quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Imagens do Desfile do 7 de Setembro

Eis a seguir algumas imagens feitas pelo repórter-forográfico Jaciguara Cruz, que atua no Departamento de Comunicação Social da Assembleia Legislativa e que foram gentilmente cedidas por ele ao Blog.

Fotos: Jaciguara Cruz
Policial do Bope empunha a bandeira nacional

Autoridades em veículos militares na revista às tropas

O público reeditou o civismo comum em Copa do Mundo

Homens da Legião Estrangeira, da França

Uma relíquia dos tempos da Guarda Territorial

Clube do Bolinha nada, olha a tenente Doriane no Exército

Piloto Charles Bordalo e sua família

terça-feira, 6 de setembro de 2011

"Ser jipeiro é ser uma grande família"

Foto: Samuel Silva/Diário



Entrevista concedida pelo presidente do Jeep Clube de Macapá ao Jornal Diário do Amapá desta terça-feira.

O Jeep Clube de Macapá já existe há cerca de seis anos. Começou com cinco amigos, hoje tem 35, e mi-lhões pelo mundo todo. Sim, uma família de bilhões de pessoas , porque o jipeiro é globalizado. Confira.

uem acha que jipeiro é aquele cara maluco que sai por aí em alta velocidade, brincando com a vida, querendo a morte, está enganado. Jipeiro é pessoa centrada, responsável, que preza a família, que ama a amizade, que gosta de descobrir coisas novas, da natureza, principalmente. Ser jipeiro é ser globalizado. Ele fica 24 horas conectado com o mundo, com  a sua “família global”. Jipeiro não deixa outro na mão. A amizade e a hospitalidade predominam na classe, esteja ele, em termos de Brasil, no Oiapoque-Monte Caburaí ou Chuí, na Ponta do Seixas ou Nascente do rio Moa, quanto mais no Centro-Oeste, Sudeste ou Nordeste. O presidente do Jeep Clube de Macapá, João Cruz, acrescenta um pouco mais sobre o que é ser jipeiro.
Diário do Amapá – João, descreva o jipeiro em três por quatro.
João Cruz – Uma família.
Diário – Como assim?
João – Para quem não nos conhece, parece estranho falar em família, mas na verdade somos uma família.
Diário – Explique melhor.
João – Não só uma família regional, localizada, mas nacional e até mundial.
Diário – Agora a explicação ficou complicada.
João – É que a classe invoca e pra-tica  o sentimento familiar. Nós no mundo todo somos uma grande família.
Diário – Uma família globalizada, por assim dizer.
João – Essa é a definição exata.
Diário – E quanto ao Amapá. O que o senhor tem a dizer?
João – Aqui no Estado temos o Jeep Clube de Macapá.
Diário – É um clube, mesmo, ou uns gatos pingados?
João – Um clube. Hoje já contamos com 35 jipeiros.
Diário – E como foi o começo?
João – O começo foi meio acanhado, há seis anos. Apenas um grupo mais ou menos de cinco jipeiros.
Diário – O senhor já fazia parte desse grupo de amigos?
João – Não. Eu ingressei no Jeep Clube de Macapá mais ou menos um ano depois.
Diário – E como foi esse ingresso?
João – A convite de um amigo para uma aventura até à cachoeira de Santo Antônio.
Diário – Foi bom?
João – Demais
Diário – Descreva.
João – Coincidentemente eu tinha na ocasião do convite adquirido um Jeep Suzuki. Então uni o útil ao agradável.
Diário – E a aventura de ir por terra até à cachoeira de Santo Antônio?
João – Muito linda.
Diário – Linda?
João – Sim. O movimento jipeiro proporciona isso. Tudo é lindo. Além da amizade familiar entre nós, conhecemos e descobrimos muitas coisas.
Diário – Dê exemplo.
João – Pra mim, o exemplo maior, a experiência maior, é ter conhecido o nosso Amapá. Às vezes tem gente que está aqui há muitos anos e não conhece nem mesmo Santana.
Diário – E o senhor já conhece o quê?
João – Ah, muita coisa. Pra mim foi de grande alegria conhecer as localidades Panã e Paru aqui no nosso Estado.
Diário – Até agora, quais foram as maiores aventuras do Jeep Clube de Macapá?
João – Ter ido aos Lençóis Mara-nhenses e ficarmos juntos com o Rally dos Sertões; outra aventura maravilhosa foi participarmos do Rally do Suriname.
Diário – Como foi para o senhor se tornar presidente do Jeep Clube de Macapá?
João – Naturalmente. As pessoas acham que eu tenho espírito de lide-rança, de maneira que já sou presidente do Jeep há dois anos.
Diário – Em 2009 vocês participaram da programação da Semana da Pátria. Agora em 2011 desfilam na avenida Ivaldo Veras.
João – É verdade. Fizemos uma parceria com o 34º BIS, pelo Dia do Jeep, e fomos convidados para o desfile cívico-militar.
Diário – Parabéns.
João – Muito obrigado.

Por Douglas Lima/Do Diário

Notas desta terça-feira, 6 de setembro de 2011








Civismo

Jipeiros amapaenses leverão exemplares do veterano Jeep Willys para o desfile do Dia da Independência, amanhã no Sambódromo. A convite do coronel Allan Quint, que é o Comandante do Exército no Amapá, os aventureiros do Jeep Clube de Macapá desfilarão atrás do comboio de viaturas militares. Coronel PM Corrêa (Casa Militar), deu o ok.

Posição

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Moisés Souza (PSC) estava viajando na semana passada quando a Casa ferveu com os debates sobre a PEC da Segurança Pública. Ontem, ele falou pela primeira vez a respeito do tema. Disse que do jeito que está é inconstitucional, por invadir competência exclusiva do Executivo, pois cria despesa.

Diálogo

Depois de ter falado sobre o tema na sessão plenária de ontem, o presidente Moisés Souza disse à coluna que não existe um “plano B” sendo gestado, como chagou-se a especular a respeito de uma nova lei. “Vamos resolver isso com diálogo. O reajuste para a Polícia Civil vai sair, comversando com o governo”, disse.

Inaceitável
A coluna está solidária ao jornalista Mário Tomaz, que aparece na foto acima, depois que o repórter esportivo foi covardemente agredido por quatro homens na madrugada de ontem na Praça Beira-Rio, em Macapá. Maicon e Paulo Vitor, jogadores do Santos, comandaram o espancamento pelo fotógrafo os ter flagrado em bebedeira às vésperas da decisão do Campeonato Amapaense. Deplorável.

Memoráveis

Num bar da cidade ontem, dois veteranos da imprensa local falavam sobre as gafes dos políticos ao longo da história. Édi Prado lembra de um parlamentar que pediu votos de louvor “ao senhor Laudo Suíço”, por relevantes serviços; Outro leu um discurso escrito por um assessor e disparou: “Ele é o mais atuante aqui e o cuíca do Brasil”. Estava escrito “quiçá”.

Desafio

O impasse sobre o polêmico projeto do Governo do Estado em mexer na composição do Conselho Estadual de Cultura registrou seu dia mais agudo ontem. Usando a tribuna da AL, o atual presidente, João Porfírio, fez um desafio à bancada governista: renuncia ao seu mandato caso seja autorizada investigação contra Zé Miguel (Secult). Não disse sobre o quê.

Cantor e atleta

Uma brincadeira entre jornalistas que cobrem as sessões da Assembleia Legislativa, durante a passagem da CPI do Ecad por Macapá: o deputado Edinho Duarte (PP) também quer saber onde estão os recursos arrecadados sobre a execução de suas músicas. Por falar nele, está cumprindo à risca tratamento de fisioterapia por ter se contundido na tradicional pelada semanal.

Rapidinhas

Manoel Brasil (PMN) apareceu de paletó novinho ontem; Paulo José (PR) anunciou passaporte de trabalho para colegas; Cristina Almeida (PSB) anunciou aumento para servidores do Caixa Escolar, de 6,44%; Moisés Souza (PSC) teve projeto aprovado beneficiando Casa da Hospitalidade; Balieiro (PSB) sensível à PEC da Polícia Civil; Jaci Amanajás (PPS), de olho no Regimento.

domingo, 4 de setembro de 2011

Jipeiros no desfile de 7 de Setembro

Está postado no Blog Sou Jipeiro ( http://soujipeiro.blogspot.com ) que os aventureiros do Jeep Clube de Macapá estarão compondo o combio de viaturas do Exército Brasileiro no desfile Cívico do Dia da Independência, na próxima quarta-feira.

Notas de Domingo, 04 de setembro








Posição 

O vice-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Amapá, Paulo Campelo, disse ontem que as chamadas conduções coercitivas feitas pela Polícia Federal em suas recentes operações são uma "excrescência jurídica". Ele também teve o nome lançado por colegas advogados para presidir a Ordem e suceder a Ulisses Träsel.

Vem forte

O mais novo partido do país, que está em vistas de ser reconhecido oficialmente, o PSD, tem entre seus prováveis quadros no Amapá o deputado federal Vinícius Gurgel e os estaduais Eider Pena e Telma Gurgel. No campo nacional, o aliado de primeira hora é o PSB, depois de costura do prefeito Kassab com o governador Eduardo Campos (Pernambuco).

Vai bem

Dito ontem pelo comandante do Bope, o Batalhão de Operações Especiais da PM do Amapá, major Matias, que a unidade atua mais em situações de crise ou de maior gravidade, mas que a sociedade amapaense já tem confiança e respeito em quem veste preto e tem no peito a caveira com punhal cravado. Elite da tropa mesmo.

EXEMPLO

Enquanto muitos assentamentos rurais deram errado ou passam pelas maiores dificuldades, o Assentamento Governador Janery, em Tartarugalzinho, vai muito bem obrigado. Méritos da Associação dos Produtores Ruraisl, presidia pelo agricultor José Lúcio Batista, o “Ceará”. Articulado com diversas autoridades, inclusive o senador Sarney, Ceará tem conseguido inúmeras vitórias e benefícios para lá.

Resultados

Ainda sobre o bem sucedido Assentamento Janary, a coluna apurou que Ceará já conseguiu levar para os assentados de Tartarugalzinho, o programa “Luz para Todos”,  a escola estadual Chico Mendes, telefone público e  sinal de televisão, via antena parabólica. Os agricultores contam ainda com um centro comunitário moderno e muito bem estruturado. Toda ajuda é bem-vinda.

Este não é

Ainda rende a  manifestação do deputada federal Bala Rocha (PDT-AP) a respeito da reeleição do atual prefeito de Macapá, Roberto Góes (PDT), no sentido de que ele só não teria a preferência para disputar o pleito de 2012 se não quizesse. Circulou ontem no meio político notícia dando conta de que ele teria confirmado desejo de não mais disputar a PMM. Vai para onde?

Este diz que é

Dirigente do Democratas no Amapá, o deputado federal Davi Alcolumbre (DEM-AP) não só confirmou como trabalha diuturnamente para que o partido tenha candidatura própria à sucessão de Roberto Góes, de quem é aliado. Davi e alguns caciques do Democratas tem sido vistos com freqüência interior adentro, organiando diretórios e pegando na mão do povo.

Este quer e ponto

Já o também deputado federal Evandro Milhomen (PCdoB-AP) foi a estrela da Conferência Municipal realizada ontem num ginásio de Macapá. Pelo tom das manifestações de seus camaradas, ele só não sai candidato a prefeito de Macapá no próximo ano se não quiser ou se a Executiva Nacional atropelar suas articulações. Até pré-candidatos a vereador já se manifestaram.



Notas de sábado 03 de setembro






Em Macapá

Os representantes do Ecad que vieram participar das oitivas que a CPI do Senado realizou em Macapá, ontem, puderam sentir na pele a grita que não se vê apenas junto a artistas da Amazônia, mas que é geral. O mais interessante é que a experiência daqui pode ter servido para formar uma opinião que resulte em avanços para todo o país.  

Facetas

Dizendo-se encantado com o Amapá só por ter sobrevoado Macapá no avião da Força Aérea que o trouxe ao Estado, o senador Lindberg Farias (PT-RJ) disse que quer voltar a passeio e trazer a família. Demonstrou articulação de veterano, firmeza de quem faz a diferença, simpatia da mudança e um sapato por engraxar como na juventude.  

Outrora

Durante coletiva com a imprensa local, Lindbergh Farias e Randolfe foram chamados de “caras pintadas”, num alusão aos ano 90 e o impeachment de Fernando Collor. “Na verdade eu era um seguidor do Lindbergh”, disse Randolfe, referindo-se ao fato do colega ter sido presidente da União Nacional dos Estudantes.

Intercâmbio

A passagem da CPI do Ecad, do Senado Federal, pelo Amapá foi um teste de fogo para a atual administração da Assembleia Legislativa, cujo presidente, o deputado Moisés Souza (na foto durante coletiva), esmerou-se em garantir modernidade, funcionalidade e conforto para parlamentares e servidores da Casa, que ficou à altura para receber técnicos e parlamentares do Senado Federal. Foi dez!  



Somatória

O procurador da República Celso Leal visitou a nova procuradora do Tribunal de Contas do Amapá (TCE/AP), Renata Cestari, prometendo apoiar as atividades da integrante do Ministério Público na Corte de Contas. Aprovada em concurso público, Renata tomou posse em agosto deste ano. Desde a criação do TCE, em 1991, o cargo ainda não tinha titularidade.  

São três

Tem ambientalista - dos mais antigos - de cabelo em pé com a notícia, agora já confirmada, de que o Rio Araguari pode comportar até três usinas hidrelétricas simultaneamente. Já existe a hidrelétrica Coaraci Nunes, chamada de Paredão. A segunda segue em ritmo acelerado de construção, a cargo do grupo Alupar. A terceira em fase de licenciamento ambiental.  

Empreendedor

No período de 5 a 9 de setembro, o Sebrae, Conselho Regional de Contabilidade, Secretaria da Receita Estadual, Junta Comercial do Amapá, Corpo de Bombeiros Militar, Prefeitura Municipal de Laranjal do Jari, Receita Federal e o INSS realizam atendimento técnico especializado, registro e legalização de empresa e do Empreendedor Individual na região do Vale do Jari.  

Adiamento

Depois de ter sido confirmada para o final deste mês a 48ª Expofeira Agropecuária do Amapá sofre um adiamento. Segundo a diretora-presidente da Agência de Desenvolvimento do Amapá, Ivana Antunes, o motivo seria a burocracia para vencer todas as etapas das licitações qu eprecisam ser feitas para que a terceirização do evento. Ficou para o final de outubro.

A barreira da infraestrutura, por José Sarney


O crescimento econômico brasileiro tem pela frente um problema quase intransponível, que demanda tempo e decisão política firme. É que esbarramos no gargalo de nossa infraestrutura, insuficiente, e a existente sucateada e sem condições de uma recuperação rápida. Não se estende somente aos aeroportos, agora na moda com a Copa e a Olimpíada — mas à malha viária que faz circular a produção. Quando — há quase 30 anos — eu levantei a necessidade de olharmos para as ferrovias, recebi uma saraivada de leviandades, quase toda de parte de um retrógrado empresariado de São Paulo, defendendo as rodovias e afirmando que o sistema de estradas de ferro estava em declínio em todo o mundo. Essa tese, reverberada por um grupo de políticos que olhava a sucessão e não a salvação do país, sustentava que a Norte-Sul ligava o nada a coisa nenhum.
Nunca se construiu tanta ferrovia no resto do mundo como nestas últimas décadas. A Rússia e a China estão sendo cortadas por longas linhas interligando a totalidade de seus territórios e estabelecendo cruzamentos onde o transporte modal agiliza e integra. Ainda há a considerar o avanço da tecnologia nessa área, com os trens de alta velocidade que transportam não somente passageiros, mas mercadorias — commodities, grãos, containeres, carga geral — que, embora não necessitando de 300 quilômetros por hora, andam a cem e até a cento e cinquenta, verdadeiras esteiras rolantes que dão vazão ao escoamento e à circulação do que se exporta, consume e produz.
Antigamente a ferrovia era o transporte mais moderno. Depois de uma longa crise, entrou em declínio, mas hoje todos estão de acordo que é o transporte para o futuro e para o presente, que de sua ausência se ressente.
Pensei e estabeleci duas grandes ferrovias, além de terminar a Ferrovia do Aço e a recuperação de nossos velhos trilhos: eram os sonhos da Norte-Sul, já falada, e da Leste-Oeste, que com acordos com outros países poderia chegar até o Pacífico.
Agora leio que a coordenadora de grupo de Pesquisa e Extensão em Logística Agro-Industrial da Escola Superior de Agricultura Luís de Queiroz — famosa e de prestígio internacional —, professora Priscilla Nunes, diz que “o preço do frete tem uma tendência constante de alta, porque a infraestrutura logística não acompanha o crescimento da produção” e o Superintendente da Valec, Mauro Ramos, diz que o “Itaqui é um gargalo para a Norte-Sul e não tem condições de nos atender quando a ferrovia chegar ao Centro-Oeste”. Aí entramos no gargalo dos portos e basta a soma dos dois, de estradas e de portos, para barrar o crescimento do país. Temos de agir. Se não temos tsunamis, temos outras tragédias que estão aí a desafiar nossa capacidade de crescimento sustentável. O Itaqui é o maior porto do Brasil, com projeto de expansão aprovado, mas não anda. O Centro-Sul criou a mentalidade de que só ele existe e todos os olhos nele estão fincados.
Somos todos brasileiros, mas parece que vivemos de costas: o Sul rico e crescendo, o Norte e o Nordeste sofrendo porque não fazem parte do desenvolvimento nacional.

José Sarney 

Ex-presidente do Brasil, senador da República pelo PMDB-AP, presidente do Congresso Nacional e acadêmico da Academia Brasileira de Letras e da Academia de Ciências de Lisboa

Assentados rurais querem mais atenção

O líder rural José Lúcio Batista, o Ceará.
A despeito do abandono em que se encontra a maioria dos assentamentos agrícolas no Estado do Amapá, o Assentamento Governador Janary, localizado em Tartarugalzinho, é um dos mais bem organizados, graças a ação da Associação dos Produtores Rurais local, presidia pelo agricultor José Lúcio Batista, o “Ceará”. Articulado com diversas autoridades estaduais e federais, inclusive o senador José Sarney, Ceará já conseguiu levar para os assentados de Tartarugalzinho, o programa “Luz para Todos”, a escola estadual Chico Mendes, telefone público e sinal de televisão, via antena parabólica. Os agricultores do assentamento Janary contam ainda com um centro comunitário moderno e muito bem estruturado. Mesmo assim, a comunidade ainda carece de atenção, principalmente no tocante ao ramal que dá acesso ao assentamento, a freqüência no transporte para escoamento da produção e a definição da patrulha agrícola fornecida pelo Incra. “Os equipamentos agrícolas poderiam ser administrados pela própria associação dos produtores, com muito mais benefícios para a comunidade e para todos os consumidores que teriam maior produção de alimentos”, reclama Batista, que pede ainda a inclusão do assentamento no Plano Plurianual do Amapá (PPA), que define as prioridades do Governo do Estado para os próximos anos.  

Enviado por Paulo Araújo de Oliveira Fone 8121-1202 - 3222-1174 Macapá -AP

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