sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Vendas no varejo amapaense caem 2,9% em novembro, diz IBGE


Período
Varejo
Varejo Ampliado
Volume de vendas
Receita nominal
Volume de vendas
Receita nominal
Novembro / Outubro
-2,9%
-2,0%
-
-
Novembro 2015 / Novembro 2014
-27,4%
-20,75
-26,8%
-21,7%
Acumulado 2015
-10,9%
-4,4%
-11,6%
-6,3%
Acumulado 12 meses
-9,2%
-2,8%
-10,2%
-5,1%



Na passagem de outubro para novembro de 2015, o volume de vendas no comércio varejista amapaense apresentou queda de -2,9% na série ajustada sazonalmente. Na comparação com igual mês do ano anterior, o setor varejista mostrou queda de -27,4% em novembro de 2015. Em ambas as séries, foi o pior resultado entre as unidades da federação. 

Resultados do varejo foram positivos em 19 das 27 unidades da federação 

Na passagem de outubro para novembro de 2015, série com ajuste sazonal, as vendas no varejo foram positivas para 19 das 27 Unidades da Federação, com as maiores taxas de variação sendo observadas no Pará (3,0%) e Roraima (2,9%). Por outro lado, Amapá (-2,9%) e Paraná (-1,6%) formaram os estados com recuos mais acentuados nessa comparação. 
Frente a novembro de 2014, série sem ajuste sazonal, o comércio varejista registrou queda em 26 dos 27 estados para o volume de vendas, com destaque em termos de magnitude para: Amapá, com -27,4%. Somente Roraima (4,0%) apresentou aumento do volume das vendas em novembro. Quanto à participação na composição da taxa negativa do varejo, destacaram-se, pela ordem: São Paulo (-6,0%); Rio Grande do Sul (-10,9%), seguido por Paraná (-10,0%) e Santa Catarina (-11,3%). 
Também no comércio varejista ampliado, todas as 27 Unidades da Federação apresentaram variações negativas na comparação com novembro do ano passado. Em termos de volume de vendas, destacaram-se Amapá com -26,8%; Tocantins (-24,2%); Espírito Santo (-22,8%) e Goiás (-21,7%). Vale observar que os estados com maior impacto negativo foram São Paulo, com taxa de -6,9% e Rio de Janeiro (-15,1%). 
Unidade Estadual do IBGE no Amapá




Joel Lima da Silva
Supervisor de Disseminação de Informações 

SAÚDE | Mercado de produtos naturais ganha espaço em Macapá

O número de lojas especializadas e de supermercados com espaços reservados para produtos naturais cresceu na capital. Empresários amapaenses apostam neste segmento para suprir a necessidade de pessoas que buscam mais qualidade de vida.

É o caso da blogueira e estudante de design, Gabriela Oliveira. Ela conta que há um ano vem adquirindo hábitos mais saudáveis, tanto para ela quanto para o meio ambiente. “Preocupo-me em saber sobre os alimentos que estou ingerindo e tenho o cuidado de saber de onde eles vieram, como foram cuidados e quais substâncias eles foram expostos antes de chegar na minha mesa”, explica. Ela garante que opção por uma vida mais natural proporciona mais leveza e energia.

PROCURA E OFERTA - Esta demanda por alimentação e vida mais saudável pode ser identificada pelo aumento no número de lojas de produtos e suplementos naturais, assim como restaurantes com cardápios mais balanceados, em Macapá. A exemplo, a franquia Promel, instalada no Amapá Garden Shopping no início de janeiro deste ano.

“Observamos essa procura por alimentos e medicamentos naturais aqui Amapá. E, a franquia utiliza em suas formulações matérias primas e insumos naturais de fornecedores certificados, trazendo confiança e segurança à saúde e bem estar dos consumidores”, assegura o empresário, Alexsander Guimarães.

Sobre a PROMEL – A marca que é conhecida e respeitada nacionalmente e internacionalmente, abriu um quiosque no Amapá Garden Shopping no dia 06 de janeiro desde ano.  Especializada em produção e comercialização de produtos e alimentos naturais como chás, detox, óleos naturais, mel, vitaminas, minerais e vários outros produtos alimentares. É devidamente registrada nos órgãos do Ministério da Agricutura (MAPA-ES), Ministério da Saúde (MS), Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e no Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV-ES). Em 2007 teve início à ampliação de novas e modernas instalações, implantando um moderno e rigoroso controle de qualidade desde a matéria prima até os consumidores.

Coluna Argumentos, quinta-feira, dia 14 de janeiro de 2016.

Nicho

O número de lojas especializadas e de supermercados com espaços reservados para produtos naturais cresceu na capital. Empresários amapaenses apostam neste segmento para suprir a necessidade de pessoas que buscam mais qualidade de vida.

Personagem

É o caso da blogueira e estudante de design, Gabriela Oliveira. Ela conta que há um ano vem adquirindo hábitos mais saudáveis, tanto para ela quanto para o meio ambiente. Mais em Blog do Cleber Barbosa.

Forte

Amanhã os vários espaços da Fortaleza de São José de Macapá ganharão as cores e o encantar dos contadores de histórias da cidade de Macapá, no projeto “Memórias da Amazônia”. Ela completa niver dia 4.

Histórias

Duas oficinas serão ministradas pelo professor e contador de histórias Joca Monteiro que abordará técnicas de interpretação para arte de contar histórias e sua mais recente pesquisa. Bela oportunidade.

Últimas

Jorge Amanajás, novo titular da Setrap, percorre órgãos de imprensa e fala com desenvoltura dos projetos da pasta. Enquanto isso, ex Monterrozo é cotado para a Caesa; e Torres para a Seinf.

Herói
O navio “Amapá”, que foi incorporado à Armada em 1976, chega aos 40 anos em plena atividade. E tem muita gente por aqui querendo que a Marinha do Brasil autorize sua vinda ao estado que lhe empresta o nome. Ele serve em Manaus, onde é chamado de “Patrulheiro da Amazônia”.

Honra

O curso de Direito da Unifap recebeu pela segunda vez consecutiva o selo de qualidade “Recomenda OAB” da Ordem dos Advogados do Brasil. A entrega ocorreu em Brasília, com reitores e representantes das faculdades em cerimônia com a presença do ministro da educação, Aluísio Mercadante.

Destaque

Dentre as 1.300 instituições de ensino jurídico brasileiras, apenas 139 receberam o selo outorgado pela OAB. A Unifap foi a única no Amapá. A pró-reitora de graduação, Leila Feio, e a coordenadora do curso de Direito, Juliana Pedro, representaram a Instituição durante a cerimônia de entrega.

Mais

A reitora da Unifap, Eliane Superti, avaliou a entrega do selo de qualidade como o reconhecimento do esforço que se tem feito para aprimorar o ensino jurídico necessário para a consolidação e fortalecimento das instituições do Amapá. E no futuro tem avaliação de Medicina.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

ENTREVISTA | "Cotidianamente a gente sente a presença do racismo"

Danilo Silva. Em entrevista à Diário FM, o advogado diz que é preciso admitir que o racismo ainda existe.
Apesar de ainda jovem, o advogado amapaense Danilo Silva demonstra muita maturidade ao abordar com muito realismo aquilo que muita gente insiste em esconder no país: o racismo. Ele acaba de assumir a presidência da Comissão da Verdade sobre a Escravidão Negra no Brasil, um colegiado que passa a fazer parte das seccionais da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Ele foi entrevistado pelo jornalista Cleber Barbosa, durante o programa Conexão Brasília, pela rádio Diário FM, ocasião em que falou abertamente sobre o problema que ele mesmo diz já ter sentido. Na pele. Para o advogado, a primeira dificuldade é admitir que o preconceito racial ainda existe e precisa ser combatido, com muito diálogo e informação. Os principais trechos da conversa o Diário do Amapá publica a seguir. 

Por Cleber Barbosa
Da Redação


Diário do Amapá – O senhor acaba de ser nomeado para presidir a Comissão da Verdade Sobre a Escravidão Negra na OAB local, um grande desafio, não é?
Danilo Silva – Exatamente, essa comissão é bem nova na OAB. No Conselho Federal ela tem apenas dois anos e aqui no Amapá ela está em fase de implementação ainda. Ela já foi criada, fui nomeado presidente e agora estamos formando a comissão, a ser composta por vários advogados, por membros da sociedade civil e também do Judiciário e do Ministério Público que queiram contribuir com esse trabalho.

Diário – E como ela surgiu, qual é o mote de sua atuação?
Danilo – Tal como foi a Comissão da Verdade, para investigar os crimes na Ditadura Militar, crimes de torturas, homicídios, essa Comissão da Verdade na OAB surgiu com o intuito de investigar quais crimes, quem cometeu esses crimes e onde foram cometidos esses crimes que possibilitaram a escravidão negra no Brasil.

Diário – Pelos dados que o senhor dispõe, dá pra dizer onde e quando surgiu a escravidão?
Danilo – Bom, a escravidão existe desde que o mundo é mundo, em vários continentes, com os hebreus, com os chineses, enfim. Já a escravidão negra iniciou com as grandes navegações, na época da corrida entre Portugal e Espanha. Quando Cristóvão Colombo chegou à África, ele viu que as pessoas tinham a pele escura e se espantou, pensando inicialmente que era por questões geográficas que as pessoas tinham pele negra. Levantou a teoria de que eram serem humanos primitivos e a partir daí iniciou-se o tráfico intercontinental de escravos, se espalhando pelo mudo. A escravidão negra foi a maior barbárie que já ocorreu na história da humanidade.

Diário – E, claro, acabou chegando ao Brasil com os portugueses, é isso?
Danilo – Não só com os portugueses, mas também com os espanhóis e todos os mercadores europeus de escravos, como holandeses, franceses. A África, em vinte anos, foi noventa por cento colonizada.

Diário – No Brasil coube à princesa Isabel abolir a escravidão, mesmo que muitas pessoas questionem o cenário em que isso se deu, não é?
Danilo – A princesa Isabel tinha apenas dezenove anos de idade quando assinou a Lei Áurea, num momento em que havia vários movimentos abolicionistas, numa pressão especialmente dos países que já haviam abolido a escravidão e estavam atrás de mercados consumidores. Vale ressaltar que esses movimentos abolicionistas internos não eram antirracistas, pois existiam muitos outros que eram.

Diário – Qual seu pensamento sobre a políticas de cotas para negros em vestibulares e também concursos públicos, pois há quem critique dizendo que a reserva de cotas já é algo discriminatório?
Danilo – Bom, como é de se esperar somos a favor, claro, pois entendemos ser uma política afirmativa, e afirmativa de direitos, pois se enquadra na Constituição como promoção da igualdade racial. O principal argumento de quem é contra, e que a gente escuta muito por aí, é dizer que aprovar as cotas é como se estivesse declarando publicamente que o negro é incapaz. Ora, essa teoria cai por terra a partir do momento que a gente pega os dados dos estudantes que ingressaram na universidade pública através da política de cotas. A taxa de evasão escolar é muito menor do que os alunos não cotistas. As notas são melhores, o esforço e a produção são maiores também, ou seja, a gente sabe que não existe diferença biológica entre um negro e um branco, não existe diferença intelectual. A grande fundamentação das cotas é a diferença de condições, pois a maioria afrodescendente é pobre e não tem as mesmas condições que a maioria eurodescendente, de pele clara e de classe média ou alta.

Diário – Há uma dívida histórica com a população afrodescendente.
Danilo – Gosto de citar sempre o exemplo do juiz federal William Douglas, chamado o mago dos concursos, que durante muito tempo foi contra [a política de cotas], mas que hoje é a favor. O que fez ele mudar de opinião? Ele é professor voluntário nesses cursinhos pré-vestibulares para pessoas carentes e viu que a maioria é negra. Ele publicou um artigo sobre isso, explicando as razões para ter mudado de opinião. Disse ter visto o esforço dessa população de acordar cedo, pegar ônibus, ir muitas vezes com fome só para estudar, enquanto que a filha dele que mora bem, uma boa estrutura, tem de tudo, possui muito mais condições de ascender na vida.

Diário – O senhor já tinha uma história de militância no movimento negro no Amapá?
Danilo – Não tinha não, apesar de ser simpatizante desde sempre, apesar de sofrer violência racial desde sempre, é uma coisa incomum que todo negro tem essa vontade, essa garra de lutar e mudar isso. A oportunidade que eu vi veio depois de me profissionalizar, me tornar advogado, enfim, cheguei à conclusão de que poderia contribuir para mudar esse cenário. É muito fácil a gente ficar em nossa zona de conforto, ficar em casa no sofá vendo os outros fazerem as coisas, enfim, poucas pessoas têm essa iniciativa de virar protagonista de mudanças. Então veio essa oportunidade com a Comissão dentro da OAB e ela tem um trabalho muito importante para ser feito pelo país, então o Amapá não poderia ficar de fora.

Diário – Que tipo de violência racial o senhor já foi vítima?
Danilo – Cotidianamente a gente sente a presença do racismo. Quando a gente entra num mercado, por exemplo, quando o segurança fica andando atrás de você; quando a gente entra numa loja e as pessoas não te tratam bem, a não ser quando você está em vestido. Nunca me esqueço quando uma vez em Castanhal, no Pará, quando caminhava numa tarde pelas ruas do comércio quando percebi que as pessoas iam fechando as portas das lojas; depois na faixa de pedestre via as pessoas levantando o vidro dos carros quando eu me aproximava, enfim, nesse dia eu me senti muito mal realmente.

Diário – O que precisa ser feito para se eliminar o racismo doutor?
Danilo – Bom, a gente precisa desconstruir o mito da democracia racial que existe no Brasil, que é de afirmar que negros e brancos convivem harmoniosamente, de que não existe racismo no país; e que o negro tem ascensão social igualmente ao branco; enfim, o que não é verdade.

Diário – Ou seja, primeiro é preciso admitir que o problema existe?
Danilo – É, no Brasil as pessoas querem admitir a inexistência do racismo e pior do que isso, não admitir que é preciso dialogar sobre isso, as instituições, as escolas, as famílias, enfim, acreditam veementemente que não precisam debater sobre isso. É uma realidade que a gente precisa mudar trazendo para a ordem do dia o debate sobre discriminação, racismo, políticas de cotas, pois o que falta para a maioria da população realmente é informação. O combate ao racismo e a promoção da igualdade racial hoje tem força de emenda constitucional no Brasil, pois foi aprovada nas duas casas do Congresso Nacional, em dois turnos e por maioria absoluta. É aí que entram as políticas afirmativas de direito que eu me referi no começo, cujo objetivo é incluir os negros em outras classes da pirâmide social.

Perfil...

Entrevistado
. O advogado Danilo José Martins Silva tem 26 anos de idade, é amapaense nascido em Macapá. É casado com o biomédica Andréia Barbosa com quem espera seu primeiro filho para março. É formado em Direito pela Faculdade Estácio de Macapá, especialista em Direito Previdenciário. Foi estagiário da Advocacia Geral da União, na Procuradoria da Fazenda e no Departamento Previdenciário; também estagiou no Tribunal de Justiça do Estado do Amapá, no Juizado Especial Norte; é músico e compositor, tendo inclusive tocado na noite antes da formação acadêmica. Acaba de ser nomeado para presidir a Comissão da Verdade sobre a Escravidão Negra no Brasil, colegiado que está sendo implantado em todas as Seccionais da OAB.

Publicado no Diário do Amapá

ABAV Nacional apresenta Jerusa Hara como supervisora de eventos

Presidente da ABAV Nacional, Edmar Bull, com Jerusa Hara


A ABAV Nacional anuncia mais um reforço em sua equipe para 2016 com a contratação de Jerusa Hara como supervisora de eventos. A profissional traz para a entidade sua experiência na área, e terá o foco concentrado nas atividades envolvidas na  realização da ABAV – Expo Internacional de Turismo.
"Com a supervisão de Jerusa Hara, poderemos assegurar um atendimento mais assertivo às necessidades dos nossos expositores. Esse é um mercado que ela conhece muito bem, até porque é egressa da Promo Inteligência Turística, nossa empresa parceira na organização, promoção e comercialização da ABAV Expo, onde atuou por quatro anos, e com a qual trabalhará em estreita colaboração", afirma o presidente da ABAV Nacional, Edmar Bull.
Além da própria ABAV Expo, Jerusa Hara reúne experiência profissional adquirida em outras grandes feiras do setor, como Fispal Food Service, ABF Franchising Expo e Salão do Turismo. "Acredito que 2016 será um ano de muitos desafios para o turismo, para a economia e para o fortalecimento do país. Sinto-me muito estimulada para sugerir soluções, estratégias e oportunidades para que a ABAV Expo cresça e se fortaleça, mantendo seu lugar de destaque no mercado nacional e internacional e seguindo como a referência que é no segmento de eventos", ressalta Jerusa.
Jerusa Hara atuará na sede da entidade, em São Paulo, e pode ser contatada pelo telefone (11) 3155-3077 ou via e-mail jerusa.hara@abav.com.br .  

Mais informações para a imprensa:
Fátima Gatoeiro
Supervisora de Comunicação / ABAV Nacional
Tel.: (11) 3155-3073
E-mail: comunicacao@abav.com.br
Site: www.abav.com.br

Curso de Direito da Unifap recebe selo “Recomenda OAB” pelo segundo ano consecutivo

O curso de Direito da Universidade Federal do Amapá (Unifap) recebeu pela segunda vez consecutiva o selo de qualidade “Recomenda OAB” da Ordem dos Advogados do Brasil. A entrega do mérito ocorreu na manhã desta quarta-feira (13), em Brasília, com a presença de reitores e representantes das faculdades em cerimônia com a presença do ministro da educação, Aluísio Mercadante, e do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski.

Em sua quinta edição, o "Recomenda OAB" selecionou as faculdades com base no índice de aprovação de seus alunos nos exames da Ordem, que possibilitam ao bacharel exercer a profissão de advogado, e, também, no conceito obtido pelas escolas no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), do Ministério da Educação, que avalia o desempenho dos estudantes em relação aos conteúdos ensinados nos cursos.

Dentre as 1300 instituições de ensino jurídico brasileiras, apenas 139 receberam o selo. A Unifap foi a única no Amapá. A pró-reitora de graduação, Leila Feio, e a coordenadora do curso de Direito, Juliana Pedro, representaram a Instituição durante a cerimônia de entrega. Juliana Pedro ressaltou a dedicação dos acadêmicos ao longo dos anos e o desejo de que o curso e a Universidade continuem evoluindo para assegurar a garantia da oferta do ensino superior do Direito com qualidade ao estado. 

Opinião compartilhada pela reitora Eliane Superti que avaliou a entrega do selo de qualidade como o reconhecimento do esforço que se tem feito para aprimorar o ensino jurídico necessário para a consolidação e fortalecimento das instituições do Amapá.

A parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que proporcionou a 14 professores da Unifap a possibilidade de cursar doutorado específico na área, e o processo profundo do próprio colegiado de repensar seus projetos pedagógicos foram apontados pela reitora Superti como fatores que colaboram para o aprimoramento do curso e consequente consideração concedida pela OAB em dois anos consecutivos.

Atualmente 25 professores fazem parte do colegiado do curso de Direito e atendem um universo de, aproximadamente, 200 acadêmicos.

Universidade Federal do Amapá
Assessoria de Comunicação
3312-1704

SENAI realiza processo seletivo para contratação de funcionários para Macapá e região do Vale do Jari

Macapá – Interessados em compor o quadro de funcionários do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) do Amapá podem participar do processo seletivo para contratação de pessoal e constituição de cadastro reserva para diversas funções. O processo prevê fases classificatórias e eliminatórias de análise curricular, prova objetiva e entrevista.

Serão contratados profissionais com formação técnica e superior. Os concorrentes classificados às vagas de instrutor serão chamados para ministrar micro aula e serão avaliados pedagogicamente.

Os candidatos devem se inscrever até o dia 1º de fevereiro, pelo site: www.ap.senai.br, ou na Gerência de Recursos Humanos, na Casa da Indústria.  Há vagas para os seguintes cargos: Analista Operacional – Educação a Distância, Coordenador de Unidade, Técnico Operacional – Bibliotecário, Instrutor II – Confecção e Moda, Instrutor Horista – Nível A – Mecânica Automotiva, Instrutor Horista – Nível A – Refrigeração, Instrutor Horista – Nível B – Segurança do Trabalho, e Instrutor II – Metalmecânica.

Para atuar na unidade do Vale do Jari estão sendo disponibilizadas as vagas de Instrutor I – Eletrotécnica e Instrutor II – Eletroeletrônica.

A participação no Processo Seletivo é vedada às pessoas que possuem vínculo de parentesco, natural ou civil, com dirigentes ou empregados do SESI ou do SENAI do Amapá.

Mais informações podem ser obtidas no Comunicado de Processo Seletivo Nº 001/2016, disponível no site: www.ap.senai.br, a partir do dia 14 de janeiro.



ATENDIMENTO À IMPRENSA
Gerência de Comunicação Corporativa SESI/SENAI - AP
Contato: (96) 3084-8944

Fortaleza de São de José de Macapá receberá contadores de histórias

Do dia 15 a 17 de Janeiro, os vários espaços da Fortaleza ganharão as cores e o encantar dos contadores de histórias da cidade de Macapá em Memórias da Amazônia.

Durante o final de semana os contadores de histórias locais se encontraram para aperfeiçoar sua técnica, socializar conhecimentos e discutir o papel do contador de Histórias enquanto agente transformador da sociedade.

Na pauta do encontro destaca-se também as peculiaridades do Contador de Histórias da Amazônia e a luta nacional pela profissão do Contador de Histórias, essa ultima ressalta O projeto de Lei nº 4005/2012, proposto pela Deputada Federal Érika Kokay, que prevê a Semana Nacional dos Contadores de História como data fundamental no calendário anual da educação básica no Brasil e com ela uma serie de benefícios aos contadores brasileiros.

Duas oficinas serão ministradas pelo professor e contador de histórias Joca Monteiro que abordará técnicas de interpretação para arte de contar histórias e sua mais recente pesquisa, a encantaria amazônica no contar histórias.

“A encantaria é uma peculiaridade do contador de histórias da Amazônia, que usa dessa ferramenta ancestral para ministrar a palavra e alcançar as pessoas no universo do imaginário, acessando o lúdico e deixando os benefícios das histórias aos alcançadas” – Joca Monteiro.

Joca que organiza o evento junto com o movimento de contadores de histórias,  também destaca que a Fortaleza de São José foi escolhida como cenário pela sua grande importância histórica na Amazônia, sua beleza e as inúmeras possibilidades de exercitar o contar dos contadores.

“Os contos de donzelas serão contados na capela, no calabouço as histórias do bom moço, no revelim basta olhar e ouvir as histórias das muralhas dali, e as histórias de arrepiar e apertar o coração serão contadas na casa mata, na prisão” – Completa com poesia.

O encontro receberá, professores, artistas, acadêmicos de várias áreas, crianças, mães, pais e avós que se  se identificam como contadores de histórias.

Para mim, não importa se a história é alegre ou triste, se fictícia ou verdadeira, o que importa é que existam pessoas que se disponham a manter a cessa a chama do transmitir perpetuando as emoções – Lu de Oliveira – Movimento de Contadores de Histórias do Amapá.

O evento é gratuito e livre para todas as idades.

Segue a programação:
Dia 15:
- 14h:  Oficina: Interpretação para arte de contar Histórias
- 17h: Cadastro de Contadores de Histórias locais

Dia 16
- 14h: Oficina: A encantaria amazônica no contar histórias
- 17hOs avanços da luta Nacional pela profissão do Contador de histórias

Dia 17
 - 17h Mostra de contadores de histórias para o público em geral

Inscrições e informações: watt 96 991885841

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Hidrelétrica Coaracy Nunes completa 40 anos interligada ao SIN

“Pedra fundamental, berço, escola, pioneira, mola propulsora da Eletronorte”, são alguns dos títulos e registros poéticos dados à primeira hidrelétrica da Eletrobras Eletronorte na Amazônia brasileira, instalada na vila do Paredão, distrito do atual município de Ferreira Gomes, a 140 km da Capital do meio do mundo, Macapá, oficialmente batizada de Usina Hidrelétrica Coaracy Nunes (UHCN), em homenagem ao Deputado Federal que abraçou o projeto de construção da Hidrelétrica.

Inaugurada oficialmente em 13 de janeiro de 1976, pelo Presidente da República à época, Ernesto Geisel, dois anos após a criação da Eletronorte, a história da Hidrelétrica do Paredão conta, na verdade, com mais de seis décadas de desafios e trabalhos árduos de desbravadores que abriram caminhos para pesquisas, projetos, construção civil, engenharia, operação, manutenção, inovação tecnológica, até chegar a ser um dos monumentos mais importantes da região central do Amapá.

Várias homenagens serão feitas no decorrer de 2016, para marcar as quatro décadas de geração energética destinada ao desenvolvimento do então Território Federal, hoje Estado do Amapá, o qual até setembro de 2015 recebeu toda a geração da UHCN, somada à produção da Usina Térmica Santana, para atender a população amapaense. Com a interligação do Amapá ao Sistema Nacional, no ano passado, atualmente a antiga UHCN integra a modernidade energética e gera energia para o mercado brasileiro.

“A palavra da vez da Diretoria da Eletrobras Eletronorte é inovação! E nós já estamos vivendo a novidade da interligação do Amapá ao SIN, oficializado no dia 13 de setembro de 2015, por meio do linhão de Tucuruí, incluindo novas hidrelétricas construídas nos rios Jari e Araguari, além da nossa Usina Hidrelétrica Coaracy Nunes (UHCN), no Paredão, a primeira da Amazônia brasileira. O desenvolvimento histórico mostra como mudou a relação da Eletronorte com o Amapá a partir da integração ao Sistema Nacional Interligado (SIN)”, comentou o Gerente.

Jorge Pelaes, com vinte e sete anos de trabalho na Usina, e há treze anos Gerente da UHCN, considera a Hidrelétrica uma verdadeira escola de conhecimentos e aperfeiçoamentos
técnicos, tanto para ele como para outros empregados, inclusive de outros estados. Na reunião de encerramento do exercício 2015 da Eletrobras Eletronorte no Amapá, Pelaes declarou
que além de um ano comemorativo, 2016 será também um ano de muitos desafios, com metas arrojadas.

“Cremos totalmente na capacidade do nosso pessoal e da empresa toda, e agora temos um contrato de gestão para cumprirmos e darmos conta das mudanças, que a princípio parecem ser difíceis,
mas sabemos que são necessárias. Pedimos a Deus que em 2016 possamos atingir nossos objetivos e creio que estamos preparados para as inovações, como a operação sistêmica e outros desafios,
para podermos nos desenvolver cada dia mais e estarmos integrados nesta nova visão empresarial”, ressaltou Pelaes.

Uma das homenagens aos 40 anos da UHCN está sendo produzida pela área de Comunicação da sede, em Brasília, em parceria com a da Regional do Amapá, por meio da sétima arte,
um filme com imagens exclusivas e testemunhos emocionantes de pessoas que escreveram e escrevem a história da primeira Hidrelétrica da Amazônia brasileira, inspirada em uma cachoeira,
maravilha da natureza, e geradora de energia que impulsionou e fortalece sonhos e realizações de milhares de pessoas que vivem no Amapá.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

DICA DE PASSEIO | Parque Wet’n Wild lança ‘Verão sem Stress’

Promoção inédita para crianças até 10 anos e aulas de Hidro Axé 
aquecem ainda mais as férias no parque aquático

O ano de 2016 começa com tudo no parque aquático Wet’n Wild. Após o período de festas, o empreendimento anuncia a campanha ‘Verão sem Stress’, uma opção para recarregar as energias e também garantir a diversão da família.

Até o dia 05 de fevereiro, o parque estará com uma promoção, inédita na alta temporada, para crianças até 10 anos, com ingresso ao valor de R$ 50,00. Para menores de um metro de altura, o acesso ao parque tem preço fixo de R$ 15,00. “Nossa proposta é promover a alegria e a diversão. Por isso criamos a campanha ‘Verão sem Stress’, que contempla um desconto inédito no ingresso para crianças até 10 anos, além de atividades especiais para toda a família”, explica Bruno Baldacci, gerente de marketing.

Hidro Axé

E para aquecer ainda mais o verão no parque aquático, durante os finais de semana de janeiro, os visitantes terão a oportunidade de se exercitar nas aulas de Hidro Axé. Indicadas para todas as idades, a atividade na água tem benefícios indiscutíveis proporcionando bem-estar e diminuindo as possibilidades de ocorrência de estresse muscular.
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Sobre o Wet’n Wild: O complexo aquático, possui área total de 116 mil m², com capacidade para receber até 12 mil pessoas por dia. Com 25 atrações, que juntas totalizam 7 milhões de litros de água tratada e reciclada, elas estão classificadas como: família, moderadas e radicais, promovendo diversão para todas as idades.
 Serviço*:

Horário de Funcionamento: Segunda a Sexta – 10h às 18h | Sábado e Domingo – 10h às 18h30.
Valores do ingresso:
Promoção ‘Verão sem Stress’ – Crianças até 10 anos: R$ 50,00 (compra pelo WetShop e Bilheterias)
WetShop – parcelamento em até 3x (www.wetshop.com.br) – R$ 85,00 dias de semana   e R$ 105,00 finais de semana e feriados. Combos: 3 pessoas R$ 249,00 dias de semana e R$ 300,00 aos finais de semana e feriados | 5 pessoas R$ 375,00 dias de semana e R$ 450,00 aos finais de semanas e feriados.
Pontos de Vendas – Dias de semana R$ 80,00 e finais de semana e feriados R$100,00.
Bilheterias – R$ 140,00
*Consulte o calendário e mais informações no site.


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Wet’n Wild - Acesso pela Rodovia dos Bandeirantes,km 72 Itupeva, São Paulo
11.4496-8000

ARTIGO | Dia de Santos Reis: origem e tradição

Pórtico dos Reis Magos em NatalRio Grande do Norte,Brasil.
* João Rangel
O Dia de Reis, ou Dia dos Santos Reis, comemorado em 6 de janeiro, tem origem na tradição católica que lembra o dia que Jesus Cristo, recém-nascido, recebeu a visita de três Reis Magos: Belchior, Gaspar e Baltazar, que vieram do oriente, guiados por uma estrela. O evangelista Mateus narrou o acontecimento: Entrando na casa, viram o menino com Maria, sua mãe. Prostrando-se, o adoraram; e, abrindo os seus tesouros, entregaram-lhe suas ofertas: ouro, incenso e mirra. (Mt, 2,11).

A Folia de Reis, grupo que reúne cantadores e instrumentistas para celebrar a data, tem origem portuguesa e chegou ao Brasil no século XVIII. Em Portugal, a manifestação cultural tinha a principal finalidade de divertir o povo. Aqui no Brasil, passou a ter um caráter mais religioso.

Nas localidades que ainda preservam a tradição da Folia de Reis, no período de 24 de dezembro a 6 de janeiro, o grupo percorre a cidade entoando versos alusivos à visita dos Reis, passando de porta em porta em busca de oferendas, que podem variar de um prato de comida a uma simples xícara de café. Em cada casa que é acolhida, a Folia apresenta-se cantando e tocando músicas de louvor a Jesus e aos Santos Reis, em volta do presépio, com muita alegria.

O grupo é liderado pelo Capitão e carrega a Bandeira com o símbolo da Folia. Geralmente feita com tecido e decorada com figuras que representam o menino Jesus, a Bandeira é enfeitada com fitas e flores de plástico, tecido ou papel, sempre costuradas ou presas com alfinetes, nunca amarradas com nós cegos. Segundo a crença, é para não amarrar os foliões ou atrapalhar a caminhada.
Outra figura muito representativa é o palhaço, que usa roupas coloridas, máscara e carrega uma espada ou varinha de madeira. É ele o responsável por abrir passagem para a Folia. Os demais participantes tocam os instrumentos e fazem parte do coro de vozes, com tons diferentes, o que torna o momento muito agradável e singular.

Com versos improvisados de agradecimento pela acolhida, os demais, cada qual na sua voz e vez, repetem os versos cantados pelo Capitão, acompanhados pelos seus instrumentos. Esses instrumentos são enfeitados com fitas e tecidos coloridos. Cada cor possui o seu próprio simbolismo. Rosa, amarelo e azul, podem representar a Virgem Maria; branco e vermelho, o Espírito Santo.
A tradição originada na religiosidade popular, traço marcante de todo continente latino-americano, nos ensina que em 6 de janeiro termina para os católicos os festejos natalinos e, nesse, dia devemos desmontar os presépios e as árvores de Natal.

*João Rangel é graduado em Jornalismo, pós-graduado em Comunicação Social, Mestre e doutorando em Ciências pela PROLAM/USP. Professor e coordenador do Curso de Jornalismo na Faculdade Canção Nova. Professor da Universidade de Taubaté. Membro da Academia Marial do Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida. E autor, juntamente com José Cordeiro, do livro Aparecida Devoção Mariana e a Imagem Padroeira do Brasil.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Delfim Netto: FHC, Collor e D. João VI pedalaram

 

O ex-ministro e economista Delfim Netto voltou a contestar os argumentos da oposição para pedir o afastamento da presidente Dilma Rousseff. “O impeachment é constitucional, mas precisa se pautar por uma violação da presidente. As pedaladas já faziam o Lula, Fernando Henrique, Collor. D. João 6° fez alguma”, disse.

Recentemente, o economista condenou duramente a tentativa de golpe paraguaio, que vem sendo articulada pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG), classificando a medida como "golpezinho" ou "tapetão".

Defendendo que a presidenta Dilma Rousseff é "completamente honesta", ele afirmou que "o respeito à Constituição tem valor para o futuro muito maior do que qualquer golpezinho agora". 

Fonte: vermelho.org.br

sábado, 19 de dezembro de 2015

Os preços doentios dos medicamentos contra o câncer.

O jornal britânico Financial Times publicou um artigo de John Gapper sobre os altos preços dos medicamentos usados no combate ao câncer. “Se o pior acontecer, há um consolo: este é o melhor momento da história para se contrair câncer. Você tem uma chance melhor do que nunca de se curar ou de viver uma vida mais longa após um tratamento menos desagradável. Porém, há um possível efeito colateral considerável: a ruína financeira”.
Um fluxo de notícias médicas animadoras surgiu a partir de um encontro anual de pesquisadores e médicos da US Oncology: não só é numa nova geração de drogas na qual eles estão trabalhando, mas estão atacando uma ampla gama de tumores. A imunoterapia – que usa o sistema imunológico do corpo para destruir o câncer - está mostrando sinais de melhora da expectativa de vida de muitos pacientes.
O problema é o alto preço dos medicamentos, tais como: Bristol-Myers Squibb e Merck Opdivo Keytruda, cada um custa US$ 150.000 para um tratamento completo nos EUA. Mesmo que um paciente se qualifique para o Medicare, o sistema de saúde dos Estados Unidos para maiores de 65 anos, poderia ser cobrado US$ 30.000 em pagamentos adicionais por alguns meses a mais de vida. Alguns medicamentos funcionam melhor juntos, o que multiplica a conta.
Uma rebelião está estourando entre os médicos de oncologia dos Estados Unidos, liderados por um pequeno grupo no hospital Memorial Sloan Kettering em Nova York. "A última etapa do ciclo de inovação - levar as drogas aos pacientes - está completamente quebrada", diz Peter Bach, diretor do Centro de Política de Saúde no hospital, se recusaram a prescrever um medicamento para o câncer por causa do preço.
O Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido está tomando uma posição mais difícil. O Instituto Nacional de Saúde e Assistência Excellence (Nice) rejeitou o olaparib, um tratamento do câncer do ovário produzido pela AstraZeneca. O preço de £ 4.200 pelo tratamento mensal fere a diretriz de Nice que diz que um medicamento não deve custar mais do que £ 30.000 por ano adicional de vida de um paciente, ajustado pela qualidade.
É claro que as empresas não podem continuar a inflar os preços dos novos medicamentos, ou os sistemas de saúde serão abalados na medida em que cada paciente com câncer avançado vão pedir o tratamento. A ciência é muito eficaz; drogas que pareciam que só funcionariam em tumores raros, mantendo a conta baixa, estão começando a ter um impacto sobre doenças comuns.
É muito menos claro ainda como os preços estão sendo fixados. As companhias farmacêuticas admitem tacitamente que estão aproveitando a demanda de consumo altamente inflexível, através da qual podem elevar os preços e as pessoas seguem comprando o produto, para tratar de recuperar ao máximo os gastos de pesquisa e desenvolvimento, e os bilhões de dólares que pagam para comprar empresas bio-farmacêuticas donas de um ou dois medicamentos magníficos. Os preços dos medicamentos para o câncer são um grande ensaio pouco científico.
Este mercado, se pode ser chamado assim, funciona de maneira estranha. Em vez dos preços diminuírem quando se autoriza um novo fármaco, eles aumentam. Todo novo produto – inclusive se é só pouco melhor que os demais, e inclusive se é prescrito só quando outro não funcionou – é mais caro.
Um estudo realizado pelo Dr. Bach e outros encontrou que os preços de medicamentos contra o câncer aumentaram 12% anual entre 1995 e 2013.
Os pacientes e os médicos não enxergam os medicamentos novos como competidores, mas como adições a uma bateria de tratamentos para os doentes de câncer gravemente enfermos. Pode-se receitar para uma pessoa três fármacos, todos com preços elevados. A arisco de morte aumenta sua disposição de pagar altos preços.
Se estão assegurados, ou o governo paga, não têm nenhuma razão para se preocupar. Ninguém, nem sequer as empresas farmacêuticas, acreditam que isto é sustentável. Portanto, o que deve ser feito? Um remédio é que um monopsônio de compra limite o acesso dos pacientes aos medicamentos de alto custo para obrigar a baixar os preços. Este enfoque é levado ao seu extremo por Nice no Reino Unido, e também opera em diversos graus em países fora dos EUA.
No entanto, tem seus defeitos, especialmente se uma pessoa tem seu tratamento negado porque se considera que o ajuste de qualidade de sua vida não justifica o custo. Tampouco oferece uma recompensa clara a uma empresa que é realmente inovadora, em vez de produzir um avanço marginal. Outros países se beneficiam do fato que os pacientes norte-americanos pagam altos preços nos medicamentos, o que lhes permite conseguir um melhor acordo.
Nos EUA o Dr. Bach sustenta que os preços devem estar diretamente relacionados com o valor dos medicamentos para os pacientes no lugar de serem fixados artificialmente justo acima do preço dos rivais anteriores.
E, no lugar de um só fármaco de imunoterapia custar o mesmo se é prescrito para os melanomas cutâneos raros ou cânceres de pulmão comuns, deve também variar de acordo com a condição que o medicamento vá tratar.
Isso se assemelha mais à maneira em que o mercado deveria funcionar, sempre e quando essa flexibilidade também reduza o custo médio de medicamentos contra o câncer. A nova geração de recursos é uma maravilha científica e o custo da inovação está, sem dúvida, destinado a ser alto. Mas se o paciente acabou falindo, o tratamento não foi um êxito.

Fonte: Portal JB - Jornal do Brasil

Dilma regulamenta Zona Franca Verde e isenta de IPI produtos com origem na biodiversidade

Dillma destaca que a regulamentação fortalecerá as áreas de livre comércio instaladas nas regiões fronteiriças na Amazônia legal. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
Dillma destaca que a regulamentação fortalecerá as áreas de livre comércio instaladas nas regiões fronteiriças na Amazônia legal. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
A presidenta Dilma Rousseff assinou nesta sexta-feira (18), o decreto que regulamenta a Zona Franca Verde, na Amazônia. O documento isenta de imposto sobre produto industrializado (IPI) os produtos caracterizados como sendo de origem da biodiversidade.
Segundo Dilma, a regulamentação “fortalecerá as áreas de livre comércio instaladas nas regiões fronteiriças na Amazônia legal, além de estimular o desenvolvimento dessas regiões de forma ambientalmente sustentável”.
A presidenta explicou que para a isenção do tributo ser concedida é necessário que a matéria-prima utilizada seja de origem regional, ou seja, resultante da extração, coleta, cultivo ou criação animal.
Em seu discurso a presidenta citou a Conferência do Clima de Paris (COP21), que definiu compromissos ambiciosos de todos os países do mundo ao definir o limite do aumento da temperatura do planeta em até 2ºC, na direção de atingir 1,5ºC.
Faz todo sentido assinar esse decreto nesse momento porque ele compõe as condições para que nós possamos conquistas essa trajetória que a Conferência do Clima previu”, destacou.
Durante a cerimônia, a presidenta também assinou um segundo decreto que promulga acordo entre Brasil e Colômbia e cria a Zona de Regime Especial fronteiriço entre as cidades de Tabatinga (AM) e a cidade colombiana Letícia.
“Ao promulgar esse acordo simplificamos a vida das pessoas e das empresas”, enfatizou a presidenta. “Com esse regime, as operações comerciais praticadas por empresas dos dois países na região vão poder ser realizadas seguindo procedimentos simplificados e com isenção de tributos federais incidentes em operações de exportação”.


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