terça-feira, 13 de junho de 2017
DEFESA | Forças Armadas e Agências concluem nova fase da Operação Cabo Orange.
Macapá (AP) – No período de 29 de maio a 6 de junho, foi desencadeada a Operação Cabo Orange pelo Comando de Fronteira Amapá/34º Batalhão de Infantaria de Selva (Cmdo Fron AP/34° BIS), Batalhão Veiga Cabral. O objetivo era intensificar a presença do Estado na região fronteiriça do Amapá, particularmente no município do Oiapoque.
O Batalhão empregou um efetivo aproximado de 180 militares, além de ter contado com a participação de integrantes do 4º Batalhão de Aviação do Exército, sediado em Manaus (AM). Nesse contexto, ocorreram ações preventivas e repressivas no combate aos delitos transfronteiriços e ambientais na faixa de fronteira. Também foram realizadas ações cívico-sociais (ACISO), com o objetivo de prestar assistência aos residentes da área.
A operação teve apoio da Marinha do Brasil, por intermédio da Capitania dos Portos do Amapá; da Agência Brasileira de Inteligência; da Polícia Federal; da Polícia Rodoviária Federal; da Receita Federal; do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA); da Secretaria da Fazenda do Estado do Amapá; das Polícias Civil e Militar; do Corpo de Bombeiros do Estado do Amapá; da Secretaria de Saúde do Oiapoque.
Esse ambiente interagências permitiu o estreitamento dos laços de cooperação, a conciliação de interesses e a coordenação de esforços para a consecução de objetivos e propósitos convergentes que atendem ao bem comum.
Fonte: Cmdo Fron AP/34° BIS
O Batalhão empregou um efetivo aproximado de 180 militares, além de ter contado com a participação de integrantes do 4º Batalhão de Aviação do Exército, sediado em Manaus (AM). Nesse contexto, ocorreram ações preventivas e repressivas no combate aos delitos transfronteiriços e ambientais na faixa de fronteira. Também foram realizadas ações cívico-sociais (ACISO), com o objetivo de prestar assistência aos residentes da área.
A operação teve apoio da Marinha do Brasil, por intermédio da Capitania dos Portos do Amapá; da Agência Brasileira de Inteligência; da Polícia Federal; da Polícia Rodoviária Federal; da Receita Federal; do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA); da Secretaria da Fazenda do Estado do Amapá; das Polícias Civil e Militar; do Corpo de Bombeiros do Estado do Amapá; da Secretaria de Saúde do Oiapoque.
Esse ambiente interagências permitiu o estreitamento dos laços de cooperação, a conciliação de interesses e a coordenação de esforços para a consecução de objetivos e propósitos convergentes que atendem ao bem comum.
Fonte: Cmdo Fron AP/34° BIS
ENTREVISTA | “Agora será a soja, mas no futuro poderão ser outros grãos da cadeia produtiva de alimentos”
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| Executivo da Amcel, o brasileiro Carlos Penha, recebe o Blog do Cleber Barbosa em Santana |
Cleber Barbosa
Da Redação
Blog – A Amcel acaba de comemorar 40 anos no Amapá, então a gente gostaria que o senhor rememorasse qual o papel dessa empresa no estado?
Carlos Penha – Para mim é uma satisfação falar do Amapá, falar da Amcel, afinal eu conheço este estado a praticamente 30 anos e a Amcel está presente há 40 anos, exatamente, completados no final do ano passado. Bom, nesse tempo todo a empresa passou por mudanças de acionistas. Ela era do Grupo Caemi, passou para o Grupo Champion, depois International Paper e em 2006 passou para o Grupo Nippon Paper, que é japonês, um dos maiores de papel e celulose da Ásia. Ela vinha pensando assim que chegou ao Brasil, os japoneses, trabalhando com eucalipto, exportando cavacos, sendo o maior usuário do porto da Companhia Docas de Santana. A Amcel tem uma atividade intensa de campo, tem bastante funcionários, atividades agrícolas e florestais, reflorestamento que começa num viveiro, em Tartarugalzinho, um centro de tecnologia com produção de mudas, depois preparo de solo, enfim, atividades inerentes à silvicultura, então nós temos no estado hoje sem dúvida nenhuma uma presença maciça, com 700 funcionários trabalhando conosco, além de uma gama de prestadores de serviço de alta qualidade, com máquinas, equipamentos, serviços, então uma grande empresa sim.
Blog – E isso significa quanto em termos de injeção na economia do Amapá?
Carlos – Olha, num cálculo rápido a Amcel deixa na economia do estado sem dúvidas R$ 100 milhões por ano, sendo R$ 50 milhões em serviços e outros R$ 50 milhões em folha de pagamento com nossos colaboradores, que consomem aqui no estado. Portanto trata-se de um volume de recursos muito grande, especialmente se pensarmos nas dificuldades econômicas que passa o Brasil, a Amcel vem mantendo suas atividades num ritmo muito bom. Mas é claro que teve anos como entre 2008 e 2011 de bastante baixa produção de venda, pois o mercado internacional esteve em crise, mas a Amcel já passou esse período, nós estamos recuperando mercado, vendendo para a Europa, começando a vender para a China o eucalipto.
Blog – E agora veio essa notícia da entrada no mercado do chamado agronegócio, com o competitivo mercado da soja. Como foi essa decisão diretor?
Carlos – É, recentemente, em conversa com o Governo do Estado, logo no início do atual governo, de uma forma bastante interessada o governador nos indagou sobre como iríamos resolver a questão da diversificação, então as empresas japonesas são muito cautelosas nas suas decisões, então uma delas foi de entrar no mercado da soja. Ora, nós temos a terra, nós temos o conhecimento da terra, então decidimos participar desse momento, quando o estado está se preparando para ser um grande produtor de soja no Brasil, daí a Amcel ter decidido, juntamente com outros produtores, em participar desse programa.
Blog – E o sistema atual, de produção de celulose, a Amcel deixa de lado ou é uma forma de diversificar sua produção?
Carlos – Não, a Amcel continuará trabalhando com eucalipto, a chamada silvicultura, na produção de cavacos, ela tem que se manter, mas continua estudando uma forma de agregar mais valor na produção de eucalipto, então alguma coisa na linha de eucalipto deve acontecer em cima dos nossos estudos, esse é o eixo, a continuidade na silvicultura, a exportação de cavacos, pensando em uma fábrica, alguma coisa na produção de energia utilizando a madeira da floresta plantada, que seria um outro eixo, e agora a entrada no agronegócio, entrando no ramo da soja. A Amcel não desistiu de procurar uma opção para agregar valor para a sua produção de commodities, ainda estamos estudando isso, como disse, os grupos japoneses são cautelosos, estudiosos nas decisões, na parte econômica, mas com certeza nessas conversas com o Governo do Estado que foram bastante produtivas, vimos todo o interesse também, o esforço do governo em buscar um caminho de produtividade para o estado.
Blog – Outra coisa que marcou também esse período foi a visita do cônsul do Japão ao Amapá, que resultou num outro evento em São Paulo, reunindo investidores japoneses. O Japão é um mercado consumidor para a soja brasileira?
Carlos – A China é o maior mercado, mas o Japão é um mercado promissor. Aliás, o mercado japonês é bastante promissor para soja e commodities do Brasil, mineração, celulose e papel, enfim, é promissor sim.
Blog – E a partir desse encontro com os investidores, existe a possibilidade do incremento dessas relações com o Brasil em especial o Amapá?
Carlos – Sim, foi muito interessante essa agenda porque o cônsul japonês encarregado dos negócios comerciais aqui na região Norte convidou o governador do estado para fazer uma explanação em São Paulo, uma exposição na Câmara de Comércio e Indústria Japonesa do Brasil. Isso foi no ano passado, e o governador fez uma excelente apresentação para 200 empresários japoneses que estavam reunidos naquele almoço, então foi uma bela oportunidade de apresentação do estado, despertando o interesse desses executivos em virem para o estado para começar a conhecer o Amapá. Nós estamos encarregados em conversar sobre esses assuntos com empresários japoneses e o Governo do Amapá. Recentemente, num encontro com o Governo do Estado, ele manifestou interesse em manter acesa esse negócio, essa conversação porque o estado tem interesse que esse pessoal venha para cá estudar as opções de mercado e negócios no Amapá.
Blog – O senhor falou que nesse mercado da soja outros produtores também estão chegando para a produção de soja, vocês pensam em se consorciar a algum deles?
Carlos – É, no porto nós já temos uma parceria com a Cianport, uma companhia que se instalou aqui para trabalhar com soja, o agronegócio, então nós já estamos compartilhando nossos sistema de carregamento, o shiploader, que é compartilhando também com a Caramuru e a Cianport, isso vai facilitar muito, pois as empresas agora têm que se unirem, pois o porto é único, um cais só, e são poucas oportunidades de vários navios ao mesmo tempo. No campo, a Amcel começou agora com um projeto de 100 hectares, que chamamos projeto de experiência, então tudo tem que ser estudado novamente, terra, solo, clima, reação do plantio, isso tudo cientificamente. A partir daí eu não acredito que podemos nos consorciar, mas tocar por conta própria e chegar gradativamente até um nível de 20 mil hectares dentro das nossas terras com grãos, hoje fala-se em soja, mas nada impede que possa ser milho, feijão, enfim, pensando na futura cadeia de produção de alimentos no estado.
Blog – Uma outra coisa que é da sua pasta, digamos assim, são os projetos de responsabilidade social da empresa aqui no estado, especialmente nos municípios que são cortados pelo projeto da Amcel. O que dá para falar a respeito disso e do emprego de mão de obra local diretor?
Carlos – Bom, a mão de obra da Amcel, com exceção dos diretores, é toda daqui do Amapá. Algumas pessoas de fora, como eu por exemplo [risos], mas já me considero até um amapaense afinal moro aqui há mais de vinte anos. Então a mão de obra é de Santana, Tartarugalzinho, Porto Grande, enfim. A política de compras da empresa é primeiramente dirigida para o mercado local, em segundo lugar aquilo que não se acha aqui a região amazônica, Belém, por exemplo, e os demais que a gente não encontra vai até outras regiões do Brasil, como a região Sul, afinal hoje ficou muito fácil pois as companhias de navegação que trazem as compras do sul são muito boas, melhoraram a concorrência entre elas, enfim, eu acho que as condições do Amapá melhoraram muito, temos um comércio vigoroso, uma área comercial muito forte então muito promissor, especialmente depois da chegada da energia que agora temos em quantidade suficiente para desenvolver projetos, coisa que há dez anos não tinha, era um pouco temerário.
Blog– Obrigado por sua entrevista.
Carlos – Eu que agradeço, em nome da empresa, pela oportunidade e me coloco à disposição para qualquer consulta que se fizer necessária. Vamos continuar trabalhando para desenvolver a empresa e consequentemente nosso estado.
* Publicado na edição nº 20 da Revista Diário.
OPINIÃO | Notas da coluna ARGUMENTOS, terça-feira, dia 13 de junho de 2017.
Interior
Pedra Branca do Amapari recebeu no domingo a primeira etapa do Circuito Brilho de Fogo de Corrida de Rua. Foram quase 200 competidores inscritos na prova, que percorreu ruas e avenidas da cidade. Mas desde a véspera, a cidade recebeu bem os turistas.
Potencial
Segundo uma das idealizadoras do evento, Rose Maia, existem tratativas para que outros municípios recebam uma prova, como Serra do Navio e Ferreira Gomes. Esporte e turismo ajudando a economia.
Intercambio
Depois do IFAP, será a vez de escolas estaduais virarem centros bilíngues (português e francês). A Associação dos Professores de Francês do Amapá (Aprofap) já recrutas educadores com domínio na língua.
Seleção
Em parceria com a Embaixada da França no Brasil, a ação quer identificar professores para atuarem no projeto Escola com Classes Bilíngues. Interessados devem ir ao Centro Franco Amapaense até quarta-feira.
Currículo
A chamada é dedicada a professores formados nas diversas disciplinas (história, artes, sociologia, letras, geografia, entre outras) do Ensino Fundamental I e II que tenham fluência em língua francesa.
No campo
Alunos do curso de Padeiro e Confeiteiro do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) do Amapá, quando visitavam a empresa Soreidom. Durante a atividade, que foi acompanhada pelo instrutor da instituição, Ronaldo Costa, os alunos puderam interagir e observar a prática.
O Prêmio Estácio de Jornalismo – Edição 2017 prorroga suas inscrições até 25 de junho. Jornalistas poderão inscrever suas reportagens direto pelo site da premiação e concorrer a um total de R$ 125 mil em prêmios, que serão distribuídos para as melhores matérias do ano sobre ensino superior.
Estradas
Educação é tudo, vamos combinar, né? E no trânsito é a mesma coisa, daí a gente aplaudir a iniciativa do GEA, através da Secretaria da Educação (Seed), de firmar parceria com a Polícia Rodoviária Federal para encampar ações educativas nas rodovias federais que cortam o estado. Termo de Adesão será assinado hoje.
De frente
Outra boa notícia vinda do governo vem da Equipe de Nefrologia do HCAL,que se reuniu com pacientes para solucionar demandas da unidade. Os pacientes entraram em acordo para que aqueles com menos condições financeiras façam tratamento durante o dia e não mais à noite.
ECONOMIA | Santana quer entrar na rota de distribuição de combustíveis no Norte
Um arrojado projeto se propõe a transformar o Porto de Santana numa espécie de entreposto de cargas por onde deverá passar agora carregamentos de combustíveis para toda a região amazônica
Cleber Barbosa
Para a Revista Diário
O município de Santana está redescobrindo sua vocação portuária, tanto que um audacioso projeto de infraestrutura está sendo implantado e poderá levar o segundo maior município do Amapá a ser rota de distribuição de combustível na Amazônia. E para que isso saia do papel aconteceu uma espécie de ensaio técnico, a partir da atracação no cais da Companhia Docas de Santana (CDSA), do navio ‘Vendome Street’, que saiu do porto de Itaqui, no Maranhão, carregado com 24 milhões de litros de combustível fósseis – gasolina e óleo diesel, cuja distribuição se deu de forma satisfatória.
Trata-se de uma operação inédita possibilitada graças à iniciativa do prefeito de Santana, Ofirney Sadala, que negociou pessoalmente com a Distribuidora Ipiranga a inclusão do Porto de Santana na rota nacional de distribuição de combustível. “Essa vocação para a navegação de cabotagem vem de muito tempo, faltava apenas a criação de um ambiente favorável, então foi o que buscamos fazer”, diz ele.
Balsas ancoradas próximas à Ilha de Santana estarão prontas para se abastecer de combustível e levar o carregamento para as cidades de Belém (PA), Manaus (AM) e Porto Velho (RO), a partir do Porto de Santana.
MERCADO
A possível transformação da cidade em polo de distribuição de combustível para o Norte do país é considerada uma das apostas da nova gestão para o incremento do desenvolvimento local. “Será positiva para a Companhia Docas, que arrecadará mais e poderá investir na melhoria do porto; para o município, que vai gerar mais emprego e renda; e para o Estado, para quebrar essa cultura da falta de combustível que ameaça constantemente o abastecimento do Amapá”, diz o gestor.
De grande vocação portuária, Santana quer aquecer economia
O sucesso da primeira atividade de transbordo de combustível no município de Santana foi comemorado em grande estilo, num concorrido coquetel realizado no porto da Companhia Docas de Santana (CDSA). O evento marcou a conclusão dos serviços do navio Vendom Street, da Antuérpia (Bélgica), que estava atracado no píer. Nessa primeira atividade, o município recebeu 24 milhões de litros de combustível, com 7 milhões ficando em Santana para distribuição em postos de todo o Estado. O restante, 17 milhões de litros, foi transportado em balsas para outros pontos de distribuição na região Norte.
Na ocasião, autoridades tiveram a oportunidade de visitar o interior do navio para acompanhar as operações da embarcação. Para o prefeito de Santana, Ofirney Sadala, o sucesso da operação comprova que o município tem potencial para receber a atividade de grandes empresas através do porto. “Mostramos para os empresários que Santana tem estrutura logística para realizar esse tipo de serviço. Esse foi apenas o pontapé inicial para desenvolver a atividade no município”, frisou.
ESTADO
O presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico do Amapá, Eliezir Viterbino, que na ocasião representou o governador do Estado na solenidade, garantiu o apoio da administração estadual para a realização das atividades no município. “Isso é importante para o desenvolvimento econômico e social de todo o Estado do Amapá”, salientou.
De acordo com o presidente da CDSA, Paulo Couto, para que a operação fosse um sucesso, foi necessário a contratação de três empresas, gerando emprego para 25 profissionais diretamente. “Esse foi apenas o primeiro navio de combustível que recebemos, mas a atividade deve continuar, gerando empregos e movimentando a economia do município”, destacou.
Já o diretor operacional da CDSA, Victor Hugo Holanda, lembrou que essa operação foi apenas o primeiro passo para que Santana se torne rota de distribuição de combustível para a região norte.
De acordo com o secretário especial de Governo, Planejamento e Cidadania, da Prefeitura de Santana, Ronival da Silva Vergolino, o transbordo de combustível, a partir do Porto de Santana, vai garantir o abastecimento constante ao Amapá, pondo fim ao risco de racionamento de gasolina e óleo diesel.
Já do lado do consumidor, a expectativa gira em torno da possibilidade de que essa novidade possa resultar em uma redução do preço final dos combustíveis, afinal o impacto direto dessa entrega local da distribuição seria a redução do frete dos estados como o Pará, que até então era de onde vinham as balsas de abastecimento para o Amapá.
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| A operação de desembarque de combustíveis no Porto de Santana |
Cleber Barbosa
Para a Revista Diário
O município de Santana está redescobrindo sua vocação portuária, tanto que um audacioso projeto de infraestrutura está sendo implantado e poderá levar o segundo maior município do Amapá a ser rota de distribuição de combustível na Amazônia. E para que isso saia do papel aconteceu uma espécie de ensaio técnico, a partir da atracação no cais da Companhia Docas de Santana (CDSA), do navio ‘Vendome Street’, que saiu do porto de Itaqui, no Maranhão, carregado com 24 milhões de litros de combustível fósseis – gasolina e óleo diesel, cuja distribuição se deu de forma satisfatória.
Trata-se de uma operação inédita possibilitada graças à iniciativa do prefeito de Santana, Ofirney Sadala, que negociou pessoalmente com a Distribuidora Ipiranga a inclusão do Porto de Santana na rota nacional de distribuição de combustível. “Essa vocação para a navegação de cabotagem vem de muito tempo, faltava apenas a criação de um ambiente favorável, então foi o que buscamos fazer”, diz ele.
Balsas ancoradas próximas à Ilha de Santana estarão prontas para se abastecer de combustível e levar o carregamento para as cidades de Belém (PA), Manaus (AM) e Porto Velho (RO), a partir do Porto de Santana.
MERCADO
A possível transformação da cidade em polo de distribuição de combustível para o Norte do país é considerada uma das apostas da nova gestão para o incremento do desenvolvimento local. “Será positiva para a Companhia Docas, que arrecadará mais e poderá investir na melhoria do porto; para o município, que vai gerar mais emprego e renda; e para o Estado, para quebrar essa cultura da falta de combustível que ameaça constantemente o abastecimento do Amapá”, diz o gestor.
De grande vocação portuária, Santana quer aquecer economia
O sucesso da primeira atividade de transbordo de combustível no município de Santana foi comemorado em grande estilo, num concorrido coquetel realizado no porto da Companhia Docas de Santana (CDSA). O evento marcou a conclusão dos serviços do navio Vendom Street, da Antuérpia (Bélgica), que estava atracado no píer. Nessa primeira atividade, o município recebeu 24 milhões de litros de combustível, com 7 milhões ficando em Santana para distribuição em postos de todo o Estado. O restante, 17 milhões de litros, foi transportado em balsas para outros pontos de distribuição na região Norte.
Na ocasião, autoridades tiveram a oportunidade de visitar o interior do navio para acompanhar as operações da embarcação. Para o prefeito de Santana, Ofirney Sadala, o sucesso da operação comprova que o município tem potencial para receber a atividade de grandes empresas através do porto. “Mostramos para os empresários que Santana tem estrutura logística para realizar esse tipo de serviço. Esse foi apenas o pontapé inicial para desenvolver a atividade no município”, frisou.
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| Prefeito de Santana, Ofirney Sadala |
ESTADO
O presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico do Amapá, Eliezir Viterbino, que na ocasião representou o governador do Estado na solenidade, garantiu o apoio da administração estadual para a realização das atividades no município. “Isso é importante para o desenvolvimento econômico e social de todo o Estado do Amapá”, salientou.
De acordo com o presidente da CDSA, Paulo Couto, para que a operação fosse um sucesso, foi necessário a contratação de três empresas, gerando emprego para 25 profissionais diretamente. “Esse foi apenas o primeiro navio de combustível que recebemos, mas a atividade deve continuar, gerando empregos e movimentando a economia do município”, destacou.
Já o diretor operacional da CDSA, Victor Hugo Holanda, lembrou que essa operação foi apenas o primeiro passo para que Santana se torne rota de distribuição de combustível para a região norte.
De acordo com o secretário especial de Governo, Planejamento e Cidadania, da Prefeitura de Santana, Ronival da Silva Vergolino, o transbordo de combustível, a partir do Porto de Santana, vai garantir o abastecimento constante ao Amapá, pondo fim ao risco de racionamento de gasolina e óleo diesel.
Já do lado do consumidor, a expectativa gira em torno da possibilidade de que essa novidade possa resultar em uma redução do preço final dos combustíveis, afinal o impacto direto dessa entrega local da distribuição seria a redução do frete dos estados como o Pará, que até então era de onde vinham as balsas de abastecimento para o Amapá.
TURISMO | Fortaleza de São José: A imponente identidade de Macapá.
Cleber Barbosa
Editor de Turismo
Quem visita a cidade de Macapá logo percebe esta imensa edificação que virou uma das maiores referências do Estado, seja no Brasil ou fora dele. Testemunha do vasto projeto de defesa da Amazônia desenvolvido pelo marquês de Pombal, as suas dimensões são comparáveis às do Real Forte Príncipe da Beira, a Fortaleza de São José de Macapá é a maior do período colonial.
Para suceder os redutos de 1738 (Reduto do Macapá) e de 1761 (Forte do Macapá), e dar solução definitiva à fortificação da barra norte do rio Amazonas, o Governador e Capitão-general do Estado do Grão-Pará e Maranhão, Fernando da Costa de Ataíde Teive, dirigiu-se à vila de São José do Macapá, onde, a 2 de janeiro de 1764, em companhia do Sargento-mor Engenheiro Henrique Antônio Galúcio, examinou o terreno e aprovou a planta geral da nova fortaleza. Meses mais tarde, a 29 de junho nesse mesmo ano, foi lançada a pedra fundamental da fortaleza, no ângulo do baluarte sob a invocação de São Pedro, na presença do governador, do Coronel Nuno da Cunha Ataíde Varona, comandante da Praça, do Sargento-mor Galúcio, do Senado da Câmara e das demais autoridades civis e religiosas da vila.
Construção – A sua construção empregou, além de oficiais e soldados, canteiros, artífices e trabalhadores africanos e indígenas. Eram pagos 140 réis diários aos primeiros contra apenas quarenta réis para os segundos. Os trabalhos distribuíram-se entre as pedreiras da cachoeira das Pedrinhas, no rio Pedreiras, a cerca de 32 quilômetros de distância de Macapá (extração e cantariação), os fornos de cal, as olarias (tijolos e telhas), a logística (transporte fluvial e terrestre), além do próprio canteiro de obras em Macapá.
O bispo D. Frei Caetano da Anunciação Brandão, que passou por Macapá em viagem pastoral em 23 de março de 1785, registou em seu diário de viagem a observação de que a fortaleza era “(…) regular, segura e espaçosa ao gosto moderno, que importou ao rei Dom José três milhões (…); porém acha-se mui falta de gente para defender.”
A Proclamação da República (1889), e as suas sucessivas crises no início do século XX, mantiveram a Fortaleza de Macapá em relativo abandono, acarretando o desaparecimento de diversos elementos construtivos quer por deterioração quer por furto simples.
No período do Território Federal, as restaurações
O Território Federal do Amapá foi criado por Decreto-Lei em 1943, entre outras razões, atendendo a considerações estratégicas durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Com o fim do conflito foram priorizados os aspectos de desenvolvimento econômico e de infra-estrutura da região. Para a antiga fortaleza, esse desenvolvimento chegou a partir de 1946, quando nela foi instalado o Comando da Guarda Territorial, responsável pelo policiamento público. Para esse fim, foram iniciadas obras de recuperação do imóvel, compreendendo inicialmente a capina interna e externa, a retirada dos arbustos nascidos entre as pedras das muralhas e o corte das árvores que se desenvolveram nos terraplenos, e que acarretaram sérios danos estruturais. Em paralelo procedeu-se a reconstrução dos telhados da Casa do Órgão e de mais quatro prédios, assim como a confecção das respectivas portas, janelas e portões em madeira. Foram reutilizadas, para esse fim, ferragens originais como dobradiças, ferrolhos e cravos, recuperados dos escombros. Substituíram-se tijoleiras degradadas dos pisos, muretas e rampas de acesso.
Revitalizada, vira Patrimônio histórico e uma das sete maravilhas do país
Trabalho desenvolvido pelo Laboratório Arqueológico da Universidade Federal de Pernambuco, trouxe à luz diversas obras exteriores que se julgavam inexistentes – baluartes, rampa e caminhos cobertos -, demonstrando a real amplitude e complexidade arquitetônica desta fortificação. Pouco depois veio o reconhecimento entre as maravilhas do Brasil, da Revista Caras e do Banci HSBC. O concurso Sete Maravilhas Brasileiras é uma lista que contém sete monumentos ou construções brasileiros que por votação pública foram definidas como maravilhas brasileiras. A eleição foi promovida pela Revista Caras e pelo Banco HSBC, através de uma eleição online, leitores da revista poderiam escolher seus sete votos entre 30 maravilhas, que foram previamente escolhidas levando em consideração não apenas a beleza, mas também a importância histórica-político-cultural. A site da revista anunciou as campeãs em 2008, após 3 meses e meio de votação e mais de meio milhão de votos.
Para aumentar ainda mais a importância deste título da Fortaleza de São José de Macapá é só lembrar quais foram os eleitos juntos com ela no disputado concurso da Revista Caras: Teatro Amazonas (Manaus, Amazonas), Fortaleza dos Reis Magos (Natal, Rio Grande do Norte), Mercado Ver-o-Peso (Belém, Pará), Ouro Preto (Minas Gerais), Natividade (Tocantins), e a Catedral da Sé (São Paulo). A eleição das Sete Maravilhas Brasileiras trouxe à tona discussões referentes principalmente ao setor turístico interno do Brasil. Muitos achavam uma perda de tempo existir tal votação, outros apoiavam a eleição, enxergando as possíveis melhoras no remanejamento do turismo pelas diversas regiões brasileiras, não apenas no Sudeste e Nordeste, majoritariamente.
CURIOSIDADES
– Apresenta planta no formato de um polígono quadrangular regular, com baluartes pentagonais nos vértices, sob a invocação respectivamente de Nossa Senhora da Conceição, São José, São Pedro e Madre de Deus.
– O conjunto da fortaleza ocupa 84.000 m², em estilo Vauban dito de 8ª classe;
– O portão principal acessa a chamada “Casa do Órgão”, bloco originalmente afeto ao “Corpo da Guarda”.
1.782
Este é o ano de inauguração da Fortaleza São José.
CARTÃO-POSTAL
Editor de Turismo
Quem visita a cidade de Macapá logo percebe esta imensa edificação que virou uma das maiores referências do Estado, seja no Brasil ou fora dele. Testemunha do vasto projeto de defesa da Amazônia desenvolvido pelo marquês de Pombal, as suas dimensões são comparáveis às do Real Forte Príncipe da Beira, a Fortaleza de São José de Macapá é a maior do período colonial.
Para suceder os redutos de 1738 (Reduto do Macapá) e de 1761 (Forte do Macapá), e dar solução definitiva à fortificação da barra norte do rio Amazonas, o Governador e Capitão-general do Estado do Grão-Pará e Maranhão, Fernando da Costa de Ataíde Teive, dirigiu-se à vila de São José do Macapá, onde, a 2 de janeiro de 1764, em companhia do Sargento-mor Engenheiro Henrique Antônio Galúcio, examinou o terreno e aprovou a planta geral da nova fortaleza. Meses mais tarde, a 29 de junho nesse mesmo ano, foi lançada a pedra fundamental da fortaleza, no ângulo do baluarte sob a invocação de São Pedro, na presença do governador, do Coronel Nuno da Cunha Ataíde Varona, comandante da Praça, do Sargento-mor Galúcio, do Senado da Câmara e das demais autoridades civis e religiosas da vila.
Construção – A sua construção empregou, além de oficiais e soldados, canteiros, artífices e trabalhadores africanos e indígenas. Eram pagos 140 réis diários aos primeiros contra apenas quarenta réis para os segundos. Os trabalhos distribuíram-se entre as pedreiras da cachoeira das Pedrinhas, no rio Pedreiras, a cerca de 32 quilômetros de distância de Macapá (extração e cantariação), os fornos de cal, as olarias (tijolos e telhas), a logística (transporte fluvial e terrestre), além do próprio canteiro de obras em Macapá.
O bispo D. Frei Caetano da Anunciação Brandão, que passou por Macapá em viagem pastoral em 23 de março de 1785, registou em seu diário de viagem a observação de que a fortaleza era “(…) regular, segura e espaçosa ao gosto moderno, que importou ao rei Dom José três milhões (…); porém acha-se mui falta de gente para defender.”
A Proclamação da República (1889), e as suas sucessivas crises no início do século XX, mantiveram a Fortaleza de Macapá em relativo abandono, acarretando o desaparecimento de diversos elementos construtivos quer por deterioração quer por furto simples.
No período do Território Federal, as restaurações
O Território Federal do Amapá foi criado por Decreto-Lei em 1943, entre outras razões, atendendo a considerações estratégicas durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Com o fim do conflito foram priorizados os aspectos de desenvolvimento econômico e de infra-estrutura da região. Para a antiga fortaleza, esse desenvolvimento chegou a partir de 1946, quando nela foi instalado o Comando da Guarda Territorial, responsável pelo policiamento público. Para esse fim, foram iniciadas obras de recuperação do imóvel, compreendendo inicialmente a capina interna e externa, a retirada dos arbustos nascidos entre as pedras das muralhas e o corte das árvores que se desenvolveram nos terraplenos, e que acarretaram sérios danos estruturais. Em paralelo procedeu-se a reconstrução dos telhados da Casa do Órgão e de mais quatro prédios, assim como a confecção das respectivas portas, janelas e portões em madeira. Foram reutilizadas, para esse fim, ferragens originais como dobradiças, ferrolhos e cravos, recuperados dos escombros. Substituíram-se tijoleiras degradadas dos pisos, muretas e rampas de acesso.
Revitalizada, vira Patrimônio histórico e uma das sete maravilhas do país
Trabalho desenvolvido pelo Laboratório Arqueológico da Universidade Federal de Pernambuco, trouxe à luz diversas obras exteriores que se julgavam inexistentes – baluartes, rampa e caminhos cobertos -, demonstrando a real amplitude e complexidade arquitetônica desta fortificação. Pouco depois veio o reconhecimento entre as maravilhas do Brasil, da Revista Caras e do Banci HSBC. O concurso Sete Maravilhas Brasileiras é uma lista que contém sete monumentos ou construções brasileiros que por votação pública foram definidas como maravilhas brasileiras. A eleição foi promovida pela Revista Caras e pelo Banco HSBC, através de uma eleição online, leitores da revista poderiam escolher seus sete votos entre 30 maravilhas, que foram previamente escolhidas levando em consideração não apenas a beleza, mas também a importância histórica-político-cultural. A site da revista anunciou as campeãs em 2008, após 3 meses e meio de votação e mais de meio milhão de votos.
Para aumentar ainda mais a importância deste título da Fortaleza de São José de Macapá é só lembrar quais foram os eleitos juntos com ela no disputado concurso da Revista Caras: Teatro Amazonas (Manaus, Amazonas), Fortaleza dos Reis Magos (Natal, Rio Grande do Norte), Mercado Ver-o-Peso (Belém, Pará), Ouro Preto (Minas Gerais), Natividade (Tocantins), e a Catedral da Sé (São Paulo). A eleição das Sete Maravilhas Brasileiras trouxe à tona discussões referentes principalmente ao setor turístico interno do Brasil. Muitos achavam uma perda de tempo existir tal votação, outros apoiavam a eleição, enxergando as possíveis melhoras no remanejamento do turismo pelas diversas regiões brasileiras, não apenas no Sudeste e Nordeste, majoritariamente.
CURIOSIDADES
– Apresenta planta no formato de um polígono quadrangular regular, com baluartes pentagonais nos vértices, sob a invocação respectivamente de Nossa Senhora da Conceição, São José, São Pedro e Madre de Deus.
– O conjunto da fortaleza ocupa 84.000 m², em estilo Vauban dito de 8ª classe;
– O portão principal acessa a chamada “Casa do Órgão”, bloco originalmente afeto ao “Corpo da Guarda”.
1.782
Este é o ano de inauguração da Fortaleza São José.
CARTÃO-POSTAL
ENTREVISTA | “A primeira coisa do mercado de trabalho é saber se vender como profissional”
Cleber Barbosa
Da Redação
Diário do Amapá – Na busca do primeiro emprego o jovem se vê diante do primeiro paradoxo também, afinal de contas ele não tem experiência e normalmente as corporações pedem alguém que tenha um mínimo de experiência. Como lidar com esse fato? É melhor admitir que você é inexperiente, mas disposto a aprender, a obter novos conhecimentos, novas técnicas ou enfim, falar das suas virtudes, das suas aptidões?
André Gomes – Achei fantástico a sua pergunta da experiência, porque tudo começa por aí. As pessoas estão se preparando para esse mercado de trabalho e aí elas chegam para pedir um emprego e a primeira coisa que a empresa pergunta é “qual é a sua experiência?”, ou “que você sabe fazer?”. Então tem uma dica básica para isso. Você não pode ficar parado, então mesmo que você não esteja inserido nesse mercado, se você está buscando um emprego é porque está desempregado, mas você não pode estar parado, então vale a experiência que você tem de alguma atividade de trabalho.
Diário – Ou de estudos?
André – Ou de estudo, mas seria melhor ainda se fosse de estudo aliado ao trabalho, como, por exemplo: Eu sou um estudante, sei lá, de alguma área, da saúde, por exemplo. Então eu estou estudando nutrição, farmácia, mas eu ainda não arrumei o meu emprego nessa área fim, mas eu posso ser voluntário não é? Posso fazer um trabalho de voluntariado, eu posso estar ligado a alguma ONG, eu posso estar realizando alguma coisa que eu não esteja parado.
Diário – Praticando não é, a ideia é essa?
André – Praticando, perfeito a sua palavra. Isso para empresa já representa uma experiência, não é uma experiência de envolvimento profissional, é digamos assim, já de desempenho, mas de qualquer forma é uma experiência.
Diário – Você falou de uma ONG, e a pessoa pode não conhecer, não tem informações sobre alguma ONG no seu bairro, na sua comunidade, ele pode se integrar em ações, como, por exemplo, na escola, atividades como mutirões sociais, essas coisas?
André – Perfeito, perfeito, então ele pode se inserir, ele pode se oferecer, se ofertar. A primeira coisa do mercado de trabalho é saber se vender. Como é que eu vou vender alguma coisa, vender produto ou serviço da empresa, vender aquele trabalho que eu estou me propondo a fazer se primeiro eu não sei me vender. Então a primeira coisa é se lançar no mercado e dizer: Olha eu sei fazer tal coisa, não tem nada aí que eu possa ajudar vocês a fazer? Tem as associações de bairros, têm as cooperativas, associações de modo geral, as ONG’s como eu citei. Tem trabalho voluntário dento das próprias escolas. Dentro dos núcleos organizacionais, da empresa júnior da faculdade, grupos operativos, o próprio rádio.
Diário – Passada essa primeira etapa dele já ter algum know-how, chegar com alguma bagagem, vem a questão a entrevista de emprego, e aí nesse ambiente, na frente do entrevistador, do consultor, enfim. Começar pelo vestuário, o quê que é recomendado para que você possa se apresentar pra uma entrevista de emprego?
André – O fundamental nesse momento é você estar vestido com a cara da empresa, então, por exemplo, uma dica muito bacana é, eu tenho que saber que empresa é essa, o que ela faz. Vou dar uma referência muito engraçada. Uma vez um ex-aluno meu, de administração, disse que ia buscar uma determinada empresa e aí ele falou assim: Professor, eu achava que não era assim, eu fui meio despojado, de sandália e bermuda e aí a empresa não era nada daquilo. Então você tem que se parecer com a empresa, então não é uma regra, mas uma dica: se a empresa é despojada, você segue essa tendência. Se eu vou pedir emprego como vendedor uma loja de roupas de surf, onde todo mundo é despojado, até os próprios vendedores se vestem de bermuda e camiseta, o próprio proprietário, o gerente, eu não posso ir formal.
Diário – Não dá para ir de terno e gravata.
André – Não dá pra ir de camisa dobrada, de terno e gravata, não dá, porque aí eu não pareço com a empresa, não é? E o inverso também, não dá para eu pedir emprego em uma empresa formal de bermuda e sandália… [Risos]
Diário – Cerimonial!
André – Cerimonial, sim, imagina se você vai pedir emprego em uma empresa onde tem um teor de formalidade, eu chegue lá de chinelo e bermuda…
Diário – Uma Casa Legislativa, por exemplo!
André – Casas Legislativa, empresas. A gente está falando de empresas e órgãos públicos, mas também tem empresas privadas, diretores executivos. Empresas que trabalham com o setor comercial precisam de representantes comerciais com uma imagem mais formal, uma imagem que passe credibilidade. Então a dica é se parecer com a empresa, primeiro eu tenho que conhecer a empresa, como é que ela é, como é que ela funciona, como é que ela se projeta no mercado. Se ela é formal eu vou vestido formal, se ela é despojada eu vou vestido despojando.
Diário – Antes da entrevista o tem também o currículo da pessoa. A parte do currículo pode despertar o interesse daquela corporação em ter aquele postulante ao emprego. Sobre o currículo, normalmente tem uma frase no final que diz que a pessoa se responsabiliza pelas informações contidas naquele documento, não é?
André – Tem uma consultora organizacional, a Bruna Katunaga, que defende que o currículo é uma peça publicitária, então o currículo é um cartão de visita, é a primeira oportunidade que você tem de despertar algum interesse do entrevistador da empresa no candidato. Então o currículo tem que ser uma coisa muito cuidada, não pode ser feito de qualquer jeito, erros de português, a gente teve algumas reformas gramaticais ortográficas que devem ser observadas.
Diário – É bom estar antenado para isso também, não é?
André – Tem que ficar de olho, quais são os acentos, não ficar confiando só no computador, aquele negócio que corrige lá o texto.
Diário – Depende da versão do programa também.
André – Dependendo da configuração antiga, não está atualizado, vale pedir uma ajuda, uma dica, uma ajudinha sim, para uma amiga que é professora de português, para ver se está tudo correto, se não está faltando algum acento, porque o currículo é o seu cartão de visita. Outra coisa, a gente está na era digital, os currículos estão todos online, tudo mais, e muito cuidado, a gente falou ainda pouco sobre aparência, muito cuidado sobre a fotografia que você vai colocar no seu curriculum.
Diário – Tem isso também é?
André – Sim, eu já vi, eu já recebi, eu já fui fazer algumas seleções para algumas empresas que me chamaram, em que a foto do currículo tinha uma pessoa de abadá, então assim, não era a proposta daquela empresa, a minha empresa tinha um teor de formalidade, precisava de imagem de credibilidade, aquilo ali já deixou dúvida, mas quem é esse candidato? Então vamos ter muito cuidado com essa história da foto.
Diário – Parece perfil das redes sociais.
André – Essa é outra coisa que a gente tem que observar, sobre as informações do Facebook. Outro dia a gente viu uma matéria fantástica sobre um vidente que foi pra rua e ele sabia tudo da vida das pessoas, a única coisa que ele precisava era do nome completo, tinha toda uma estrutura por trás e o pessoal pescava tudo no Facebook. Então a sua vida pessoal tem muito haver sim com sua vida profissional.
Perfil..
Entrevistado. André Luís Aires Gomes tem 38 anos de idade, é administrador de empresas, professor universitário, especialista em Gestão de Pessoas e Consultor Organizacional. Teve uma longa passagem como integrante do Cerimonial do Palácio do Setentrião e ingressou por concurso público nos quadros de pessoal permanente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-AP). Ele atua no mercado profissional também como consultor e palestrante, bem como é um exímio Mestre de Cerimônias.
OPINIÃO | Notas da Coluna ARGUMENTOS, domingo, dia 11 de junho de 2017.
Comércio
Longe de ‘legislar em causa própria’, empresário Edevaldo Xavier envia mensagem para falar da importância dos homens serem mais criativos na hora de presentear as namoradas. “Nada de panela ou avental”, diz ele que sugere eletrônicos, como os smartphones.
Gastronomia
Uma novidade que chegou por esses dias está garantindo um fim de semana longe do fogão e das panelas. É a “Feijoada do X”, que está apresentando o modelo de feijoada do sul do país. Lá no X do Sul!
Rádio
Novo superintendente do DNPM no Amapá, engenheiro Romero Peixoto, foi ao rádio ontem falar do enorme desafio de arrumar o setor. Foi durante a audição do nosso programa Conexão Brasília.
Infra
Para Romero, o acidente com o Porto da Anglo ainda é o maior gargalo, juntamente com o estado de abandono da velha Estrada de Ferro do Amapá. “Estamos contando com o apoio de todos para resolver isso”, disse.
Paradoxo
Outro grande problema é a diminuta equipe local do DNPM para dar conta de fiscalizar a grande área sob a jurisdição do órgão por aqui. Simplesmente toda a área territorial do estado do Amapá.
Mineração
Aspecto da participação do novo superintendente do DNPM-AP (Departamento Nacional da Produção Mineral) no Amapá, Romero Peixoto. Este pernambucano de nascimento atua no Amapá desde os anos 80, quando entrou para os quadros da tradicional Icomi S.A. como engenheiro de minas.
Pesquisa
Equipe de Otávio Ohashi permanece no Amapá por mais tempo. Ele esteve visitando o Amapá esta semana e já se mandou, mas deixou alinhavado um trabalho de pesquisa e consultoria a empreendimentos locais. Ele concedeu entrevista exclusiva ao nosso canal. Acesse YouTube.com/cleberbarbosa.
Música
Tem uma safra de novos talentos na música surgindo. Ontem, no rádio, dois irmãos mostraram que apesar da falta de oportunidades pelas vias tradicionais do showbiz dá para romper as barreiras pela rede mundial de computadores. Faype e sua irmã Sarah mandaram muito bem cantando ao vivo na Diário FM.
Turismo
Pedra Branca do Amapari recebe neste domingo a I Etapa do Circuito Brilho de Fogo de Corrida. Uma prova de rua, aliada a uma caminhada, além de gente bacana ocupando a rede hoteleira para conhecer o interior do Amapá. Sacada das amigas Josi Maia e Rosângela Chagas.
domingo, 11 de junho de 2017
PUBLICIDADE | Novidade na Gol Linhas Aéreas
Novos tempos estão chegando na GOL, e agora é a vez do interior de nossas aeronaves! Em sua próxima viagem, observe os assentos: eles agora são feitos de couro ecológico. 20% da nossa frota já conta com a nova tecnologia que além de mais confortável, é mais higiênica e prática. Te esperamos por aqui. #VoeGOL
sexta-feira, 9 de junho de 2017
YOU TUBE | Nosso Canal de Vídeos alcança seus primeiros 100 inscritos!
terça-feira, 30 de maio de 2017
“Em primeiro lugar você deve olhar bem o aspecto do local que você vai comer”
Cleber Barbosa
Da Redação
Diário - Além de biomédico o senhor também é especialista em Marketing, então isso pode explicar toda essa performance em suas palestras, sempre muito concorridas?
Dr. Bactéria - É, mas fiz teatro também, aplicando em minhas palestras, aliás, eu acho que todo mundo, independente do que faz, deveria fazer marketing e teatro, pois a pessoas sempre estão se vendendo, né?
Diário - O tal do endomarketing, é isso?
Dr. Bactéria - Sim, e o teatro é para desinibir mesmo, se soltar mais.
Diário - Então seja bem vindo mais uma vez ao Amapá!
Dr. Bactéria - Olha, para mim é sempre um prazer voltar a Macapá, onde fui super bem recebido, está muito gostoso essa visita, pena que está acabando, já estou com saudades.
Diário - E essa história, de virar o Doutor Bactéria, foi o senhor mesmo que projetou isso?
Dr. Bactéria - Eu até brinco com isso, pois poderia ser pior, já pensou se fosse "doutor Ameba", "doutor Verme" ou "doutor Parasita"... (risos) Já o doutor Bactéria é simpático, né? Mas começou realmente há um quinze anos atrás, quando entre outras coisas acabei chegando na Rede Record, no programa Note e Anote, da Claudete Troiano. Lá eu era o Caçador de Bactérias, que tinha até musiquinha.
Diário - Depois é que foi para a Globo?
Dr. Bactéria - Isso, depois veio o convite do Fantástico, da Globo, começando com um programa chamado "Tá Limpo", quando o pessoal da equipe quando ia gravar perguntava "Vamos gravar com quem?". E diziam "vamos gravar com o doutor". Mas qual doutor? "O Dráuzio Varela?" Não, aquele doutor que mexe com as bactérias, aí começaram a me chamar de Doutor Bactéria.
Diário - Foi o batismo do nome então?
Dr. Bactéria - Foi sim e depois as crianças gostaram bastante, as pessoas da terceira idade também adotaram, até que um dia eu estava passando gravando sobre a contaminação de lancheiras e um grupo de vinte crianças mais ou menos subiu em um determinado local e gritaram assim: "Doutor Bactéria, nós te amamos", uma coisa que não sei nem falar, sei que pegou. Mas é um personagem que leva informação para as pessoas.
Diário - Mas doutor e essa preocupação com as bactérias, começou quando, foi antes mesmo da formação acadêmica?
Dr. Bactéria - Bom, eu sempre gostei da parte de microbiologia e escrevi um livro, faz tempo já, voltado para a indústria, chamado Programa de redução de patógenos (Editora Manole, 2002), um nome bem pesado, né? Só que chegou muita informação para mim, como o fato de que 3 milhões de crianças morrem todo ano por diarréia, menores de cinco anos de idade. E desses 3 milhões, 2 milhões e 100 mil morrem por manipulação incorreta de alimentos. E das intoxicações, 44% das doenças alimentares estão dentro da residência [dos pacientes] e não tinha um livro, nenhuma publicação que fosse direcionado para as donas de casa, falando a linguagem delas.
Diário - E foi quando o senhor decidiu dedicar-se especificamente a essa demanda?
Dr. Bactéria - Larguei tudo e comecei a trabalhar com donas de casa, para levar essas informações a elas, de um jeito todo próprio.
Diário - O seu famoso bom humor?
Dr. Bactéria - Pois é, eu brinco bastante que aqui no Brasil ninguém erra, mas na Itália o pessoal é terrível.
Diário - Como assim?
Dr. Bactéria - Na Itália as pessoas colocam ovos na porta da geladeira, pessoas lavam carne, colocam as frutas em fruteiras, fervem leite, acham que a carne de porco pode ter um bichinho que vai para a cabeça, essas coisas estão todas erradas, e ainda na Itália as pessoas entregam a pizza em caixas de papelão, olha que absurdo?
Diário - Sei... Na Itália.
Dr. Bactéria - Ainda bem que isso não acontece no Brasil... (risos) Imagine que na Itália as pessoas pegam a lata de leite condensado e fazem dois buraquinhos e como demora para sair acabam soprando.
Diário - É uma forma bem humorada de orientar, sem dúvida.
Dr. Bactéria - É, isso sem falar que na Itália o pessoal sopra bolo de aniversário. E tem gente que come, fala que o bolo está "molhadinho", com aquele bando de cuspe que cai...
Diário - O senhor já tem quatro obras publicadas, não é mesmo?
Dr. Bactéria - Quatro obras, mas tem o mais recente, que não gosto de dizer que é o último, mas sim o mais recente, é o quinto, o "Doutor Bactéria", pela Editora Globo, que assim que chegou alcançou o segundo lugar, pelo que disse a Veja [revista semanal], como um dos livros mais vendidos aqui no Brasil, o que é muito gostoso de você fazer, partindo do zero e as pessoas aceitam, né?
Diário - O brasileiro tem o hábito de comer muito na rua, um lanche rápido ou uma refeição mesmo. Que dicas o senhor pode dar com relação aos cuidados com a contaminação?
Dr. Bactéria - Em primeiro lugar você deve olhar bem o aspecto do local que você vai comer. Se a pessoa que vai te servir está com a roupa suja, aquelas unhas compridas e mal tratadas, o uniforme sem proteção do cabelo, sem condição de higienizar a mão, se não tiver usa álcool em gel. Aquele famoso churrasquinho, por exemplo, o espetinho de gato famoso, que espero não ser gato. Bem, peça para a pessoa assar sempre na hora, nunca um que está pronto, não aceite de maneira alguma, pois na hora você sabe a qualidade da carne. Outra coisa, nunca passe naquela farinhazinha que tem do lado, pois ela foi feita para passar uma vez e ir embora só que aqui no Brasil as pessoas passam uma vez, pega uma bebidinha dão uma mordidinha e passam na farinha, dão uma mordidinha e passam na farinha, enfim, aquilo vira um mingau de baba...
Diário - Falando assim, dá um nojo, mas as pessoas nem percebem isso na hora, não é?
Dr. Bactéria - E já está comprovado a partir de um estudo de uma Universidade de Fortaleza (CE) as pessoas encontraram o "helicobacter piloren", o "h pylor" nessa farinha. É uma bactéria da gastrite que é transmitida pela saliva.
Diário - Já que o senhor enumerou vários erros comuns, e os instrumentos da modernidade, como o celular, que as pessoas costumam levar para dentro do banheiro?
Dr. Bactéria - O celular é mais contaminado do que uma sola de sapato. A explicação é porque as pessoas falam e saem gotículas de saliva e uma gota de saliva tem bilhões de bactérias. Então quando a pessoa usa o telefone no banheiro isso potencializa, pois ele é um verdadeiro vetor, ou seja, ele carrega, transporta bactérias de origem fecal, da saliva, vírus como o da gripe, a candidíase bucal, o popular sapinho e por aí vai. Por isso as pessoas tem que fazer pelo menos uma vez por semana pegar álcool isopropílico e passar com uma toalinha de papel no celular levemente, não vá jogar o álcool em cima, você não mata a bactéria por afogamento, mas sim pelo contato! [risos]
Diário - Muito obrigado por sua entrevista.
Dr. Bactéria - Eu é quem agradeço e espero voltar logo a Macapá. Podem me achar no Facebook!
Perfil
Entrevistado. Roberto Martins Figueiredo ficou conhecido como Dr. Bactéria ao participar do quadro ‘Tá limpo’ do programa Fantástico. Na série, ele falava dos perigos microscópicos que se escondem no cotidiano, esclarecendo dúvidas sobre contaminação de alimentos, higiene, saúde pública e temas relacionados. Especializado em Saúde Pública e em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e em Engenharia da Qualidade pela Universidade de São Paulo (USP), Roberto Figueiredo é autor dos seguintes livros Guia prático para evitar doenças veiculadas por alimentos (Editora Manole); Programa de redução de patógenos (Editora Manole, 2002); As armadilhas de uma cozinha (Editora Manole, 2002); entre outras publicações.
domingo, 28 de maio de 2017
OPINIÃO | Motivos para continuar acreditando no Brasil, por Carlos Bretos.
Bom dia amigos, o post é um pouco longo mas é uma experiencia pessoal que acredito vale a pena compartilhar.
Ha cerca de 10 dias fui convidado a participar de um painel de debates aqui em Miami sobre prognósticos para o Brasil, no que aceitei prontamente porque acredito que um dos principais papeis de um executivo fora de seu país é o de ser um embaixador, realista com relação aos problemas do nosso país mas sobretudo sabendo valorizar o que temos de bom no Brasil e na essência dos brasileiros.
Pois bem, o evento ocorreu ONTEM, ou seja entre o convite e o evento, a capacidade de fazer prognósticos de curto prazo foi a zero o que também contribuiu para uma audiência ansiosa de quase 100 pessoas.
Então discorri do que é o país e que não mudou com esta crise: uma das 10 maiores economias do mundo, 2º maior produtor de alimentos e grãos do mundo, um dos maiores produtores de minério do mundo, sistema financeiro mais desenvolvido do mundo, pais que hospeda 400 subsidiarias das 500 maiores empresas do mundo, maior classe C da AL, etc, etc.
Também não mudou nem o senso de humor e nem a resiliência do brasileiro, descrita por meu amigo e escritor Eid Salomi como "Brasiliencia" e nossa capacidade de sobreviver a inflações de 90% ao mês, de acordar com as finanças pessoais e empresariais bloqueadas e com apenas R$50 na conta para sobreviver... e sobrevivemos... porque o Brasil e os brasileiros são muito maiores que alguns grupos de pessoas que visam exclusivamente seus interesses pessoais. As pessoas entram e saem de cena mas o país fica, pela riqueza natural e humana.
Meu ultimo tópico foi sobre o que esta mudando com esta crise e foi quando falei, como brasileiro que sou, que vejo o Brasil com papel de liderança mundial na aplicação da justiça em todos os níveis, com uma policia federal e promotoria agindo autonomamente e em todos os níveis para tratar de esclarecer os fatos e penalizar quem tiver que ser penalizado. Se de um lado cresce o sentimento de revolta por traição daqueles que deveriam governar para o povo, o clamor de justiça e a mobilização popular trouxeram ao cenário o suporte e a blindagem necessárias para esta autonomia.
E aí meu amigos, ouvi de americanos, europeus e latino-americanos presentes que todos estavam orgulhosos do que estava acontecendo no Brasil e que esperam que um dia, por mais utópico que possa lhes parecer, que o mesmo ocorra em seus países pois o ambiente de corrupção, desvios e desmandos existe igualmente em todos os rincões do mundo.
Apenas compartilho para tentar com este post sensibilizar a cada um de vocês, a manterem a fé no país e apoio incondicional à lava-jato e que estejamos todos seguros, que se por um lado há incertezas na nossa cara, que este momento tem tudo para levar as instituições politicas e empresariais a um nível de profissionalização jamais experimentado no país. Já imaginaram todo este dinheiro citado nas investigações colocado em favor de programas sociais e de melhoria de vida da nossa população?
E que nos livremos do complexo de vira-latas que nos acompanha desde 1500 e levantemos a cabeça pois o Brasil está se limpando por si próprio e dando uma aula para o mundo de que é possível mudar uma herança maldita! Dói, machuca mas o resultado tem tudo para ser muito bom pelo menos para as próximas gerações que virão.
Aos meus amigos jornalistas, um apelo: que joguemos mais luz e manchetes às coisas boas que temos e que somos. O Brasil é um país gigante!
Carlos Bretos, Vice Presidente & General Manager da Lexmark América Latina.
sábado, 27 de maio de 2017
TECNOLOGIA | Equipamento que não te deixa "fora da área de cobertura"
LIGUE, ENVIE MENSAGENS E RASTREIE EM QUALQUER LUGAR
Os rastreadores SPOT fornecem comunicação extrema via satélite, em qualquer lugar do mundo. Faça ligações, envie mensagens, compartilhe localizações e rastreie seus bens. A SPOT usa tecnologia via satélite para manter você conectado às pessoas e coisas que importam, com a rede satelital mais moderna do mercado.
O SPOT GEN3 envia mensagens, compartilha sua localização e aciona serviços de emergência, permitindo que você se comunique nos locais mais remotos no mundo. Oferece opções customizáveis de rastreamento, ativação por movimento, melhor economia das pilhas e outros benefícios!
O SPOT GEN3 envia mensagens, compartilha sua localização e aciona serviços de emergência, permitindo que você se comunique nos locais mais remotos no mundo. Oferece opções customizáveis de rastreamento, ativação por movimento, melhor economia das pilhas e outros benefícios!
QUEM PRECISA DO SPOT GEN3?
Qualquer pessoa que viaje em terra, ar ou mar! Desde o seu lançamento no mercado, a tecnologia satelital SPOT já iniciou mais de 4.000 resgates no mundo inteiro, e o número só cresce! Amantes da natureza, mochileiros, atletas outdoor, agentes do governo, fotógrafos, aventureiros e pesquisadores são alguns dos usuários que aproveitam os benefícios SPOT!
Como a SPOT continua crescendo, nos mantemos comprometidos a oferecer assistência acessível para aqueles que precisam. Qualquer um pode aproveitar a tecnologia satelital. Rastreie objetos valiosos e receba mensagens de texto ou email quando o movimento for detectado.
· Sistema de satélites GPS fornece sinal
· O chip GPS contido dentro dos dispositivos SPOT determina sua localização e a envia juntamente com suas mensagens para os satélites de comunicação
· Os satélites de comunicação retransmitem suas mensagens para antenas satelitais específicas ao redor do mundo
· As antenas satelitais direcionam sua localização e mensagens para a rede apropriada
· Sua localização e mensagens são entregues de acordo com suas instruções através de email, SMS ou notificação de emergência para a Central de Coordenação de Resgates GEOS
Mapas de Cobertura SPOT
As áreas de cobertura praticamente incluem todos os Estados Unidos continentais, o Canadá, o México, a Europa e Austrália, porções da América do Sul, Norte da África e Nordeste da Ásia, e centenas ou milhares de milhas /quilômetros no litoral dessas áreas (offshore). Por favor, consulte http://www. findmespot.com para as atuais áreas de cobertura. Na Rússia, a exatidão do GPS do seu SPOT é limitada (degrada) de acordo com os regulamentos russos restringindo a exatidão do desempenho de GPS para dispositivos utilizados na Rússia.
Danielle Campos
Assistente Comercial
Tel: +55 (31) 3296-5009
Cel: +55 (31) 98892-1421
Skype: danielle.briskcom@gmail.com
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sexta-feira, 26 de maio de 2017
Turismo Cervejeiro em Curitiba: confira indicações de cervejarias na capital paranaense
Cervejarias em Curitiba para conhecer
Curitiba é um dos polos cervejeiros do Brasil, com muitas microcervejarias premiadas e que estão na ativa há um bom tempo — como, por exemplo, a veterana Bier Hoff, fundada em 2002. Conhecida pela mobilidade urbana, temperaturas amenas (leia-se: frio!) e apelo ecológico, Curitiba permite fazer alguns roteiros na base do transporte público e Uber, apesar de boa parte das microcervejarias estarem concentradas nos arredores da cidade e nos municípios da Região Metropolitana.
Para quem planeja um passeio cervejeiro por Curitiba ou já está na região e quer conhecer de perto as suas microcervejarias locais preferidas, o sommelier de cervejas Pedro Paranhos, da rede curitibana especializada em rótulos artesanais Mestre-Cervejeiro.com - a maior do seu segmento em atividade hoje -, separou algumas dicas bem bacanas. Confira abaixo informações sobre visitas às fábricas e um mapa com todas as localizações para facilitar a organização do seu roteiro.
Cervejarias em Curitiba para conhecer
Asgard Cervejaria
Endereço: R. Brigadeiro Franco, 3388 – Água Verde – 80250-030 – Curitiba, PR
Telefone: (41) 3333-0001
Visitas à fábrica: Mediante consulta por telefone.
Bastards Brewing
Endereço: R. Paranavaí, 1142 – Emiliano Perneta – 83324-390 – Pinhais, PR
Telefone: (41) 3557-2207
Visitas à fábrica: Segunda a sexta, horários a combinar, para grupos de pelo menos 5 pessoas. Necessário agendamento prévio. Custo: R$ 20 / pessoa, ganha copo de vidro e degustação das cervejas disponíveis nos tanques.
Bier Hoff
Endereço: R. William Booth, 2950 – Boqueirão – 81730-080 – Curitiba, PR
Telefone: (41) 3093-0303
Visitas à fábrica: Aos sábados pela manhã, possibilidade para grupos em outros dias. Necessário agendamento prévio.
Bodebrown
Endereço: R. Carlos de Laet, 1015 – Hauer – 81610-050 – Curitiba, PR
Telefone: (41) 3082-6354
Visitas à fábrica: Todo sábado às 11h00. Não é necessário agendamento prévio.
Gauden Bier
Endereço: Av. Manoel Ribas – Santa Felicidade – 82320-060 – Curitiba, PR
Telefone: (41) 3273-6666
Visitas à fábrica: Sexta às 16h00 ou sábado às 10h00. Custo: R$ 15 / pessoa (inclui degustação). Necessário agendamento prévio.
Cervejaria Klein
Endereço: R. Augusto Dering Sobrinho, 450 – Vila Ferrari – 83606-320 – Campo Largo, PR
Telefone: (41) 3292-6909
Visitas à fábrica: Mediante consulta por telefone.
Swamp Brewing
Endereço: R. William Booth, 3015 – Boqueirão – 81730-080 – Curitiba/PR
Telefone: (41) 3402-9099
Visitas à fábrica: Aos sábados, entre 12h e 19h. Não é necessário agendamento prévio.
Way Beer
Endereço: Rua Pérola, 331 – Emiliano Perneta – 83325-200 – Pinhais, PR
Telefone: (41) 3653-8853, falar com a loja.
Visitas à fábrica: Terças às 10h00, quintas às 14h30. Para grupos é possível verificar outros dias / horários. Custo: R$ 20 / pessoa, inclui degustação de 3 cervejas. Necessário agendamento prévio.
Wensky Bier
Endereço: BR 476 (Rodovia do Xisto), 5781 – Sabiá – 83705-175 – Araucária, PR
Telefone: (41) 3625-2915
Visitas à fábrica: Uma vez por mês no evento “Fábrica aberta”. Verificar por telefone ou no Facebook da cervejaria.
Onde encontrar os rótulos dessas cervejarias para degustar:
Uma das unidades da rede curitibana Mestre-Cervejeiro.com espalhadas pelo país, a loja do Ecoville fica na Rua Deputado Heitor Alencar Furtado, 1623 - Loja 3 -, no bairro de Mossunguê. Possui em seu portfólio mais de 150 rótulos - nacionais e importados -, com destaques para xxxxx, além de um mix de produtos, como camisetas da marca, kits cervejeiros, taças, copos e petiscos gourmet.
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