sexta-feira, 18 de março de 2016

Professor da Universidade Mackenzie analisa manifestações contra Dilma&Lula

As manifestações de 13 de março de 2016: um dia histórico

*Rodrigo Augusto Prando

O dia 13 de março de 2016 ganhou as páginas dos livros de História. As manifestações contrárias ao Governo Dilma Rousseff foram as maiores manifestações de rua já realizadas no Brasil. Ousaria dizer – necessitando de um historiador para corroborar – que, ontem, assistimos, também, o maior protesto já realizado no mundo contemporâneo, numa sociedade democrática e contra um governo constituído. E, vale dizer, sem nenhum incidente que mereça registro.

Para além da guerra dos números, dos dados quantitativos, houve o principal elemento, o qualitativo: o recado foi dado com vigor ao mundo político, aos atores políticos. Se, por si só, a manifestação não é capaz de levar ao fim do Governo Dilma, ela, certamente, aumenta sobremaneira a pressão nesta já combalida administração petista. Manifestações conjugadas às investigações levadas a cabo pela Operação Lava Jato, bem como a insatisfação do Congresso Nacional podem, como a saída do PMDB da base aliada, determinar o destino de Dilma e seu partido.

É possível, mas pouco provável, que o governo reaja. Falta uma narrativa aos petistas. Usar da ideia de um país divido, de ricos contra pobres, não cola mais. Objetivamente, nada se apresenta, na economia, com sinais de melhora; subjetivamente, a Presidente não consegue liderar e dialogar com os atores políticos e com a sociedade. Levar Lula para seu ministério pode significar o aceleramento da crise política. Para Dilma, qualquer cenário é ruim, desanimador mesmo.

Esse governo, com pouco mais de um ano, já parece velho, fadado à extinção. O problema, penso eu, é que o “novo” ainda não se apresenta com nitidez. Os personagens de nossa política, de qualquer partido que se imaginar, parecem estar aquém da situação em voga. Não nos enganemos: a saída da crise requer Política, com P maiúsculo, uma Política de cidadãos aliados aos seus representantes políticos. O momento reclama serenidade, mas firmeza; reclama mais e não menos democracia.

*Rodrigo Augusto Prando é sociólogo e professor do Centro de Ciências Sociais e Aplicadas da Universidade Presbiteriana Mackenzie.



Sobre o Mackenzie
A Universidade Presbiteriana Mackenzie está entre as 100 melhores instituições de ensino da América Latina, segunda a pesquisa QS Quacquarelli Symonds University Rankings, uma organização internacional de pesquisa educacional, que avalia o desempenho de instituições de ensino médio, superior e pós-graduação.

segunda-feira, 14 de março de 2016

DORA: “Na hora de apoiar uma mulher a gente percebe que se trata apenas de discurso”

DORA. A ex-vive-governadora fala na Diário FM sobre seu mais novo projeto político: ser prefeita de Macapá. 
Dora Nascimento surpreende muita gente nessa entrevista em que confirma ser pré-candidata nas eleições deste ano pela sucessão municipal em Macapá. A ex-vice-governadora na gestão de Camilo Capiberibe (PSB) revela mágoas daquele período, especialmente quando foi preterida por um nome do PSOL para compor a chapa da reeleição do então governador e pior, também na reta final daquela disputa de 2014, quando foi acomodada numa candidatura ao Senado. É que a cúpula do PSB teria determinado que a militância despejasse esforços em eleger Davi Alcolumbre (DEM), numa manobra para evitar que o inimigo do clã Capiberibe, o ex senador Gilvam, pudesse ser eleito. Segundo Dora, tal decisão hoje deve ter sido analisada como um erro dos antigos aliados. Mas diz estar firme no propósito de alçar voo solo, rumo à PMM.

Cleber Barbosa
Para o Diário do Amapá

Diário do Amapá – A senhora acaba de se lançar pré-candidata do PT à prefeitura de Macapá. É isso mesmo, tudo confirmado? Seja bem vinda.
Dora Nascimento - Eu que agradeço pela oportunidade está aqui falando com vocês. É isso mesmo.

Diário – Como foi que nasceu esse projeto de concorrer à prefeitura de Macapá?
Dora – Eu acho assim, a gente vive hoje numa conjuntura nessa questão de política para a mulher entra ano, sai ano, a gente tem uma luta histórica nessa questão sou ativista dos movimentos das mulheres eu que venho de uma questão que é histórica de militância; a minha formação foi lá nos movimentos sociais e dentro desse movimento a gente sempre incentivou as mulheres a participar mais da política e hoje através de dados você percebe que ainda temos uma participação muito pequena da mulher e como a gente vive em um regime democrático, tanto mulheres como homens a gente luta muito pela questão da igualdade de oportunidades, então eu resolvi lançar meu nome como pré-candidata à prefeitura. Vem dessa experiência de ter sido vice-governadora do Estado. Eu sempre digo para as nossas mulheres que não devemos nunca nos deixar intimidar e hoje a gente vê que muitas dessas conquistas já estão acontecendo as mulheres estão alcançando cargos importantes.

Diário – Vem de uma política de gênero também?
Dora – Nós precisamos incentivar outras mulheres, mostrar que a mulher tem capacidade; mulher quando entra para a política, e os dados mostram isso, os resultados aparecem. Mas vivemos em uma sociedade muito conservadora.

Diário – Machista a senhora diria?
Dora – Sim, machista e conservadora. O Brasil ainda é muito conservador. Nesse contexto o trabalho nosso é dobrado porque nós temos que provar dez vezes nossa capacidade, mas esse é um processo histórico que vem desde lá dos anos 80, passando por diversos processos de formação, mas felizmente hoje a gente percebe que tem muitas mulheres na política e a principal delas, claro, é a presidenta Dilma. Precisamos quebrar esse paradigma ou seja temos uma mulher na presidência, resultado de um trabalho árduo muito intenso dentro do próprio segmento e que ganhou o reconhecimento da sociedade.

Diário – Existe essa política de gênero até nas regras da eleição, pois o legislador colocou uma regra que garante a participação das mulheres nos partidos em um percentual de 30% de vagas que devam ser destinadas a elas. 
Dora – É, só que nós estamos lutando para aumentar para 50%.

Diário – Mas na prática essa participação ainda não produziu resultados, pois no Congresso Nacional elas são menos de 10% das cadeiras.
Dora – Os próprios partidos políticos têm muitas dificuldade. Eles têm que estar recrutando mulheres para o preenchimento desse percentual de candidaturas. Eu diria que é uma questão cultural, a política é coisa bem recente, elas passaram a poder votar e ser votada a pouco tempo, é coisa bem recente se formos fazer uma contextualização histórica no Brasil comprovaremos isso, então é importante elas participarem da vida ativa do país, é importante elas virem para esses espaços de poder, pois as mulheres tem um jeitinho especial de lidar com as coisas.

Diário – E as mulheres são a maioria do eleitorado brasileiro. Se essa ficha cair elas não perdem nunca mais uma eleição para os homens.
Dora – É... [risos] E só quem participa da política sabe das dificuldades, dos preconceitos, do tipo de coisa que a gente ouve nos bastidores; mas não devemos desistir, eu tenho certeza que um dia esses resultados virão, pode nem ser agora com a Dora mas pode ser mais à frente com a Joana ou com a Maria, outras mulheres, o importante é começar, importante que alguém venha e mostre que isso é possível e que nós temos essa capacidade.

Diário – Haverá um evento oficial de lançamento da sua pré-candidatura?
Dora – Ah, com certeza isso tá vindo do partido a nível Nacional pois você sabe que existem várias correntes dentro do PT.

Diário – A sua corrente qual é dentro do partido?
Dora – Hoje eu faço parte da CNB que significa Construindo um Novo Brasil, é uma das maiores correntes, oriunda do PTLM que quer dizer Partido de lutas e massas, mas recentemente houve uma fusão no Brasil com a CNB que é é maior corrente no âmbito nacional a qual inclusive pertencem governadores, ministros e o próprio presidente Lula.

Diário - Então ainda não há data para o lançamento da sua pré-candidatura?
Dora - Pois é dentro do partido nós temos vários processos ainda vai abrir o período de prévias inclusive o nosso calendário eleitoral vai abrir agora no dia 5 de abril e a partir disso eu vou inscrever meu nome como pré-candidato e se houver outro nome nós vamos abrir uma disputa interna para homologar o nome do partido.

Diário – Há notícia de um outro nome dentro do partido?
Dora – Eu acredito que não. A própria questão do meu nome é algo muito recente, aconteceu agora, nós estamos retornando de um evento do partido lá no Rio de Janeiro no aniversário do PT e o partido baixou uma resolução de que nós teríamos ter candidatos em todas as capitais e aí eu fui chamada pelo núcleo político do meu partido para colocar meu nome à disposição do partido aqui em Macapá.

Diário – É comum os candidatos não admitirem abertamente que são para candidatos, aí colocam isso sempre como uma imposição do partido, enfim. Com a senhora em particular, a senhora quer ser prefeita de Macapá?
Dora – Certamente que sim, eu como moradora da cidade de Macapá tenho essa pretensão, como todos sabem, fui vice-governadora é um cargo em substituição, a gente não tem muita autonomia, então eu me minha vida para isso um preparo técnico um preparo, político.

Diário – A formação da senhora é em que área?
Dora – Eu sou geógrafa. Tenho mestrado em gestão pública também. Há muitos anos que eu fiz essa formação e hoje eu faço uma pós em políticas públicas. Mas eu acho que independente de você ter estudo ou não, é algo relativo, pois o próprio presidente Lula que tinha apenas a quarta série chegou ao cargo mais importante, foi presidente do país e mostrou que independente de você ter ou não escolaridade, quando você assume um cargo público tem que ter responsabilidade com a gestão pública, fazer com que as pessoas ajam com responsabilidade. Fazer com que ocorram as transformações as pessoas quando elegem um governante esperam.

Diário – Essa experiência como vice-governadora, na história recente do Estado nós tivemos vices que tinham uma participação mais ativa na gestão, inclusive assumindo algumas secretarias, isso não aconteceu com a senhora, não teve esse espaço?
Dora – Não, não! A gente quando assumi a vice-governadoria foi mais uma questão de acordos entre grupos, como disse, de correntes dentro do partido, para que a gente pudesse compor na vice. O ex-governador Camilo tinha muitas atividades, viajava muito e eu resolvi me limitar apenas ao protocolo do cargo de substituir o titular, o que aconteceu várias vezes, mas como disse, o vice não tem muita autonomia, é diferente de você ser o gestor principal, de você ter a caneta e poder tomar as decisões do Estado de acordo com as suas convicções.

Diário – Ficou alguma rusga, alguma diferença daquele período, ou até depois na disputa pela reeleição quando a senhora teve seu nome ´preterido na chapa para dar lugar a um vice indicado pelo PSOL. Muita gente fala que sua candidatura ao Senado foi vítima de uma siposta traição, na reta final da eleição a cúpula do PSB decidiu carrear votos na candidatura do hoje senador Davi. Ficaram mágoas mesmo?
Dora – Certamente que ficaram. Mas lógico que em política a gente a gente não deve guardar rancor. Isso serviu para mim como uma grande experiência. Eu fiquei apenas frustrada como mulher, pois hoje a gente percebe que todo mundo fala em política de gênero, principalmente agora pelo Dia Internacional da Mulher; fazem grandes discursos para as mulheres, mas na hora de apoiar uma mulher a gente percebe que se trata apenas de discurso, porque na prática não. Todo mundo percebeu isso, a própria população no decorrer da campanha. Eu abri mão da vaga de ser vice-governadora para concorrer ao Senado. Mas eu acho que o próprio partido PSB, eu já comentei isso em outros locais, que já deve ter feito uma reflexão e visto que talvez a sua estratégia pode ter sido errada, porque no momento do auge, quando está empolgado, por uma rixa que eles tinham com PMDB né, talvez para não eleger o ex-senador Gilvam Borges, acabou mesmo descarregando os votos no Senador Davi, que inclusive eu quero aqui dizer que não tenho nada contra ele, que inclusive torço para que ele faça um bom governo, uma boa gestão no Senado Federal, torço muito por ele, um jovem amapaense, assim como também todos os outros que concorreram comigo.

Diário – Esclarecido então.
Dora – É, foi uma experiência, como mulher eu até evito falar dessa questão porque foi assim algo muito frustrante, mas eu não me intimidei, estou aqui lançando o meu nome como pré-candidato à prefeitura de Macapá, porque eu acredito que é uma cidade muito bonita e que inclusive já foi chamada de cidade Joia da Amazônia.

Diário – A senhora é macapaense?
Dora – Sim, sou. Assim, meu pai diz que eu nasci na beira do rio... [mais risos] do Rio Matapi, mas desde bebê, desde criança a gente nem mora aqui na cidade de Macapá, aqui que a gente cresceu, se criou.

Diário – Olha, a senhora disse que não gosta de falar esse episódio e, de fato, a própria expressão corporal da senhora demonstra isso, seus olhos, mostram o quanto fica incomodada quando trata desse assunto daquela eleição de 2014. Assim como não dá pra deixar de pedir pra senhora comentar o atual momento do seu partido, o PT, às vésperas de um domingo que pode ser de novas manifestações contra o partido e o governo da presidente Dilma. Como é levar o número 13 para que o eleitor novamente deposite confiança em uma proposta petista?
Dora – Eu vejo assim, onde o PT governa, seja estado, esteja em prefeituras, tem resultados positivos de transformações sociais. Os dados estatísticos estão aí para comprovar isso. O cenário atual a gente observa principalmente em relação à figura do presidente Lula, é um choque muito grande para a gente do Partido dos Trabalhadores que desde 2002 assumimos as rédeas do país com ele, como eu falei, um operário que promoveu transformações políticas, econômicas e sociais grandes. A gente conseguiu tirar centenas de pessoas da exclusão social; eu mesma venho de uma família muito simples; a gente às vezes quando olha o passado e o presente vê que muita coisa mudou; agora lógico que dentro desse contexto, dentro desse cenário da política nacional, a gente vai perceber que há interesses por trás disso, essa crise ela começou praticamente quando o Brasil descobriu esse ouro que é o pré-sal, há interesses nacionais e internacionais também.

Diário – De mercado, é isso?
Dora – Sim, se hoje o Brasil ocupa a sétima, a sexta posição entre as maiores economia mundial, com o pré-sal talvez a gente chegue no topo, fique entre a terceira ou a segunda, então é uma questão que a sociedade precisa entender qual o verdadeiro pano de fundo que está por trás disso. Só disso uma coisa para vocês: sou filiada ao Partido dos Trabalhadores a muitos anos, venho de movimentos sociais, até porque o PT quando foi criado veio lá dos movimentos eclesiais de base, nos movimentos sociais, com intelectuais, com vários companheiros nossos valorosos que hoje ainda estão aí. Então a bandeira que nós defendemos é de melhoria para a sociedade, mas infelizmente o PT é como uma família, então se um irmão meu se envolve em alguma coisa, será que todo mundo está nessa vala comum?

Diário – Entendo, até porque o próprio texto constitucional diz que até que se prove o contrário todos são inocentes perante a lei, mas e com relação a petistas que foram de fato condenados por exemplo no escândalo do mensalão? Houve também jogo de interesses ou esses maus irmãos seus possam ter cometido seus pecadinhos?
Dora – [Risos] Olha, sobre o mensalão esta semana mesmo foi dado o perdão tanto para o Delúbio quanto para o João Paulo, o ex deputado federal. E dentro do meio jurídico há quem afirme categoricamente que não houve provas e se você for ver do mensalão para cá você vai ver que os delatores vão lá, falam e fica aquilo como se fosse verdade, não tem uma base consistente de provas. Eu até estava lendo comentários do ministro do Supremo, a maior Corte do país, o ministro Marco Aurélio fala claramente que o que aconteceu recentemente com o presidente Lula, que não foi intimado. Ninguém está acima da lei, claro, só que a lei não pode também ser violada.

Diário – Para fechar, se o canto da sereia, digamos assim, do PSB, vier novamente com uma proposta de composição com o PT, um aliado histórico, a senhora subiria novamente no mesmo palanque?
Dora – Eu acho muito difícil, mas isso vai ser uma decisão como eu expliquei pra você anteriormente, do diretório estadual, ele tem os dirigentes, então qualquer tipo de coligação, com quem a gente vai coligar, para qual palanque a gente vai, enfim, será a executiva nacional e não eu Dora, agora tenho uma convicção, uma opinião, hoje a Dora diria que não tem o menor interesse em fazer essa parceria.

Perfil

Entrevistada. Natural de Macapá, no Amapá, Doralice Nascimento de Souza nasceu em 1967, é formada em Geografia pela Universidade Federal do Amapá (Unifap) e pós-graduada em Gestão Pública pela Universidade de Brasília, e em Planejamento Urbano e Geografia Humana pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Suas origens como agente pública vieram ainda em movimentos sociais, especialmente daqueles voltados para a difusão das políticas por igualdade de oportunidades entre homens e mulheres. Em 2010 foi eleita vice-Governadora do Amapá, na chapa de Camilo Capiberibe. Em 2014 concorreu a senadora da República, logo após deixar o posto de vice natural na chapa de reeleição do titular, algo polêmico à época.

Notas da Coluna Argumentos, domingo, dia 13 de março de 2016.

Aulas

Secretária de educação do estado, professora Conceição Medeiros, foi ao rádio ontem falar da programação de volta às aulas. Nesta segunda-feira, promete ir “de norte a sul, de leste a oeste” para dar boas vindas aos alunos, pais ou responsáveis.

Plus

Conceição também disse que a cereja do bolo deverá ser a reinauguração da Escola Gonçalves Dias, que ficou para dia 21. Com novidades em infraestrutura, como laboratório de informática, promete ‘abalar’.

Política

O colunista provocou, no bom sentido, a pedetista Conceição Medeiros sobre o projeto de virar deputada federal, quando perdeu a vaga por pouco. “Essa candidatura foi também para ajudar a educação”, disse.

Nome

E por falar em candidatura, aliás, pré-candidatura, Dora Nascimento, do PT, foi ao nosso Conexão Brasília de ontem confirmar que é postulante à PMM. Ela falou também sobre o momento do partido, crises, etc.

Separação

Mas sobre reeditar parceria com o PSB, de quem foi vice no Setentrião na gestão passada, ela foi até diplomática, cortês, mas taxativa: “Não temos o menor interesse”. Preterida na eleição ao Senado, dizem.

Off-road
Dona Adenildes e sua família recebem os aventureiros locais no próximo dia 20 para mais uma ‘Trilha Berro’, que chega à sua sétima edição. Será na fazenda deles cujo nome dá origem ao evento. É a comemoração jipeira para o fenômeno do Equinócio das Águas. A coluna vai lá fazer a cobertura!

Assento

Especialista em língua francesa e com histórico de trabalho em território da Guiana, professor Iran de Brito atua agora para o estabelecimento de uma representação brasileira por lá, independente da carreira diplomática. Ideia seria uma eleição entre a própria comunidade tupiniquim que vive lá.

Pesquisa

Já o professor Rafael Pontes, que é pró-reitor de extensão e assistência estudantil da Unifap, falou no rádio ontem sobre uma campanha para conhecer o perfil dos discentes de graduação. Nos primeiros dias 300 já responderam ao questionário, que é exclusivo do site da instituição. Trabalho importante.

Legenda

O atual prefeito de Macapá, o alvo a ser batido nessa eleição, diz que no próximo sábado colocará fim às especulações sobre para qual partido irá disputar a reeleição. Clécio deu até pistas sobre ter sido cortejado por agremiações como o PCdoB, Rede e o novel PPL. É esperar.

FORTALEZA 234 ANOS: Monumento comemora aniversário dia 19

Cleber Barbosa
Editor de Turismo

Um dos maiores símbolos da identidade turística da cidade de Macapá, a Fortaleza de São José de Macapá completará aniversário no próximo sábado. Chega aos 234 anos desde que portugueses, negros e índios ergueram um monumento um tanto controverso, por jamais ter dado um tiro real, que usou mão de obra escrava em sua edificação e que até serviu de prisão política, mas que, incontestavelmente, é exuberante, imponente e bela. Algo para se orgulhar em termos de atrativo turístico e que precisa de muito mais divulgação.
Com o objetivo de levar lazer, educação e conhecimento, a Fortaleza estará promovendo durante a semana uma programação de cunho educativo e cultural. Que já inicia neste domingo, com a visita da imagem peregrina do santo que dá nome ao monumento – afinal a inauguração se deu num dia de São José. Também haverá a celebração de uma missa, seguida de visitação às suas dependências.
Turismólogo Jubi de Souza
Segundo o turismólogo Jubi de Souza, 34, que é um dos técnicos do Museu Fortaleza de São José (nome oficial atual), a programação serve para a valorização do forte, que caminha a passos largos para ganhar reconhecimento da Unesco como patrimônio cultural da humanidade. “Para mim é um orgulho muito grande trabalhar aqui, num monumento que é a cara da cidade de Macapá e que inclusive deu origem à nossa cidade”, diz o especialista.
No sábado pela manhã haverá apresentações artísticas, com artistas locais e abertura de uma exposição de artes plásticas assinadas pelo inesquecível pintor amapaense R. Peixe. À tarde, a Banda de Musica do Corpo de Bombeiros Militar fará um concerto aos visitantes e autoridades convidadas., seguida do canto dos parabéns e do corte do bolo de aniversário da Fortaleza.
O atual gerente do museu é um militar, Valdeci Sampaio Bonfim. Ele diz que só o fato da Fortaleza ter sido reaberta ao público é um grande presente para esse grande patrimônio dos amapaenses. “Mas o ideal é que aquelas pessoas que aqui nasceram ou que para cá vieram, mas que ainda não visitaram o nosso forte possam aproveitar essa data para vir aqui e saber mais a respeito dessa maravilha global que ela é”, derrete-se o administrador.
De terça-feira a domingo a Fortaleza está aberta a visitações, no horário das 8 às 18 horas. Os técnicos dizem que há um projeto de reforma e manutenção reparadora, para que ela não perca nem o charme nem a tradição de maior atração da cidade.

Uma história de muito simbolismo e estratégia
Para suceder os redutos de 1738 (Reduto do Macapá) e de 1761 (Forte do Macapá), e dar solução definitiva à fortificação da barra norte do rio Amazonas, o Governador e Capitão-general do Estado do Grão-Pará e Maranhão, Fernando da Costa de Ataíde Teive, dirigiu-se à vila de São José do Macapá, onde, a 2 de janeiro de 1764, em companhia do Sargento-mor Engenheiro Henrique Antônio Galucio, examinou o terreno e aprovou a planta geral da nova fortaleza.
Meses mais tarde, a 29 de junho nesse mesmo ano, foi lançada a pedra fundamental da fortaleza, no ângulo do baluarte sob a invocação de São Pedro, na presença do governador, do Coronel Nuno da Cunha Ataíde Varona, comandante da Praça, do Sargento-mor Galúcio, do Senado da Câmara e das demais autoridades civis e religiosas da vila.
O bispo D. Frei Caetano da Anunciação Brandão, que passou por Macapá em viagem pastoral em 23 de março de 1785, registou em seu diário de viagem a observação de que a fortaleza era "(...) regular, segura e espaçosa ao gosto moderno, que importou ao rei Dom José três milhões (...); porém acha-se mui falta de gente para defender."

A construção usou mão de obra índia e negra e demorou 18 anos para conclusão
A sua construção empregou, além de oficiais e soldados, canteiros, artífices e trabalhadores africanos e indígenas. Eram pagos 140 réis diários aos primeiros contra apenas quarenta réis para os segundos. Os trabalhos distribuíram-se entre as pedreiras da cachoeira das Pedrinhas, no rio Pedreiras, a cerca de 32 quilômetros de distância de Macapá (extração e cantariação), os fornos de cal, as olarias (tijolos e telhas), a logística (transporte fluvial e terrestre), além do próprio canteiro de obras em Macapá.
O Sargento-mor Galúcio veio a falecer de malária durante as obras, a 27 de outubro de 1769, tendo assumido a direção dos trabalhos o Capitão Henrique Wilckens, até à chegada do Sargento-mor Engenheiro Gaspar João Geraldo de Gronfeld. Comandava a praça, à época, o Mestre de Campo do 1º Terço de Infantaria Auxiliar de Belém, Marcos José Monteiro de Carvalho.
No primeiro semestre de 1771 estavam concluídos os trabalhos internos, demorando-se os acabamentos exteriores até depois de 1773. Deste período (dezembro de 1772), existe planta dada pelo Governador e Capitão General do Grão Pará, João Pereira Caldas, ao Ministro Martinho de Melo e Castro (Planta da Fortaleza de S. José de Macapá, c. 1772. Arquivo Histórico Ultramarino, Lisboa).
O falecimento do rei D. José (1750-1777), e a exoneração do Marquês de Pombal por D. Maria I (1777-1816), trouxeram como reflexo sérias restrições orçamentárias, fazendo com que a inauguração da fortaleza só viesse a ocorrer, com as obras complementares ainda pendentes de realização, a 19 de março de 1782, dia do seu padroeiro, São José. Estima-se que foram consumidos nas obras, três milhões de cruzados.

Curiosidades
- A Fortaleza de São José de Macapá localiza-se numa ponta de terra à margem esquerda do rio Amazonas, na antiga Província dos Tucujus, atual cidade de Macapá, no estado do Amapá, no Brasil.
- Ela é testemunha do vasto projeto de defesa da Amazônia desenvolvido pelo marquês de Pombal, as suas dimensões são comparáveis às do Real Forte Príncipe da Beira.

1764
Este foi o ano do início da construção da Fortaleza de São José de Macapá.

CARTÃO-POSTAL

Notas da Coluna Argumentos, sábado, 12 de março de 2016.

Abriram
“As portas do céu”, dizia uma senhora ontem, no segundo dia de chuvas fortes em Macapá, que mostro novamente incapacidade para conviver com os canais que cortam a cidade. Lixo e entulho de mais, para planejamento de menos em termos de saneamento, drenagem, etc.


Momento

E tem quem esteja adorando o atual momento de temporais para se viabilizar como pré-candidato ao lugar do atual prefeito. Sapatear sobre os problemas alheios é fácil, difícil mesmo é mostrar o que fazer.


Nomes

Bem, mas o fato é que legítimo é debater os problemas da cidade e o clima pré-eleitoral já toma conta não apenas dos bastidores, mas da mídia e das rodadas de bate-papo. Vai um vara de condão?


Troca

Notícias vindas das bandas de Calçoene dão conta de que o eterno vereador Raimundo Piaba (PV) quer retomar o posto, já que o filho Piabinha, não se veio tão bem na vereança. O pai disputou ser vice-prefeito.


Fenômeno

Ouvi o Charles Chelala falar ontem sobre a chegada ao Partido Pátria Livre (PPV). E pregando ideologia partidária, coisa rara atualmente. “Precisamos concluiu o processo de independência do Brasil”, disse ele.



Fronteira
O comandante da Fronteira Amapá/34º BIS, coronel Mattos, encontrou-se com o comandante do 3º Regimento Estrangeiro de Infantaria (3º REI), bem na divisa entre os dois países. Na ocasião, visitou o Centro de Treinamento em Floresta Equatorial, da Legião Estrangeira, na Guiana Francesa.

Talentos

Quatro acadêmicos da Unifap, bolsistas de programas de iniciação científica, concorrem na etapa nacional do 13º Prêmio destaque na Iniciação Científica e Tecnológica CNPq. Os projetos aprovados concorrem nas áreas de Ciências da Vida; Humanas, Sociais, letras e Artes; Exatas, da Terra e Engenharias.


Expectativa

O resultado será anunciado pelo CNPq até 27 de maio de 2016, no endereço destaqueict.cnpq.br. A cerimônia de entrega do prêmio aos vencedores irá ocorrer durante a 68ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em julho de 2016, na cidade de Porto Seguro (BA).


Nomes

Os estudantes que irão representar o Amapá na etapa nacional do 13º Prêmio destaque na Iniciação Científica e Tecnológica são: Ícaro Rodrigues Sarquis, Lana Patrícia de Matos dos Santos, Marcus Vinícius da Costa Frazão e Naima Pontes Dhaveloose.

sábado, 12 de março de 2016

Dora Nascimento confirma pré-candidatura e descarta aliança com o PSB

Dora Nascimento confirma pré-candidatura e descarta aliança com o PSB
Por Ramon Palhares

Entrevistada na manhã deste sábado no programa Conexão Brasília (Diário FM 90.9), apresentado pelo jornalista e radialista Cleber Barbosa, a ex-vice governadora do Amapá na gestão de Camilo Capiberibe confirmou que é pré-candidata pelo PT à Prefeitura de Macapá. “Estou lançando oficialmente neste momento, no seu programa, pela credibilidade que tem, a minha pré-candidatura pelo Partido dos Trabalhadores. Tenho minha história com o partido e com o Amapá, por isso não posso me omitir neste momento tão importante para a consolidação da democracia”, justificou.
Perguntada sobre a possibilidade de repetição da aliança com o PSB após os acontecimentos de 2014, quando a militância do PSB foi incentivada pela cúpula do partido a votar em Davi Alcolumbre, do DEM, para o Senado e não nela, candidata da coligação, Dora não hesitou: “Uma eventual aliança com o PSB está totalmente descartada; em política não se deve guardar rancor, mas, certamente ficaram rusgas, foi um golpe muito baixo, porque me sacrifiquei muito para que saísses vitoriosos, tanto que no decorrer da campanha abri mão da candidatura natural a vice governadora para concorrer ao Senado, por acordo, mas na reta de chegada da eleição, como estratégia para que o Gilvam Borges não se elegesse senador, a militância foi levada a votar no Davi; eu acho que o próprio PSB já fez uma reflexão e chegou a conclusão que, apesar de ter dado certo na pretensão, foi uma estratégia errada; não tenho nada contra o Davi, espero que ele faça um bom trabalho no Senado, mas, confesso, foi uma experiência foi bastante frustrante”.
Questionada se está preparada para ser prefeita de Macapá, Dora fez uma retrospectiva de sua vida pública desde o início da militância em movimentos estudantis e reforçou a necessidade da mulher ampliar o seu espaço na política: “Sempre fui e continuo sendo ativista de projetos sociais, e sempre incentivei as mulheres a participarem da política; nunca vamos nos deixar intimidar pelo preconceito; temos que garantir às mulheres e aos homens, indistintamente, as mesmas oportunidades; percebemos que as mulheres têm alcançado conquistas significativas, mas precisamos incentivar outras mulheres; a conquista desse espaço ainda é muito difícil, porque quando a mulher entra na política tem que mostrar 10 vezes que tem capacidade, porque vivemos numa sociedade machista, conservadora; até a Presidente Dilma enfrentou, mas conseguiu quebrar esse paradigma e tornou-se Presidente da República.
Dora Nascimento garantiu que sua pré-candidatura é forte e, pelo menos até o momento, não surgiu outra pré-candidatura no partido, que tem como presidente da Executiva Regional do Amapá o marido dela, ex-deputado federal Joel Banha: “Temos várias correntes dentro do partido; hoje faço parte da CNB (Construindo um Novo Brasil), que é de longe a mais forte do PT, à qual, aliás, pertence o presidente Lula; para consolidar a candidatura temos todo um processo; até o momento ainda não surgiu outra pré-candidatura, e até o dia 5 de abril eu vou me inscrever como pré-candidata; se tiver outro nome vamos fazer disputa interna”.
Atual momento do PT
Perguntada sobre as dificuldades naturais que o partido vai enfrentar no pleito eleitoral deste ano por causa das dificuldades econômicas e da crise institucional do país, Dora Nascimento retrucou: “Onde o PT governo, em todos os municípios, estados, onde governou, a gente tem resultados positivos com transformações sociais dados estatísticos comprovados; o PT tirou centenas de pessoas da exclusão social; eu mesmo venho de família muito simples, e quando olho o passado vejo que muita coisa mudou. Se fizermos reflexão profunda, um retrato disso, a gente sabe que há muita coisa por trás disso; há interesses internacionais e dentro do Brasil; tudo isso (ataques ao governo do PT) começou a partir da descoberta do pré-sal, porque a exploração do petróleo em águas profundas vai tirar o Brasil da posição de 7ª economia do mundo para o topo, talvez, em 2º ou 3º lugar”, vaticinou.
 Mensalão
A pré-candidata do PT disse, ainda, que petistas foram condenados no processo do ‘Mensalão’ sem provas: “Dentro do meio jurídico, inclusive em palestras, juristas afirmam categoricamente que não houve provas para condenação dos acusados; do mensalão pra cá os delatores falam de você e fica aquilo como se fosse verdade, sem consistência de provas. Eu estava lendo um comentário do ministro do SFT (Supremo Tribunal Federal) Marco Aurélio, por exemplo, onde ele fala claramente que o que aconteceu recentemente com o presidente Lula (que foi conduzido coercitivamente para depor na Justiça Federal de Curitiba) foi ilegal, porque em nenhum momento o Lula foi intimado (para depor); o Ministro diz, e ele tem toda razão, que ninguém está acima da lei; só que a lei não pode ser violada. Está claro que a condução coercitiva foi para desgastar o Lula.


sexta-feira, 11 de março de 2016

Entra no segundo dia consecutivo onda de chuvas fortes em Macapá

Pelo segundo dia consecutivo, a cidade de Macapá recebe chuvas fortes que estão provocando alagamentos por várias partes. Segundo a meteorologia, são os maiores temporais do ano. A Defesa Civil está de prontidão e seus integrantes praticamente não saem do plantão, apesar de não terem sido registrados casos mais graves, como desabamentos ou enchentes. Mas os aborrecimentos são muitos, bem como prejuízos de quem teve a casa tomada pelas águas, em pontos tradicionais de alagamento, como aqueles próximos aos canais da capital do estado.
Nas redes sociais, claro, não faltaram zoações, sempre com muita criatividade, como essa da foto.
No Jornal Nacional, da Rede Globo, as chuvas sobre Macapá também foram registradas pela apresentadora Juliana Coutinho, que comanda o quadro da Previsão do Tempo. Ela disse que a massa de ar quente que sai da Amazônia é que provocou também o excesso de chuvas no Sudeste, principalmente no estado de São Paulo.
Equipes das secretarias municipais de Obras e Infraestrutura Urbana (Semob) e de Manutenção Urbanística (Semur) atuam desde as primeiras horas desta quinta-feira para amenizar os impactos causados pela grande quantidade de chuva e que acabou coincidindo com o horário de maré alta. Segundo a tábua de maré da Marinha do Brasil, até o dia 14 de março, devido ao período de lua cheia, a maré alta pode atingir até 3,5 metros de altura, coincidindo com a chuva, o que pode ocasionar transbordamento dos canais de vazão natural.

A Prefeitura de Macapá disponibiliza para a população o número 98802-8378, para que possa acionar as equipes, em caso de alagamento. As recomendações da Defesa Civil são de que as famílias atingidas procurem um lugar seguro, de preferência casa de parentes.

Rotas do chocolate indicadas pela momondo são viagens saborosas para o feriado da Páscoa


Chocólatras podem degustar e conhecer a produção de perto em fábricas e lojas deliciosas em cidades charmosas como Gramado, Nova Friburgo e Vila Velha, no Brasil; e Bariloche e Buenos Aires, na Argentina

São Paulo, fevereiro de 2016 - Com a Páscoa se aproximando aumenta aquela vontade incontrolável de se deliciar com muitos bombons, ovos e barras de chocolate, não é mesmo? E se o plano é viajar no feriado, nada melhor que juntar a viagem com a vontade de comer.

momondo, buscador de passagens áreas e reservas de hotéis, reuniu 7 rotas do chocolate que deixam qualquer chocólatra extasiado com tantas iguarias. São cidades muito charmosas no Brasil e na vizinha Argentina onde os turistas podem degustar e visitar fábricas de sonhos que deixam no ar aquele aroma irresistível de cacau.

Para garantir os melhores preços nas passagens aéreas e hotéis, a momondo recomenda se apressar, já que o quanto mais perto do feriado maiores são os preços. Então corra, escolha seu destino e a rota do chocolate que deseja embarcar e delicie-se.

Gramado (RS)



A Páscoa na Serra Gaúcha é uma das mais conhecidas do Brasil. A cidade organiza todos os anos a Chocofest, quando se transforma na vila encantada de “Gostosuras”. Entre as atrações, há shows, desfiles e sorteios de cestas de chocolate. A cidadezinha também revela muitos encantos em construções bávaras e belos jardins de flores espalhados por toda parte.


Nova Friburgo (RJ)


Difundindo e preservando a arte suíça da fabricação do queijo e do chocolate ao leite, a Queijaria Suíça é hoje uma das principais atrações turísticas de Nova Friburgo, localizada na região serrana do Rio de Janeiro. Com a proximidade da Páscoa, aumenta a produção na Chocolataria Suíça e todo processo pode ser acompanhado de perto pelos
a encontra trufas de vários sabores.

Campos do Jordão (SP)


Ainda que seja um destino tradicional de inverno, Campos do Jordão merece ser visitada em qualquer época do ano, mas na Páscoa há mais um bom motivo. Na Araucária, uma das fábricas de chocolate da cidade, a produção é acompanhada de dentro da loja, que é toda envidraçada. Não há como sair sem encher a cestinha com trufas, bombons, cremes de avelã e muitas outras tentações.

Vila Velha (ES)



Com a chegada de uma grande fábrica de chocolate, Vila Velha, cidadezinha nas imediações de Vitória (ES) passou a ser um novo destino procurado pelos amantes de chocolate e se tornou a capital da Páscoa. Os chocólatras podem embarcar no Chocotour, passeio que dura uma hora e meia para apreciar os chocodutos que se estendem por seis quilômetros dentro da fábrica. E não precisa se preocupar que enquanto as informações sobre a fabricação dos bombons são apresentadas pelo guia, há paradas estratégicas para degustação.

Curitiba (PR)


Curitiba é o paraíso dos chocólatras por causa do delicioso Tour Curtidoci. Mergulhar nessa incrível jornada pelo mundo do chocolate representa fazer uma viagem pela cultura de dois charmosos bairros que se destacam nesse quesito: Batel e Bigorrilho. Em visitas pelas docerias, os visitantes serão recebidos pela simpatia dos proprietários e vão saborear as maravilhas encontradas apenas na encantadora capital paranaense.

Bariloche (ARG)


Os chocolates são uma atração à parte em Bariloche. Basta caminhar pelas principais ruas da cidade para encontrar muitas lojas de fabricação própria. O Museu do Chocolate, que pertence a uma tradicional fábrica da região, é visita obrigatória tanto para os adultos quanto para as crianças, que irão conhecer todo processo de fabricação do chocolate e sua história, desde o início da exploração do cacau até os dias atuais.

Buenos Aires (ARG)


Chocolate e Buenos Aires é uma combinação perfeita. Além da arquitetura charmosa da capital argentina, aprecie um chocolate quente ao estilo portenho com uma barrinha de chocolate mexendo o leite até se dissolver, adicionando muito marshmallow, canela e baunilha. Mas a cidade é conhecida mesmo pela tradição de seus disputados alfajores, um souvenir que agrada muito os amigos e familiares na volta para casa.

Sobre a momondo
momondo.com.br é um renomado buscador de passagens aéreas e hotéis que compara preços em milhares de agências de viagens e companhias aéreas. Seu motor de busca é recomendado por diversos sites internacionais, como o The New York Times, a CNN, o Frommer’s Daily e o Daily Telegraph. Com sede em Copenhagen, na Dinamarca, a empresa opera em mais de 30 países e possui apps gratuitos para iPhone/iPad e Android.

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