quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Ranking J&Cia traz os mais premiados jornalistas das cinco regiões do País

Com mais de 120 prêmios pesquisados ao longo de quase 85 anos de história de premiações jornalísticas no Brasil e no exterior, o Ranking Jornalistas&Cia dos Mais Premiados Jornalistas Brasileiros debruça com muito vigor seu olhar para cada uma das cinco regiões brasileiras, onde não faltam profissionais e talentos que abrilhantam e dignificam o jornalismo do País.
Importante ressaltar que em alguns casos a pontuação regional não bate com a nacional, tendo em vista que o Ranking J&Cia atribui os pontos aos profissionais nas respectivas regiões em que foram conquistados. Nomes como Eliane Brum e Dimmi Amora, por exemplo, acumulam pontos em pelo menos duas regiões – ela no Sul e Sudeste e ele no Sudeste e Centro Oeste.
Os mais premiados de 2014
A nova safra que desponta
Dimmi Amora (Centro-Oeste), Domingos Peixoto (Sudeste), Maristela Crispim (Nordeste), Letícia Duarte (Sul) eMichel de França Dantas (Norte) foram os campeões regionais de 2014
Dos cinco campeões regionais de 2014, dois são fotógrafos, o que mostra a força que a imagem continua a manter no jornalismo e nas premiações existentes. Um deles, aliás, Domingos Peixoto, de O Globo, 1º colocado na Região Sudeste, foi o 2º na classificação geral. O outro fotógrafo líder é Michel de França Dantas, vencedor da Região Norte e que trabalha como free-lancer para vários veículos.
Dimmi Amora, repórter especial da Folha de S.Paulo e o mais premiado jornalista brasileiro de 2014, por óbvio é também o mais premiado da região em que atua, a Centro-Oeste. Foi um ano de fato de glória para ele, que conquistou simplesmente oito prêmios. Um feito.
Completam o time de líderes Maristela Crispim, editora de Reportagem Especial do Diário do Nordeste (Ceará), que viu três de suas reportagens saírem vitoriosas, com direito inclusive a uma premiação internacional; e Letícia Duarte, repórter de Zero Hora, profissional que gosta de trabalhar em equipe – foram cinco prêmios, todos eles em equipe, incluindo umEsso.
Veja quem são os mais premiados na região Norte:
Se uma série fotográfica garantiu a Domingos Peixoto (O Globo) a liderança entre os jornalistas mais premiados da Região Sudeste em 2014, na região Norte outro fotógrafo roubou a cena. Com passagens por diversos veículos amazonenses, Michel de França Dantas foi o vencedor do tradicional Prêmio New Holland de Fotojornalismo, na categoria Destaque Especial Sustentabilidade, prêmio que lhe rendeu 45 pontos, 10 a mais que o também amazonenseOrlando Pedrosa Lima Junior (TV Amazonas), segundo colocado em 2014. Completa o pódio o repórter do Amazonas em Tempo Ricardo Oliveira.




Por: Redação Jornalistas&Cia

Coluna Argumentos, terça-feira, dia 06 de janeiro de 2014.

Temporais

E a chuva heim? Amigo, diziam que o inverno estava atrasado e da noite para o dia são Pedro abriu as torneiras lá no céu. Na verdade foram as comportas! Caiu aquilo que era esperado para um mês inteiro. O pior é que com ela uma série de problemas para as cidades.

No rádio

Conheci um personagem e tanto sobre as agruras por qual passam os brasileiros na Guiana Francesa. Seu Cléo Campos conseguiu se aposentar por lá depois de 30 anos de trabalho. Sábado, no Conexão Brasília.

Folia

Um dos mais confiáveis portais de compras na web, o Sumarino Viagens, lança um hotsite com promoções para o Carnaval. As promoções incluem passagens aéreas, pacotes e hotéis para o período de folia.

Minério

O Brasil registrou recorde de minério de ferro exportado em dezembro, totalizando 37,39 milhões de toneladas em meio a uma queda acentuada nos preços da commodity. O Amapá não contribuiu em nada, claro.

Na web

Começamos o ano retomando as atualizações do Blog do Cleber Barbosa. E já agradecendo aos 132.617 internautas que já passaram por lá. Também voltamos a atualizar o blog Conexão Brasília. Passe lá tá?

Largaram!
 
Estes quatro exemplares raros do Jeep Willys começaram ontem uma travessia do país, de Norte a Sul. Trata-se da Expedição Do Oiapoque ao Chuí, composta por associados do Jeep Clube de Macapá e de Brusque (SC). Uma aventura que se propõe a divulgar o Amapá como destino turí stico.

Incentivo

Estão abertas, até 13 de fevereiro as inscrições para o Prêmio Nacional da Biodiversidade. Instituída pelo Ministério do Meio Ambiente, a premiação reconhecerá ações e projetos que se destacaram pela conservação das espécies da fauna e da flora brasileira. Vencedores divulgados em 22 de maio.

Louvável

Quem visitou o Fórum da Comarca de Macapá ontem percebeu a exposição de artesanatos realizados pelos internos idosos da Penitenciária Estadual. A iniciativa é da Vara de Penas e Medidas Alternativas,  projeto “Reciclarte”, com oficinas de trabalhos manuais que empregam a técnica do papel machê.

Calendário

O centro do ano litúrgico é o Tríduo Pascal, que culminará no domingo da Páscoa, este ano a 5 de abril. Desta celebração derivam todas as outras: as Cinzas, a 18 de fevereiro; a Ascensão, a 17 de maio; Pentecostes, a 24 de maio; o 1º domingo do Advento a 29 de novembro.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Falta de cobertura de seguradoras atrapalha mineradoras e siderúrgicas

Porto de embarque de minérios da Anglo American, no Amapá, que desabou em 2013.
Disputas judiciais entre empresas seguradoras e seguradas vêm acumulando tensões em grandes grupos empresariais nacionais e estrangeiros. Anglo American, Gerdau, Alumar, Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), Odebrecht, Braskem e Açominas são algumas das empresas que figuram na lista de seguradas prejudicadas por negativas de cobertura de sinistros por parte de suas seguradoras.

Ministério do Meio Ambiente abre inscrições para Prêmio de Biodiversidade

Matérias jornalísticas também serão premiadas


Estão abertas, até 13 de fevereiro de 2015, as inscrições para o Prêmio Nacional da Biodiversidade. Instituída pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), a premiação reconhecerá ações e projetos que se destacaram pela conservação das espécies da fauna e da flora brasileira. A previsão é que os vencedores sejam divulgados em cerimônia marcada para 22 de maio de 2015.
O prêmio se divide em sete categorias e cada trabalho só pode ser inscrito em apenas uma delas. As categorias são:
- organizações não-governamentais,
- empresas, sociedade civil (associações e cooperativas, entre outros),
- academia (pesquisadores e instituições voltadas à produção científica e tecnológica),
- órgãos públicos de todas as esferas,
- imprensa (jornais, revistas, rádios televisão e internet) e
- individual, destinada a ações desempenhadas por cidadão de maneira independente.
A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, afirmou que a premiação tem o objetivo de promover novas práticas na área de biodiversidade. “A expectativa é que esse seja o principal prêmio ambiental do país e ajude a alavancar boas iniciativas”, declarou.
Formulário - As inscrições serão realizadas somente por meio do preenchimento de formulário online, pelo endereço http://pnb.ana.gov.br/, com anexação de documentos.
Os órgãos, entidades e instituições interessados podem protocolar mais de um trabalho, desde que cada um deles seja inscrito em apenas uma categoria. Não serão aceitas trocas, alterações, inserções ou exclusões de parte ou da totalidade do material complementar após o término das inscrições.
A comissão julgadora será formada por pessoas de notório saber em temas relacionados à área de conservação e por um representante da Secretaria de Biodiversidade e Florestas do MMA, que a presidirá, porém sem direito a voto.
Os critérios de avaliação incluem efetividade quanto ao estado de conservação da espécie, impactos ambientais e sociais e inovação.
Em cada categoria, os três melhores trabalhos serão classificados como finalistas. O vencedor receberá o Troféu Prêmio Nacional de Biodiversidade e os segundos e terceiros colocados levarão o certificado de finalista do concurso.
As iniciativas finalistas também concorrerão ao prêmio Júri Popular, que será eleito por meio de votação eletrônica no site do MMA. (Fonte: MMA)

Exposição e venda de artesanatos produzidos por internos do IAPEN no Fórum de Macapá

--ARTESANATOS 4
No hall da Central da Conciliação do Fórum da Comarca de Macapá, era grande a circulação de pessoas para ver a exposição de artesanatos realizados pelos internos idosos do IAPEN. A ação faz parte do Projeto Reciclarte, da Vara de Penas e Medidas Alternativas (VEPMA).
--ARTESANATOS 15O projeto denominado “RECICLARTE” consiste na promoção de oficinas de trabalhos manuais que empregam a técnica do papel machê. Essa técnica permite criar uma infinidade de produtos a partir da reutilização do lixo, como por exemplo, peças utilitárias e decorativas, máscaras, bonecos, tapetes, esculturas e outros.
--ARTESANATOS 10Brenda Sabrina Maúes, que faz parte do Conselho da Comunidade, órgão da VEPMA, explicou que a exposição foi uma forma de prestigiar o trabalho desses internos que têm se empenhado na produção das peças, além de ser uma recompensa pessoal.
--ARTESANATOS 9“O projeto proporciona aos apenados vários benefícios importantes, como: a remição de pena, o resgate da autoestima, o combate ao ócio que permeia o ambiente prisional e abre a possibilidade da geração de uma renda alternativa visando à reinserção social dessas pessoas. Além de tudo isso, o projeto ainda estimula a criatividade artística, a consciência ecológica e o empreendedorismo”.
--ARTESANATOS 19A renda obtida vai ser revertida tanto para dar continuidade ao projeto como também para dar assistências aos reeducandos da terceira idade, pois a maioria não possui parentes na cidade ou há a falta de interesses da partes dos mesmos, onde eles não fazem visitas.
“Às vezes eles precisam de remédios e roupas. E o Conselho da Comunidade junto com a VEPMA dá essa assistência para eles”, finalizou Brenda Maúes.
Texto: Hugo Reis
Fotos: Adson Rodrigues

Coluna Argumentos, segunda-feira, dia 05 de janeiro de 2015.

Recomeço

Waldez retornou ao Setentrião como o único político a ser governador do Amapá por três vezes. Foram momentos emocionantes de ver, especialmente pelo carisma e empatia dele com o público, além da cumplicidade de olhares trocados com a amada, Marília.

Dama

Por falar em Marília, ela também foi protagonista na posse. Não a deputada aguerrida e diligente, mas a primeira-dama. A discrição do rito protocolar só era quebrada quando ela era a esposa, dedicada e atenciosa.

Palavra

A coluna então aproveitou um instante com Marília para indagar:  – E a senhora? Volta para o Parlamento ou vem para o governo? E ela: – Meu filho, o povo me elegeu para ser deputada. Então serei deputada!

Família

O lado familiar dos Góes sempre foi algo marcante, afinal a família é grande, hoje sete filhos e um neto enchem as fotos oficiais. É bem interessante ver todos eles em ação, com foco no grande líder que Waldez virou.

Símbolo

Em 2003 foi um menino e agora coube a uma menina, Maria Clara, o papel de representar o povo na hora de colocar a faixa no governador. O presidente do Legislativo conduziu a faixa do Parlamento ao Executivo.

No foco
As atenções estão voltadas para Waldez a partir de agora. Ele tem a dura missão de dar conta da enorme expectativa que a população tem nesse sua volta ao poder. No primeiro dia foi logo mostrando serviço, anunciando medidas de impacto sem esquecer do enorme carisma.

A fala

Bem, mas analisando outros aspectos dos eventos do dia 1º, vimos um Waldez que incorpora a maturidade assumindo os óculos para leitura em público, algo que relutou na primeira passagem pelo governo. Falou em mobilização da sociedade para alcançar todos os objetivos levados ao eleitor.

O time

Também chama a atenção os primeiros nomes da equipe dele. Formada por mais técnicos do que propriamente políticos. É verdade que muitos dos técnicos escolhidos possuem vasta experiência na política, mas, no geral, são excelentes nomes. Na Saúde, um promotor de Justiça e dois médicos foram os escalados.

O povo

Waldez quis estar com o povo na grande festa da posse. Deixou o Parlamento e foi recebido em praça pública, percorreu lentamente o longo corredor que o conduziria ao palco para a transmissão do cargo. Cumprimentou, beijou, abraçou e depois ainda abriu o palácio pro povo entrar.

domingo, 4 de janeiro de 2015

Igreja Católica divulga as solenidades móveis de 2015.


O centro do ano litúrgico é o Tríduo Pascal, que culminará no domingo da Páscoa, este ano a 5 de abril. Desta celebração derivam todas as outras: as Cinzas, a 18 de fevereiro; a Ascensão, a 17 de maio; Pentecostes, a 24 de maio; o 1º domingo do Advento a 29 de novembro.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

PROGRESSO: Edifícios e grandes lojas mudam Macapá

MODERNIDADE - Uma nova Macapá passou a ser edificada, com prédios altos e centros de compras muito maiores que as tradicionais lojas.
A iniciativa privada faz a sua parte, enfrenta a crise, o cenário de incertezas e inverte o eixo da economia amapaense. Agora não é mais o serviço público que mais emprega no Amapá.

Texto: Cleber Barbosa | Fotos: Samuel Silva | Publicado na Revista Diário.

De uns tempos para cá, a paisagem urbana da cidade de Macapá passou por mudanças significativas. A cidade plana das décadas de 70 e 80 agora possui uma dezena de edifícios com até vinte pavimentos. Mas as mudanças não param por aí. Também estão chegando grandes lojas e shopping centers. E a concorrência, ao contrário do que se especulava, tem se mostrado positiva para o mercado, que se reinventa, cresce e aparece, literalmente.
O presidente da Federação do Comércio (Fecomércio), empresário Eliezir Viterbino, diz que o comércio sempre foi uma vocação econômica do Amapá e vem se consolidando. “Hoje, em números do Caged, nós somos 60.545 postos de trabalho, num estoque de empregos de quase 127 mil vagas no estado, e quem chega mais próximo hoje desse nosso setor é o serviço público com pouco mais de 50 mil servidores. Essa mudança, verificada de 2012 para 2013, é motivo de orgulho não somente para nós como entidade, mas para os empreendedores e para esse Estado”, comemora o empresário.
DIRIGENTE - Presidente da Federação do Comércio, Eliezir Viterbino.

RESPOSTA
Esse aumento não foi só nominal, pois o setor subiu de 57.900 empregos em 2012 para 60.545 empregos num aumento percentual enquanto o aumento do estoque de empregos não foi dessa monta. Passou de 46,9% para quase 48% da fatia do estoque de empregos do Amapá.
Isso revela que mesmo com as dificuldades dos empreendedores, que vão desde a questão da logística natural – um potencial a ser destravado – assim como a extrema dependência dos recursos federais, as respostas vieram. “O comércio se mostra guerreiro e aumenta sua participação, mesmo com o país em crise, o estado em muita dificuldade”, conclui o dirigente.
Acima o novo layout do Macapá Shopping, que foi o primeiro da cidade.

MINERAÇÃO: Ainda temos muito manganês, diz Feijão

RIQUEZA - Para o geólogo Antônio Feijão a Serra tem nova oportunidade
Texto: Cleber Barbosa | Publicado na edição 002 da Revista Diário.

Com vasta experiência no setor, onde inclusive já comandou o órgão federal responsável pela produção mineral, o DNPM, o geólogo Antônio Feijão garante que ainda existe muito manganês no Amapá. Ele é um entusiasta da ideia de que as jazidas ainda existentes em Serra do Navio possam ser exploradas. “Nós vimos no governo Capiberibe, há vinte anos atrás, começar esse imbróglio. E está lá a Serra do Navio com os joelhos na pobreza, sofrendo, beirando a miséria, com uma riqueza dentro do seu solo”, diz o especialista.
Feijão sugere que o novo governo que se instala em janeiro possa criar uma câmara de conciliação de conflitos, para resolver, entre outros problemas, a questão do porto de minérios. “É preciso saber por que a Mendes Júnior parou a obra. Na negociação com a Zamin ficou reservado US$ 146 milhões de dólares para garantia do porto e manutenção da ferrovia. Onde está esse dinheiro? Então vamos cobrar da Anglo”, questiona.

ALERTA
Ele faz um diagnóstico crítico sobre o setor mineral do Amapá. Antes de sair do DNPM, em março deste ano, diz ter deixado documentos para se fazer fiscalizações profundas para se trazer subsídios para se denunciar o que chama de “mineração corsária”, citando como exemplo o que fizeram no Amapá a Novo Astro, a MPBA, a MMX e, mais recentemente, a quase a centenária Anglo American. “Que nos deixou sem porto, com seis vítimas e vendeu para uma empresa sem nenhuma responsabilidade ou respeito, que é essa Zamin Ferrous. Eles já deviam estar na cadeia”, completa.
Ele cita o professor-doutor Marcos Chagas, da Unifap, que chama a atenção para a necessidade do Amapá conceder seus licenciamento ambientais com as âncoras sociais muito bem estabelecidas no diploma de autorização para o trabalho ambiental. “Como exemplo temos a Hidrelétrica de Ferreira Gomes, onde o Rio Araguari está virando um lago e não tem uma contrapartida, um projeto de piscicultura, de um centro de alevinagem ou projeto de agregamento de uma mão de obra capaz de incluir com economia sustentável, renováveis, duráveis as sociedade que estão impactadas”, diz.

Icomi consegue licença para voltar a extrair minério 
Érico Rossi, diretor-superintendente da mineradora Icomi S.A.
Uma comissão de empregados e ex empregados da mineradora Icomi (Indústria e Comércio de Minérios S.A.) acompanhados de membros da nova diretoria da empresa protagonizaram um momento histórico na semana quando saiu a Licença de Operação (L.O.) para que ela retome suas atividades em Serra do Navio. O documento foi expedido pelo IMAP (Instituto do Meio Ambiente e Ordenamento Territorial) e foi recebido como um troféu pelos representantes da Icomi.
Segundo o diretor superintendente da empresa, Erico Rossi, o primeiro passo agora é a comunicação oficial ao Conselho de Investidores, na Coréia do Sul, maior consumidor mundial de manganês atualmente. "Temos muito trabalho pela frente, o que nos enche de satisfação, afinal vínhamos tentando essa autorização há muito tempo e com ela também muitas responsabilidades para as quais estamos plenamente preparados e motivados", diz o empresario Érico Rossi. A empresa diz que serão investidos US$ 200 milhões e gerados 1,5 mil empregos.

AVENTURA: Do Oiapoque ao Chuí de Jeep

 A viagem de um extremo ao outro do Brasil inclui visitas ao Comando do Exercito, em Brasília, bem como à fábrica de lubrificantes da Ypiranga, em São Cristóvão, no Rio de Janeiro.
Jipeiros se transformam em embaixadores do turismo amapaense na maior expedição de suas vidas que vai atravessar o país de Jeep Willys.

Texto: Cleber Barbosa | Arte: Rômulo Araújo

Quatro exemplares raros do Jeep Willys que foram completamente restaurados por seus proprietários serão empregados na maior expedição da vida dos jipeiros Manoel Mandi, José Maria Esteves, Cláudio PPG e Vilmar Walendowsky. Eles partem de Oiapoque no dia 5 de janeiro de 2015 rumo ao outro extremo do país, o Chuí, no Rio Grande do Sul.
A aventura, de 5,2 mil quilômetros, foi idealizada por Mandi, um empresário que se realizou como piloto Off-road. Campeão Brasileiro de Rally em 2012, é o atual presidente do Jeep Clube de Macapá. “Esse é um antigo sonho de consumo que a gente sempre teve, algo realmente inédito que está nos enchendo de orgulho em poder realizar”, derrete-se o aventureiro. E são vários os objetivos da expedição, segundo relata o organizador da viagem: 

OBJETIVOS
- Divulgação do Amapá como destino turístico. O grupo levará impressos com material promocional do estado, dos municípios de Oiapoque e Macapá, além de bandeiras oficiais e souvenires;
- Sensibilizar outros jipeiros do país para a importância de se promover um rally internacional sediado no Amapá, com a marca “Meio do Mundo”;
- Fazer homenagem ao Jeep Willys, criado para o transporte de comandantes militares e feridos na Segunda Guerra Mundial e que ainda hoje resiste, proporcionando lazer e adrenalina aos donos;
- Conhecer um Brasil diferente, sob o aspecto de suas rodovias federais e das cidades à beira da estrada;
- Chamar a atenção para a necessidade de conclusão do asfaltamento da BR 156, no Amapá.

PONTE BINACIONAL: Sem permissão para passar.

O rio Oiapoque é a rota escolhida para os brasileiros que sonham em ganhar a vida em território francês, mas a entrada ainda é clandestina e cheia de polêmicas.
Uma enorme controvérsia envolve a inauguração da ponte binacional sobre o Rio Oiapoque, na fronteira entre o Brasil e a Guiana Francesa, onde as trocas comerciais não deslancham.

Texto:  Cleber Barbosa |  Fotos: Gerson Barbosa

O diplomata brasileiro Sérgio Amaral foi o primeiro a se debruçar, em 2004, nas legislações dos dois países para a abertura do certame licitatório internacional de construção da ponte binacional. Ele diz que o Brasil mantém com a Guiana Francesa, através do Amapá, a maior fronteira que o país europeu possui com qualquer outra nação em todo o planeta. E diz que a importância da ponte passa do apelo turístico, é a possibilidade de ligação do Mercosul com a União Européia. Mas muitas incerteza cercam a obra, ainda sem data para ser inaugurada.

* Publicado na edição 002 da Revista Diário.
No extremo do país, bem na divisa do Brasil com a Guiana Francesa, a ponte binacional de Oiapoque representa a ligação do Mercosul com a União Européia, diz o diplomata.

DESENCONTROS
Ainda segundo o diplomata Sérgio Amaral, as tratativas para a construção da ponte sobre o Rio Oiapoque começaram em 1997, entre os então presidentes Jacques Chirac e Fernando Henrique Cardoso. Entretanto pouca coisa avançou, apesar de haverem protagonizado encontros pomposos, mas também que chamaram a atenção pela falta de sintonia. Em uma dessas ocasiões, Chirac chegou a saudar FHC como sendo presidente do México.  Foi apenas depois de dez anos de projeto e discussões diplomáticas que foi revelado o início da construção de uma ligação rodoviária entre a França e o Brasil pelos novos mandatários dos dois países, Nicolas Sarkozy e Luís Inácio Lula da Silva, em 14 de fevereiro de 2008. 
As obras de construção da ponte foram concluídas em agosto de 2011, mas durante todo esse tempo ela jamais teve o tráfego totalmente liberado. A ponte ainda não foi oficialmente inaugurada e o posto de aduana brasileiro é uma construção improvisada, feita no chamado sistema modular, a exemplo do famoso “puxadinho” do aeroporto de Macapá. Do lado francês, toda a estrutura viária e aduaneira está pronta desde o fim de 2011.
Pelo acordo, os dois países iriam ratear o custo da construção da ponte, cabendo a cada um fazer a ligação por terra. A França, precisou abrir uma estrada entre as cidades de Régina e Saint George. Fizeram dentro de um conceito de estrada-parque, cujo impactos ambientais são minimizados. A cada dois quilômetros, foram instaladas galerias por baixo do leito da via, bem como as copas de árvores se tocam, isso tudo para permitir que os animais possam atravessar sem o risco de atropelamentos. Ao Brasil cabia concluir o asfaltamento da BR 156, que liga Oiapoque ao restante do estado. Como se sabe, isso ainda está longe de ser cumprido, ao contrário, a falta de pavimentação da principal rodovia federal do Amapá a coloca como a mais atrasada do país.

ENTRAVES
Estrutura Aduaneira do lado francês, pronta desde 2011.
A decisão ecologicamente correta dos franceses em construir uma estrada conceitual também está atrapalhando o avanço das tratativas para que Brasil e França possam fazer trocas comerciais, ou, no mínimo, fazer o transporte de cargas. O limite de tonelada por eixo nas regras francesas é diferente do Brasil, onde o regulamento para as estradas federais prevê um limite tonelada-eixo maior. Os técnicos dizem que a alternativa vai ser fazer as chamadas baldeações das cargas, ou seja, dividir as cargas das carretas brasileiras em caminhões menores da França. Mas as dificuldades não param por aí. Alimentos brasileiros para entrarem na Guiana Francesa precisam do aval da União Europeia. Até bem pouco tempo, até mesmo uma carta não poderia fazer a rota Macapá-Caiena diretamente, mas sim via Paris. 
Também não se tem notícia de que um viajante brasileiro possa dispor de um seguro para seu automóvel quando decidir visitar a Guiana Francesa, onde além do carro, todos os passageiros precisam ter um seguro de saúde, uma exigência em toda a Europa. Os críticos dessa dura realidade dizem que até mesmo na diplomacia existe a tal reciprocidade, ou seja, se vale para lá, tem que valer para cá. O que se vê, na prática, é uma enorme facilidade para franceses adentrarem ao Brasil por terra. Nos meses de férias, nativos da Guiana Franceses atravessam seus carros de balsa para Oiapoque e pagando taxas irrisórias conseguem permanecer até 90 dias em território brasileiro. Além disso, existe hoje a vigência de outra obrigação, que é a necessidade de brasileiros conseguirem visto de entrada em território da Guiana Francesa, rito dispensável quando a viagem é para a França Continental, ou seja, quando a entrada se dá por Paris.
Estrutura da Aduna do lado brasileiro da ponte Binacional

Reportagem Especial: Embarque de grãos no porto projeta o Amapá

ARMAZENAGEM: Uma grande estrutura está sendo montada na Ilha de Santana para estocar a produção, com grandes silos de alumínio.
Estratégia de escoar a produção de soja e milho do Centro-Oeste pelo porto de Santana ao mesmo tempo que resolve os gargalos do congestionamento de Santos e Paranaguá abre horizontes ao estado.

Texto:  Cleber Barbosa | Fotos: Antônio Feijão

De grande vocação portuária, o Amapá há muito tempo acalenta o sonho de virar um grande entreposto de cargas para o restante da Amazônia e países vizinhos, como do Platô das Guianas e Caribe. A chamada navegação de cabotagem começa a se tornar realidade com a consolidação de um arrojado projeto de escoar a produção de grãos do Centro-Oeste do país pelo Porto de Santana. Essa é uma solução para os atuais gargalos provocados pelo congestionamento de portos como o de Santos (SP) e Paranaguá (PR), que atualmente exportam a produção de soja e milho do Mato Grosso. Especialistas dizem que como para se chegar a esses terminais são utilizadas carretas, isso encarece o custo de transporte. A solução é levar os grãos até Miritituba, em Itaituba (PA) e de lá se acessar o porto amapaense, utilizando barcaças. Daqui os grandes navios graneleiros transportariam ao exterior.

Distâncias do transporte:
- MT/Santos (SP): 2.300 Km
- MT/Miritituba (PA): 1.100 Km
- Miritituba/Santana: 820 Km
- Santana/China: 30 dias
- Tempos médios para vencer essas distâncias: rodoviário do Mato Grosso até Miritituba (12 horas); do porto de Miritituba até Santana (36 horas).

ALTERNATIVA
Segundo o economista Jurandil Juarez, desde o século passado que os grandes produtores de grãos do Centro-Oeste brasileiro estavam em busca de novos portos para o escoamento da produção. “Essa é uma demanda reprimida histórica, pois o custo do transporte rodoviário e os vários dias parados em Santos ou em Paranaguá atrasam e encarecem demais os custos para o embarque desses grãos para fora do país”, explica o especialista.
Com a chegada da produção de grãos, o mercado local se aquece.

VANTAGENS
A economia com a opção do transporte fluvial pode ser medida pela capacidade das barcaças. Dois comboios equivalem ao  transportado por 1.000 carretas.

A trajetória dos grãos e a evolução industrial dos investidores
Empresário Cláudio Zancanaro, da Cian Port
No dia 29 de outubro deste ano, a Cian Port (Companhia Norte de Navegação e Portos) assinou, em Brasília, o contrato de instalação de um Terminal de Uso Privado (TUP) na Ilha de Santana (AP). A outorga, que tem duração de 25 anos, foi concedida pela Secretaria de Portos (SEP) da Presidência da República e pode ser renovada por igual período.
Essa unidade, subordinada ao Porto de Santana, estará interligada ao terminal instalado às margens do Rio Tapajós, em Itaituba (PA) e vai beneficiar o escoamento da safra de grãos pelo norte do país, desafogando o trecho norte da BR 163, ainda em fase de duplicação. A Cian Port é formada pela Agrosoja de Sorriso, de propriedade de Cláudio Zancanaro, e a Fiagril, com sede em Lucas do Rio Verde, do empresário Marino Franz.
De acordo com Antônio Feijão, consultor contratado pela Cian Port para desenvolver as etapas locais do projeto, a primeira grande vantagem do chamado Corredor Norte de exportação de grãos é mesmo a econômica. Os produtores terão um custo menor em cerca de US$ 50 a US$ 80 (dólares) por tonelada, dependendo do destino. “A segunda vantagem é que eles vão poder retornar, pela primeira vez, com insumos para a agricultura”, sustenta Feijão.
E ele tem razão. Pois quando uma carreta sai do Mato Grosso e leva três dias para chegar no Porto de Paranaguá (PR) volta “batendo” como se diz na gíria dos caminhoneiros, pois não há frete para o caminho inverso. Segundo Antônio Feijão, quando um navio importa insumos agrícolas como NPK, cimento, minérios para dentro da Amazônia e os seus navios irão retornar com insumos agrícolas esse eixo desse insumo que veio no lastro de navio vai retornar de volta pro Mato Grosso através do refluxo das barcaças e o retorno dos caminhões.
Para o consultor, todos ganham com isso, o produtor que vai escoar os grãos numa rota mais barata, como também os agricultores que terão os insumos mais baratos na porta de suas fazendas. “E ganha também o Amapá, que vai ter uma indústria não poluente porque todas as relações ambientais mais pesadas ficaram no Mato Grosso, aqui serão só agroindústrias, produção de biodiesel, produção de rações, portanto o Amapá terá uma nova ordem econômica que é a transformação de proteína vegetal em insumos animais como frangos, suínos, piscicultura e outros bens mais”, completa Feijão.

A rota dos grãos do Centro-Oeste brasileiro até o Porto de Santana

* Matéria publicada na edição nº 001 da Revista Diário

ESPORTE RADICAL: Em busca da Pororoca perfeita!

Surfistas de diferentes países vieram ao Amapá nos últimos anos para conhecer as maiores ondas de pororoca do planeta. Um deles até foi parar no livro dos recordes.
Uma das maiores atrações turísticas e esportivas do Amapá agora se vê ameaçada e os surfistas saem à caça das novas ondas para a prática desse empolgante desafio à natureza.

Cleber Barbosa
Editor de Turismo

N os últimos dez anos o Brasil e o mundo descobriram que o Amapá abrigava a locação perfeita para um dos maiores desafios à mãe natureza: surfar uma onda de pororoca. Sim pois a propagação de ondas a partir do encontro do oceano com o rio não é exclusividade apenas da Amazônia, isso ocorre em todo o mundo. Mas não como aqui. Isso deu notoriedade ao estado, a mídia global veio aqui registrar, até o Guinnes, o livro dos recordes. Mas com o Rio Araguari assoreado, os surfistas buscam novas locações.

TURISMO MACAPÁ: Portal da Amazônia

Macapá possui uma localização geográfica privilegiada, na esquina do Rio Amazonas com a Linha do Equador. Além disso, belos monumentos como a Fortaleza de São José. 
O Amapá ainda é pouco conhecido como destino turístico, mas apostar no incremento dessa atividade ainda pode alavancar a economia local

Cleber Barbosa
Editor de Turismo

Longe de ser um destino turístico consolidado, o Amapá reúne todas as condiçõs para isso, bastando a adoção de algumas medidas importantes que incluem o poder público e a iniciativa privada. A turismóloga Nira Brito, diz que ninguém do trade turístico aguenta mais ouvir falar em potencial turístico. “Isso só não basta, é preciso que tenhamos produtos turísticos formatados para aí sim colocá-los na prateleira para serem comercializados”, ensina.
A especialista enumerou algumas medidas que considera fundamentais para que o turismo local se consolide e o estado possa entrar de vez na briga para atrair o visitante de fora a conhecer o Amapá.
- Adoção de políticas públicas pelos governos para o planejamento e a expansão do setor econômico do turismo,
- Reagrupar o Trade Turístico, que hoje está enfraquecido;
- Criar campanhas educativas buscando sensibilizar a população sobre a importância das atividades turísticas dentro do estado.
- Identificação dos gargalos referentes à qualificação da mão de obra;
- Melhorias no planejamento urbanos das cidades, com a valorização dos pontos turísticos já existentes;
- Ações de promoção e marketing do Amapá como destino turístico;
- Investir na infraestrutura de acessibilidade aos atrativos turísticos naturais do estado, como balneários, cachoeiras e cidades históricas.

NOSSA OPINIÃO

A Bahia e Ceará, obtém resultados palpáveis pela decisão de apostar no turismo. Na Amazônia,  Pará e Amazonas disputavam os turistas do chamado ecoturismo até que a transformação de um velho estacionamento de aviões de Belém em Centro de Convenções, mudou o eixo do turismo por lá. O Hangar tem reservas para dois anos. Turismo de eventos pode ser a saída também para o Amapá.

sábado, 18 de outubro de 2014

Navio de Guiné é inspecionado pela Anvisa no Amapá por risco de ebola


Navio tem 38 tripulantes e teve viagem liberada pela Capitania dos Portos (Foto: Dyepeson Martins/G1)Navio tem 38 tripulantes e teve viagem liberada pela
Capitania dos Portos (Foto: Dyepeson Martins/G1)
Um navio que vinha de Guiné, na África, com destino a Santarém, no Pará, foi alvo de inspeção da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) neste sábado (18). De acordo com a Marinha, a medida é preventiva, já que Guiné, Libéria e Serra Leoa vivem um surto da doença. A embarcação está sendo monitorada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e foi liberada, já que não foram encontrados indícios da doença.
  
EBOLA
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O navio Stoja,que atua com o transporte de soja, saiu de Guiné em 2 de outubro e está ancorado próximo ao distrito de Fazendinha, a 9 quilômetros de Macapá.
Ao todo, 38 tripulantes estão a bordo, segundo o comandante da Capitania dos Portos, Paulo Antônio Carlos.
“Esse navio veio de uma área de risco, então a Anvisa foi acionada para fazer a inspeção. Não há nenhum caso suspeito de ebola ou qualquer outro empecilho para a embarcação de seguir viagem”, esclareceu.
Segundo o representante do proprietário do navio, Rubem Rocha, a embarcação está seguindo “uma série de instruções” ditadas pela Anvisa e OMS.
“Não deixamos ninguém do navio sair para a terra, além de realizarmos uma série de questionários para detectar qualquer tipo de anomalia entre os tripulantes. Ele chegou em Fazendinha e passou por uma inspeção rigorosa”, ressaltou o representante, acrescentando que o navio deve seguir viagem ainda neste sábado.

Policial que simulou assassinato em Macapá diz que se 'sentiu famosa'

Em encenação, militar foi morta junto com suposto amante pelo marido.
Fato assustou a população e a imprensa amapaense.

Cassio AlbuquerqueDo G1 AP
PM Emily no dia da simulação (esquerda) e no exercício da função (Foto: John Pacheco/G1, Cássio Albuquerque/G1)PM Emily no dia da simulação (esquerda) e no exercício da função (Foto: John Pacheco/G1, Cássio Albuquerque/G1)
A cabo da Polícia Militar Emily Monteiro, de 25 anos, diz que se sentiu famosa após participar da simulação feita pela corporação na manhã desta quarta-feira (15) na Praça da Bandeira, no Centro de Macapá. Na encenação, a militar foi assassinada pelo marido, que depois matou o suposto amante da mulher e em seguida se matou. O episódio assustou a população que passava pelo local. As mortes fictícias chegaram a ser veiculadas como verdadeiras por alguns órgãos de imprensa.
Trio de policiais que participaram de simulação no Centro de Macapá (Foto: Cassio Albuquerque/G1)Trio de policiais que participou da simulação no Centro de Macapá (Foto: Cassio Albuquerque/G1)
"Algumas pessoas que se desesperaram e começaram a levantar hipóteses sobre o acontecido. Uma mulher, ao me ver jogada no chão, preferiu elogiar o meu sapato do que tentar prestar socorro. Mas, no fim, a reação das pessoas foi muito positiva. Quando foi anunciada a simulação fomos aplaudidos e todo mundo queria saber se estávamos bem. Eu me senti famosa porque depois do ocorrido muita gente quis tirar foto comigo", comemorou Emily.
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Polícia Militar simulou morte de casal a tiros no Centro da capital (Foto: John Pacheco/G1)Polícia Militar simulou morte de casal a tiros no
Centro da capital (Foto: John Pacheco/G1)
O trabalho de encenação fez parte de uma atividade do Curso de Formação de Cabos da PM para a disciplina valorização da prova e preservação do local do crime. Segundo o coordenador do curso, sargento Jayson Chagas, 45 militares estavam envolvidos na ação que foi planejada em duas semanas.
"Essa ação foi um trabalho em que eles tinham que montar um caso de homicídio envolvendo três pessoas e a tarefa era manter o local do crime preservado até a chegada dos órgão de segurança", disse o sargento.
Emily falou que a turma pensou em tudo, desde a maquiagem para simular o sangue até a forma em que ocorreriam essas mortes.
"Foi a primeira vez que realizamos uma atividade dessa natureza fora do comando da polícia. O objetivo era saber de que forma a população e a imprensa iria reagir ao fato", disse a cabo, que atua como PM há seis anos.

Segundo o sargento Jayson Chagas, antes da simulação, a equipe informou ao Centro Integrado de Operações em Defesa Social (Ciodes), que é responsável em atender às denúncias do 190, sobre o ocorrido. Mesmo assim, várias viaturas da polícia e do Corpo de Bombeiros chegaram até o local.

O autor dos homicídios na encenação, o cabo Almir Midões, disse que recebeu instruções práticas e psicológicas para realizar a ação, sem que a população percebesse que se tratava de ficção.
Homem traído teria matado mulher, amante e em seguida se suicidado (Foto: John Pacheco/G1)Homem traído teria matado mulher, amante e em
seguida praticado suicídio (Foto: John Pacheco/G1)
"As reações foram muito diferentes, desde gente que pedia socorro ou até mesmo de pessoas que disseram que eu não deveria ter feito isso e outras que me chamaram até de corno", contou o militar, que atua como PM há 12 anos.

O cabo Sandro Figueiredo, que interpretou o suposto amante da mulher, avaliou o trabalho de forma positiva e disse que o aprendizado servirá na atuação de futuras diligências.

"Somos preparados para enfrentar diversas situações em toda a cidade. Toda essa preparação foi para melhorar a qualidade do nosso trabalho", falou o cabo, que está desde 2004 na corporação.
O trio de policiais foi aprovado junto com outros 87 militares no curso de formação de cabos no Comando da PM. A turma deverá se formar em novembro de 2014.
Simulação foi organizada pela turma de cabos da Polícia Militar do Amapá (Foto: Cassio Albuquerque/G1)Simulação foi organizada pela turma de cabos da Polícia Militar do Amapá (Foto: Cassio Albuquerque/G1)

domingo, 5 de outubro de 2014

Portal G1 registra o momento da votação do ex-presidente José Sarney

10h30
Senador José Sarney (PMDB-AP) votou às 8h30 da manhã, no Centro de Macapá. Ele é eleitor da 2ª Zona e vota na 271ª Seção. Acompanhado de candidatos ao governo e senado, Sarney chegou ao colégio eleitoral indagando onde era a "fila dos velhos". Um casal de idosos respondeu que o espaço era destinado à melhor idade. Sarney arrematou dizendo que "a velhice é boa, mas dura pouco".
Senador José Sarney votou às 8h30, no Centro de Macapá

sábado, 4 de outubro de 2014

Presidente do TSE descarta possibilidade de fraude na urna eletrônica

Em entrevista exclusiva à Rádio Senado, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Dias Toffoli, descartou qualquer possibilidade de fraude na urna eletrônica. Ele adiantou que o voto em trânsito, hoje restrito à Presidência da República, deverá ser ampliado futuramente para os demais cargos. Saiba mais com a repórter Hérica Cristian.


00:0003:29

http://www12.senado.leg.br/noticias/audios/2014/10/presidente-do-tse-descarta-possibilidade-de-fraude-na-urna-eletronica

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