Este Blog é destinado a compilar idéias, notícias, textos, pensamentos, reflexões a respeito do quanto é importante que autoridades, políticos, lideranças comunitárias, jornalistas e a comunidade em geral possam pensar juntos soluções para o Estado do Amapá. Sem ataques a pessoas, partidos, instituições ou governos, mas analisando e levando o internauta leitor a tirar suas próprias conclusões.

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Confira erros e acertos no traje escolhido para o debate da TV Amapá


De um modo geral, as assessoria deram mais atenção a este quesito em relação a debates de anos anteriores, mas aqui e acolá tivemos sim alguns pontuais problemas.

O pior nó de gravata da noite foi o de Jorge Amanajás, que escolheu uma acetinada, muito atual, tudo bem, o problema foi só a finalização do nó, ficou enforcada e distorcida a gravata;
Lucas também não foi feliz na execução, apertando demais o nó do acessório complicando o conjunto do traje, digamos assim, devido a silhueta mais robusta que ostenta, muitos quilos a mais do que em 2010 quando emagreceu consideravelmente;
Waldez foi de clássico, com alusão ao azul de campanha, não na gravata, mas na camisa; no primeiro bloco falou para a câmera errada, um problema que pode ter sido da produção ou descuido dele mesmo.
Bruno também foi clássico, terno preto e uma gravata em tom básico, da cor verde, sua cor na campanha; parece lidar com naturalidade com o início da calvície, não usando nenhum artifício na cabeleira.
Camilo teve problemas com a abotoadura da camisa, sobrou pano pra cima da gravata e parece ter usado menos fixador no cabelo, cuja entrada da canvície parece o incomodar bastante;

sábado, 27 de setembro de 2014

Coluna Social da Ziulana Melo no Diário do Amapá


Militantes colorem ruas em dia de debate na rádio Diário FM

torcidas
Aconteceu ontem, 26, o tão esperado debate entre os candidatos ao governo do Amapá na Rádio DiárioFM. Frente a frente, quatro dos cinco candidatos melhores colocados na última pesquisa do Ibope discutiram seus planos de governo, apresentaram suas propostas e foram questionados entre si, por pessoas do povo e profissionais da imprensa que compuseram a bancada do programa Luiz Melo Entrevista. Waldez Góes (PDT) foi duramente criticado pelos debatedores porque faltou ao debate, sob a alegação de que tinha outro compromisso de campanha no mesmo horário.


Os candidatos Bruno Mineiro (PTdoB), Camilo Capiberibe (PSB) Jorge Amanajás (PPS) e Lucas Barreto (PSD) proporcionaram um debate de alto nível, às vezes duro, mas com foco em propostas. Bruno deu ênfase à necessidade de se fazer a regularização fundiária do Estado, o que dará condições aos agricultores de obterem financiamentos para estimular a produção agrícola, além de prometer que, caso eleito, implantará a Zona Franca Verde, para que o Amapá passe a ser, não apenas o principal escoador de grãos do Centro-Oeste, como também um grande produtor de grãos.

CAPA-DEBATE Lucas Barreto criticou a imposição do atual governo aos comerciantes de antecipar o pagamento de impostos, e garantiu que, se eleito, promoverá uma ampla e profunda reforma tributária, que entre outras ações dará mais tempo para os pequenos, médios e grandes comerciantes recolherem seus impostos. Camilo Capiberibe elencou as obras que fez e está fazendo ao longo de quase quatro anos à frente do governo, destacando a reconstrução do Hospital Alberto Lima, e a construção de uma nova Maternidade em Macapá, na Zona Norte e três Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), também na Capital.

Jorge Amanajás criticou o desempenho da atual gestão em todas as áreas, destacando as áreas de saúde e educação, e prometeu, em eventual governo trabalhar no gerenciamento da saúde pública, com a aquisição de equipamentos, realização de concursos públicos e ampliação da rede hospitalar em todo o Estado.

Em frente ao prédio da emissora uma multidão acompanhou, ao vivo, com imagem e voz do interior do estúdio o desempenho dos candidatos, através de um telão gigante. Um forte esquema de segurança foi montado pela coordenação do debate, o que evitou confrontos entre as torcidas organizadas. Em meio à emoção e à paixão da militância, apenas uma vez se registrou o início de um tumulto, mas os ânimos foram acalmadas com a imediata ação da Polícia Militar.

Sob a coordenação da diretora de jornalismo da Rádio e do jornal Diário do Amapá, Ziulana Melo, o debate teve Luiz Melo como mediador. A bancada foi composta pelo advogado Helder Carneiro, na assessoria jurídica; Marlio Melo, diretor operacional da emissora, e pelos jornalistas Elden Carlos e Cleber Barbosa.

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

LIÇÕES DE UM MESTRE: Especialista em turismo avalia o setor

TURISMO / O Diário do Amapá convida um especialista internacional em turismo para uma avaliação realista sobre como o Amapá persegue a vocação turística que possui.
Contrastes. O especialista em turismo e hotelaria retorna a Macapá 30 anos depois e diz ter encontrado uma cidade maior, mais desenvolvida, mas com sérios problemas de manutenção de seus logradouros e pontos turísticos como a Beira-Rio.

Cleber Barbosa
Editor de Turismo

Ele morou por 18 anos na Argentina, tem forte sotaque hispânico, que impregnou nas cinco línguas que fala, entre elas o nosso português. Mas este suíço de nascimento é um cidadão do mundo e alguém que se diz apaixonado pela Amazônia e em especial o Amapá, onde nasceram duas filhas e, claro, sua esposa. A convite da Rádio Diário FM ele compareceu ao programa Conexão Brasília, para fazer um diagnóstico sobre como reencontrou o Estado onde morou por 14 anos, quando era gerente do – à época – imponente Novotel Macapá.
Ele chegou ao antigo Território Federal do Amapá em outubro de 1984, sendo o segundo gerente-geral do Novotel, que pertencia a um grupo francês de hotelaria, o Accor, hoje o maior do mundo neste segmento. “Hoje esse grupo possui seis redes hoteleiras, como Ibis, Mercure, Sofitel, entre outras espalhadas pelo mundo todo, além de restaurantes industriais que eu também fiz parte, como a GR do Brasil”, diz ele.
Cachoeira de Santo Antônio, no Rio Jari
Nuances - Diego Born é bacharel em Turismo pela primeira Universidade a organizar um curso para esse segmento da economia, em Lausanne, além de Mestrado, em Genebra. Mas diz que apreendeu muito no Brasil e na Amazônia, daí defender cursos locais de formação de mão de obra para o turismo. Ele diz que já naqueles tempos do Território Federal já se falava em explorar o potencial turístico do Amapá. “Potencial não se vende. O que você compra é um produto. Então para você ser competitivo você tem que ter um produto de qualidade, em todos os níveis, inclusive em questão de segurança”, ensina. Ele defende uma tese que em se tratando de turismo o melhor é copiar e adaptar coisas que deram certo no mundo. “Você pode inventar alguma coisa, mas é difícil inventar. O que digo é que às vezes, com menos dinheiro você faz a mesma coisa só que muito melhor. Você pode copiar e adaptar coisas profissionais, técnicas, que junto com o jeito hospitaleiro dos brasileiros, se tornam únicas. Neste sentido, ele diz que o brasileiro tem um diferencial, que é alegria, o jeito de receber como ninguém faz no mundo. “Quando eu trabalhei num resort na Ilha Mexiana, no Pará, a maioria dos hóspedes era estrangeiros e eles diziam que a autenticidade dos funcionários era o que mais chamava a atenção e eu dizia que essa era uma característica do povo brasileiro”, completa.
O especialista topou falar sobre como reencontrou a Macapá trinta anos depois. Sua crítica construtiva vai direto ao estado de conservação das ruas e avenidas da cidade. “Totalmente esburacadas e sem calçadas”, diz.

Pontos turísticos estão mal cuidados, diz Born
Mas nem tudo são rosas na visão de Diego Born sobre o Amapá. Nessa volta ao Estado ele faz críticas ao estado em que se encontram muitos locais turísticos de Macapá, como a Praça Beira Rio. “Eu me lembro que em 1984 se eu botasse os pés na grama da Praça Zagury tinha uma guarda que apitava e me fazia sair de cima da grana na hora! Era cuidada a praça”. Ele também faz críticas ao estado do Trapiche Eliezer Levy, das rampas do Santa Inês que ele diz terem ficado em posição incorreta devido não terem observado o real movimento das marés. Diego diz ter percorrido a orla, desde em frente a Residência Governamental, passando pelo Igarapé das Mulheres e o Perpétuo Socorro e diz ter encontrado tudo muito sujo, quebrado e sem a menor condição de receber tanto turistas como moradores da cidade. “E inseguro, principalmente, como o Araxá, caindo aos pedaços”, diz, desolado.
Ele também visitou o Curiaú e a Fazendinha, que naqueles tempos eram o ‘point’ da cidade, um local de referência, para onde todo mundo que visitava Macapá era encaminhado a visitar a Fazendinha e comer camarão. “Hoje está uma vergonha. O que foi feito com Macapá?”, indaga o especialista em turismo.

O que o turista de fora mais gosta ao visitar o Brasil é a hospitalidade local
Como exemplo de que só potencial não adianta, cita a Cachoeira de Santo Antônio, no Rio Jari, cujas fotos sempre aparecem nas folheterias e material promocional do Amapá como destino turístico. “Porém é preciso ter um programa de visitas regulares para lá. É preciso também falar a língua, pensar no conforto e na segurança desse turista, não precisa nem ser um hóspede de hotel cinco estrelas ou um mochileiro, mas todas as informações turísticas precisam ser confiáveis, dar as garantias de que vai acontecer”, diz o especialista. Diego compara o receptivo a um turista como o gesto de receber um visitante em casa. Nessas ocasiões as pessoas verificam se o banheiro está limpo, arrumam um quarto com a melhor roupa de cama e servem uma boa comida. “E deve ser exatamente a mesma coisa com o turista, em qualquer lugar do mundo, onde todos querem ser bem atendidos”, completa.
Ele diz que o turismo passou por mudanças importantes desde os anos 80 para cá. Países como a Espanha, a própria Suíça, Itália e França tem um número de turistas igual ao de suas próprias populações. “Nós temos hoje no Brasil 200 milhões de habitantes e só recebemos em 2013 5,7 milhões de turistas. Enquanto isso, países em desenvolvimento como o Peru, com uma população de 3,5 milhões de habitantes que recebe a mesma quantidade de turistas, como o Chile também, o Uruguai com 3,2 milhões de turistas e a Argentina com 2,4 milhões de visitante por ano”, enumera. Diego Born diz ser verdade aquela frase comum de que o turismo é uma fábrica sem chaminé, só que não dá voto aos políticos, daí entender que por aqui o turismo é visto como algo que não rende politicamente. “Mas têm países que veem o turismo como a primeira, a segunda e a terceira atividade econômica mais importante”, exemplifica.

CURIOSIDADES
"O que mais chama a atenção dos turistas estrangeiros que vêm ao Brasil é a maneira com que os brasileiros os recebem".
Diego Born, Turismólogo
- O Brasil aparece em 6º lugar no ranking de países, que leva em conta vários indicadores do setor – importância do turismo para o PIB (Produto Interno Bruto), geração de empregos, divisas geradas por turistas internacionais e investimentos públicos e privados.
- O setor deverá gerar 8,9 milhões de empregos diretos e indiretos este ano, segundo dados do Ministério do Turismo.


R$ 466 Bilhões
O impacto do turismo na economia do Brasil/ano.

VISTA AÉREA

“Até 2016 eu acredito que será possível ir de Macapá a Oiapoque só no asfalto”

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Fábio Vilarinho faz história ao protagonizar a chegada do DNIT ao Amapá onde é a grande a demanda por asfalto.
Ele é mineiro de nascimento, mas um cidadão brasileiro acima de tudo, pois na carreira de bancário percorreu vários estados. E bem ao estilo de seus conterrâneos das Alterosas, tem fala mansa e estilo bem despojado para o cargo que acaba de assumir. Fábio Vilarinho escreve uma nova história da presença do Estado Brasileiro nesta região do país, no Extremo Norte. O superintendente do Dnit no Amapá tem a árdua missão de concluir a obra que a imprensa nacional aponta como a mais antiga em construção no país, a BR 156. Ele contesta os números que a mídia aponta, de que a estrada começou a ser construída há 79 anos. Longe disso, arrisca uma previsão de que até 2016 será possível viajar de carro entre Macapá e Oiapoque em uma estrada totalmente pavimentada.

Cleber Barbosa
Da Redação

Diário do Amapá – A mídia nacional chegou a dizer que o Amapá possui a rodovia federal há mais tempo em construção. São 79 anos, mesmo, que a BR 156 espera ser pavimentada?
Fábio Vilarinho – Olha, o primeiro convênio que o Dnit assinou com o governo do estado do Amapá foi em maio de 1976. Então faz 38 anos, que foi o convênio de construção. Nós dividimos a BR156 em dois trechos, o tronco sul, que liga Macapá ao Laranjal do Jari, e o tronco norte que liga Macapá a Oiapoque. 

Diário – E a BR 210 liga Macapá até Serra do Navio?
Fábio – Não, liga Macapá até a divisa com o Pará e agente hoje tem um trecho de conservação até o Rio Jacaré. Só que a rodovia 210 ela tem um trecho coincidente com a 156.

Diário – Elas se encontram, não é?
Fábio – Se encontram, são coincidentes, tanto pode ser 156 como 210 até Porto Grande.

Diário – Esse encontro se dá na bifurcação do quilômetro 21 da BR 210, não é?
Fábio – Exatamente, seguem juntas até a bifurcação de Porto Grande.

Diário – É comum também chamarem a BR-210 de Perimetral Norte. Qual é a delimitação oficial dela?
Fábio – A Perimetral Norte começa em Porto Grande, pois a BR-210 liga três Estados, que são o Amapá, o Pará e Roraima. Ela foi criada para se criar um corredor passando por esses três estados para chegar até o Caribe.

Diário – A chegada oficial do Dnit, com essa representação que o senhor assumiu é coisa recente aqui no Amapá, não é?
Fábio – Foi criado o Dnit-AP em 2008, quando surgiu a lei, mas sua instalação oficial foi em 21 de novembro de 2013. Antes existia o DNIT, mas era Pará e Amapá, com sede em Belém. O Amapá era a única Unidade da Federação que não tinha um DNIT local. E tinham quatro estados que não tinham regionais, que eram Amapá, Brasília, Roraima e Acre.

Diário – Na estrutura do Ministério dos Transportes qual o papel que exercem tanto o DNIT como a ANTT?
Fábio – A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) não é ligada ao Dnit, mas sim ao Ministério dos Transportes, ela é a agência que regulariza o transporte de cargas internacional e o interestadual de passageiros também. O Dnit está atrelado à estrutura do Ministério dos Transportes, mas é um órgão independente, igual à ANTT, tanto é que está previsto para inaugurar no final do ano a Ponte Binacional e quem fará essa regulamentação é a ANTT.

Diário – E qual é a missão exatamente do Dnit aqui no Amapá?
Fábio – É a construção, conservação e a restauração de rodovias federais e também é responsável pela ponte Brasil/França, inclusive essa ponte tem bastante tempo pronta e nós estamos acabando de construir a Aduana, pois numa ponte internacional você tem que ter a estrutura alfandegária, que está prevista ser entregue agora em outubro. A parte de regulamentação do trânsito de veículos de passeio já está pronta, mas falta ainda a questão da regulamentação do transporte de cargas.

Diário – Pelo que sabemos devido a estrada do lado francês ser dentro de um conceito de estrada-parque a legislação seria diferente, com o limite de tonelada por eixo sendo diferente, o que impossibilitaria o transporte de cargas do lado brasileiro. Isso é verdade?
Fábio – Essa pergunta é muito importante, mas eu não tenho esse conhecimento, pois essa parte de legislação de transporte não é competência do Dnit, mas sim com a ANTT. Agora eu acredito sim que a legislação francesa seja diferente da brasileira, apesar de que será uma rodovia internacional então se esse padrão não for o regulamentar então deverá passar por modificações para ser feito o transporte de cargas.

Diário – Mas a parte que compete ao Dnit, de entregar a estrutura de aduana, isso está garantido?
Fábio – Sim, a parte de construção sim. Depois disso entregaremos para a Receita Federal, que vai ter o condomínio. Mas não vai ser só ela lá não, terá a Polícia Federal, a Anvisa, Ministério da Agricultura e a Polícia Rodoviária Federal.

Diário – Sobre as obras de duplicação da BR 210, no perímetro urbano de Macapá, muita tente se pergunta sobre o recuo que algumas propriedades terão que passar para dar lugar ao leito da nova pista. Como isso está sendo resolvido?
Fábio – As rodovias federais têm o que se chama de faixa de domínio. São 40 metros do eixo central para o lado esquerdo e 40 metros para o lado direito. E mais 15 metros que a gente reserva para não ser edificado, ou seja, a pessoa continua tendo a propriedade, mas se for necessário duplicar ou fazer qualquer obra nesses 15 metros a gente indeniza para ser utilizado.

Diário – E sobre os atoleiros verificados na BR-156 no trecho sem pavimentação até Oiapoque, alguma solução à vista?
Fábio – É, esse ano nós tivemos um inverno bastante rigoroso aqui no Estado, mas estamos na fase que chamamos de elevação de greide onde aconteceram aqueles atoleiros, para depois fazermos a conformação do trecho, que acredito ser possível até o final de setembro ou princípio de outubro, com aqueles dois trechos, o lote 2 e o lote 3 estarem em perfeitas condições de tráfego. Aí a gente vai poder sair de Macapá de manhã e antes do anoitecer já estar no Oiapoque.

Diário – O empresário Edevaldo Xavier, que corta esse estado de ponta a ponta de jipe diz que quando a estrada está boa dá para sair de manhã bem cedo e almoçar no Oiapoque...
Fábio – Então isso vai acontecer... Eu me comprometo com ele! [risos]

Diário – Quem passa no trecho de terra observa algumas estruturas de concreto que seriam as novas pontes cuja construção era feita no inverno, quando não dá para fazer terraplenagem. Essas estruturas, chamadas obras de arte, ainda serão aproveitadas?
Fábio – Esses dois trechos sem pavimentação, os lotes 2 e 3, principalmente o lote 3, tinham condicionantes para a execução da obra, que era a construção das aldeias. Mas essas obras já foram licitadas agora dia 13, então nessa questão das aldeias já conseguimos resolver. Os anteprojetos dos dois trechos estão em fase final para a gente poder licitar, dentro do RDC Integrado, então acredito que até o final do ano estaremos licitando essas duas obras. Mas com relação às pontes, todas serão aproveitadas sim.

Diário – Quanto falta ainda ser asfaltado para se chegar ao Oiapoque?
Fábio – Faltam 106 quilômetros. Eu acredito que até 2016 esses dois lotes estarão prontos, pois no período chuvoso a gente só pode fazer as obras de arte, que é a construção de pontes, bueiros.

Diário – O trecho mais antigo já pavimentado, de Macapá até a ponte do Rio Tracajatuba, foi contemplado com um contrato de manutenção, é verdade?
Fábio – A gente está restaurando todo esse trecho que deverá estar pronto até outubro deste ano, pois faltam apenas 20 quilômetros, que agora no verão já retomamos e 5 quilômetros já ficaram prontos.

Perfil...


Entrevistado. Fábio Vilarinho tem 55 anos de idade, nasceu na cidade de Ituiutaba, no interior do Estado de Minas Gerais. É divorciado e pai de três filhos. Iniciou a atividade profissional após se formar no Curso de Técnico Agrícola, pela Escola Técnica Federal de Uberlândia. Trabalhou na Codemin (hoje pertencente à poderosa Anglo American) até ser aprovado em concurso público para o Banco do Brasil. Como bancário, onde fez carreira, atuou nos estados de Goiás, Tocantins, Amapá, Ceará e retornou ao Amapá. Em setembro de 2013 assumiu o cargo de superintendente para o Amapá do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), onde já atuava como assessor. É formado em Administração de Empresas e realiza um trabalho de vanguarda estruturando o órgão no Estado.

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Brigada no Amapá vai comandar três Batalhões de Infantaria do Norte

Brigada vai comandar batalhões do Amapá, Maranhão e Pará (Foto: Cassio Albuquerque/G1)
Brigada vai comandar batalhões do Amapá, Maranhão e Pará (Foto: Cassio Albuquerque/G1)

Unidade do Exército Brasileiro ficará pronta em 2017 e abrigará 3 mil militares.
Brigada vai comandar 34º BIS no AP, 24º BIL no MA e 2º BIS no PA.

Cassio AlbuquerqueDo G1 AP
A partir de 2017, os Batalhões de Infantaria do Amapá, Maranhão e Pará serão comandados por uma brigada militar que funcionará em Macapá. O projeto de construção da unidade batizada como "Brigada Foz do Amazonas" foi anunciada na quinta-feira (28), pelo Comando Militar do Norte (CMN) do Exército Brasileiro.

A brigada será construída na área do Comando de Fronteira do Amapá, localizado no 34º Batalhão de Infantaria de Selva (BIS). As obras iniciarão em setembro e a previsão é que se conclua até janeiro de 2017. O local será um complexo operacional e administrativo que deverá abrigar cerca de 3 mil militares. O projeto está orçado em R$ 18 milhões.
Comandante do CMN, general Oswaldo Ferreira (Foto: Cassio Albuquerque/G1)Comandante do CMN, general Oswaldo Ferreira
(Foto: Cassio Albuquerque/G1)
A unidade também irá comandar as ações do 34º BIS no Amapá,  2º BIS, em Belém e o 24º Batalhão de Infantaria Leve (BIL), de São Luís, no Maranhão. As unidades atualmente são coordenadas pelo CMN.
Segundo o comandante do CMN, general Oswaldo Ferreira, devido a proximidade com a Guiana Francesa, o Amapá necessita que haja um reforço dos militares nas áreas de fronteira.

"Será um grande comando que terá autonomia e capacidade de atuar sozinho. Essa brigada terá logística, comunicações, engenharia e cavalaria. Ou seja, todas as partes que fazem funcionar uma organização militar para atuar de forma isolada", reforçou.
O comandante do 34º BIS, Alexandre Ribeiro, diz que com a construção da brigada e a integração dos três batalhões, haverá mais facilidade no cumprimento das missões do Exército no estado. Apenas o Amapá e o Acre, estados de fronteira do país, não possuem brigadas.
Houve cerimônia de lançamento da Pedra Fundamental da Brigada da Foz (Foto: Cassio Albuquerque/G1)Houve cerimônia de lançamento da Pedra Fundamental da Brigada da Foz (Foto: Cassio Albuquerque/G1)
"Será uma estrutura multidisciplinar que vai proporcionar um trabalho mais efetivo e intensificado", declarou.
No quartel ocorreu também a cerimônia de lançamento da Pedra Fundamental, no local onde será construída a Brigada da Foz, além da formatura de soldados e palestra para os militares.

Eymael diz que é preciso uma reforma tributária para desenvolver o AP

Candidato do PSDC desembarcou em Macapá nesta quinta-feira (28).
Presidenciável também comentou sobre políticas para a Amazônia.

Dyepeson MartinsDo G1 AP
Eymael é candidato pelo PSDC à presidência da República (Foto: Dyepeson Martins/G1)Eymael é candidato pelo PSDC à presidência da
República (Foto: Dyepeson Martins/G1)
O candidato pelo PSDC à presidência da República, Eymael, disse que, se eleito, realizará uma reforma tributária no Brasil. A medida, segundo ele, é indispensável para desenvolver o Amapá pois irá facilitar a implantação de industrias internacionais no estado. A declaração foi dada durante entrevista coletiva nesta quinta-feira (28), quando o presidenciável desembarcou em Macapá para participar de uma reunião com os seus correligionários.
“Há uma necessidade absoluta de nós termos uma reforma tributária. Temos outros processos também na área de desenvolvimento e para qualificar a mão de obra local. As três amarras para o Amapá e o Brasil crescer são essas”, afirmou.
Indagado sobre as propostas de campanha para desenvolver a região Norte, o candidato disse que a Amazônia é “historicamente deserdada pelo governo central”. Ele ressaltou que com o PSDC na presidência da República será “enfatizada a democracia cristã" para a floresta.
“Por que o nosso candidato à vice-presidente é um homem do Norte, de Roraima? Exatamente para enfatizar e reforçar o compromisso da democracia cristã com o resgate da nossa região”, frisou.
Eymael ressaltou que, para ele, o Brasil é regido pela melhor constituição nacional. Porém, ainda de acordo com o candidato, os governos “não cumprem e fazem cumprir a lei”.

Cão da polícia dos EUA é enterrado com honras após morrer em serviço

Kye foi esfaqueado por suspeito que tentou perseguir em Oklahoma.
Policial que trabalhava com o animal matou o homem e é investigado.

Do G1, em São Paulo
O policial Ryan Stark homenageia o cachorro Kye durante seu funeral nos EUA. Animal era da polícia de Oklahoma (Foto: Sue Ogrocki/AP)O policial Ryan Stark homenageia o cachorro Kye durante seu funeral nos EUA. Animal era da polícia de Oklahoma (Foto: Sue Ogrocki/AP)
Um cachorro da polícia da cidade de Oklahoma, nos Estados Unidos, foi enterrado com honras nesta quinta-feira (29) após morrer em serviço. Durante o funeral de Kye, o sargento Ryan Stark, que trabalhava com o animal, levantou a tampa do caixão, que estava envolto pela bandeira norte-americana, para prestar uma última homenagem ao cão.
A morte do animal aconteceu no último domingo (24). Policiais faziam uma perseguição a um suspeito em um carro. O homem, Mark Salazar, acabou batendo o veículo e tentou fugir a pé. O policial Stark então soltou Kye para perseguir o suspeito.
Quando Stark se preparava para chamar Kye de volta, viu que Salazar estava esfaqueando o cachorro, segundo a emissora OKC Fox.
Foi quando o policial sacou sua arma e atirou no suspeito, que morreu no local.
Stark foi afastado do trabalho e é investigado pela morte de Salazar. A polícia quer saber se os disparos feitos por ele foram justificados.
Kye foi levado para cirurgia depois do ataque, mas morreu na segunda-feira (25). Ele trabalhava para a polícia de Oklahoma há cerca de dois anos.
Policiais passam pelo caixão do cachorro Kye durante seu funeral nos EUA (Foto: Sue Ogrocki/AP)Policiais passam pelo caixão do cachorro Kye durante seu funeral nos EUA (Foto: Sue Ogrocki/AP)

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Coluna Argumentos, terça-feira, 19 de agosto de 2014.

Vácuo

Causou indignação nas redes sociais o fato de algumas pessoas terem aproveitado o velório de Eduardo Campos, em Recife, pra fazer autorretratos, o selfie. O pior é que teve até autoridade amapaense fazendo o mesmo e, claro, dando margem a críticas de opositores.

Visita

O general Enzo Petri, comandante geral do Exército Brasileiro, ainda tem status de ministro e confirmou presença na cerimônia de lançamento da obra da Brigada da Foz, dia 28 deste mês em Macapá.

A pés

Um problema comum em grandes cidades ocorre aqui em Macapá. A falta de táxis no aeroporto, como mostrou ontem o Luiz Melo Entrevista. Só os cooperados do terminal não estão dando conta do recado.

Ops!

Vi um adesivo em um carro com a propaganda do advogado Evandro Gama, ex-AGU e ex-Sesa. Muito boa a foto, as fontes, o layout só faltou um detalhe: qual o cargo que ele concorre? Ato falho.

Nuances

Curiosa também a publicidade de um certo candidato a deputado federal. “Camilo S.O.S.” Já o Rocha do Sucatão volta a incorporar personagens que nem de longe lembram sua atuação parlamentar.

O sorriso
Esta imagem de Marina Silva sorrindo no velório de Eduardo Campos deu o que falar nas redes sociais. Pura maldade ou falta do que fazer. Aliás, a internet é quase terra sem lei diante de tanto humor negro que rola lá. Bisbilhotagem pura.

Turismólogo
Um suíço com sotaque hispânico, pois morou na infância na Argentina, e que veio morar no Amapá, Território Federal. Trata-se de Diego Born, que foi gerente do Novotel Macapá e que é especialista em turismo e hotelaria. No domingo, suas contribuições no Diário.

Futricas

Existe norma de etiqueta social para um velório? Na web surgiu o “sommelier de dor alheia”, dando pitaco sobre o sorriso de Marina, o equilíbrio da viúva e o pranto de Lula. O fato é que teve quem dissesse que só pobre dá piti em velório, que rico apenas usa um lenço para enxugar gotas de lágrimas no canto dos óculos escuros. Espetáculo deprimente a web.

Bruno Mineiro abre rodada de entrevistas na TV Amapá.

O candidato Bruno Mineiro(PT do B), participou na noite desta segunda-feira(18), da abertura da rodada de entrevistas com candidatos ao governo do Estado, que a TV Amapá, pertencente a Rede Amazônica, emissora afiliada da Rede Globo, estará fazendo durante a semana.

Bruno respondeu durante 6 minutos, à perguntas da jornalista Elaine Juarez, relacionadas a Habitação, Infraestrutura, Meio Ambiente e Segurança, que foram sorteadas durante a transmissão do Jornal do Amapá. A participação do candidato trabalhista seguiu com outra entrevista ao vivo por mais 10 minutos, transmitida pelo portal de notícias G1 Amapá.

Bruno Mineiro enfatizou a importância da série de entrevistas coordenada pela TV Amapá.

"É uma oportunidade de contribuir com o processo democrático, ouvindo todos os concorrentes, e também para o nosso povo conhecer um pouco mais das nossas propostas, já que a TV Amapá alcança os 16 municípios e alguns distritos”. Destacou Bruno.


O candidato também destacou a importância da Televisão, como formadora de opinião e pensamento, aliada a velocidade da informação. “A TV Amapá proporcionou este momento de extrema importância para quem acredita que o Amapá pode ser um Estado bem diferente do que estamos vivendo”. Concluiu.