terça-feira, 11 de setembro de 2012

Mapa divulga balanço da primeira etapa da vacinação contra aftosa

A vacinação contra a febre aftosa de novo não atingiu as metas preconizadas pelo Governo Federal
O Amapá também não vacinou nesse primeiro semestre, pois a vacinação passou a ser anual, no mês de novembro, devido às condições ambientais desfavoráveis para realizá-la em outros períodos
UltimoInstante : Notícias de Hoje 

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Febre Aftosa imunizou 165.300.924 bovinos e bubalinos no País, uma cobertura de 97,85% nas etapas do primeiro semestre deste ano. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira, dia 10 de setembro, pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abstecimento (Mapa).

Santa Catarina é reconhecida pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como zona livre de febre aftosa sem vacinação desde maio de 2007 e, portanto, não participou da campanha. O Amapá também não vacinou nesse primeiro semestre, pois a vacinação passou a ser anual, no mês de novembro, devido às condições ambientais desfavoráveis para realizá-la em outros períodos.

O Departamento de Saúde Animal (DSA) do Mapa considerou positivos os resultados da campanha, uma vez que foi acima do índice registrado no mesmo período de 2011, que foi de 97,7%. A primeira etapa da campanha teve início no mês de março, na calha do Rio Amazonas, prosseguindo nos meses de abril a junho, sendo que a maior parte dos estados vacinou no mês de maio. A segunda etapa da campanha teve início em julho, no Amazonas e no Pará. Os estados de Roraima e Rondônia serão os próximos a vacinarem em outubro enquanto a maioria dos demais estados vacinará em novembro.

Atualmente, a zona livre da febre aftosa com vacinação é composta por 16 estados e o Distrito Federal. A campanha de vacinação e todo trabalho realizado pelo governo são fundamentais para garantir as zonas livres e impedir a reintrodução da doença no território.

Leia Mais: http://www.ultimoinstante.com.br/pt/noticias_20120910/setores_agronegocio/133155/Mapa-divulga-balanço-da-primeira-etapa-da-vacinação-contra-aftosa.htm#ixzz26AFlXXje

Lutador de MMA John Macapá abre o jogo em entrevista ao site Tatame

Por Erik Engelhart

Integrante do TUF Brasil, John Macapá acabou não chegando a final do programa, mas sua participação na casa não pode ser desprezada, já que o peso pena proporcionou excelentes combates. Apesar de ter sido derrotado no UFC BH, Macapá vem colhendo os frutos de sua passagem no Ultimate e o ex-pedreiro, taxista e segurança, finalmente já consegue viver somente do MMA. John vem passar uma temporada na academia Nova União, no Rio de Janeiro e sua intenção é ficar. Confira abaixo uma entrevista exclusiva com o lutador e entenda porque ele quase morreu antes de entrar no TUF Brasil.

Você é nascido e criado em Macapá? Como foi sua infância?
Sim, nasci e fui criado no Macapá. Todos puderam assistir no reality show, o TUF, que eu tive uma infância bem difícil. Geralmente, 50% dos brasileiros têm, que é a convivência com os pais, a separação dos pais.

O que você gostava de fazer antes de conhecer a luta?
Gostava muito de jogar Capoeira lá no meu bairro e trabalhei como segurança, pedreiro, taxista e um monte de outras coisas.

Então o seu primeiro contato com artes marciais foi pela Capoeira?
Meu primeiro contato com as artes marciais foi na Capoeira. Em seguida eu fiz escolinha de Futebol, mas a minha paixão mesmo sempre foi a arte marcial. Conhecei a Capoeira a partir dos 15 anos, quando eu comecei meus primeiros passos nas artes marciais. Logo em seguida, a partir de uns três a quatro anos, eu migrei para o Jiu-Jitsu.

Como você conheceu o Orlando? Ele é seu mestre até hoje?
Meu primeiro mestre e até hoje é o Orlando. O conheci através de um amigo de Capoeira também, que me apresentou. Fomos convidados para fazer algumas aulas de Jiu-Jitsu. Eu tinha uns 18, 19 anos. Em seguida, a gente construiu uma relação muito boa de amigos, que hoje eu já nem o chamo de mestre, chamo de pai. Ele foi o cara que sempre esteve do meu lado nos bons e nos momentos difíceis. Logo em seguida, depois de um ano de treinamento, migrei para o MMA, fiz a minha estreia. Finalizei no arm-lock, que é a posição que até hoje eu mais gosto, sinto mais facilidade em fazer.

É a sua especialidade?
É a especialidade da casa o arm-lock, só que eu também costumo finalizar em algumas outras posições. Logo em seguida fiz outras duas lutas e assim fui dando mais atenção ao MMA, largando mais um pouco o Futebol, a Capoeira e até hoje já participei do reality show The Ultimate Fighter, graças a Deus.

Como foi a sua experiência na casa? 
Os testes foram muito bons. Graças a Deus, eu passei em todos. Fui para São Paulo, depois em seguida fui para o Rio, que foi a primeira luta. Foi um pouco difícil para mim porque lá estava só eu. Eu tive que conviver, escutar pessoas que eu nunca tinha convivido. Fui sozinho daqui, então foi um pouco difícil no começo, mas graças a Deus deu tudo certo. Não me consagrei o campeão da categoria no reality show, mas o reconhecimento foi muito melhor do que se eu tivesse ganhado. Sou bem aceito onde eu chego hoje, tanto no Brasil como fora.  

O pessoal te reconhece?
Com certeza. O povo, principalmente aqui na minha cidade, me conhece muito. Onde eu chego é aquele assédio bom de fãs.

Como fazer para manter o foco com tanta novidade na sua vida?
Com certeza a gente tem que manter 100% do foco onde a gente almeja. Não tenho vícios.

Mora com seus pais?
Moro com minha mãe ainda, a dona Jacira.

Ela te apoia desde o começo?
Minha mãe logo no começo não aceitou, mas depois que ela viu... Geralmente a mãe não quer ver o filho sofrer, levando pancada e essas coisas, mas graças a Deus ela evoluiu o pensamento dela e viu que o MMA é um esporte que está crescendo rapidamente e que, em alguns anos, vai superar até mesmo o futebol.

Como está o crescimento do MMA no Macapá?
Aqui na minha academia tem outros atletas que estão despontando no Brasil, no MMA, e, se Deus quiser, daqui um tempo estarão fora do país lutando.

Você pensa em morar fora do país?
Com certeza fazer um camp fora do país, de preferência nos Estados Unidos, onde o esporte é muito mais reconhecido que aqui no Brasil, que é uma verdade meio triste dos brasileiros.

Quando você começou no Jiu-Jitsu, podia imaginar que chegaria a esse patamar?
Com certeza não imaginava chegar. Eu comecei a treinar só pela vontade mesmo, pela paixão pelas artes marciais. Nunca imaginava que ia chegar onde cheguei. Sou o atleta de MMA da minha cidade que já foi mais longe, mas, se Deus quiser, vão ter outros que vão chegar muito mais longe e vão trazer muito orgulho para a nossa cidade, que é um pouco esquecida no extremo norte do país.

Já deu para ter um retorno financeiro? Está ajudando a sua mãe?
Isso contribuiu muito para o meu crescimento e para a minha família. Eu já consigo viver da luta há mais de um ano, bem tranquilo. Já consegui bens. Não muitos, mas os essenciais para viver bem, viver saudável e a gente vai almejando melhorar mais e mais.

Quais são seus próximos objetivos de vida? Está com quantos anos?
Estou com 25 anos. Almejo ter mais futuro, conseguir títulos para o meu estado, continuar sendo bem reconhecido e levantar o meu nome e o nome da minha equipe para o todo o Brasil.

Quando você não está nos tatames, o que você gosta de fazer para distrair a cabeça?
Quando eu não estou nos tatames, eu estou em casa. Gosto muito de ficar trancado no meu quarto assistindo (luta), buscando informação na internet do esporte. Procuro sempre estar bem informado no mundo do MMA e até mesmo curtir um pouco de lazer, o fim de semana com a família, namorada, amigos. Isso é essencial na vida de um atleta.

É verdade que você quase morreu em um treino de sparring antes de entrar na casa?
Sim. Eu estava fazendo um treino de sparring em um final de tarde lá na academia e eu levei uma joelhada na região abdominal. Na realidade não valia joelhada nesse treino, mas não hora lá o rapaz no calor da situação acabou soltando uma e eu não estava nem esperando e pegou quando eu estava relaxado. Eu senti aquela falta de ar, mas nada de anormal, parei uns dez segundos para me recuperar e depois ainda treinamos mais meia hora. Eu comecei a sentir uma ardência no peito, um cansaço, mas fui para casa normalmente, com um pouco de dor e dificuldade de respirar. Jantei, relaxei um pouco na minha cama e quando foi por volta de 20h eu voltei pra academia, pois estava com vontade de treinar. No caminho pro treino, aquela dor começou a aumentar e eu decidi nem treinar mais.

E depois o que aconteceu?
Jantei e fui dormir por volta de meia noite e no dia seguinte acordei passando mal e vi que a coisa estava séria já que eu não estava conseguindo nem levantar da cama. Tentei caminhar, dei alguns passos e desmaiei no corredor da casa. Acordei e deitei novamente na cama, senti muita dor e fiquei esperando minha mãe acordar para avisar a ela. A dor chegou a um nível insuportável, parecia que tinham arrancado algum órgão meu. Quando mamãe acordou eu saí em direção dela e desmaiei novamente, acordei novamente nos braços dela e não conseguia mais segurar a vontade de fazer xixi, de fazer cocô e fui levado para o hospital. Lá, fizeram um ultrasson e viram que eu estava com hemorragia interna e eu tive que fazer uma cirurgia de emergência. Disse aos médicos que eles não iriam abrir minha barriga, pois eu estava próximo de fazer uma luta, mas passei mal novamente na frente do médico e vi que a coisa estava feia. Entreguei minha vida nas mãos dos médicos e de Deus e quase fui dessa para uma melhor, só estou vivo hoje devido a resistência dos meus órgãos.

Como está o reconhecimento depois de participar do TUF?
Graças a Deus hoje em dia estou sendo reconhecido pelo meu trabalho, porque antigamente as pessoas achavam que eu era marginal, mas através do TUF essa visão está sendo mudada e as pessoas estão vendo a gente como um profissional e o MMA como um esporte.

É verdade que depois disso você foi rejeitado pelos promotores de eventos?
É verdade, os promotores da cidade não me aceitaram em seus eventos com medo de eu morrer e eu fiquei meio triste, de cabeça baixa, mas continuei treinando. Até que eu consegui uma luta no Pará e fui bem nocauteando o Guilherme Kyoto e as portas se abriram e eu consegui participar do TUF.

Você pensa em vir treinar em um grande centro fora de Macapá?
Estou indo para o Rio de Janeiro e farei um treino na Nova União. Chego sábado (8).

Fique à vontade para deixar um recado para quem você quiser.
Quero agradecer primeiramente a Deus e a vocês, da TATAME, que vieram prestigiar um pouco o meu trabalho aqui e da minha cidade, que é um pouco quente (risos). Bastante quente, mas é uma característica aqui do estado. O extremo norte é o calor e com certeza é esse calor do meu povo, da minha equipe e da minha família que fizeram eu chegar onde cheguei para eu poder buscar lugares maiores ainda e títulos também. Já quero convidar a todas as pessoas amantes das artes para participar de uma aula de MMA. Pode ser na minha academia ou em outras academias, mas que pratique esporte porque faz muito bem para a saúde.

“A Assembleia saberá valorizar sua importância”, diz Júnior Favacho

JÚNIOR FAVACHO– O  presidente da Assembleia Legislativa adota a política de resultados em sua gestão

Ele esteve no olho do furacão desde que assumiu as rédeas do Poder Legislativo Estadual, em meio a uma crise que estremeceu as relações da Assembleia com o Ministério Público e com o Governo do Estado. Mas Júnior Favacho (PMDB) surpreendeu a todos ao imprimir um modelo todo próprio em sua gestão, enxugando a folha de pagamento e também adotando medidas moralisadoras e de proteção ao erário. Também dinamizou as ações da AL e apostou na sua interiorização, alcançando resultados importantes que asseguram respostas mais rápidas aos anseios da comunidade. Também investiu na política da boa vizinhança, restabelecendo o diálogo com os Poderes Constituídos, o que tem garantindo visibilidade e eficiência. Ele falou sobre esses e outros temas ao Diário do Amapá. Acompanhe. 

Publicado no jornal Diário do Amapá
Edição de domingo e segunda-feira, 9 e 10.09.2012


Diário do Amapá - Pode-se dizer que a presidência da Assembleia Legislativa caiu no seu colo?
Júnior Favacho - Não diria isso, afinal houve uma eleição dentro daquela Casa e meus colegas confiaram a mim o papel de ser o vice-presidente, ou seja, o substituto legal do titular. Houve uma decisão judicial que impediu temporariamente o deputado Moisés Souza de gerenciar a Assembleia e eu tive que assumir. Apenas isso, um rito, uma formalidade.

Diário - Mas que está demorando, o senhor não acha?
Júnior - Olha, os mais antigos ensinam que decisão judicial se cumpre e se for o caso se recorre. Eu não pedi para ser o presidente, foi uma somatórias de acontecimentos. Eu sou um homem cristão, temente a Deus e sempre peço em minhas orações saúde e sabedoria para não cometer injustiças com ninguém. Enquanto eu estiver no exercício da Presidência farei tudo ao meu alcance para valorizar o Parlamento e honrar o cargo para o qual fui eleito. Até em respeitos aos eleitores que votaram em mim para ser deputado estadual e para os demais que são contribuintes e cidadãos de bem desse Estado.

Diário - Mas houve um racha na Assembleia, uma crise como alguns chegam a pregar?
Júnior - De maneira alguma. Houve um embate no campo das ideias e trocas de acusações mútuas entre o Ministério Público e a administração da Assembleia na ocasião. Mas isso está judicializado, em várias instâncias, então não devo entrar no mérito, apenas cumprir o papel constitucional de garantir a ordem jurídica e o estado democrático de direito. A Assembleia Legislativa é um Poder Constituído e tem um papel fundamental para dar legitimidade às ações do Poder executivo, fiscalizando, mas também votando os projetos de interesse da sociedade amapaense.

Diário - E sobre a suposta cisão entre os parlamentares?
Júnior - Como disse, não vejo a coisa dessa forma. Em um parlamento é natural e salutar que existam opiniões divergentes. Mas no geral procuramos todos nós nos entender da melhor forma possível. O próprio deputado Moisés Souza fala comigo e entende serem legítimas todas as decisões que eu e os companheiros da Mesa Diretora viermos a tomar. Aliás, nesse particular, devo agradecer imensamente o apoio que tenho recebido dos colegas deputados.

Diário - Eles assimilaram sua forma de administrar?
Júnior - Entendo que sim, pois o clima é bom e estamos avançando em muitas questões. No campo institucional procuramos nos relacionar com todos os segmentos do poder público e da sociedade civil. Desta forma entendo que as coisas caminham melhor, com cooperação, com diálogo e entendimento. Produz mais resultados práticos, entende?

Diário - A decisão pela interiorização das ações da Assembleia Legislativa é um exemplo disso?
Júnior - Sim, pode-se dizer que sim, pois agora mesmo na sessão itinerante que fizemos em Oiapoque, o mais distante município do Estado, tivemos a presença de 20 deputados, um quorum que nem sempre conseguimos em sessões aqui em Macapá.

Diário - O deslocamento do senhor e sua equipe até Oiapoque de carro, percorrendo a BR-156 foi com qual propósito?
Júnior - O maior objetivo era levantar o máximo de informações sobre a estrada, a mais importante artéria do Amapá, responsável pela integração com os municípios. Ela está há anos sendo pavimentada e agora que falta asfaltar menos daquilo que já recebeu asfalto não se pode perder tempo, tem que avançar, aproveitar a estiagem para pavimentar e durante as chuvas construir as pontes de concreto, as chamadas obras de arte.

Diário - E o que o senhor viu de errado virou proposição parlamentar?
Júnior - Não só de minha autoria, mas também de outros parlamentares, aliás, a qualidade da produção legislativa é muito grande e conseguimos já na sessão de Oiapoque aprovar projetos importantes e também indicações para que o poder público dê respostas aos anseios da comunidade.

Diário - E as medidas administrativas que o senhor adotou, contam com o apoio dos pares?
Júnior - Com certeza, algumas foram discutidas com eles, outras são de cunho pessoal. Também houve recomendações dos órgãos de controle. A compra de veículos próprios para a Assembleia foi uma decisão pessoal, entendo que é bom investir da melhoria dos nossos equipamentos e suspendemos os contratos de locação. Todas as nossas licitações são públicas, conforme determina a legislação e ainda pedimos a fiscalização do Ministério Público e do Tribunal de Contas. Não vou fugir às minhas responsabilidades, por isso todo o zelo, toda a cautela em minhas decisões.
Diário - E como será o seu relacionamento com o Governo do Estado?
Júnior - Não dá para ser diferente. Aquilo que for nossa competência vamos fazer, sem subserviência, mas também sem extrapolar os limites da urbanidade e da cortesia. Esta semana acompanhei o governador numa viagem à região do Pacuí. Fomos de carro e pudemos verificar a necessidade da continuidade da pavimentação da rodovia AP-070. No mesmo dia eu fiz um pronunciamento e cobrei do Governo a conclusão desse trabalho, pois aquelas famílias sofrem muito, seja no inverno ou no verão com o estado da rodovia.

Diário - E sobre as eleições deste ano, o fato do senhor estar hoje à frente de um Poder Constituído não aumenta o assédio por apoio a essa ou aquela candidatura?
Júnior - Pode até ser que isso ocorra, mas nunca fui de ter apego a cargos, especialmente aqueles que são passageiros. Faço parte de uma legenda partidária sim, que tem candidatos em vários municípios, seja encabeçando ou dividindo chapas a majoritárias, seja para disputar as Câmaras Municipais. Algumas candidaturas contam com o nosso apoio sim, mas não quer dizer que não nos relacionemos com os representantes e lideranças dos demais partidos ou coligações. Sei separar muito bem o que é institucional do que é partidário.

Diário - O senhor vem da iniciativa privada, então o que trouxe desse setor para ser aplicado em sua gestão à frente da Assembleia legislativa?
Júnior - Ah, muitas coisas. Talvez a principal contribuição que trago do meio empresarial seja a política de resultados que a iniciativa privada tanto persegue. Não estamos inventando a roda, claro, pois muitos órgãos públicos, governos, enfim, adotam esse modelo, que otimiza os recursos em prol dos resultados. Quem apostou nesse modelo se deu bem.

Diário - E porque de investir em comunicação social, como a televisão e o rádio da Assembleia Legislativa?
Júnior - Para dar transparência a nossas ações. Na verdade esse processo estava em curso, com o apoio decisivo do presidente do Senado Federal, o nosso senador José Sarney, que celebrou convênio com a Assembleia Legislativa para trazer a TV Senado em canal aberto e também a TV Legislativa, um canal da própria Assembleia do Amapá. Na verdade entendo que isso não deixa de ser um papel social, pois o acesso à informação é um direito do cidadão. Quem não se lembra das transmissões ao vivo da TV Senado nos melhores e também nos piores momentos do Congresso Nacional, tudo ao vivo, sem cortes, sem manipulação. O cidadão por si só, com seu senso crítico, sabe tirar suas próprias conclusões.

Diário - Boa sorte ao senhor então.
Júnior - Muito obrigado, tenho fé em Deus que tudo vai dar certo. Gostaria de transmitir essa confiança a todos os cidadãos do Amapá, pois a Assembleia Legislativa é muito importante e saberá valorizar essa importância. De minha parte quero assegurar isso e dizer que estamos à disposição de todos, sejam servidores públicos, lideranças comunitárias, pessoas do povo e autoridades constituídas para garantir que o Parlamento não lhes falte em nada. Conto para isso com o incentivo e o apoio de meus familiares e amigos e, sobremaneira, dos demais deputados estaduais que sabem muito bem o que precisa ser feito para a valorização desta Casa de Leis. Vamos adiante, caminhando junto com a população.

Perfil do Entrevistado

O amapaense Amiraldo da Silva Favacho Júnior, ou simplesmente Júnior Favacho, é casado e pai de três filhos. É administrador de empresas e empresário. Filho de tradicional família de políticos locais, está em seu primeiro mandato parlamentar, mas com um rendimento e articulação tão grandes que foi eleito por seus pares para ser o vice-presidente da Assembleia Legislativa, condição que o fez assumir as rédeas do Poder Legilativo, em junho deste ano. Desde que passou a responder pela gestão da Casa, cancelou contratos sob suspeita e determinou a abertura de procedimentos licitatórios para as contrações e compras da AL e decidiu interiorizar as ações do Parlamento, indo ao encontro das demandas da população, no nascedouro dos problemas.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Coluna Argumentos (Diário do Amapá), 05 de setembro de 2012.



Um drama

Foi o que viveu o presidente do Jeep Clube de Macapá, empresário João Cruz, depois de ter sido mantido refém de bandidos em sua própria casa, e ao lado da esposa, dona Socorro. A escalada da violência é uma dura realidade no Amapá. Gente de bem vive sobressaltada. Ao amigo João e sua família a solidariedade da coluna. Força aí, João.

Em boa hora

A mobilização de deputados estaduais pelas bandas de Oiapoque começou a produzir resultados práticos, palpáveis, mesmo. Antes da sessão itinerante, só com a ida pela estrada para o extremo norte, possibilitou ver obras paradas ou em passos lentos. Desde sábado a rotina mudou na BR-156 que está um trança-trança de máquinas.

Coisa de mãe

A zeloza mãe do deputado Bruno Mineiro (PTdoB) é só paparicos ao filhão, toda vez que ele chega a Tartarugalzinho, onde ela mora. Nesse fim de semana ele disse que iria a Oiapoque, mas foi de avião, a trabalho. A simpática senhora ouviu o barulho de uma aeronave e foi lá fora: - Será que ele vem almoçar com a mamãe?

Desolado 
A história do futebol amador do Amapá vai registrar que a seleção de Calçoene se sagrou campeã do Intermunicipal deste ano. Mas o gol por entre as pernas tomado pelo goleiro Bode, da seleção de Cutias, não reflete a bela partida que ele disputou. Não deu, goleirão. Fica para a próxima.

Harry Potter

A voz aguda do senador Randolfe Rodrigues (Psol-AP), 38 anos, ecoa em dissonância contra esse ritmo. Para o mais jovem integrante do Senado, apelidado no Congresso de Harry Potter, o bruxinho das histórias de J.K. Rowling, a rede criminosa Delta-Cachoeira é o maior esquema de corrupção e desvio de recursos públicos da história da República.

Presença

O relações públicas do Exército em Clevelândia do Norte, tenente Leone, compareceu à sessão itinerante da Assembleia Legislativa representando seu comandante, E protagonizou o anúncio de uma grande novidade, o aumento do efetivo de tropas federais por lá. Estudos projetam a criação de uma Brigada em Macapá e a abertura de um Batalhão em Oiapoque.

Mídia

Outro dia falamos a respeito do empresário guianense Jean-Paul Le Pelletier, que preside a Câmara de Comércio e Indústria da Guiana Francesa, lembra? Pois é, ele leu a nota e disse que está abrindo um canal de tv em Caiena que deverá também veicular notícias sobre o Amapá, um lugar pelo qual se diz apaixonado. Eis uma bela notícia para o incremento da cooperação.

Irressistível

O empresário Joacir Rabelo, atual presidente da Associação Comercial de Oiapoque, tem uma história de superações e vitórias pessoais, que vale um livro. Hoje bem sucedido, costuma relaxar em um sítio na beira da BR-156. Lá se fabrica o melhor queijo-manteiga que já se viu por aqui. Estoque vive baixo, afinal Joacir recebe os amigos e os presenteia com aquela delícia.

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Sessão Itinerante da Assembleia Legislativa em Oiapoque produz resultados

Foto histórica dos deputados estaduais na sessão itinerante realizada em Oiapoque
Presidente da ALAP anuncia fundo de compensação a catraieiros de Oiapoque

Um dos resultados práticos de toda a mobilização da Assembleia Legislativa do Amapá em Oiapoque, desde fim de semana, foi o anúncio feito pelo presidente da ALAP, deputado estadual Júnior Favacho (PMDB), de criar um fundo especial de compensação para aos catraieiros da localidade, diretamente afetados com a construção da ponte binacional que ligará via terrestre o Brasil à Guiana Francesa. O parlamentar vai destinar R$ 5 milhões para esse fundo.
Júnior Favacho anunciou a medida durante o discurso de encerramento da Sessão Itinerante da ALAP naquele município ontem (03), na quadra esportiva da Escola Estadual Joaquim Nabuco. A medida era há muito aguardado pelos trabalhadores do setor, que vivem uma enorme dúvida sobre seu futuro, nessa que é a única atividade econômica deles e que beneficia direta ou indiretamente mais de 700 famílias. “Esses trabalhadores realizam um trabalho que também é social, pois até hoje é o único transporte regular de passageiros para Saint George, na Guiana Francesa”, acrescenta Favacho.
Falando à reportagem, o presidente da ALAP explicou que o fundo será formado a partir da destinação de R$ 5 milhões em Emenda Parlamentar para o Orçamento de 2013, que deverá ser discutido e votado ainda neste segundo semestre de 2012 na ALAP. “Com esse recurso assegurado o Estado poderá discutir com a categoria as melhores alternativas econômicas e, se for o caso, qualificar os trabalhadores em outro ofício ou até mesmo passar capacitação em empreendedorismo e assim dar uma base para que eles possam se integrar a atividades turísticas paralelas”, projeta Júnior Favacho.
O atual dirigente da ALAP salientou que obviamente ninguém é contra a construção da ponte, pelo contrário, avalia ser o maior avanço da história da cooperação entre Brasil e França na fronteira de Oiapoque. “A ponte é uma conquista dos dois povos, além de uma obra belíssima que já é um cartão-postal mesmo sem ter sido inaugurada. O que se quer com essa proposta é fazer justiça a esses valorosos brasileiros, uma reparação econômica, apenas isso”, sublinhou o presidente.
Organização - Ainda no campo do turismo, os deputados aprovaram projeto do deputado Zezé Nunes (PV) que cria a chamada Estância Turística de Oiapoque, outra valiosa ferramenta para o incremento dessa atividade econômica na fronteira do Amapá com a Guiana Francesa. Já o projeto do deputado Valdeco Vieira (PPS) autoriza o Governo do Estado a abrir uma representação do Centro de Língua Francesa Daniele Mitterrand.
O próprio Júnior Favacho anunciou outra medida que diz respeito ao turismo, que é a criação de um centro de comércio para os artesãos de Oiapoque. “Oiapoque possui muitas carências, mas também tem muito potencial, com uma natureza exuberante e um rio de beleza plástica diferenciada. Apostar no turismo é agregar valor a coisas simples, como o artesanato, iguarias, transporte de turistas, mas também é preciso garantir investimentos em infraestrutura, para melhorar a qualidade de vida de quem mora aqui”, disse Favacho, que citou depois um provérbio chinês bem aplicado para o turismo, dizendo “cuida de quem está perto pois quem está longe se aproxima”.


Destacamento do Exército Brasileiro em Oiapoque vai virar Batalhão, diz oficial da Fronteira 

Relações Públicas da Companhia Especial de Fronteira, em Clevelândia do Norte
Enquanto na Sessão Itinerante da Assembleia Legislativa em Oiapoque se discutia a necessidade da maior presença do Estado brasileiro naquela faixa de fronteira, o representante do Exército Brasileiro no evento anunciou que o atual destacamento da instituição em Clevelândia do Norte subirá de patamar, de uma Companhia Especial de Fronteira, como é hoje, para um batalhão, um aumento no efetivo de militares na ordem de 300%, medida bastante comemorada pelos deputados.
Relações Públicas do Exército em Oiapoque, o tenente Nelson Dias Leone foi à cerimônia da Assembleia Legislativa representando o comandante da Companhia Especial de Fronteira, o capitão Attila Zoltán Balczó de Andrade, que não compareceu por estar em outra missão internacional. Segundo o pronunciamento do tenente Leone, trata-se do projeto de expansão da presença do Exército na fronteira Amapá, que poderá dotar Macapá de uma Brigada de Infantaria, daí a elevação de nível da atual Organização Militar em Oiapoque.
O militar também destacou ser oportuno o debate levantado pela Assembleia Legislativa, afinal, disse ele, todas as questões direta ou indiretamente acabam por interferir nas rotinas operacionais da tropa. “Nossos soldados são acima de tudo cidadãos oiapoquenses, que sentem na pele os problemas do lugar”, disse Leone, que falou também das carências educacionais de boa parte dos jovens que incorporam nas fileiras do Exército na região.
Neste sentido, o oficial do Exército explicou que além dos ensinamentos da doutrina militar, os recrutas recebem orientações de cidadania e também valores para a vida inteira. “Mas nossos oficiais e sargentos também acabam por ministrar disciplinas do currículo escolar, como as operações matemáticas e língua portuguesa”, contou o militar.
Recentemente houve mudança na legislação pertinente ao patrulhamento de fronteira no Brasil, dando poderes de polícia ao Exército Brasileiro, que agora tem poderes para proceder abordagens a embarcações, carros, aviões e até pessoas, com vistas a combater o ilícito, seja no campo criminal ou ambiental.


Íntegra do discurso do presidente da ALAP, Júnior Favacho, em sessão no Oiapoque

Confira, a seguir, o pronunciamento de encerramento da Sessão Itinerante em Oiapoque, feito pelo presidente da Assembleia Legislativa do Amapá (ALAP), o deputado Júnior Favacho (PMDB).

Ao longo de quase cinco Séculos essa terra abençoada do Oiapoque, que já foi chamada de Martinica, tem marcado nossa história pelo encontro entre o trabalho e sacrifícios e, especialmente, entre homens e esperanças. Aqui, povos diferentes e de terras distantes, buscam construir uma vida de igualdade e fraternidade.

Os mais antigos habitantes dessa região foram antepassados dos povos Waiãpi, que ocupavam a extensão territorial do rio Oiapoque e os antepassados imemoriais dos atuais povos Galibi, Karipuna e Palikur, esses mais concentrados no vale do rio Uaçá e seus afluentes. A palavra Oiapoque tem origem tupi-guarani, sendo uma derivação do termo "oiap-oca", que significa "casa dos Waiãpi".

Passados os trezentos anos de disputa dessa região entre Brasileiros e Franceses, denominada Região do Contestado, os povos habitantes desse pedaço do Brasil receberam uma Colonização Militar. Em 1907, o Governo Federal criou o Primeiro Destacamento Militar do município, que servia de abrigo a presos políticos. Alguns anos depois, esse destacamento foi transferido para Santo Antônio, atual distrito de Clevelândia do Norte, com a denominação de Colônia Militar, posteriormente convertida num Pelotão de Fronteira de Clevelândia, vinculada ao 34º BIS. Com a abertura da BR-156, hoje praticamente asfaltada, o acesso passou a ocorrer por terra, água e avião.

O município foi criado em 23 de maio de 1945, através da lei 7.578. Os últimos 80 anos foram tempos difíceis para essa brava gente oiapoquense. Não se pode falar de Oiapoque sem lembrar as famílias dos pioneiros que para cá vieram com coragem e espírito de brasilidade para enfrentar uma vida difícil onde a malária e o isolamento eram adversários que muitas vezes tirava a vida daquela gente corajosa.

Já no século XVII, começa uma grande corrida de ouro que passa pelo rio Cricou e termina chegando ao Cassiporé e daí até as Minas de Ouro do Lourenço, que todos tão bem já ouviram falar. Há de se destacar a luta das comunidades da quase centenária Vila Brasil e de Ilha Bela onde os pioneiros daquelas comunidades, como nosso querido cearense Miguel Mariano, enfrentam as dificuldades das cachoeiras e a ação dura da fiscalização, seja do lado Francês ou até de nosso próprio Brasil.

Somos pela legalidade, pela ordem jurídica, mas nosso entendimento é de que o Estado brasileiro deve mais atenção a esta terra, pois quem aqui ocupa esse pedaço de Brasil é uma gente heroica que representa a presença brasileira na fronteira e por si só acabam defendendo nossa Soberania Nacional.

Nós Deputados da Assembleia Legislativa do Estado do Amapá estamos acompanhando muito de perto, não só a questão dos garimpeiros, mas principalmente todas as relações econômicas de Oiapoque e de suas comunidades que dependem do comércio e da economia do Ouro. Quando um garimpeiro vem do garimpo francês ou do Suriname, ele não traz consigo ouro, o que traz é seu salário, que ganhou com coragem e muito trabalho enfrentando todas as adversidades que os senhores muito bem conhecem.

As relações diplomáticas entre o Brasil e a França precisam ter equilíbrio e reciprocidade. Nós da Assembleia Legislativa do Estado do Amapá, não aceitamos mais ver nossos irmãos do Oiapoque serem tratados como caso de polícia em território Francês enquanto os problemas dos franceses no Amapá (Brasil) sempre são tratados como incidente diplomático.
Como presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Amapá irei garantir uma verba de R$ 5 milhões de reais, no orçamento do Governo do Estado para o ano de 2013 com o objetivo de atender a comunidade de Catraieiros que legitimamente exige uma reparação compensatória pela inauguração da Ponte Binacional, que trará boas coisas para muitos, mas muitos prejuízos a esses homens que sempre prestaram, de dia e de noite, sem cansar, um grande serviço ao Oiapoque e também ao povo Francês.

Estamos fazendo os primeiros contatos com o I COMAR (COMANDO AÉREO REGIONAL DA AERONÁUTICA, em Belém) solicitando a destinação de um pedaço da área do aeroporto de Oiapoque para a Construção de um Centro Federal de Ensino Superior, que já vem funcionando em Macapá e Laranjal do Jari.

Gostaria, em nome de todos os Parlamentares da Assembléia Legislativa do Amapá, de ratificar nossa parceria com a APAE do Oiapoque e dizer que continuaremos ajudando os pais dessas crianças de necessidades especiais.

Antes de concluir nossa pequena intervenção, gostaria de me dirigir ao Presidente da Associação Comercial do Oiapoque, nosso querido Joaquim, e dizer a ele e a todos os comerciantes, empresários, artistas e expositores de artesanatos que a Assembleia Legislativa irá doar R$ 50.000,00 para a elaboração do futuro Centro de Convenções e Comércio do Oiapoque. Hoje temos recursos na Agência Brasileira de Cooperação - ABC que é ligada diretamente ao Ministério das Relações Exteriores.

Finalmente, é desejo nosso termos um prédio próprio em Oiapoque onde teremos permanentemente a presença do Poder Legislativo do Estado do Amapá, em especial através da presença de funcionários e advogados da Comissão de Ralações Exteriores de nossa Assembléia Legislativa.

Agradeço aos técnicos, servidores, colaboradores da Assembléia e a todos os parlamentares que se deslocaram de Macapá e vieram para Oiapoque para essa primeira sessão itinerante da atual legislatura. Agradeço a Deus e peço a sua proteção para todos em especial para o povo oiapoquense. A Assembleia Legislativa não se furtará de seu papel constitucional, nem ao Estado e tampouco a essa gente tão especial daqui.

Muito Obrigado!


Assembleia Legislativa consegue reforço para as obras de acesso à ponte binacional

Parlamentares verificam as novas máquinas que irão para a obra de acesso à ponte binacional
Depois de uma semana da visita de uma comitiva da Assembleia Legislativa do Amapá (ALAP) à Oiapoque, na preparação da sessão itinerante, o Governo do Estado acatou ao Requerimento de autoria do deputado estadual Bruno Mineiro (PTdoB), que solicitava a substituição de máquinas de terraplenagem na obra de acesso à ponte binacional Brasil-França. Durante a viagem para a fronteira neste domingo (02), véspera da reunião, a comitiva da ALAP constatou o transporte dos novos equipamentos, que poderão dar mais agilidade aos serviços, que há cerca de um mês foram assumidos pelo Estado.
 O presidente da ALAP, deputado Júnior Favacho (PMDB) falou a respeito do assunto na noite deste domingo, durante reunião com toda a delegação do Poder Legislativo que se deslocou a Oiapoque. “Isso só comprova a importância da decisão de interiorizar as ações da Assembleia Legislativa, pois desta forma podemos verificar in loco os problemas e tirar disso proposições parlamentares, numa ação muito mais eficaz, garantindo respostas mais rápidas às demandas da população”, avaliou Favacho.
 Já o autor do Requerimento, Bruno Mineiro, destacou que a orientação da nova gestão é no sentido de valorizar o relacionamento institucional, inclusive com troca de informações. “Os problemas do Estado são inúmeros, nos quatro cantos, então de os Poderes Constituídos unirem esforços a gente garante muito mais força e capacidade de resolutividade a essas questões”, disse o parlamentar.
 O deputado Ocivaldo Gato (PTB), o Gatinho, também se disse satisfeito em fazer parte deste novo momento da Assembleia. “A fiscalização é uma das missões constitucionais da Assembleia Legislativa e cada parlamentar dentro de sua formação ou área de atuação tem uma visão, uma ótica sobre determinadas situações, o que ganha uma importância toda especial quando a gente se desloca para o interior e sente de perto os anseios da população”, disse o parlamentar.


Hoje abandonado, antigo Hotel de Trânsito de Oiapoque será revitalizado pela AL


O antigo hotel do Governo do Estado, hoje em situação precária em Oiapoque
O antigo Hotel de Trânsito do Governo do Estado em Oiapoque poderá ser revitalizado. Mais que isso, abrigar diversos órgãos públicos que poderão garantir apoio e assistência a cidadãos brasileiros que precisam acessar terras internacionais na fronteira do Brasil com a Guiana Francesa e outros países do Platô das Guianas. É o que prevê o projeto de lei 0145/12-AL, de autoria do presidente da Assembleia Legislativa, Júnior Favacho (PMDB), aprovado durante a sessão itinerante em Oiapoque nesta segunda-feira (03).
 Na justificativa da proposição, o parlamentar informa que o objetivo é a implantação de um Anexo da Assembleia Legislativa, para funcionamento da Comissão de Relações Exteriores e Defesa do Estado, de modo a garantir políticas públicas eficientes à população do estado, no que concerne à prestação de serviços nas áreas de fronteira das Guianas, promovendo o turismo e as relações comerciais internacionais da região.
 Ainda de acordo com o projeto aprovado por unanimidade dos parlamentares presentes à sessão, o imóvel será doado para a construção e implantação de serviços judiciários, federal e estadual, instalação de um posto das Polícias federal e Civil, Justiça federal e Estadual, representação do Itamaraty, além de representação da Guiana. “Isso irá facilitar a emissão de passaportes e vistos, bem como a mediação dos conflitos nesta região de fronteira”, avalia o autor do projeto.
 Um dos que se manifestaram a respeito da proposta foi o deputado Keka Cantuária (PDT), que louvou a iniciativa de Favacho e ratificou a necessidade de se dar uma destinação ao complexo onde funcionou o Hotel do Governo. “O antigo hotel, que outrora fora tão importante para este município e para o próprio Estado, hoje está completamente abandonado, daí o alcance dessa proposta aprovada hoje por esta histórica sessão itinerante”, disse Cantuária.

Assembleia Legislativa do Estado do Amapá – ALAP
Departamento de Comunicação – Decom
Direção: Marsylla Salgado
Fotos: Gerson Barbosa – Decom/ALAP




Coluna Argumentos (Diário do Amapá), terça-feira, 04 de setembro de 2012.



Excesso

Um trabalhador foi à agência do Banco do Brasil na avenida São José, em Macapá, trocar um cheque. Passou um constrangimento daqueles com o caixa, o zeloso Jean. Esse alegou que a assinatura de um dirigente de uma instituição “não conferia”, apenas a de dois executivos do órgão. O rapaz foi então à Agência Macapá, onde a assinatura batia.

Falta

Ainda sobre a nota anterior, o trabalhador voltou à agência São José do BB e mesmo com um documento assinado e carimbado por um gerente não foi suficiente para convencer Jean. O homem pediu para falar com a gerente. Era Patrícia, que antes de atendê-lo ouviu a versão de seu colega. “Ele não é obrigado a pagar”, disse ela. Corporativismo.

Finalmente

A coluna apurou que, de fato, um caixa pode não pagar um cheque se não tiver segurança sobre a assinatura. Mas na outra agência o gerente Roberto Homem e outro caixa de lá conferiram as rubricas digitalizadas. Moral da história: Será que precisa ter “Homem” no sobrenome para que se tenha bom senso, gente?

Em nota

Na política, de herança maldita todo mundo fala. Mas a presidenta Dilma Rousseff disse ontem ter recebido uma herança bendita do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Dilma afirmou ter recebido um país com economia sólida, crescimento robusto e inflação sob controle.

Era golpe

Um homem foi preso ontem em Oiapoque fazendo-se passar por um sargento do Exército. Com corte de cabelo semelhante ao dos militares, ele foi parado em uma blitz de trânsito e deu a “carteirada”. Mas o documento era falso e ele foi encaminhado ao quartel de Clevelândia do Norte, onde o golpe foi comprovado. Será indiciado e encaminhado para a jaula.

Resultados

Os deputados estaduais voltaram satisfeitos com a mobilização e também com os primeiros resultados práticos da ida a Oiapoque. Em uma semana, máquinas foram mobilizadas para a ponte binacional e também o estado prometeu se mexer para que as empreiteiras voltem a pavimentar a BR-156. Já o velho Hotel de Trânsito tem tudo para ser revitalizado.

O relógio

O simpático Jean-Paul Le Pelletier, que comanda a poderosa Câmara de Comércio e Indústria da Guiana Francesa, falou no sábado ao nosso Conexão Brasília, cá pela Diário FM. Falando um português bem razoável, disse que aprendeu muito com a hospitalidade e simpatia brasileira, mas ainda sofre horrores com a nossa falta de pontualidade para os compromissos.

O traje

Por falar na falta de cumprimento de horários, a delegação do Suriname (e todo mundo) teve que esperar quase duas horas para a abertura da 49ª Expofeira Agropecuária, no fim de se-mana. Também não houve acerto com o cerimonial do governo do Suriname e o vice-presidente da República suou às bicas de paletó e gravata, enquanto as autoridades locais estavam esporte.

Procuradoria Regional Eleitoral substitui temporariamente sua chefe

Procuradora regional Eleitoral participa, em Brasília, da cerimônia de posse do novo corregedor do Conselho Nacional de Justiça
Nesta quinta-feira, 6 de setembro, as atividades da Procuradoria Regional Eleitoral no Amapá (PRE/AP) ficam a cargo do procurador regional Eleitoral substituto George Lodder. Damaris Baggio, titular da PRE/AP, participa da solenidade de posse do ministro Francisco Falcão, como corregedor do Conselho Nacional de Justiça, em Brasília. O ministro convidou a procuradora da República para representar o Ministério Público Federal no Amapá (MPF/AP) no evento.

Em mensagem, destacou a importância do trabalho desempenhado pela instituição no estado e ressaltou também que a presença da procuradora é indispensável. Ministro - Francisco Falcão, 60 anos, foi nomeado para o cargo de corregedor nacional de Justiça pela presidenta Dilma Rousseff. O decreto de nomeação foi publicado na edição de 16 de agosto de 2012 do Diário Oficial da União. Em mandato de dois anos, Falcão substituirá a ministra Eliana Calmon, que deixa o cargo no CNJ em 7 de setembro.

 Além da participação na posse do ministro Francisco Falcão, Damaris Baggio se reune com a vice-procuradora Geral Eleitoral Sandra Cureau. O assunto será as ações de cassação de mandato eletivo envolvendo políticos do Amapá, em trâmite no Tribunal Superior Eleitoral. 

Com informações do CNJ 
Assessoria de Comunicação Social Ministério Público Eleitoral no Amapá
(96) 3213 7815 ascom@prap.mpf.gov.br Twitter: @MPF_AP

Visitantes têm condições especiais na inscrição para a Feira de Turismo das Américas

A Feira das Américas é um dos maiores eventos do setor no continente

A Associação Brasileira de Agências de Viagens – ABAV Nacional continua com as inscrições abertas para os visitantes profissionais e hosted buyers que desejam participar da 40ª edição da Feira de Turismo das Américas, que será realizada entre os dias 24 e 26 de outubro no Riocentro (RJ). Os interessados devem acessar o site do evento (http://feiradasamericas.com.br/) , na seção Credenciamento Online Gratuito, no rodapé da página inicial, informar os dados solicitados e seguir o passo a passo até a conclusão da inscrição.

Associados e afiliados

Associados e afiliados à entidade têm direito a 10 inscrições gratuitas por CNPJ até o dia do evento. Além disso, eles terão até três passagens com ADs 90, por CNPJ, junto à companhia aérea informada no voucher, que será encaminhado para o e-mail fornecido na inscrição. Após este limite de credenciais, o valor da inscrição será de R$ 50 por pessoa para os três dias.

Não associados

Os agentes de viagens e operadores não associados, porém com registro no Cadastur, têm direito a cinco inscrições gratuitas por CNPJ até o dia 20 de setembro. A partir dessa data e até o dia do evento, o valor cobrado será de R$ 50 por inscrição. Além disso, eles têm direito a uma passagem AD 90 junto à companhia aérea informada no voucher, que será encaminhado após inscrição, por CNPJ, para o primeiro credenciamento efetuado.

Outros

Os demais agentes de viagens, que não são associados e nem registrados no Cadastur, podem se inscrever para os três dias do evento por R$ R$ 50. O mesmo vale para os profissionais autônomos (pessoa física, não vinculada a CNPJ).

Hosted buyers

O convite aos 600 compradores corporativos é uma das novidades deste ano para o evento. O objetivo é trazer representantes de grandes empresas e, com isso, proporcionar maior volume na comercialização de produtos e serviços, prospecção e conclusão de novos negócios. Os hosted buyers já podem efetuar a inscrição pelo site da feira e os selecionados participarão, no mínimo, de sete reuniões por dia – cinco com os expositores e duas com os convention & visitors bureaux, no Espaço Corporativo.

ABAV – A Feira de Turismo das Américas

A maior e mais importante feira de turismo do continente, que acontecerá neste ano entre os dias 24 e 26 de outubro, no Riocentro, Rio de Janeiro (RJ), a ABAV – A Feira de Turismo das Américas constitui excelente oportunidade para negociações e relacionamento com profissionais do trade turístico. O evento, palco que expõe a maior diversidade de produtos, serviços e destinos voltados à indústria de viagens e turismo, prioriza em sua estratégia de crescimento facilitar o entrosamento entre buyers e suppliers, além de muito networking. Com a presença de expositores de cerca de 50 países, neste ano apresenta uma série de novidades e, também, é ponto para encontros de entidades públicas e privadas e importantes aco rdos internacionais.

Mais informações para a imprensa:
LH Miranda 
Danilo Brasil e Marily Miranda 
11 - 3873-5488 
redacao1@pressclub.com.br 
www.pressclub.com.br 

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