Página do jornalista amapaense Cleber Barbosa, voltada a difundir notícias, pensamentos, reflexões e atualidades sobre turismo, comportamento, economia, cultura e política.

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sexta-feira, 22 de março de 2013

Coluna Argumentos, sexta-feira, 22 de março de 2013


Mobilização
O secretário estadual dos transportes, Bruno Mineiro, monta acampamento hoje com sua equipe na ponte do quilômetro 21 da BR-156. “De lá só vamos sair quando resolvermos definitivamente o problema do tráfego por lá”, diz. Previsão é para 20 dias de obras.
Gripe
A coluna recebeu denúncia que merece apuração. De que pelo menos cinco casos de pacientes acometidos da gripe H1N1 teriam sido identificados no Hospital de Pediatria. Não há notícias de óbitos.
Legendas
O mapa político do Amapá sofre alterações importantes à cada decisão judicial. O PT acaba de perder uma prefeitura, a de Ferreira Gomes, onde quem comemora agora é o PMDB. E tem eleição em Pedra Branca.
Em Roma
Dona Dilma Rousseff (PT) anda tão feliz da vida com a aprovação de sua gestão que agora conta até piada em entrevistas. “Se o papa é argentino, Deus é brasileiro”, disse ela.
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Mandato
Quando chegou em Brasília, há dois anos, um estreante na política, o deputado Luiz Carlos (PSDB) dava pinta de calouro. Mas hoje é tido como um dos mais atuantes e sua retórica é afiada. Também investe em redes sociais, informativos e em mídia. Vai bem.
Lição
Agora todos os problemas da vida são culpa da crise. É crise econômica, crise no casamento, enfim, tem para tudo. Uma mulher usava camiseta com a frase: “Não tenho crise, tenho Jesus”.
Estradas
A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou  projetos que dão nomes a trechos de rodovias federais na proximidade de grandes cidades. Como as rodovias são federais, sua denominação só pode ser alterada pelo Congresso. As propostas de Bala Rocha (PDT-AP) seguem para análise do Senado.
Nomes
No Amapá são duas homenagens. A BR-156 será denominada rodovia Landri de Oliveira Cambraia, entre as cidades de Macapá e Amapá, e rodovia Janary Nunes, no trecho entre as cidades de Amapá e Oiapoque. O primeiro foi governador do Território, um visionário. O segundo, topógrafo, responsável pela demarcação de nossas terras.

“Estatuto Jurídico da Empresa Pública”, de autoria de Sarney, está na pauta da CCJ do Senado



Foi recebido, dia 13 de março, relatório do senador Pedro Taques, com voto pela constitucionalidade, juridicidade, regimentalidade, boa técnica legislativa e, no mérito, favorável ao Projeto de Lei do Senado nº 207 (SF PLS 00207 2009), de autoria do senador José Sarney (PMDB-AP), nos termos da emenda substitutiva que apresenta, e pela rejeição dos Projetos de Lei do Senado nº 220, de 2009, 238, de 2009, e 12, de 2010. (Tramitam em conjunto os PLS's nºs 207, 220 e 238, de 2009 e o PLS nº 12, de 2010). A matéria está pronta para a pauta na comissão. Em discurso em Plenário, quando apresentou seu projeto em maio de 2009, Sarney explicou que a Constituição prevê a regulamentação - nos parágrafos 1º e 3º do artigo 173 -, mas lamentou que "até hoje isso não foi feito". Sarney disse que sua proposta, ao definir o tratamento jurídico que deve ser dispensado às estatais (sejam federais, estaduais, distritais ou municipais), visa "acabar com as divergências sobre o que são e como devem ser tratadas essas empresas". De acordo com o senador, a matéria será objeto de discussão não apenas dos parlamentares, mas também de órgãos públicos - principalmente dos tribunais de contas. “Esses tribunais terão muito interesse no assunto, pois o projeto define até aonde vai a sua competência para fiscalizar as estatais - avaliou.

O projeto cria regras claras e uniformes sobre questões importantes, como:

· regime e regras societárias;

· fiscalização e controle;

· licitações, obrigações e contratos;

· normas contábeis mais rígidas e eficazes;

· responsabilidades dos administradores e do controlador;

· regime de avaliação, individual e coletiva, do desempenho dos administradores, realizada pelo Conselho Fiscal; e

· esclarecimento das competências dos Tribunais de Contas.

A proposta também reforça a função social da empresa pública e da sociedade de economia mista, com “preocupação no desenvolvimento social brasileiro e não somente nas regras estritamente capitalistas”. Para isso, segundo Sarney, houve uma preocupação em se valorizar:

· o desenvolvimento de uma tecnologia nitidamente nacional;

· a preservação de todo o patrimônio cultural brasileiro;

· a promoção do acesso aos produtos e serviços;

· uma política de preços mais acessível para a população de baixa renda.


Preocupação social e transparência

Segundo informou ainda o senador Sarney, para garantir o cumprimento da função social são estabelecidas regras que garantem um mínimo de investimento social, evitando “que todo o lucro das empresas seja destinado à formação de caixa do Tesouro; e, ainda, vinculam o gasto publicitário, freqüentemente excessivo, a investimentos sociais”.A transparência também foi uma preocupação do senador. As empresas públicas e as sociedades de economia mista, pelo projeto, “terão de abrir suas portas para a fiscalização do cidadão, através da disponibilização na internet dos dados de sua execução orçamentária, bem como uma ampliação da possibilidade de solicitação de informações complementares”.“O constituinte pretendeu submeter esses entes a regramento diverso daquele aplicável às pessoas jurídicas de Direito Público. E nem poderia ser de outro modo. O desempenho de atividade econômica exige maior flexibilidade e menos burocracia nos procedimentos de contratação. Caso contrário, a própria presença no mercado pode se inviabilizar. Mas não se pode nunca se esquecer de sua função eminentemente social e nacional”, advertiu o presidente do Senado.

Denúncia contra senadores é entregue ao procurador-geral da República




Os senadores João Capiberibe (PSB-AP) e Randolfe Rodrigues (Psol-AP) são alvos de denúncia que os acusa de conivência numa relação de corrupção que teria ocorrido nos anos de 1999 e 2000 entre o governo do estado do Amapá e a Assembleia Legislativa. A denúncia foi feita pelo ex-deputado estadual Fran Júnior que nos anos de 1999 e 2000 foi o pre-sidente da Assembleia Legislativa, tendo o hoje senador Randolfe como integrante da Casa, na época, pertencente ao PT. João Capiberibe era o então governador do estado do Amapá. Segundo a denúncia, durante os dois anos o governador Capiberibe pagou R$ 20 mil, por mês, a cada deputado estadual, para eles votarem a favor de matérias do governo e aprovar as contas da administração estadual. A denúncia, primeiramente feita à Mesa Diretora do Senado da República, dali foi encaminhada pelo presidente Renan Calheiros (PMDB-AP) à Procuradoria-geral da República (PGR). O senador Randolfe Rodrigues é considerado o líder da bancada ética do Senado. Ele e Capiberibe foram contra a eleição de Renan à Presidência da Câmara Alta. Pelos termos da denúncia de Fran Júnior, caso ela venha a ser levada à frente, os dois acusados responderão pelos crimes de peculato, formação de quadrilha, prevaricação e corrupção ativa e passiva. A denúncia contra Randolfe e Capiberibe foi feita com apresentação de documentos que comprovariam os pagamentos aos deputados –ilegais por não estarem na lei orçamentária. Também foram anexadas gravações em que supostamente o governador fala sobre compra de apoio político. Seria o mansalão amapaense ou jaraqui, para usar o termo mais usado em muitas relações públicas locais com pagamento de propina e métodos afins.

Repercussão nacional – Matéria sobre a denúncia do ex-deputado estadual Fran Júnior contra os senadores João Capiberibe e Randolfe Rodrigues foi publicada nessa segunda-feira, 18, pela Folha de S.Paulo. O jornal paulista, após descrever características da denúncia, expõe o seguinte “Histórico” em relação aos protagonistas da notícia: “Fran foi colega de Randolfe na Assembleia de 1999 a 2002, quando Capiberibe era governador. O senador fazia oposição ao governador. Fran foi filiado ao PMDB, partido de Renan. No ano passado, tentou disputar a eleição para prefeito de Mazagão pelo PP, mas foi barrado por ter ficha suja: é condenado por improbidade administrativa durante sua gestão na Assembleia. Ele também foi indiciado pela CPI do Narcotráfico do Congresso. ‘Parece que o país está ficando sério. Por isso, resolvi fazer a denúncia agora’, afirmou o ex-deputado estadual. Fran diz que, na época, o salário dos deputados aprovado era de R$ 5.300 mensais. Segundo ele, na gestão anterior à sua na assembleia, o então governador Capiberibe começou a enviar ao Legislativo o recurso extra para o pagamento aos parlamentares. O ex-deputado anexou na petição ao Senado um contracheque que diz ter sido assinado por Randolfe e afirma que em seis meses durante 1999 o hoje senador recebeu R$ 120 mil além do salário”. A PGR, que não se manifestou sobre o assunto, pode investigar e depois fazer denúncia ao Supremo Tribunal Federal para julgamento dos senadores.

Caso de adoção é anulado e juiz de Mazagão vai responder ao CNJ



Juiz Saloé Ferreira da Silva é acusado de participar de esquema de tráfico de pessoas no Amapá

Em representação ao Tribunal de Justiça do Amapá (TJAP), o desembargador Constantino Brahuna falou pela primeira vez sobre reportagem exibida no Jornal da Record na edição da última segunda-feira, 18, que denunciou suposto esquema de tráfico de pessoas no Amapá, envolvendo o juiz da Comarca do município de Mazagão Saloé Ferreira da Silva, a esposa e outros servidores do judiciário. A matéria com duração de 14 minutos mostrou dois casos de retirada de crianças do poder dos pais biológico, visando beneficiar uma família em Jundiaí (SP), local para onde teria sido encaminhada uma das crianças. Após a repercussão da reportagem, o Tjap se manifestou sobre o caso. De acordo com o corregedor Constantino Brahuna, o Tribunal de Justiça reconheceu a incompetência do juiz Saloé Ferreira da Silva, o que tornou ineficaz o processo de adoção. O envio da remessa dos autos dos processos para Macapá também foi determinado, decisão que já foi cumprida. “Somente não determinei o recambiamento da criança para Macapá, porque esta decisão cabe ao juiz da Vara da Infância e da Juventude e este seguramente o fará” completou Brahuna.  O desembargador também propôs ao pleno do Tribunal de Justiça, a instauração de um procedimento administrativo disciplinar, uma vez que a criança possui dois registros, o que não é possível perante a lei. A discussão deve ir ao plenário na próxima quarta-feira, 27.  Sobre os autos do processo, juiz Brahuna declarou que com reinicio do processo de adoção, a veracidade das informações será novamente verificada. Tais como, o envolvimento da esposa do juiz Saloé Ferreira da Silva, que diz ter recolhido uma das crianças após ter recebido uma ligação do tio, dando conta do abandono da mesma em uma “boca de fumo”, com traumatismo craniano e com o corpo coberto por escabiose. “Como processo de adoção está começando do zero, serão necessário verificar a veracidade das versões que constam nos autos” ressaltou desembargador Brahuna  Constantino Brahuna ressalta não ter conhecimento de outras denúncias envolvendo o juiz Saloé Ferreira da Silva, mas teve informações da participação em outro processo de adoção, que esta se completou. “Em princípio, se não houve reação de terceiros, é porque o processo ocorreu de maneira correta” disse o desembargador.  O fato surpreendeu o pleno do Tribunal de Justiça do Amapá, que já encaminhou cópia da decisão sobre incompetência do juiz Saloé Ferreira sobre o processo de adoção, ao Conselho Nacional de Justiça.  O novo processo de adoção da criança envolvida no caso, deve ser conduzido pelo juiz competente da Vara da Infância e da Juventude de Macapá.

Leia a matéria completa no “Jornal do Dia”, clicando aqui.

terça-feira, 19 de março de 2013

Coluna Argumentos, terça-feira, 19 de março de 2013

Em risco

Ambientalista Mamede Leal alerta que a reserva Lago Piratura está entregue ao acaso. Peixes e camarões mortos, água podre descendo e moradores em perigo. Comunidades São Paulo, Santa Rosa, Milagre e Tabaco preocupadas. ICMBio e Batalhão Ambiental com a palavra.

Em falta

O turismo anda mal das pernas por aqui mesmo. Estamos a dois dias do fenômeno natural do Equinócio e nada de programação para celebrar isso que é exclusivo dos amapaenses no país. Com a palavra a dona Setur.

Social

O fato da sede campestre do Jeep Clube de Macapá ser dentro do Parque de Exposições da Fazendinha garante atividade o ano inteiro naquele complexo. No último final de semana, deram uma geral de limpeza no lugar.

Racha

Na bancada federal ninguém esconde que há mesmo uma rusga nas relações entre Bala Rocha (PDT) e Milhomen (PCdoB). Crise foi provocada pela eleição para coordenador.

Momento

Gente de coxia da bancada, diz que havia sim um acordo para o rodízio na função, mas que devido ao atual momento político no Amapá, Bala sendo do PDT não teria diálogo com PSB.


São José

Inaugurada num dia como o de hoje, daí o nome São José, a nossa velha Fortaleza completa hoje 231 anos de história. Nosso maior patrimônio arquitetônico é algo para nos orgulharmos. E tem gente que nunca entrou lá, sabia? Vamos popularizar o forte.

O cara

Via Renan ou via Randolfe, já está com o procurador-geral da República o suposto dossiê contra o parlamentar do Amapá. As denúncias são robustas e com as provas, segundo dizem. Randolfe se diz inocente e vítima de perseguição política. Será uma excelente oportunidade para a verdade aparecer.

A dúvida

Ainda sobre o tal escândalo envolvendo o último dos xerifes do Congresso Nacional, vale lembrar que Randolfe formou dupla com Demóstenes Torres, metendo o dedo no olho de muita gente. Depois, o goiano caiu em desgraça e Rabdolfe seguiu em frente, ganhou prêmios e ensaia até candidatura a presidente da República. Virou vidraça desde então.

domingo, 17 de março de 2013

“Pela primeira vez discutimos tirar a exigência de visto para entrar na Guiana”


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O governador Camilo Capiberibe voltou ainda mais confiante das duas reuniões de que participou na semana passada, uma delas em Caiena e outra em Brasília. Na Guiana Francesa o principal compromisso foi ir à oitava reunião da Comissão Mista Transfronteiriça, que trata dos acertos e acordos internacionais que antecedem a inauguração da ponte binacional sobre o rio Oiapoque. Entre as trocas comerciais que poderão advir a partir dessa importante novidade, a possibilidade do Amapá usar a conexão de internet banda larga, que já existe do lado francês, na Guiana. Ele falou ao Luiz Melo Entrevista e o Diário do Amapá publica os principais trechos da conversa.
Diário do Amapá - O senhor falou em confiança mútua entre o Brasil e a França, depois do encontro transfronteiriço na Guiana Francesa. Esse ambiente de confiança o senhor destaca em função de quê?
Camilo Capiberibe – Em função dos temas que nós discutimos, dos avanços que conseguimos registrar, do ambiente que nós encontramos na reunião, porque em novembro de 2011 tivemos a sétima reunião da Comissão Mista Transfronteiriça aqui em Macapá, e o ambiente estava bastante carregado. Na época a deputada que era da Assembleia Nacional, uma espécie de deputada federal, que lá não é uma federação, Christiane Taubira, veio e fez cobranças muito duras do Brasil em relação à questão do garimpo. Hoje, a então deputada da época virou ministra da justiça, lá, e eu a visitei em Paris quando estive na França. Conversei com ela e mostrei a boa vontade e o comprometimento do Brasil com o meio ambiente e o combate à criminalidade. Percebi que essa viagem para a França teve uma influência muito grande para o ambiente da reunião.

Diário – Que bom, então.
Camilo – Mas também tivemos os avanços que foram colocados em cima da mesa. Quando estive em Paris em dezembro eu almocei com o ministro dos departamentos ultramarinos, que se chama Victorin Lurel, e pela primeira vez discutimos a possibilidade concreta de tirar a exigência da cobrança do visto para o brasileiro poder entrar na Guiana Francesa, porque hoje o francês não precisa de visto para entrar no Brasil, ou seja, quem vem da Guiana não precisa de visto para entrar no Amapá, mas quem sai do Amapá para a Guiana, precisa.

Diário – Mas não deixou de existir ainda, governador?
Camilo – Não. A exigência vai continuar existindo, só que existe um ambiente favorável para que prossigamos com esse debate, que antes sequer se discutia. Eu me lembro quando estive em fevereiro de 2011 em Caiena e visitei o préfe. Isso nem se cogitava.

Diário – É esse espírito de confiança mútua ao qual o senhor se refere?
Camilo – Exatamente. Só com confiança a gente vai poder avançar. O Estatuto Transfronteiriço está com o acordo pronto e agora a gente vai cobrar de um lado e de outro a assinatura para que quem more em Oiapoque possa ir a Saint George, possa ir visitar seus parentes e seus amigos, sem nenhum tipo de burocracia, incluindo os catraieiros, ou seja, você vai poder ir pela ponte binacional, mas também vai poder ir de catraia, já que tem um ponto de entrada, que é o porto de catraia em Oiapoque e Saint George, o que é também um grande avanço e mostra boa vontade. Os catraieiros estavam muito preocupados e o Brasil discutindo com a França conseguiu incluir no estatuto transfronteiriço os catraieiros nesse processo de integração.

Diário – Isso também passa pela questão da pesca oceânica, governador?
Camilo – Passa. Veja que nós tivemos aí uma crise em fevereiro em Caiena. Eu quero inclusive colocar isso, apesar de ter sido cercado o Consulado Brasileiro. As questões que envolviam eram muito mais amplas, que simplesmente a pesca por barcos. Tinham barcos brasileiros, mas também barcos do Suriname e de outras nacionalidades pescando em águas francesas, assim como em épocas passadas os franceses também pescavam em águas brasileiras. Isso acontece desde sempre. Havia outras questões que não tinham necessariamente a ver com o Brasil ou com o Amapá. Naquela crise havia questões de financiamento que os pescadores queriam ser anistiados, então houve certa utilização também do Brasil para pressionar os pescadores da Guiana para pressionar o governo da França. Então essa questão da pesca é complicada, e o Brasil tomou providências. Por exemplo, foram feitas apreensões de embarcações brasileiras, foram abertos inquéritos pela Polícia Federal para fazer investigação de possível pesca ilegal em águas internacionais e em águas francesas, então eles percebem boa vontade nossa, nisso .

Diário – Outra questão considerada importante também é a implantação da banda larga que todo mundo cobra e que passa por um consórcio pela brasileira Oi e a GuiaCom, não é mesmo? Como é que está esse processo?
Camilo – Lá na reunião nós tivemos as duas empresas presentes, com a operadora Oi que todo mundo sabe é uma empresa grande e a GuiaCom que é uma empresa um pouco menor, na verdade muito menor na Guiana Francesa. Esse projeto existe há muitos anos, não fui eu quem criei, ele existia, eu apenas tomei a decisão política de garantir que ele pudesse se tornar realidade. O que aconteceu é que os franceses não acreditavam nisso. Eu estive lá em fevereiro de 2011 e falei do projeto e eles me olharam com certa reticência. Já em novembro de 2011 quando fizemos a sétima reunião da Comissão Mista aqui em Macapá, nós mostramos que tínhamos feito o documento que seria lançado o Plano Estadual de Banda Larga e que criaríamos incentivos para garantir que o projeto pudesse ser implantado, e mesmo assim eles não acreditaram. Quando as obras começaram eles perceberam que era real.

Diário – E como está hoje?
Camilo – Hoje eu percebo que tanto a França quanto o Conselho Regional, cujo presidente é uma espécie de governador de lá, eles também estão colocando recursos como nós estamos colocando recursos. Então agora é garantido.

Diário – Em quanto tempo teremos a banda larga então?
Camilo – A GuiaCom pediu oito semanas para entregar a parte francesa e a Oi, seis semanas, ou seja, num ambiente de pouco mais de dois meses, entre o fim de abril e o início de maio, segundo as empresas relataram na reunião vamos estar conectados. A Oi chegou a dizer que no fim de março ela começa a testar a conexão até Oiapoque, mas só vai funcionar quando estiver conectado Oiapoque ao lado francês. Eu fico um pouco frustrado, pois queria que fosse mais rápido, mas eu não controlo, é a iniciativa privada quem executa, o que faço é apoiar, é garantir os incentivos, é articular com o governo francês, é articular com o lado francês, mas agora eu posso dizer que o lado francês comprou a ideia da banda larga porque percebeu que é bom para eles também.

Diário – Então, em resumo, esse encontro transfronteiriço de que o senhor participou recentemente na Guiana Francesa foi altamente positivo para o Amapá, não é?
Camilo – Com certesa.

Diário – E de Caiena o senhor viajou para Brasília pra participar do chamado pacto federativo que tratou das mudanças na repartição do FPE e do ICMS?
Camilo – Participei, saí direto de Caiena, em avião fretado, pois não há voo de Caiena para Macapá e muito menos de Caiena para Brasília. Meu hábito é usar aviões de carreira, mas foi necessário. Lá em Brasília nós encaminhamos quatro pontos que eram consenso entre os governadores. Primeiro garantir que o Congresso Nacional não vai aprovar lei que onere ou crie gastos para os governos sem colocar os recursos para se pagar. O segundo pedido foi aumentar o recurso destinado para o FPE, ou seja, aumentar o bolo do FPE, que caiu muito. Ele chegou a ser 77% das receitas e hoje é 45%. A terceira questão foi que os recursos arrecadados pelo Pasep fiquem nos estados, da mesma maneira que acontece com os recursos do Imposto de Renda. O quarto foi melhorar os indexadores, as taxas de juros das dívidas estaduais.

Perfil..
Entrevistado. Carlos Camilo Góes Capiberibe (Santiago do Chile, 23 de maio de 1972) é filho dos também políticos João Capiberibe e Janete Capiberibe; nasceu no Chile em virtude do exílio político dos pais. Bacharel em Direito pela PUC-Campinas, é casado com Claudia Camargo Capiberibe, com quem tem dois filhos. Filiado ao PSB, elege-se deputado estadual no Amapá em 2006. Em 2008 foi candidato a prefeito deMacapá, mas foi derrotado por Roberto Góes no segundo turno. Em 2010 foi eleito governador do Amapá. Assumiu as rédeas do estado como uma liderança jovem em ascensão, sendo aberto a questões de se relacionar por meio das redes sociais da internet, e teve como principal proposta a interligação com a banda larga.

UMA VIAGEM E TANTO: Família conhece o Nordeste, de carro e avião

AVENTURA - Para a família do arquiteto Bóris Germano as duas viagens ao Nordeste do Brasil touxeram experiências que jamais serão esquecidas e muitas fotos tiradas em verdadeiros paraísos naturais que o país proporciona

Essa é uma daquelas histórias que rendem horas e horas sendo contata em família ou para os amigos. Trata-se da Viagem Inesquecível do Bóris Germano, 38, sua esposa Lucidalva Silva, 34, e dos filhos Guilherme, 4, Luciano 11 e Leonardo, 17, que moram no bairro do Marabaixo, em Macapá. Eles tinham o sonho de fazer uma viagem até o Nordeste Brasileiro. Fizeram duas, uma de carro e outra de avião. Cada uma com suas características e vantagens para um lado e para o outro. Confira os “causos”.
Em 2010 veio a primeira jornada, quando embarcaram o carro numa balsa para seguir viagem a partir de Belém. Como um amigo se comprometeu a ir junto com sua família, em mais dois carros, não tiveram a preocupação com mapas ou GPS, pois ele dizia conhecer bem o percurso. Mas o encontro não rolou como o combinado, em Castanhal (PA) e eles tiveram que seguir viagem sozinhos, mesmo sem seu guia.
O resultado, claro, foi terem se perdido no caminho, pois tomaram uma bifurcação rodoviária errada e ao invés de São Luís (MA) foram parar no sul do Estado, quase em direção a Brasília. Em Açailândia (MA) perceberam o erro e com informações de um caminhoneiro pegaram o rumo certo, para recuperar os 500 quilômetros percorridos em vão. “Também a estrada é muito mal sinalizada naquele perímetro, diz Bóris.
Turismo - Mas chegando a São Luís eles finalmente puderam fazer turismo, tirando o trabalho que deu para achar vagas em hotéis - pois não fizeram reserva antes - deu tudo certo. Na capital do Maranhão, ficaram encantados com as praias muito limpas e o centro histórico muito bem restaurado. De lá seguiram viagem até Fortaleza (CE), mas antes fizeram uma revisão no carro, um Polo sedan 1.6, que se mostrou econômico, afinal as despesas com combustível somaram R$ 800 em toda a jornada.
Na capital cearense foi só diversão e muito lazer, com direito a passar o dia com as crianças no Beach Park. Seguiram-se passeios para as tradicionais praias do Cumbuco, Canoa Quebrada e Iracema. Aliás, isso foi em janeiro de 2010, quando chove muito em toda a região e eles contaram com a sorte de escapar de um desabamento de barreira e de um temporal que alagou Fortaleza no dia seguinte a sua partida. “De carro é mais aventura e possibilita conhecer tudo, mas também tivemos esse atropelo de se perder. Valeu a pena”, diz Lucidalva.

Na segunda visita ao Nordeste, pacote aéreo


Depois da inesquecível experiência com a viagem de carro, a família do Bóris Germano decidiu seguir os conselhos de um amigo e comprou um pacote turístico muito em conta e com quase tudo incluído, de reservas em hotéis até ingressos para um show de humor, passando, claro, pelos trechos de avião, tudo parcelado e bem em conta. Mas ainda andaram de carro nessa aventura, pois antes de deixarem Belém pediram para que a agência de viagem locasse um carro para eles. Foram conhecer o Hotel Fazenda Cachoeira, em Capitão Poço (PA). “Ele é lindo, um espetáculo. As crianças não queriam mais sair de lá”, recorda Lucidalva. Com diárias e refeições muito baratas, o hotel fazenda os prendeu lá por três dias.
Depois seguiram viagem para Fortaleza (CE), onde desta vez chegaram de avião. Dizem que na ocasião foi diferente, sem o carro, em uma metrópole de mais de 3 milhões de habitantes. Seguiram-se estadas de três dias em uma pousada aconchegante em Iracema, pagando R$ 130 a diária. Com os filhos já maiores, puderam se divertir muito mais, até com programações noturnas.

Moral da história: viajar é bom, mas com planejamento e organização


Nossos personagens da promoção “Minha Viagem Inesquecível” deste domingo dizem não se arrepender das duas viagens feitas ao Nordeste. Nem mesmo a de carro, pois o contratempo de se perder poderia ser evitado com o uso de um GPS ou mesmo de um simples mapa, acessórios, aliás, que agora não saem do porta-luvas do Polo da família, que faz planos para uma nova aventura pelas estradas do país. A outra opção de viajar de avião é mais rápida e confortável, claro, e quando der vontade de dirigir é só alugar um carro, lembrando que para isso é preciso ter um cartão de crédito, habilitação em dia e uma sobra de dinheiro para as despesas com abastecimento.
Mas mesmo que você vá sem carro, no Nordeste tem sempre um meio de transporte alternativo. Para o caso da família do Bóris Germano foram vários, como tirolesa, buggy e até o ski-bunda... “Recomendo que as famílias façam turismo juntas, isso aproxima e reforça o amor de pais e filhos”, ensina o arquiteto Bóris, que é funcionário da Eletronorte, em Macapá.
Ele também fez as contas para o Diário do Amapá, para mostrar as vantagens de se viajar de carro. Ele diz que uma viagem ao Nordeste feita de avião sai na média de R$ 4 mil, pois foram em janeiro, época da chamada alta temporada de férias. “Nós rodamos 4,5 mil quilômetros de carro e as despesas com gasolina foram de R$ 800”, recorda o urbanitário. O filho mais velho de Bóris, Leonardo, tinha 15 anos na primeira viagem e hoje mora com a mãe em Portugal.
A agência de viagem escolhida pela família foi a Poroc Turismo, localizada na Avenida Hildemar Maia, 913, no bairro de Santa Rita, em Macapá. Para maiores informações e reservas o telefone de lá é (96) 3224-1666.

NÚMEROS


- A distância entre Belém (PA) e São Luís (MA) é de aproximadamente 600 quilômetros;

- De São Luís (MA) até Fortaleza (CEA) são mais 900 quilômetros de estrada.

- Para ajudar na hora de viajar de carro é bom investir em informações do Guia Quatro Rodas (R$ 60) ou num aparelho de GPS (R$ 300).

4.500Km
- Esta foi a distância percorrida de carro pela família

"Recomendo que as famílias façam turismo juntas, isso aproxima e reforça o amor de pais e filhos"

Bóris Germano, arquiteto

HOTEL FAZENDA




“Queremos apenas manter um clima de governabilidade para o Estado”

Oriundo de tradicional família de políticos locais, o atual presidente da Assembleia Legislativa mostra que tem luz própria. Com seu estilo bonachão, se revela um administrador nato e toca mesmo na interinidade do cargo grandes transformações no Parlamento Estadual. Nessa entrevista concedida ao Diário do Amapá, Júnior Favacho responde a questionamentos até sobre sua costumeira emoção em seus discursos e do trabalho social que a Assembleia Legislativa decidiu apoiar como nas Apaes, Ijoma e outras belas iniciativas. Também fala de política partidária e as relações com o Poder Executivo. Acompanhe a seguir a entrevista exclusiva.
Diário do Amapá – Quem se relaciona com o senhor diz que é um homem apressado. Tem pressa mesmo?
Júnior Favacho – Tenho, acho que porque trabalho desde muito novo e na iniciativa privada onde se visa sempre os resultados a gente é meio acelerado, por isso cobro agilidade de minha equipe.

Diário – E como se adaptou ao serviço público, onde, dizem, a burocracia atrapalha a velocidade das coisas?
Favacho – Pois é, levei um tempo para me adaptar. Na verdade não me adaptei ainda, é uma coisa que nos deixa até chateados, amolados mesmo. Então cobro ainda mais por respostas de minha equipe de trabalho. Na verdade no serviço público fiquei ainda mais ansioso, pois sei que a sociedade depende do atendimento de suas demandas. As pessoas têm pressa e o nosso papel é garantir que essas demandas sejam atendidas ou pelo menos amenizadas.

Diário – O senhor tem origens na atividade empreendedora, mas seus pais se notabilizaram na política. Como é lidar com esses dois ramos tão distintos?
Favacho – Olha, falar de família é sempre muito especial e as pessoas já repararam que me emociono com essas coisas. Mas é que tenho muito orgulho do caminho trilhado pelos meus pais e, por tabela, por meus avós, que tiveram uma origem muito simples. Mas politicamente eles são mais do que apoiadores, incentivadores, são conselheiros de todas as horas.

Diário – Já que o senhor tocou no assunto, muita gente repara mesmo que o senhor é muito emotivo, isso é ruim?
Favacho – Olha, confesso que já me preocupei com isso, como dar um jeito de controlar essas emoções. O presidente Sarney diz que na Presidência da República aprendeu a chorar pra dentro, só na garganta, o tal do engolir seco. Por outro lado acho bom que possa ainda conseguir me emocionar, mostrar que sou humano, de carne e osso. Este final de semana foi para mim um teste importante, pois visitei a Apae [Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais] no Vale do Jari e me emocionei muito, mas não chorei ao falar em público... [risos]

Diário – Como foi essa viagem até Laranjal e Vitória do Jari?
Favacho – Pois é, foi algo inesquecível, tocante. Devo agradecer aos meus pares por ratificarem a decisão de apoiar projetos sociais como este trabalho tão especial feito pelas Apaes. A gente pensa que vai chegar lá e ajudar, mas vê que mais aprendemos do que ensinamos algo a eles.

Diário – Como assim presidente?
Favacho - A gente pensa logo em nossos filhos sabe? Agradece a Deus pela saúde deles, pois vê nessas crianças especiais que mesmo diante de todas as dificuldades eles parecem que são até mais felizes que nós.

Diário – E a emoção vem fácil?
Favacho – Sim, claro, pois eles adoram receber visitas e manifestam essa alegria de todas as formas possíveis, mesmo com as limitações físicas ou motoras, eles se movimentam, dão risadas, pedem abraço, beijo... Recomendo a todos visitar um projeto social como a Apae. É uma lição de vida.

Diário – Daí a decisão de celebrar os convênios?
Favacho – Exatamente, estamos na verdade indo além da nossa missão constitucional, mas é importante que todos os segmentos possam dar sua parcela de contribuição. No caso da Apae, tanto a de Laranjal do Jari como a de Vitória do Jari recebem apoio de órgãos públicos e também da iniciativa privada. A Assembleia celebrou um convênio de R$ 60 mil com a Apae de Vitória e de R$ 100 mil com a de Laranjal, que tem uma estrutura bem maior. O Tribunal de Justiça e o Governo do Estado também se comprometem a ajudar. Estamos contemplando com um convênio a Apae de Macapá e brevemente a do Oiapoque.

Diário – Já que o senhor falou no Governo do Estado, como está essa relação entre o senhor e o governador Camilo?
Favacho – Na verdade não é entre eu e ele, mas entre a Assembleia Legislativa e o Governo do Estado. A própria Constituição prevê que os Poderes sevam ser independentes e harmônicos, só estamos cumprindo a lei. Na prática, buscamos uma relação mais respeitosa e madura, sem subserviência, é bom que se diga. Queremos manter um clima de governabilidade para o Estado, apenas isso, então é importante que independente de qualquer diferença partidária ou ideológica a gente possa conversar com o outro Poder, isso se mostra muito mais eficaz.

Diário – Como assim?
Favacho – Veja bem, falávamos no começo sobre pressa não é mesmo? Então, por exemplo, nesta semana recebi uma deleção de vereadores de Serra do Navio. Veio a Câmara Municipal inteira praticamente, de vários partidos e com trajetórias políticas diferentes. Eles queriam resolver um problema grave de falta de médicos e também preocupados com uma possível greve na Caesa de lá. Fui pessoalmente com eles ao Palácio do Setentrião e de lá fomos à Caesa e também à Secretaria de Planejamento. E saímos desses três lugares com uma solução encaminhada. Eles sozinhos talvez não conseguisse essas audiências. E eu também se tivesse brigado com o Governo também não seria recebido.

Diário – Mas se especula logo que essa aproximação seria uma aliança visando as eleições de 2014?
Favacho – É claro que não, isso não está nem em pauta agora. No tempo certo os nossos partidos discutirão a política de alianças visando 2014. O quadro agora é de mobilização para retomar o crescimento e o desenvolvimento do Estado e a gente sente isso em todos os níveis. A própria bancada federal tem se posicionado desta maneira, ou seja, sempre que os interesses do Estado estão em jogo todos se mobilizam, independente de qualquer coisa.

Diário – E como vai a Assembleia Legislativa nesse novo período do senhor no comando?
Favacho – Vai muito bem. Como disse, apesar do momento de entendimento com os demais Poderes a Assembleia segue cumprindo o seu papel, dando legitimidade às políticas de estado, votando a provando projetos de interesse do Estado, mas também legislando e fiscalizando as ações do Executivo. Acabamos de realinhar a composição de nossas Comissões Técnicas permannentes e os parlamentares que as integram está todos os dias percorrendo o Estado, as repartições públicas, os hospitais, escolase tudo mais coletando informações para suas proposições legislativas, indicações ou requerimentos. Nós colocamos tudo isso para apreciação do Plenário e encaminhamos o resultado das votações para quem de direito.

Diário – O senhor parece confiante.
Favacho – Tenho fé em Deus e gosto de trabalhar, apenas isso.

Perfil..
Entrevistado. O amapaense Amiraldo da Silva Favacho Júnior, ou simplesmente Júnior Favacho, é casado e pai de três filhos. É administrador de empresas e empresário. Filho de tradicional família de políticos locais, está em seu primeiro mandato parlamentar, mas com um rendimento e articulação tão grandes que foi eleito por seus pares para ser o vice-presidente da Assembleia Legislativa, condição que o fez assumir as rédeas do Poder Legilativo, em junho de 2012. Desde que passou a responder pela gestão da Casa, cancelou contratos sob suspeita e determinou a abertura de procedimentos licitatórios para as contrações e compras da AL e decidiu interiorizar as ações do Parlamento.

Coluna Argumentos, domingo, dia 17 de março de 2013


Saúde
A presidente do Conselho Nacional de Saúde, Maria do Socorro de Souza, foi ao nosso Conexão Brasília ontem e falou de como ainda se aposta no SUS (Sistema Único de Saúde) para a atenção dos pacientes carentes. Mas viu que aqui a luta contra o câncer é quase inglória.

Cruzeiros
Presidente da Associação de Agências de Viagem (Abav), Elenilton Marques, diz que a operação de cruzeiros no Amapá ainda carece de muito mais estruturação e um toque profissional em sua gestão. Tá certo, ele.

Preconceito
Gastão Pereira, presidente da Federação das Associações de Moradores do Amapá (Feama), diz que quando um dirigente de bairro é eleito, o primeiro título que recebe é o de ladrão. Mas o trabalho é voluntário, diz.

Entrevista
Depois da escolha do Papa Francisco, o bispo diocesano, Dom Pedro Conti, virou um dos mais requisitados religiosos da imprensa local. Mas esteve em retiro espiritual. Não falou.

colunatrilha
Berro
Tem muito jipeiro que berra mesmo a cada obstáculo da trilha da Fazenda Berro, de propriedade de José Maria Esteves (Avicap). A quarta edição do desafio ocorre no próximo domingo e a coluna mostra em primeira mão a camiseta oficial do evento.

Turismo
A coluna anuncia que está de volta a promoção “Minha Viagem Inesquecível”, do Diário do Amapá. Todos os domingos a gente publica a história de alguém. Acompanhe no caderno Nota 10.

Boa nova
Novidade anunciada pelo deputado federal Davi Alcolumbre (DEM), de que agora a inadimplência dos municípios não vai mais impedir a liberação de recursos federais para as áreas da saúde e da educação. Ele disse que agora vai carrear mais recursos de suas emendas parlamentares para essas rubricas.

De saída
Outra notícia recebida pela coluna ontem foi trazida pelo deputado Bala Rocha (PDT), que ontem viu seu amigo e aliado Brizola Neto deixar o Ministério do Trabalho (MTb). Mas o cargo continua reservado a seu partido, que indicou o nome do secretário-executivo da legenda, Manoel Dias, para assumir a pasta, que também já foi de Carlos Lupi.