais, energia. Antunes também adquiriu participações na indústria de alimentos Swift-Armour, na Aços Anhanguera, na Brumasa (madeira e compensados), na Capp (agropecuária). Enveredou pelo setor de táxi aéreo e foi instado a assumir o controle do Projeto Jari, em 1982, a lunática aventura que o bilionário americano Daniel Keith Ludwig lançou no Pará em 1967.
Antunes capitaneava um grupo de 23 empresários que, com dinheiro do BNDES, tentava salvar o Jari, abandonado por seu criador já desgostoso em 1980. A Jari Celulose sobreviveu nas gestão dos netos de Antunes, Guilherme e Mário Freming até 1999. Com uma dívida de R$ 300 milhões, repassaram por simbólico R$ 1 real o problema para o grupo Orsa, de São Paulo.
Augusto Antunes, empresário brasileiro fundador da Icomi e do império chamado Caemi.
LEGADO
Augusto Antunes morreu em 1996, aos 89 anos, vítima de ataque cardíaco. No Amapá,  teve muito reconhecimento, mas a nível nacional e até internacional, virara um mito. Ele chegou a ser exaltado como o “Mauá do século 20”, referência a Irineu Evangelista de Souza (1813-1889), um empreendedor fervoroso, considerado uma das personalidades mais importantes e influentes do Segundo Reinado no Brasil. E Antunes foi além.
Aplicou conceitos de sustentabilidade, especialmente no projeto do Amapá, o de maior visibilidade, onde trouxe o padrão americano de moradia, controle sanitário e de zoonoses. O esgoto da bucólica vila de Serra do Navio era todo tratado antes de ser devolvido ao rio. A Icomi adotava rigoroso programa de gestão com qualidade, que passava por proporcionar lazer, entretenimento, saúde preventiva e qualificação de mão de obra.
Seus empregados costumavam fazer carreira na companhia, iniciando como braçais e depois passando por cursos até de alfabetização e treinamento profissional em outros ofícios.
E Antunes também se adaptava. Nos cursos de alfabetização para adultos, em Serra do Navio, mandou desenvolver os livros junto aos maiores especialistas em linguística, para que retratassem a fala cotidiana dos caboclos recrutados no Amapá e arredores. Até mesmo as residências funcionais passaram por adaptações do projeto original, como acesso extra para as casas dos funcionários mais humildes, que eram não tinham a cultura de usar banheiros dentro de casa.
Projeto Icomi na Serra do Navio fez a extração de mais de 10 milhões de toneladas de manganês nos 50 anos de atividade da empresa fundada por um empresário à frente de seu tempo, que foi Augusto Trajano de Azevedo Antunes, um gênio dos negócios.
FAMÍLIA
Augusto Antunes teve apenas dois filhos, Beatriz e César. Ela tem mais de 80 anos e mora no Rio de Janeiro. Ela deu três netos a Antunes, Fábio, Mário e Guilherme, este dois últimos os sucessores do avô na Caemi. O outro filho era César, que morreu em 1970, uma das grandes frustrações do empresário. Cesar deixou três filhos, Alexandre, Stella e Suzana. Toda a família ficou muito bem de vida após o passamento de Antunes. A imprensa especializada estima que ninguém ficou com menos do que o equivalente a US$ 48,4 milhões cada um.
Os netos Guilherme e Mário chegaram a tocar o grupo e ensaiaram algum resultado, mas os sucessivos erros de estratégia começaram a minar o império herdado de Augusto Antunes. Acabaram optando por repassar o controle do grupo,  para a Mitsui e a BHP.  Já a Fundação Caemi, outra grande sacada de Antunes, foi vendida para a Fundação Bradesco. Esse braço previdenciário do grupo era para garantir uma aposentadoria mais tranquila aos empregados. Para se ter uma ideia, quem se aposentou pelas empresas de Antunes, recebe – ainda hoje – o salário pago pelo INSS e uma complementação da Fundação, corrigida três vezes por ano.
O edifício Caemi, na praia de Botafogo, no Rio de Janeiro, ainda hoje empresta referência de sucesso para o mundo dos negócios no Brasil e fora dele.
LIÇÕES
Antunes gostava de dizer que dois estadistas marcaram profundamente a sua vida:  Gamal Abdel Nasser (1918-1970), o presidente egípcio que fechou o Canal de Suez em 1956, dificultando as exportações da Índia de manganês e disparando o preço no mercado. E Nikita Kuruchev (1894-1971), primeiro ministro soviético, porque com a Guerra Fria cancelou a venda de manganês para os Estados Unidos, fazendo subir vertiginosamente o preço do minério, viabilizando ainda mais a exploração no Amapá.
Também gostava de citar Guimarães Rosa, que dizia: “Sábio não é quem sabe muito, é quem aprende rápido”. Em 1965, criou a MBR –Minerações Brasileiras Reunidas, hoje com a Vale, resultado da junção de reservas da Caemi e da St. John Del Rey Mining.

TURISMO: Muitas opções de banhos no Amapá

Não precisa ser um atleta como o rapaz da foto, que se arrisca num salto mortal de cima da ponte do Rio Curiaú. Mas é possível banhar-se em muitos rios e lagos do Amapá.
Na Foz do majestoso Rio Amazonas, na maior bacia hidrográfica do planeta, o Amapá é dono de um enorme leque de opções de balneários, por onde quer que o viajante decida ir.

Por Cleber Barbosa, para a Revista Diário

O Amapá é tido como o estado brasileiro mais preservado do país, com mais de 90% de sua cobertura vegetal intacta. Mas em se falando de natureza, possui inúmeras opções de banhos para quem gosta de um contato mais íntimo com rios, igarapés, cachoeiras e corredeiras, além do mar. Sim, o Oceano Atlântico banha a Costa, com destaque para a Praia do Goiabal, em Calçoene. Seja qual for o município escolhido, tem banho. Em Macapá, destaque para a Praia da Fazendinha, Araxá e o Curiaú (foto). No interior, Lagoa Azul, Asa Aberta, Cachoeira Grande e outros.

Localização
No extremo norte do país, bem na Foz do Rio Amazonas, o Amapá é um santuário de balneários e praias de água doce ou até mesmo salgada. É só escolher uma.

AVENTURA: Cruzando o Brasil de Jeep Willys

A viagem de Oiapoque a Macapá foi feita no dia 05 de janeiro, quando percorreram os 600 quilômetros em um dia e meio, sem nenhuma quebra. Até Belém embarcaram em balsa.
Na maior aventura de suas vidas, os jipeiros do Amapá lançam a Expedição do Oiapoque ao Chuí e mobilizam aventureiros do país a fazer a rota.

Por Cleber Barbosa, para a Revista Diário

O Jeep Clube de Macapá envia oito de seus associados para a maior aventura de suas vidas, na Expedição “Do Oiapoque ao Chuí”. De forte apelo geográfico, essa referência de gigantismo do Brasil virou um tremendo desafio, pois a condição para participar da viagem é ter um Jeep Willys, um carrinho valente, considerado um herói da Segunda Guerra Mundial. E são quatro os exemplares obtidos para fazer a travessia do país. Os mais velhos são do ano 1951 e pertenceram ao Exército Brasileiro. Outro  foi fabricado em 1969 e o quarto é o mais “novo” da turma. Saiu da linha de montagem quando a Ford do Brasil passou a produzir o Willys por aqui. Trata-se de um modelo 1974, pilotado pelo presidente do Jeep Clube, o empresário Manoel Mandi. “Comprei o carro num leilão da Companhia Docas do Pará. Sou o segundo proprietário e posso dizer que ele foi decisivo para que eu pudesse lançar a expedição.
Os demais pilotos são José Maria Esteves, Vilmar Walendowsky e Otávio Neto. Os copilotos são Alan Souza, Adenildes Esteves, Humberto Rezini e Eduardo Júnior.

PROPOSTAS
Entre os muitos objetivos da viagem, defendem a criação da rota turística Do Oiapoque ao Chuí, chamar a atenção para a necessidade de conclusão da BR 156, a integração das cidades ao longo das rodovias brasileiras, a promoção do Amapá e um trabalho de educação para o trânsito mostrando que é possível se rodar a 60 Km/h e chegar em segurança ao destino.

CURIOSIDADES
Durante os vinte e cinco dias da longa viagem, os seis aventureiros amapaenses e dois catarinenses percorrerão mais de 6 mil quilômetros, visitando mais de 300 cidades e consumindo algo em torno de 8 mil litros de gasolina. Os modelos de Jeep Willys utilizados foram completamente restaurados, mas nenhuma modificação afere qualquer conforto adicional. Não há ar-condicionado, freios ABS, direção hidráulica ou mesmo carro reserva. Levam apenas um mecânico e peças extras.

BR 156: A vovó das estradas federais em construção fica no Amapá

PRECARIEDADE | Um olhar sobre a estrada que corta o Amapá de uma ponta a outra revela a rusticidade para viajar até Oiapoque.
Mais um estação das chuvas está chegando e os olhos da opinião pública local e nacional se voltam para a maior e principal rodovia federal que corta o território amapaense de norte a sul.

Por Cleber Barbosa, para a Revista Diário

Quem já precisou ir a Oiapoque ou mesmo à Guiana Francesa na estação das chuvas amazônicas certamente tem alguma história pra contar sobre a viagem pela BR 156, que corta o Amapá de norte a sul. Ela é tida como a rodovia federal mais antiga em construção no país. Já se vão mais de 80 anos, desde que o Marechal Cândido Rondon – um desbravador da região Norte do Brasil – lançou o projeto de abrir uma estrada ligando Macapá à divisa com a Guiana Francesa.
As obras começaram em 1932. Foram apenas nove quilômetros construídos até 1945. De lá pra cá, foram muitas idas e vindas de autoridades locais à Brasília, em busca de recursos federais para asfaltar a estrada, considerada vital para o desenvolvimento e a integração do Amapá por meio dos municípios cortados pela BR 156.
ATOLEIROS | Ao lado a dura rotina de quem encara a via durante a estação das chuvas.
Curiosamente, coube a um presidente da República que depois viria a ser adotado pelo Amapá como seu senador, avançar nos primeiros 100 quilômetros de asfaltamento. Foi José Sarney, que ainda hoje aloca recursos de suas emendas parlamentares para garantir a conclusão da pavimentação. Faltam pouco mais 100 quilômetros para que essa ligação entre a capital e o último município ao norte possa ser feita com segurança.

RESPOSTA
Mas há quem diga que a conclusão da obra tem data marcada. Trata-se do superintendente do DNIT no Amapá, Fábio Vilarinho. Ele diz que para este ano o governo federal alocou R$ 1,3 bilhão para que o órgão possa dar conta de cuidar dos trechos já pavimentados, restaurar os deteriorados e construir onde ainda existe estrada de terra. “Eu acredito que até 2016 será possível ir de Macapá a Oiapoque só no asfalto”, disse o executivo, que assumiu o posto em 2013.


Imagens Inesquecíveis: "Exemplo de generosidade"

Ser generoso é estar disponível. Ter disposição para dar de si para quem não tem e está precisando mais do que ele. O generoso não compartilha o que está sobrando, repar­te o que tem, sua melhor parte. Tira de si para dar ao outro, e por isso às vezes é acusado de ser bobo ou imprevidente. Mas não é, acredite. Ele age assim por­que é de sua natureza.

Fonte: Revista - Vida Simples

Coluna Argumentos, terça-feira, dia 03 de fevereiro de 2015.

Estréia

Deputado Marcos Reátegui (PSC) tem grande começo no Congresso Nacional, onde acaba de emplacar eleição também para ser o coordenador da bancada do Amapá. Posto já foi de Milhomen (PCdoB) e depois de Davi (DEM). Demonstra poder de articulação.

Aliado

E tem outra a favor de Reátegui. Era entusiasta da candidatura do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) para a presidência da Câmara dos Deputados. Ele ganhou e reafirmou apoio às demandas do Amapá.

Estradas

As chuvas se intensificam no interior do estado e motiva um alerta na equipe do secretário Odival Monterrozo, na Setrap. A ordem é acelerar a papelada para retomar contratos de manutenção com empreiteiras.

Estragos

Situação das ruas e avenidas de Macapá também se agrava com as chuvas do fim de semana. Tem lugares que as linhas de ônibus estão sendo desviadas, para irritação de usuários menos avisados. Uma tremenda amolação.

Absurdo

Jornal Nacional, da Rede Globo, apontou ontem o Amapá como campeão entre os que mais jogam água tratada pelo ralo. Segundo estudo, a cada 10 litros de água tratada quase 8 litros são desperdiçados.

Calote
Operários que trabalhara na construção do Atacadão de Macapá, do grupo Carrefour, alegam ainda não ter recebido salários atrasados de dezembro de 2014. A notícia é ruim para os negócios da corporação. Vilã da história seria a construtora Interbuild. Que coisa feia!

Curso

O comandante da Capitania dos Portos, Lúcio Ribeiro, anuncia a interiorização das ações da Marinha na formação e regularização de marítimos. O primeiro curso de formação será levado para o município de Ferreira Gomes, onde ocorre muita atividade fluvial, seja trabalho ou lazer. Boa iniciativa.

Boa

Esporte é vida, diz aquela máxima. Crianças e jovens com idade entre 6 e 17 anos podem se inscrever gratuitamente, nas modalidades de Iniciação Esportiva oferecidas pelo Serviço Social da Indústria (SESI) por meio do Programa Atleta do Futuro (PAF). Há vagas para as atividades de handebol, voleibol e futsal.

Enfim

A Companhia de Eletricidade do Amapá, após 20 anos de inadimplência, conseguiu tornar-se adimplente com o setor elétrico. Emitiu certificado de Adimplemento que atesta o recolhimento das quotas da Reserva Global de Reversão (RGR), do Programa de Fontes Alternativas de Energia.