segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Deu no The New York Times: Ponte entre Brasil e Guiana Francesa liga 'ao nada'

  • Meridith Kohut/The New York Times
The New York Times

William Neuman
São Jorge do Oiapoque (Guiana Francesa)
Da entrada do posto da polícia de fronteira em meio às árvores, onde o comandante Pascal Rudeaux sai para fumar um cigarro e observar a chuva tropical cair sem parar, é possível ver os pilares altos de concreto da ponte que deveria ligar a Guiana Francesa, antiga colônia da França na América do Sul, com o vizinho Brasil. Mas basta perguntar a Rudeaux qual é o limite de velocidade na ponte que seus oficiais vigiam para ele rir e fazer uma careta, expressando uma aceitação relutante dos grandes mistérios da vida.
"Eu não sei, talvez 30" quilômetros por hora, disse ele. "Quando eles inaugurarem a ponte, vão colocar as placas."
Mas o limite de velocidade hoje é efetivamente zero, uma vez que a ponte sobre o rio Oiapoque, nos arredores de São Jorge, uma cidade de cerca de 4.000 habitantes, nunca foi aberta para pedestres ou veículos, embora tenha sido concluída há mais de quatro anos, a um custo de US$ 33 milhões na época (R$ 122 milhões).
A ponte, concebida como um símbolo da cooperação internacional --com placas bilíngues em francês e português-- acabou se tornando um símbolo da incapacidade dos dois países de trabalharem juntos.
"A ponte é apenas a parte visível do iceberg", disse Thierry Girardot, 45, funcionário do Parque Amazônico da Guiana, sentado no terraço de um restaurante chamado Chez Modestine, com vista para a pequena praça pública mal conservada de São Jorge, abandonada ao calor escaldante. "Ela é concreta, está lá, é real, mas a ponte não é a única coisa necessária para atravessar a fronteira."
A decisão de construir a ponte foi anunciada em 1997 pelo presidente Jacques Chirac, da França, e o presidente brasileiro na época, Fernando Henrique Cardoso. Ela foi concebida para trazer desenvolvimento econômico para o Estado brasileiro do Amapá, que faz fronteira com a Guiana Francesa, e para criar oportunidades para as empresas francesas e brasileiras. Ela tinha a intenção de conectar a Guiana Francesa, há muito voltada para a Europa, com o continente latino-americano que habita e, em grande parte, ignora.
A intenção também era estabelecer uma conexão entre o Brasil e a Europa. A Guiana Francesa, uma ex-colônia que era usada principalmente para abrigar criminosos em prisões infames e brutais, tornou-se um território ultramarino da França em 1946, obtendo o mesmo status que qualquer outro território francês.
Quando você atravessa a fronteira para a Guiana Francesa, você não só está na França --onde se fala francês, policiais franceses patrulham a fronteira e as pessoas elegem deputados para o Parlamento francês--, você também está na União Europeia. O euro é a moeda local, e as normas da União Europeia sobre questões como segurança alimentar se aplicam.
A França e o Brasil concordaram em dividir o custo de construção da ponte e a estrutura foi concluída em 2011.
No seu lado da ponte, a França construiu um posto de polícia de fronteira, para administrar serviços de alfândega e imigração, que já parece deteriorado e castigado pelo tempo. Na ponte, que é mais longa do que quatro campos de futebol, a linha branca dupla no centro da pista está descascando.
Mas do lado brasileiro, as coisas atrasaram. O Brasil se comprometeu a asfaltar a estrada de terra de 580 quilômetros que liga Oiapoque, a cidade brasileira do outro lado da ponte, a Macapá, capital do Estado do Amapá. Mas grande parte da rodovia ainda não foi asfaltada. O Brasil também atrasou a construção de postos de alfândega e imigração, que só recentemente foram entregues. Eles ainda têm de ser mobiliados e equipados com computadores e outros itens necessários.
"Poderíamos abrir a ponte amanhã se eles enviassem pessoal e terminassem o trabalho", disse Éric Spitz, prefeito de Estado da Guiana Francesa, durante uma entrevista em seu escritório espaçoso, com painéis de madeira, na capital Caiena, a três horas de carro de São Jorge.
Um impasse sobre o seguro dos veículos tem contribuído para o atraso. A França exige que motoristas e companhias de transporte tenham uma cobertura muito maior do que a exigida pelo Brasil. Os dois lados não conseguiram resolver o problema até agora.
Durante uma reunião com seus colegas brasileiros em outubro, Spitz disse que os desafiou a abrir a ponte antes dos Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro, que começam em agosto. Segundo Spitz, eles concordaram.
Muitos outros tópicos que surgiram durante as negociações bilaterais sobre a ponte não tinham nada a ver com a própria estrutura. Entre eles está o desejo da França de exportar mais laticínios para o Brasil, e a insistência do Brasil de que a Guiana Francesa tome mais iniciativas para evitar a propagação de uma mosca de fruta que ameaça as plantações brasileiras.
Além disso, há a questão dos vistos. Os cidadãos franceses não precisam de visto para viajar ao Brasil, e os brasileiros não necessitam de visto para viajar para nenhuma outra parte da França. Mas, apesar de a Guiana Francesa ser vizinha, os brasileiros precisam de visto para viajar para lá (exceto para ir a São Jorge, que não requer uma autorização especial).
Isso irrita muitos brasileiros. Filip Van Den Bossche, empresário que vive em Caiena, disse que uma amiga brasileira tinha planejado visitá-lo nas férias mas achou a exigência do visto muito complicada. Em vez disso, ela comprou uma passagem de avião para a Europa.
Spitz, o prefeito, disse que a obrigação do visto tem como objetivo impedir a imigração ilegal de brasileiros para a Guiana Francesa.
Segundo algumas estimativas, milhares de brasileiros estão envolvidos na mineração ilegal de ouro na Guiana Francesa. Navios brasileiros também foram acusados de pescar nas águas do território. Isso afeta a forma como muitas pessoas veem os brasileiros aqui, e muitos na Guiana Francesa não querem um fluxo maior de imigrantes brasileiros.
"Isso nunca vai abrir", disse Sandra Rufino, 45, em frente ao mercado local do lado brasileiro, acenando com desdém para a ponte. "Só está lá para eles poderem dizer que construíram uma ponte."
"É só para decoração", disse sua amiga Marcileide Lozeira, 38.
De volta a Caiena, Spitz previu que a ponte seria como a Torre Eiffel, que foi considerada uma monstruosidade quando foi construída mas veio a se tornar um adorado símbolo nacional.
"Uma vez que a ponte for aberta, todos os anos difíceis serão esquecidos", disse ele.
Tradutor: Eloise De Vylder

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Carta em tom de desabafo de um ativista socioambiental de Serra do Navio

O presidente da ONG (Organização Não Governamental) "AMO SERRA", Rivaldo Ataíde, publica uma carta endereçada ao biólogo André Ruschi, diretor da escola Estação Biologia Marinha Augusto Ruschi, em Aracruz, Santa Cruz, no Espirito Santo. O documento, em tom de desabafo, chama a atenção para a existência de uma mega barragem em Pedra Branca do Amapari, herdada pela mineradora Zamin Ferrous, que guarda rejeitos de minério de ferro, carregada de metais pesados como o cianeto. 
Ele diz que a barreira já apresentou problemas de desabamento, ainda nos tempos da mineradora MMX, resultando em um enorme passivo ambiental e uma multa milionária.
Para ele, o risco é iminente e pede ajuda ao especialista de fora, que coincidentemente tem uma história familiar muito ligada com o Amapá e à Serra do Navio. André Ruschi é filho do inesquecível agrônomo, ecologista e naturalista brasileiro Augusto Ruschi, que realizou grandes pesquisas na região, especialmente em busca do maikor beija-flor que existe, o Brilho de Fogo. Confira a íntegra da carta.


Olá Prof. Ruschi,

Sinto pelo adiamento de vossa agenda de capacitação.

Entendo as razões... Minha vida mudou muito depois da última vez que conversamos. Venho do meu jeito me engajando em causas socioambientais e de vitórias posso falar da suspensão da construção da barragem do Assentamento do Silvestre (botei a boca no trombone com artigos na imprensa); o fim da inércia criminosa da União em relação ao deslinde do tombamento de Serra do Navio (foi retomada a regularização fundiária das vilas da ICOMI); embates políticos que me transformaram no 'cara a ser derrubado' pelos 'políticos do lugar' (coloquei 9 vereadores e dois prefeitos no mesmo saco de gatos...)

Estamos todos preocupados com a megarepresa de rejeitos da hoje ZAMIN... já estive no local há cinco anos atrás e é algo assustador... é imensa... e... carregada de cianeto... Já houve vazamentos... tem uma ação indenizatória milionária em trâmite envolvendo a BEADELL (Austrália) e a ZAMIN (Índia), hoje dormindo no colo dos juízes e promotores corruptos do Amapá.

Recentemente, juntamente com estudantes da comunidade editamos e publicamos o MANIFESTO DE SERRA DO NAVIO, denunciando dentre outras coisas o trânsito irresponsável e quinzenal (no pico da exploração chega a ser semanal) de comboios com conteineres cada um carregando cerca de 10 a 20 toneladas de cianeto, no trecho Porto de Santana/Mina da Zamin (de 6 a 12 caminhões), passando por dentro de várias cidades, inclusive a nossa, sem atender aos requisitos de segurança nacionais e internacionais...

Dizem que a tragédia de Tianjin envolveu a explosão de um pack de conteneires contendo cerca de 70 toneladas de cianeto... E essa porra dessa bomba atômica passava toda semana na porta de casa! Mexemos com meio mundo de gente que foi de juízes, desembargadores até promotores do estado e da união, além de todos os órgãos diretamente responsáveis como polícias rodoviárias estaduais e federal, bombeiros, defesa civil, exército, etc...

Mas, não fomos fogueteiros! Sabemos que isso é um prato cheio pra imprensa...

Mas como disse ao Comandante dos Bombeiros do Amapá... Em respeito à categoria dos Bombeiros Militares, antes de irmos ao MP e à imprensa, aguardaremos resposta às seguinte perguntas: Cadê o P2R2 desse modal ora denunciado e para o Amapá... não é só o cianeto... a quantidade de explosivos que essas minas e a construção de três hidrelétricas consomem é gigantesca!

Enfim, tua voz ainda ecoa.... sem choramingos!

Do ponto de vista da credibilidade fui do céu ao inferno e voltei... É impressionante essa praga dos políticos corruptos... eles estão em todos os lugares! Em casa eu tenho algo que chamo de “saco de cabeças”... dossiês para entrar com dezenas de processos cíveis e criminais contra um monte de gente...

Qué sabê Professor?!

Eu tenho mais o que fazer!

Não quero o dinheiro de ninguém... Sou apenas um cara que sonha em viver num lugar legal... ter o prazer de convidar visitantes e eles também terem a mesma impressão positiva do nosso lugar... Idealismo?

Enfim, já comprei a passagem pra Vitória e tô chegando por aí! Será que o Mestre aceita um convite para tomarmos um chopp ?

PS. To levando de volta pra casa os búzios que trouxe das praias de Santa Cruz... PS. Vou levar uma bike pra ir da Praia de Santa Cruz (ES) até a Praia do Pratigi (Ituberá-BA), mais ou menos 850 kms)
PS. Gostaria de entrevistá-lo para nossa Oficina de Jornalismo.


Rivaldo Ataíde
Técnico Judiciário e Ativista Socioambiental
 

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Os melhores destinos brasileiros para viajar em cada mês do ano

Quem não se deparou com a grande dúvida: para onde viajar nas férias? Muitos escolhem pelo sonho de conhecer um lugar, outros pela comodidade e praticidade que determinado destino oferece. Pensando em ajudar os viajantes, o KAYAK (www.kayak.com.br), líder mundial em pesquisas de viagens online, destacou alguns destinos que valem a pena serem visitados em determinadas épocas do ano. Assim, quem pode viajar em Outubro, por exemplo, tem como opção conhecer Manaus, já que nessa data acontece a conhecida festa do Boi. Outra sugestão é conhecer Aparecida do Norte, no interior de São Paulo na Semana Santa em Março, evitando o grande número de pessoas que seguem para o destino em outubro.
O levantamento do KAYAK foi feito com relação às estações climáticas, preços e atrações. Além disso, o site e o aplicativo possuem a função Explore onde é possível escolher o destino levando em consideração certos filtros como clima, preço e continente.
Confira abaixo a lista dos 12 destinos para viajar em cada mês do ano:

Janeiro: Balneário Camboriú, Santa Catarina
Balneário Camboriú, localizado no litoral norte catarinense, é um dos destinos turísticos com bons preços de passagens aéreas neste período e possui belas praias, montanhas, um teleférico e um monumento do Cristo de Luz, parecido com o Cristo Redentor. Entre as dicas de turismo também estão o Parque Unipraias, Ilha das Cabras e Ilha do Arvoredo. Além disso, a cidade está a apenas 35 km do Beto Carrero World que é um programa muito legal para quem está viajando com a família.
Preço médio de um voo: R$ 833
Preço médio de um hotel: R$ 185

Fevereiro – Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
A cidade maravilhosa é um ótimo destino para quem deseja curtir a folia do Carnaval que acontecerá no mês. Com diversas atrações na cidade, opções de lazer e belíssimas praias, o Rio de Janeiro promete ser um excelente destino. Os desfiles das escolas de samba e blocos que animam as principais ruas e as avenidas da cidade são atrações internacionais e, quem quer aproveitar os dias que antecedem os desfiles, pode visitar também a Cidade do Samba, espaço destinado à concentração dos Barracões das Escolas de Samba do Grupo Especial. Sem contar as lindas praias e pontos turísticos como o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar.
Preço médio de um voo: R$ 625
Preço médio de um hotel: R$ 621

Março – Aparecida do Norte, São Paulo
A Basílica de Nossa Senhora Aparecida fica na cidade de Aparecida, no interior do Estado de São Paulo, a 168 km da capital. A Catedral-Basílica é o terceiro maior templo católico do mundo. É um destino bastante interesse para ir em março, por conta da Semana Santa, que em 2016 acontecerá no mês de março. Vale visitar também a Matriz Basílica Nossa Senhora Aparecida, o Morro do Presépio e andar de bondinho, que proporciona uma vista sensacional da cidade.
Preço médio de um voo: R$ 458 (até São Paulo)
Preço médio de um hotel: R$ 147

Abril – Pantanal, Mato Grosso do Sul
O Pantanal abrange 11 regiões com diferentes características como: cerrado e região amazônica nos estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, nas fronteiras com Paraguai e Bolívia. Começa em abril e vai até setembro o período de seca onde as estradas de terra pantaneiras ficam transitáveis. Uma das várias opções para chegar ao bioma é ir pela cidade de Corumbá. Para quem gosta de aventura pode também visitar a cidade de Bonito e de lá comprar passeios que levem até o Pantanal. Há várias formas de hospedagem: hotéis cheios de requinte e até acampamento em fazendas da região.
Preço médio de um voo: R$ 613 (até Campo Grande)
Preço médio de um hotel: R$ 341 (em Poconé)

Maio – Lençóis Maranhenses, Maranhão
O Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses é um paraíso ecológico com 155 mil hectares de dunas, rios, lagoas e manguezais. A principal porta de entrada para os Lençóis Maranhenses é a cidade de Barreirinhas, a 260 quilômetros de São Luís. Maio é o período ideal para conhecer, pois sucede a estação chuvosa e as lagoas entre as dunas ficam cheias e belíssimas.
Preço médio de um voo: R$ 526 (até São Luís)
Preço médio de um hotel: R$ 284 (em Lençóis)

Junho – Campina Grande, Paraíba
Campina Grande, na Paraíba, é a pedida certa para quem quer curtir uma festa junina bem animada e regada a muito forró. Em junho a cidade fica toda enfeitada para o “maior São João do mundo" como classificam os moradores. A Praça Parque do Povo recebe o evento, com palcos com shows, comida típica e muita quadrilha. Em 2015, cerca de 2 milhões de pessoas visitaram a cidade para curtir a festa.
Preço médio de um voo: R$ 826 (até João Pessoa)
Preço médio de um hotel: R$ 200

Julho – Caldas Novas, Goiás
Caldas Novas é um município brasileiro do estado de Goiás. A cidade é perfeita tanto para adultos quanto para as crianças, pois tem tranquilidade e aventura. Para visitar a cidade, o viajante tem que gostar de água, pois a grande diversão fica por conta dos ótimos parques aquáticos como o Parque das Fontes e o Hot Park. A cidade vizinha, Rio Quente, dispõe da conhecida Pousada do Rio Quente, que também oferece pacotes para quem apenas quer conhecer o parque aquático. Além das atrações aquáticas Caldas Novas possui o Parque Estadual da Serra de Caldas Novas com ótimos mirantes para quem quiser apreciar a vista da cidade.
Preço médio de um voo: R$ 591
Preço médio de um hotel: R$ 329

Agosto – Gramado, Rio Grande do Sul
Gramado, no Rio Grande do Sul, dispõe de charmosas construções no estilo europeu, vinícolas, restaurantes e belas paisagens. A cidade fica a 115 quilômetros da capital do estado, Porto Alegre. Apesar da alta temporada ser considerada a partir de agosto, por conta do inverno, é nesse período que a cidade sedia o Festival de Cinema, onde os vencedores recebem o famoso Kikito, estátua que recebe todos os visitantes da cidade. Há venda de ingressos para acompanhar os filmes que concorrem ao prêmio no site do festival.
Preço médio de um voo: R$ 428 (até Porto Alegre)
Preço médio de um hotel: R$ 459

Setembro – Belém, Pará
Belém é a capital paraense e possui várias atrações que vão desde áreas verdes à arquitetura histórica e uma gastronomia muito peculiar. A cidade tem rios e parques, com muita fauna e flora, além de atrações como o Theatro da Paz, a Casa das Onze Janelas e o mercado Ver-o-Peso, o mais famoso cartão postal de Belém. Vale ressaltar que o verão é o melhor período para conhecer a cidade (de maio a outubro).
Preço médio de um voo: R$ 541
Preço médio de um hotel: R$ 223

Outubro – Manaus, Amazonas.
No mês de outubro acontece a famosa festa do Boi de Manaus que é muito esperada por turistas e moradores da cidade. Além disso, Manaus possui muitas outras atrações ecológicas. A mais famosa é o Encontro das Águas, quando o escuro Rio Negro e o barrento Rio Solimões se juntam para formar o Rio Amazonas. Também há passeios culturais como o Teatro Amazonas e o Palacete Provincial.
Preço médio de um voo: R$ 792
Preço médio de um hotel: R$ 227

Novembro – Natal, Rio Grande do Norte
Natal é a capital do estado do Rio Grande do Norte, com belas praias, dunas, passeios a bordo de dromedários, tirolesa, esquibunda, passeio de bugue, entre outras atrações. Natal possui uma gastronomia com muitos frutos do mar e preços convidativos. A vida noturna é regada de muito forró. Entre as atrações estão o Parque das Dunas, o Antigo Prédio da Capitania dos Portos, a Praça do Pôr do Sol e o Farol da Mãe Luíza.
Preço médio de um voo: R$ 841
Preço médio de um hotel: R$ 269

Dezembro – São Paulo, São Paulo
São Paulo é a maior cidade do Brasil em termos de população. Para quem gosta de compras, dezembro é um período bastante interessante na cidade, principalmente nas regiões centrais como Rua 25 de Março, Brás e Bom Retiro. Mas não é só o comércio que é uma grande atração neste período. A cidade possui muitos museus, centros culturais, parques, baladas, os melhores restaurantes e uma vida noturna muito agitada. A decoração de Natal dos centros comerciais e pontos turísticos da cidade, como o Parque do Ibirapuera e Avenida Paulista, é uma atração à parte que vale a pena ser visitada nesta época do ano.
Preço médio de um voo: R$ 560
Preço médio de um hotel: R$ 314

*A cotação do dólar é do dia 12/11/2015 a R$3,79.
** O preço médio dos hotéis é para 2 pessoas
*** Os valores são baseados nos preços praticados em 2015.
**** O preço médio dos voos foi calculado saindo de qualquer aeroporto do Brasil.
Sobre o KAYAK
O KAYAK é o líder global em pesquisas de viagem online. O KAYAK pesquisa outros sites de viagem e mostra as informações que os viajantes precisam para encontrar as melhores ofertas de voos, hotéis e locação de carros. O site e os aplicativos móveis da empresa também oferecem ferramentas para ajudar os viajantes a planejar e gerenciar suas viagens, incluindo alertas de preços, previsão de preços e gerenciamento gratuito de itinerários. Por ano, o KAYAKprocessa mais de um bilhão de pesquisas de viagem e possui sites em mais de 30 países e 18 idiomas. O KAYAK é uma subsidiária de gestão independente de The Priceline Group.

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Viagem de Férias? Confira dicas de como cancelar suas passagens aéreas.

E-Dublin dá dicas para evitar dores de cabeça na hora de cancelar as passagens aéreas
Para que o sonho de viajar não se torne um pesadelo, confira como cancelar suas passagens aéreas

Todo mundo gosta de viajar e o “ritual” de preparação para a data também é muito prazerosa. Checar câmera fotográfica, passaporte, roupas, malas, tudo isso faz com que a viagem se aproxime mais rápido. Mas, quando um imprevisto acontece e é necessário cancelar as passagens, a dor de cabeça pode ser gigante. Foi pensando nisso que o Eduardo Giansante, CEO do E-Dublin, maior canal de informações para quem vai ou está fazendo intercâmbio na Irlanda, listou dicas de como evitar esse transtorno.

De acordo com a ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), uma boa forma de evitar dores de cabeça durante o cancelamento de uma passagem, seja ela nacional ou internacional, é ler atentamente as condições de aplicação da tarifa no momento da compra.

Essas informações estão presentes nos sites de todas as companhias aéreas, e muitas vezes ficam visíveis no momento em que cotamos um voo. Vale atentar, também, que na maioria dos casos as condições para cancelamento e alteração de uma passagem variam de acordo com o preço do bilhete. Ou seja, bilhetes promocionais nem sempre garantem reembolso completo ou até mesmo parcial, ao passo que passagens executivas geralmente são mais flexíveis.

É possível, também, trocar a data, horário e até mesmo destino do voo, porém deve-se estar preparado para os custos adicionais. Segundo a ANAC as companhias aéreas tâm o direito de cobrar taxas por isso, e os preços variam de acordo com o serviço.E não é só no Brasil que isso acontece. Na Irlanda, a Aer Lingus cobra de 40 a 140 euros por essas alterações quando o passageiro adquire uma passagem da categoria low fare. Por outro lado, as passagens da categoria business são isentas. Já quem vai viajar pela Ryanair, são cobrados de 30 a 60 euros pela mudança de voo e 110 euros pela mudança de nome na passagem.

Cancelamento e reembolso

Para passagens compradas no Brasil, o artigo 49 do código de defesa do consumidor garante que o passageiro pode desistir da compra de sua passagem no prazo de até 7 dias, a contar do ato de recebimento de seu e-ticket.

Segundo a ANAC, quando solicitamos o reembolso de uma passagem as companhias têm o direito de reter uma porcentagem do valor pago. Mais uma vez, esses valores variam de acordo com as tarifas pagas e é por isso que se deve ler atentamente esses detalhes no ato da compra. Ainda de acordo com o órgão, as companhias aéreas têm o prazo máximo de 30 dias para efetuar o pagamento do reembolso ao passageiro.
Grandes companhias, como Air France e KLM, por exemplo, não oferecem reembolso no cancelamento de passagens da classe econômica normal. Já na TAM, é cobrado de 10% a 50% da tarifa no caso de cancelamento.

A irlandesa Ryanair não reembolsa passagens canceladas e a Aer Lingus só pratica reembolso para as tarifas da categoria flex ou business.

Casos especiais

No caso de falecimento de um familiar imediato, como pais, irmãos, filhos, avós, netos ou parceiros, é garantido o reembolso integral das passagens. O mesmo acontece caso o passageiro tenha comprovadamente uma doença grave e por esse motivo desista da viagem. Para esse caso, é necessário que seja comprovado antes da data de embarque.

Posso transferir minha passagem para outra pessoa?

No Brasil isso não é possível, já que, segundo regulamento da ANAC, uma passagem aérea adquirida em território nacional é intransferível, ou seja, o nome do passageiro registrado na hora da compra não poderá ser alterado.
Entretanto, na Europa isso é possível – mediante o pagamento de uma taxa. Na Ryanair esse valor é de 110 euros. Ou seja, em muitos casos é mais econômico comprar um novo bilhete, dependendo do trecho que se pretende voar.

Sobre E-Dublin
O E-Dublin (www.e-dublin.com.br) é o maior site de informações para brasileiros que estão planejando ir ou já estão em Irlanda. CEO do site, o paulistano Eduardo Giansante, foi para a Irlanda fazer intercâmbio e resolveu criar o site para dar dicas rápidas e simples sobre o país, mas não imaginava que, com o passar do tempo e com a evolução das ideias, textos e layouts, tornariam o E-Dublin uma referência absoluta para brasileiros interessados no país europeu. Hoje o site recebe cerca de meio milhão de visitas mensais e é associado da ABBV (Associação Brasileira de Blogs de Viagem) e RBBV (Rede Brasileira de Blogueiros de Viagem).

Amapá diz “não” ao projeto de lei que libera terceirização no serviço público

O Amapá disse “não” ao Projeto de Lei que libera a terceirização ilimitada, inclusive nas atividades-fim das empresas. Esse foi o resultado da audiência pública ocorrida nesta sexta-feira (6) sobre o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 30/2015. O evento foi presidido pelo senador Paulo Paim (PT-RS) e integra uma agenda nacional promovida pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado, com o objetivo de dialogar com a população sobre as possíveis consequências do PLC 30/15 para os trabalhadores.

A iniciativa conta com apoio do Fórum Permanente em Defesa dos Trabalhadores Ameaçados pela Terceirização, integrado pela CUT e pela Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), entre outras organizações.  O vice-governador Papaléo Paes e o senador Randolfe Rodrigues além de oito deputados estaduais e dezenas de sindicalistas prestigiaram o evento.

Caberia ao deputado estadual Pedro da Lua, presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa, a leitura da “Carta do Amapá”, documento-resumo da audiência. Mas ele declinou da honraria em favor do senador Randolfe Rodrigues (Rede), a quem homenageou como um dos expoentes da “boa política brasileira”. “Meu mandato guarda muita relação com o do senador Randolfe pois ambos somos oriundos dos movimentos estudantis. Por isso, entendo que todos nós nos sentiremos homenageados com a honra da Carta do Amapá ser lida pelo senador”, discursou DaLua.

O senador Randolfe Rodrigues, contrário ao “PL da Terceirização”, disse que o momento é de ampliar garantias aos trabalhadores, jamais retirá-las. "O PLC 30/2015 é o retrocesso do retrocesso. Se aprovado como está, fará com que trabalhadores brasileiros retrocedam às relações de  trabalho existentes no século XIX, rasgando as conquistas obtidas na CLT. Teremos a situação estapafúrdia de existirem hospitais sem médicos, obras sem operários, escolas sem professores: todos submetidos a relações precárias, com extensas jornadas e sujeitos a riscos à saúde e segurança do trabalhador e de seus familiares. Mas estamos esperançosos que, com a condução do 'menestrel dos trabalhadores', Senador Paulo Paim, conseguiremos impedir que estas forças do atraso sejam vitoriosas no Congresso Nacional. Esta audiência pública no Amapá demonstrou a disposição das centrais e sindicatos, bem como de toda sociedade, de lutar contra este despaupério", declarou.

O Amapá é o 21º estado a receber a CDH do Senado para discutir o PL da Terceirização. A primeira audiência foi realizada em 29 de maio, em Minas Gerais.  Como é praxe das audiências públicas, a “Carta do Amapá” foi posta em votação pelo senador Paulo Paim e aprovada por unanimidade por deputados, sindicalistas, gestores públicos e público presente à sessão.

Atualmente, existem no Brasil mais de 12 milhões de terceirizados – 26,8% do mercado formal de trabalho. O estado de São Paulo é o que concentra o maior número de subcontratações – 4,1 milhões de trabalhadores (30,5%), quase um terço dos 9,5 milhões contratados diretamente (69,5%). São trabalhadores sujeitos a salários menores, jornadas diárias ampliadas e, muitas vezes, em condições precárias de trabalho, o que acarreta inúmeros agravos à saúde e, até mesmo, óbitos.

Durante a audiência, foi discutido o possível colapso da Justiça do Trabalho em seu papel de resguardar os direitos dos trabalhadores, tanto pelo volume de ações que deverão ser impetradas por trabalhadores que se sentirem lesados em seus direitos, quando pela falta de patrimônio e de liquidez das empresas terceirizadas, que podem não ter recursos para pagar uma ação coletiva ou individual.

O Fórum em Defesa dos Trabalhadores Ameaçados pela Terceirização insiste no fato de que 90% do trabalho escravo hoje existente ocorrem em empresas terceirizadas. Uma consequência bastante temida da liberação irrestrita da terceirização é a institucionalização do trabalho escravo.
O mais grave, porém, é a questão salarial. Os terceirizados recebem remuneração até 70% inferior à dos trabalhadores diretos. Essa situação ficará estabelecida como norma, caso o projeto de terceirização passe no Senado e vem num momento em que cresce a luta de muitas categorias profissionais pelo respeito ao princípio da isonomia, em que funções similares devem ser receber a mesma remuneração.

Assembleia Legislativa do Estado do Amapá - ALAP
Gabinete do Deputado Estadual Pedro da Lua (PSC)
Texto - AscomGAB

Concurso público do TRE-AP acontece neste domingo, dia 8, em Macapá.

Neste domingo (8), acontecerá a prova do concurso público do Tribunal Regional Eleitoral do Amapá (TRE-AP) para as carreiras de analista e técnico judiciário. Ao todo, 10.758 inscritos deverão fazer o exame, o qual será aplicado em Macapá pela manhã e à tarde. De acordo com a Fundação Carlos Chagas, são 2.884 concorrentes para as vagas de analista e 7.874 na disputa pelos cargos de técnico.

O concurso público do TRE-AP tem o objetivo de preencher seis (6) vagas em seu quadro de servidores, mais cadastro reserva. O resultado do processo seletivo está previsto para o dia 15 de dezembro, com posse imediata. Ao todo são seis cargos; destes, dois para analista e quatro para técnico. A remuneração inicial para analista judiciário é de R$ 8.800,00; para técnico judiciário, R$ 5.400,00.

Horário e locais de prova em Macapá:

Os concorrentes ao cargo de técnico judiciário participarão do pleito pela manhã (horário de apresentação às 7h30, com fechamento dos portões às 8h) e os candidatos a analista judiciário farão a provas na tarde de domingo (horário de apresentação às 13h30, com fechamento dos portões às 14h), no horário local.

As provas serão aplicadas em Macapá no Centro de Ensino Superior do Amapá (CEAP), Faculdade de Macapá (FAMA), Faculdade Estácio do Amapá (Estácio Seama) e Faculdade do Amapá (FAMAP), Faculdade Brasil Norte (Fabran), Faculdade Atual, Apoena Faculdade e Escola Técnica, Centro de Ensino Líder (CEL), Centro de Ensino Podium, Colégio Moderno, Colégio NEI e Colégio Santa Bartolomea Capitanio.

De acordo com o Presidente da Comissão do Concurso, Juiz membro do TRE-AP, Doutor Marconi Pimenta, a organização do concurso obedeceu religiosamente a legislação. De acordo com o magistrado, o trabalho da Fundação Carlos Chagas em parceria com o Tribunal possibilitará um processo seletivo com idoneidade e celeridade para atender a demanda de pessoal da Justiça Eleitoral

Mais informações no site da Fundação Carlos Chagas, no endereço eletrônico: http://www.concursosfcc.com.br/

Serviço:

Tribunal Regional Eleitoral do Amapá
Assessoria de Comunicação e Marketing
Elton Tavares
Arte: Vandy Ribeiro
Fones: 2101-1504/84059044/91474038

Sob nova direção, mineradora Zamin celebra protocolo com GEA para retomar atividades.

Em solenidade realizada, na noite de quarta-feira (04), na Sala do Investidor, no Pavilhão de Negócios da 51ª Expofeira Agropecuária da Fazendinha, o Governo do Amapá e a mineradora Zamin Amapá assinaram um Protocolo de Intenções visando a retomada das atividades da empresa no Estado, bem como o funcionamento e a manutenção da Estrada de Ferro do Amapá e os trabalhos de reconstrução do porto de embarque de minérios. O evento foi prestigiado pela ministra da agricultura, Katia Abreu, que visitava a Expofeira.
O documento foi assinado pelo governador Waldez Góes; pelo diretor-presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico do Amapá (Agência Amapá),  Eliezir Viterbino; pelo secretário estadual de transportes, Odival Monterrozo Leite; pelo subprocurador  do Estado, Juliano César Avelar; pelo prefeito de Santana, Robson Rocha, pelo prefeito de Serra do Navio, José maria Amaral Lobato; pelo prefeito de Pedra Branca, Genival Gemaque Santana,  pelo represente da empresa Zamin  Amapá, Mohit Krishen Kumar Bahatia e ainda por Ashish Deora e Saurabh Sangekar, respectivamente, presidente e diretor da Aurum Mining, empresa investidora no empreendimento  no Amapá.
Entre as principais cláusulas a serem cumpridas pela mineradora, no protocolo estão, a imediata retomada das atividades da Estrada de Ferro, a revitalização de 5 quilômetros da via férrea em 2016 e mais 8 quilômetros anuais, nos anos seguintes. Fica também estabelecido, o reinicio das obras de reconstrução do porto de embarque de minérios e o esforço para que até julho de 2016 a mina, em Pedra Branca do Amapari, reinicie a operação. Tudo isso, na expectativa de gerar cerca de 1.400 empregos diretos em todo o Estado.
Fica ainda a empresa mineradora responsável por revitalizar a linha de transmissão de energia elétrica, da usina Coaracy Nunes até Serra do Navio; regularizar débitos junto a fornecedores e a justiça trabalhista e contribuir para o desenvolvimento do turismo, entre outros itens.
Em contrapartida, o Estado compromete-se em suspender temporariamente as ações judiciais interpostas em desfavor da mineradora e manter, em comum acordo com a Zamin, a suspensão do decreto de caducidade, por seis meses.
Para o diretor-presidente da Agência Amapá, Eliazir Viterbino, o acordo foi feito para proporcionar o fortalecimento do seguimento da mineração, que é uma das grandes vocações do Estado e que já chegou a representar 1.8% do PIB nacional. “Conseguimos montar um grande acordo que, com o envolvimento de um novo investidor que vai encampar a Zamin, teremos de volta cerca de 1.580 empregos no setor. Essa é uma vocação do Estado que precisava ser revigorada para ajudar a desenvolver a economia do Estado”, ponderou.
Para o secretário estadual de transportes, Odival Monterrozo, o acordo prevê o amplo restabelecimento da modalidade ferroviária, importante para o setor de transporte do Amapá. “Qualquer modalidade que venha integrar o sistema de cargas é muito importante para qualquer estado, principalmente para o Amapá. A mineração, que representa uma vocação econômica importante, não pode ficar sem uma servidão de transporte. Maias do que aproveitarmos uma empresa já instalada no Estado, devemos dar potencialidades para isso. Dessa forma, o Governo fecha o circuito de transporte, com a integração das modalidades rodoviária, rodo-fluvial e ferroviária, disse, anunciando que a prefeitura de Laranjal do Jari, sob os aceites do Ministério das Cidades e da Caixa Econômica federal deverá passar para a Setrap a responsabilidade de concluir a ponte sobre o rio Jari, ligando o Amapá ao Pará. “Quando tivermos ponte sobre os rios Jari, Oiapoque, Matapi e Vila Nova e todas as alternativas de transporte, o vetor econômico só tende acrescer”, concluiu.
Para os prefeitos de Santana, Pedra Branca do Amapari, a volta das atividades da Zamin Amapá representa um grade alento para a economia de seus respectivos municípios. “O governador Waldez Góes tem tido um posicionamento positivo no desenvolvimento do setor mineral no Estado. Acredito que, mais uma vez ele, nessa grande parceria, vai fazer o projeto voltar e, com certeza, o município vai voltar a arrecadar, para compensar a perda de mais de R$ 15 milhões, em apenas dois anos”, disse Genival Gemaque, prefeito de Pedra Branca.
Para José Maria, prefeito de Serra do Navio, o povo do município vai se beneficiar com empregos que a atividade vai gerar. “Apesar de estar instalada em Pedra Branca, a Zamin gera oportunidade de emprego para os moradores de Serra do Navio, além das compensações sociais. O retorno da atividade vai ser bom para o município para o Estado, para o país e principalmente para as populações beneficiadas”, enfatizou.
O prefeito de Santana, Robson Rocha também festejou o retorno da Zamin ao mercado, principalmente no que diz respeito à geração de empregos no município. “O retorno da Zamin vai contribuir com a economia do Estado e do município. Grande parte dos dois mil trabalhadores que atuavam na mineração, eram de Santana. As prestadoras de serviço, eram de Santana. Nossa arrecadação caiu cerca de um milhão, por mês, por conta da paralização do setor mineral. Nossa esperança é que esse setor volte a operar, para contribuir com nossa economia. Apesar de não estarmos envolvidos com a extração, é por lá que o produto é escoado”, festejou.

Inscrições do 1° Indoor do Jeep Clube de Macapá começam neste sábado na Expofeira do Amapá.

A 51° Expofeira do Amapá vai esquentar neste sábado, 7, com o 1° Campeonato Indoor do Jeep Clube de Macapá. Quatro categorias disputarão a primeira etapa, com inscrições gratuitas, no espaço do clube, a partir das 10hs, no Parque de Exposições da Fazendinha.
A primeira etapa começa a partir das 16hs, na área de apresentação do Jeep Clube, com previsão de 50 carros inscritos, nas categorias: Pick-Up, Jeep Original, Carro a Diesel e Carro a Gasolina. As três próximas etapas ocorrerão em dezembro deste ano, março e junho de 2016.
Às 21hs, no espaço de exposição dos Carros Clássicos, serão apresentados os pilotos que mais pontuaram e que seguirão para a segunda etapa, com premiação com troféus e medalhas. No evento também será anunciado o vencedor da melhor redação com o tema de “Melhor História do Jeep Clube”, projeto realizado em parceria com a Secretaria de Estado da Educação (Seed), para alunos da rede estadual de ensino.
Segundo Manoel Mandi, presidente do Jeep Clube de Macapá, o concurso de redação já faz parte do calendário do clube, com segunda edição marcada para o segundo semestre do ano que vem.

51ª Expofeira
A 51ª Expofeira do Amapá é uma realização do Governo do Estado e Sebrae. O evento ocorre no Parque de Exposições da Fazendinha, no período de 30 de outubro a 8 de novembro. Da área total de 120 mil metros quadrados, serão ocupados 116 mil. A concepção da 51ª Expofeira é transformá-la em feira de negócios, dando ênfase ao desenvolvimento econômico do estado. Dois eixos estarão em evidência - Produção de Alimentos e Produção Florestal.
Em 2015 o evento conta com o patrocínio do Banco do Brasil, CAIXA, Banco da Amazônia e Sicoob CredEmpresas-AP e apoio da Associação Comercial do Amapá (ACIA), Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA) e Consórcio Equador.

Petrolífera Total apresenta na Expofeira seu projeto de pesquisas na Costa do Amapá

A Total E&P do Brasil é responsável pela perfuração marítima nos blocos FZA-M-57, FZA-M-86, FZA-M-88, FZA-M-125 e FZA-M-127, na Bacia da Foz do Amazonas. A empresa está participando da 51ª Expofeira do Amapá, com um estande de 100 m², no Pavilhão de Negócios do Sebrae, com o objetivo de apresentar informações sobre a atividade de Exploração e Produção de Petróleo e Gás e o projeto da empresa na Bacia da Foz do Amazonas, através de atrações interativas e tecnológicas.

A atração de abertura do estande - “Por dentro do petróleo” - apresenta vídeos exibidos dentro de barris de petróleo, que explicam as principais etapas da cadeia de Exploração e Produção. A Total também utilizará a tecnologia de Realidade Aumentada para apresentar suas operações na Bacia da Foz do Amazonas e ilustrará, em painéis, a linha do tempo de suas atividades, bem como as principais fases de um processo de licenciamento ambiental.

Sobre a Total E&P do Brasil

A Total E&P do Brasil atua no setor de Exploração e Produção de petróleo e gás natural brasileiro, através de um portfólio robusto e diversificado composto por 17 blocos marítimos, com foco em águas profundas. Presente no Brasil desde 1975, é uma subsidiária do Grupo Total, do setor de Energia, que oferece soluções integradas nas áreas de petróleo, gás natural, refino e químicos, varejo de combustíveis e lubrificantes, e energias renováveis.

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