quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Novo comandante militar do Norte realiza primeira visita ao Amapá

Nesta quarta-feira (17) o Comando de Fronteira Amapá/34° Batalhão de Infantaria de Selva recebeu o general-de-exército Carlos Alberto BARCELLOS, novo comandante Militar do Norte, em sua primeira visita à guarnição de Macapá. Durante sua estada no Batalhão, o Gen Barcellos presidiu a formatura da Unidade, assistiu a uma apresentação do Comandante da Fronteira Amapá, tenente-coronel Robson Mattos, percorreu as instalações do quartel e realizou uma reunião com todos os oficias, subtenentes e sargentos. Ainda por ocasião de sua permanência na capital amapaense, o Comandante Militar do Norte realizou uma visita institucional ao Governador do Estado; concedeu uma entrevista, ao vivo, ao Jornal do Amapá, nas instalações da TV Amapá, afiliada à Rede Globo; e visitou as obras da 22a Bda Inf Sl - Brigada da Foz.

Esclerose múltipla: adultos jovens são os mais afetados pela doença

Diagnosticada principalmente a partir dos 20 anos, a doença já atinge cerca de 2,3 milhões de pessoas no mundo, segundo a Federação Internacional de Esclerose Múltipla
A partir dos 20 anos de idade a vida ganha novos desafios e se abre para novas descobertas. Os jovens passam por uma fase de transição, em que entram na faculdade, conquistam seu primeiro emprego e fazem planos para formar uma família. Justamente nessa etapa tão atribulada, esses objetivos correm o risco de serem interrompidos por uma doença que já acomete mais de 2 milhões (Federação Internacional de Esclerose Múltipla) de pessoas no mundo: a esclerose múltipla (EM).
Sem cura e de causa desconhecida, a EM é uma das mais comuns em adultos jovens no mundo. De acordo com a Associação Brasileira de Esclerose Múltipla, 35 mil brasileiros são afetados pela doença. Apesar dessa incidência, muitos ainda a desconhecem, pois seus primeiros sinais são apresentados de forma muito sutil e transitória, dificultando o diagnóstico precoce. Idade, gênero, histórico familiar e outras doenças autoimunes são fatores que aumentam o risco de desenvolvimento da doença.
Os sintomas mais comuns, que são a perda de equilíbrio e coordenação motora, distúrbios da sensibilidade (formigamento/dormência pelo corpo), perda de força muscular (paralisias) e de visão, visão dupla, fadiga, incontinência ou retenção urinária podem ser as primeiras manifestações da EM e ocorrem de forma isolada ou em conjunto, ou seja, com "múltiplas" manifestações de acometimento do Sistema Nervoso Central.
Cerca de 80% dos pacientes apresentam manifestações agudas ou subagudas e melhoram, ou remitem o quadro neurológico, e essa evolução é denominada "surto-remissão" ou "recorrente-remitente". Quando esse conjunto de sintomas e sinais recorre, é chamado de "surto" ou "recorrência" da doença. Para essa forma da EM os tratamentos atuais estão cada vez mais eficazes, mas a melhor resposta ocorre quanto mais cedo eles se iniciam, o que se conhece como "melhor janela terapêutica", em que o diagnóstico precoce está associado à uma evolução mais favorável.
Para minimizar o impacto da EM o melhor caminho é a informação que leve à detecção precoce, e essa nova geração tem um papel fundamental no processo de disseminação e conscientização, pois a informação é algo que os mais jovens têm acesso diariamente. De acordo com a Professora. Soniza Alves-Leon, chefe do Centro de Referência em Esclerose Múltipla do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho da UFRJ e pesquisadora CNPq sobre este tema, "uma geração que vive conectada, precisa saber que a esclerose múltipla vitima pessoas de todas as idades, mas especialmente, os indivíduos entre 20 e 40 anos que estão no auge da vida reprodutiva. Seus sintomas são imprevisíveis e nem sempre são levados a sério, por isso, a importância em atentar para qualquer um desses sinais".
Considerada uma doença crônica autoimune, rara e que costuma ser diagnosticada tardiamente, a EM compromete o sistema nervoso central e prejudica a neurotransmissão, provocando dificuldades motoras e sensitivas que impactam diretamente na qualidade de vida dessas pessoas. "A intensidade e o intervalo entre os surtos variam de acordo com o estágio em que o paciente se encontra, e pode deixar sequelas, dependendo da gravidade. O ideal é sempre buscar um neurologista para que possa avaliar o caso e recomendar o tratamento necessário", completa a Professora Soniza.
Tratamento
Apesar de não ter cura, existem tratamentos que minimizam os sintomas da doença. Os Interferons beta foram os primeiros medicamentos a surtirem efeito na EM, como mostraram estudos pivotais em 1993. A revisão de um sub grupo de pacientes incluídos nesses estudos, com doença recém diagnosticada, foi recentemente publicada. Este estudo, BENEFIT, acompanhado ao longo de 11 anos pelos Comitês Americano e Europeu para Tratamento e Pesquisa em Esclerose Múltipla em Boston, Massachusetts, revelou que o tratamento precoce com betainterferona-1b diminuiu os efeitos das complicações motoras e sensitivas dos portadores em estágio inicial.
O betainterferona-1b faz parte da primeira categoria de opções terapêuticas, os imunomoduladores, que tem por objetivo reduzir a intensidade dos surtos e o intervalo entre eles, agindo sobre os processos imunológicos. Esses dados corroboram a importância do diagnóstico e tratamento precoce para as formas de EM recorrente-remitente.
Entre as opções de tratamento adjuvante, está o Cognifit, uma ferramenta inteligente utilizada para minimizar alguns dos sintomas da esclerose múltipla e que pode ser acessado via computador, tablet ou smartphone. O mecanismo tem como função principal treinar e estimular os aspectos cognitivos, com jogos que permitem avaliar o estágio do comprometimento da doença e suas habilidades cognitivas. O dispositivo, que auxilia no desenvolvimento de atividades cognitivas, funciona como aliado na melhora da qualidade de vida dos pacientes.
Bayer: Se é Bayer, é bom (Science For a Better Life)
A Bayer é uma organização global com competências centrais focadas em Ciências da Vida nas áreas de saúde e agricultura. Os produtos e serviços da empresa são projetados para beneficiar a população e melhorar sua qualidade de vida. Ao mesmo tempo, o Grupo tem como objetivo criar valor através da inovação e crescimento. A Bayer está comprometida com os princípios do desenvolvimento sustentável e com sua responsabilidade ética e social como uma empresa consciente. Em 2014, o Grupo empregou 119.000 pessoas e teve um faturamento de EUR 42,2 bilhões. As despesas de capital chegaram a EUR 2,5 bilhões e os investimentos em P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) totalizaram EUR 3,6 bilhões. Estes valores incluem dados do negócio de polímeros de alta tecnologia, que será lançado no mercado de ações como Covestro em meados de 2016, no mais tardar.

Alunos do SESI e SENAI retornam de intercâmbio nos Estados Unidos

Após 15 dias estudando inglês na cidade de Denver, no Colorado (EUA), os alunos André Victor da Silva e Gilcivaldo Lima, voltam ao Brasil. Os estudantes foram selecionados pelo excelente desempenho durante a terceira edição do Programa Conexão Mundo realizado pelo Serviço Social da Indústria (SESI) e pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) do Amapá.

O Conexão é inovador e facilita o ensino da língua inglesa com vistas a melhorar a qualificação dos jovens por meio do contato intensivo com o idioma. Para o deslocamento e o custeio de despesas extras, cada aluno recebeu ajuda de custos, além de kit com mala, roupas e acessórios para enfrentar o período de neve.

Durante a estadia no exterior, os jovens ficaram hospedados em casas de famílias adotivas e foram inseridos na cultura local. André e Gilcivaldo participaram de visitas a universidades, empresas, museus, laboratórios e escolas, e tiveram a oportunidade de conhecer pontos turísticos da cidade.

André Victor, 17 anos, ressaltou que ficou encantado com a organização de tudo nos Estados Unidos e disse que o hábito da prática do inglês diário fez com que seu desempenho melhorasse muito. “Desde que cheguei busco notícias em sites americanos, escuto músicas e assisto filmes sem legenda. Não quero perder a fluência e a pronúncia que adquiri”, ressalto o estudante.

Gilcivaldo Lima afirmou que o projeto realizou seu sonho, e que, o estímulo para o aprendizado da língua será essencial para seu futuro. “A troca de experiência foi muito estimulante. Ter participado do Conexão Mundo marcou minha vida e me proporcionou crescimento pessoal e profissional. Tenho certeza que muitas portas vão se abrir”, disse.

A superintendente do SESI, Alyne Vieira, ressaltou que a cada dia surgem inovações em todos os campos e faz-se necessário conhecer outro idioma, além do Português. “As empresas procuram profissionais que tenham bom desempenho no Inglês. A maioria das contratações é feita após uma série de avaliações, incluindo-se o domínio da língua, não só falada como escrita”, frisou.

O diretor de Operações, Adriano Cardoso, falou sobre as qualidades necessárias para uma boa colocação no mercado de trabalho. “Além do domínio de outro idioma, a proatividade, responsabilidade e o senso de liderança são qualidades essenciais. Participar do Conexão Mundo contribui para que nossos alunos se  tornem profissionais preparados”, explicou o diretor.

Conexão Mundo

O Conexão Mundo é um programa instituído pelo SESI e SENAI, em parceria com a organização não governamental US-Brazil Connect. O curso de cinco meses é dividido em três etapas, duas à distância e uma presencial.

No período de aprendizado, os alunos interagem com monitores americanos por meio de aulas virtuais realizadas por redes sociais, bate-papos com webcam e sites especializados no ensino da língua. A fase presencial dura um mês, ocasião em que os monitores ministram aulas diárias no Brasil.

OAB/AP recebe denuncia contra hidrelétricas de Ferreira Gomes

A Ordem dos Advogados do Brasil Secção Amapá recebe denuncia contra hidrelétricas do município de Ferreira Gomes, e realiza reunião com moradores das comunidades do entorno de Ferreira Gomes. 
A OAB/AP, por meio dos representantes das comissões de Direitos Humanos, Direito Ambiental, Direito Fundiário e Comissão do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, participaram de reunião na manhã desta quarta, 17, na Colônia dos Pescadores e Associação dos Atingidos por Barragens do município de Ferreira Gomes. O objetivo é acompanhar e garantir os direitos fundamentais das comunidades atingidas pela enchente que ocorreu em maio de 2015 no município.
“Nossa intensão é de preservar e manter a cultura da pesca familiar que era exercida abundantemente por essas comunidades da região, é esse o foco da OAB/AP, olhar as questões ambientais, mas substancialmente prestar atenção, observar e garantir o cumprimento dos direitos dessas comunidades que estão sendo fortemente atingidas pelas atuações das hidrelétricas da região do Araguari”, destaca o presidente da OAB/AP, Paulo Campelo.
Durante a reunião realizada na sede da Colônia dos Pescadores do município de Ferreira Gomes, a qual teve a presença do Presidente da OAB/AP, Paulo Henrique Campelo, e Vice-Presidente, Auriney Brito, a qual garantiram aos pescadores e associados o acompanhamento da OAB/AP para que tenha garantia dos direitos fundamentais relacionados a comunidade.
“Devida às várias denuncias legais realizadas através da imprensa contra as empresas de hidrelétricas do Estado, e em meio a isso levamos ao conhecimento da OAB/AP a situação em que as empresas se encontram e denunciamos a OAB/AP as três hidrelétricas. A população está ansiosa pelas ações das comissões da OAB/AP, eles são a ultima esperança da comunidade ferreirense para defender nossos direitos”, explica o presidente da Associação dos Atingidos por Barragens, Moroni Guimarães.
Para o Presidente da OAB/AP, Paulo Henrique Campelo, a participação das Comissões da OAB e o acompanhamento visam gerar transparência e garantia de direitos para toda a comunidade.
“Recebemos no dia 02 de fevereiro uma denuncia por parte da Associação dos Atingidos por Barragens, e viemos para uma reunião com toda comunidade atingida com a problematização que os afligem. Estamos aqui para garantir a preservação dos direitos fundamentais dessas comunidades, e essa é uma visão bastante humanística em que a OAB ao longo dos seus 85 anos”, finaliza o presidente.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Azul inova e oferece pagamento à vista de passagens em casas lotéricas

Companhia é a única no Brasil a contar com esta opção de pagamento

Nova opção permite aos Clientes comprar no site da companhia aérea e pagar em dinheiro ou cartão de débito em mais de 13 mil postos lotéricos

São Paulo, 15 de fevereiro de 2016 – Os Clientes que emitirem passagens da Azul Linhas Aéreas Brasileiras já podem realizar o pagamento à vista nas mais de 13 mil casas lotéricas da Caixa Econômica Federal em todos os cerca de 100 destinos servidos pela companhia no país. Assim, a empresa oferece ainda mais comodidade aos Clientes que pretendem adquirir passagens, com a opção de pagamento em estabelecimentos próximos de suas rotinas pessoal e de trabalho. A opção está disponível para reservas com mínimo de três dias de antecedência à partida do voo. A Azul é a única aérea no Brasil a disponibilizar esta funcionalidade.

“A novidade facilita e amplia as formas de pagamento oferecidas pela empresa que, desde sua fundação, vem tornando cada vez mais democrático o acesso de milhões de pessoas ao transporte aéreo no país”, destaca Kleber Linhares, diretor de T.I. da Azul.

Após a seleção da passagem no site da Azul (www.voeazul.com.br), a página de pagamento exibirá a opção “SafetyPay/Lotérica” na aba “Boleto à vista”. Ao selecionar esta opção e finalizar a etapa, uma nova tela solicitará o preenchimento de dados pessoais para gerar número da transação para pagar a passagem. O pagamento deve ser à vista, em dinheiro ou cartão de débito da Caixa Econômica Federal ou Banco do Brasil, em todos os estabelecimentos conveniados dentro de 24 horas. O agente lotérico está habilitado a receber valores de até R$ 2.000,00 por transação. Para valores superiores, os pagamentos devem ser feitos em uma agência da Caixa Econômica Federal. A confirmação da transação é em tempo real.

Confirmado o pagamento pela lotérica ou agência da Caixa Econômica Federal, o Cliente receberá um e-mail com os dados da reserva. No caso de não pagamento, o cancelamento é automático.

Sobre a Azul
A Azul Linhas Aéreas Brasileiras é a companhia aérea com o maior número de destinos servidos no país. A empresa detém uma frota de 140 aeronaves, mais de 10.000 funcionários, um número superior a 900 voos diários, mais de 100 destinos servidos e um terço do total de decolagens do país. A qualidade de seus serviços já foi atestada por inúmeros prêmios, nacionais e internacionais. Em 2016, foi reconhecida como a empresa aérea low-cost mais pontual do mundo pela Official Airline Guide (OAG). No ano anterior, foi eleita pela quinta vez consecutiva pela Skytrax World Airline Awards como “Melhor companhia aérea low-cost da América do Sul”. Em 2014, a Azul foi reconhecida como melhor aérea low-cost do mundo pela CAPA – Centre for Aviation. Saiba mais em www.voeazul.com.br.

Agência Brasil-Chile já comercializa passeios para a temporada de inverno com 10% de desconto

 
A agência Brasil-Chile Turismo já iniciou as vendas de passeios para a temporada de inverno das estações de esqui próximas de Santiago: Valle Nevado, Farellones e El Colorado. Para compras efetuadas até 30 de maio, todos os passeios terão um desconto de 10%. A temporada de inverno nas estações da região, dependendo das condições climáticas, costuma ir de junho a final de setembro – no ano passado, por exemplo, teve início em 15 de junho e foi encerrada em 9 de outubro. A partir de Santiago, a viagem para as estações leva cerca de uma hora de carro.
 

Um dos passeios oferecidos pela Brasil-Chile é o chamado “Panorâmico”, mais voltado para quem deseja ver e brincar na neve, mas não pretende esquiar. Os turistas são pegos em seus hotéis por volta das 7h00 e às 9h30 já estão no Valle Nevado (3.000 metros acima do nível do mar) para fotos e uma visita às instalações. Às 10h30, o grupo parte rumo a Farellones (2.000 metros acima do nível do mar), onde permanecem até 16h00, quando retornam para Santiago. Nestas cinco horas em Farellones, os turistas podem fazer atividades na neve, como ski bunda, tirolesa e tubing (versão na neve dos tobogãs com bóia dos parques aquáticos), visitar lojas, almoçar, tomar um bom vinho ou simplesmente passear. Farellones é um simpático e charmoso vilarejo de montanha que vale a pena ser visitado.
Outro passeio sugerido pela Brasil-Chile é voltado para esquiadores. O transfer pega os turistas em seus hotéis às 6h00 e às 8h30 eles já estão chegando na estação de esqui de sua preferência (Valle Nevado ou Farellones), onde permanecem até 16h00. Ambos os passeios custam, por pessoa, R$ 163,00 ou US$ 37,00 e incluem somente o transporte e o apoio da equipe da Brasil-Chile. Estes passeios estão sendo comercializados, promocionalmente, com um desconto de 10% até o dia 30 de maio.

Para o passeio “Panorâmico”, é recomendável, ainda, o aluguel do equipamento para neve: óculos, jaqueta, calça, luvas e botas, que custam R$ 156,00 ou US$ 35,00 numa loja especializada que fica no pé da montanha. Para quem optar pelo segundo passeio, há necessidade ainda de alugar esqui (R$ 125,00 ou US$ 28,00 por pessoa) ou uma prancha de snowboard (R$ 125,00 ou US$ 28,00 por pessoa). Além disso, para esquiar ou praticar snowboard é necessário adquirir o ticket de entrada da estação. O valor é o mesmo nas duas estações: R$ 281,00 (US$ 64,00) para adultos, para acesso o dia todo, ou R$ 141,00 (US$ 32,00) para crianças.
SOBRE A BRASIL-CHILE TURISMO
Com sede em Santiago, no Chile, a Brasil-Chile Turismo é uma agência comandada por brasileiros, criada em 2009 com o objetivo principal de atender o turista brasileiro durante a sua viagem ao Chile. Os serviços prestados pela Brasil-Chile incluem traslados, passeios e também hospedagens. A empresa presta um serviço personalizado e de qualidade, com guias fluentes no idioma português, transporte sempre em veículos novos equipados com sistema de wi-fi e oferece uma variedade incrível de passeios por todo o Chile. Para obter mais informações, o consumidor pode enviar um email para o endereço brasilchileturismo@gmail.com ou contatar a empresa pelo whattsapp (569) 6216.0387 ou diretamente pelo telefone (569) 3208.8346 em Santiago.

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Notas da Coluna Argumentos, domingo, dia 14 de fevereiro de 2016.

Figuraça

Nem a chegada da tecnologia, internet, jogos pela tv a cabo, nada disso tira do vice governador Papaléo Paes o hábito de dar seus pulinhos a Belém do Pará para assistir partidas de seu Paysandu. Autêntico e fiel torcedor, já defendeu o clube até no Senado.

Televisão

Silvio Santos é mesmo diferenciado. Com seu jeito, ele sempre falou abertamente das outras emissoras. E acabou finalmente compreendido. E copiado. Até a Globo hoje fala de outros artistas. Das concorrentes.

Niver

Ontem a ex deputada Fátima Pelaes (PMDB) fez aniversário. Não tente no Google saber a idade, mas isso pouco importa pois ela continua de cabeça arejada, jovem e extremamente focada no trampo. Parabéns!

Interior

Deputado Marcos Reátegui foi a voz (mais ouvidos diga-se) da bancada federal em uma incursão por Ferreira Gomes. Casos de mortes de peixes preocupam deputados e senadores. Que venham providências.

Aos 90

Uma das pioneiras da bucólica Vila Amazonas, em Santana, partiu para o andar de cima. Dona Maria de Lourdes, esposa do também saudoso José da Silva, o “Zé Macaco”, antigo motorista da mineradora Icomi.

Nostalgia
O engenheiro Ortiz Vergolino (ex-Icomi) e que hoje atua como diretor de mineração e petróleo na Agência Amapá, compareceu ao rádio ontem para falar do presente, do futuro, mas também do passado. Sim glórias que a mineração já proporcionou às gerações de empregados da companhia.

S10

Lançada em 1995, a camionete lidera a categoria há 20 anos consecutivos e só no ano passado conseguiu emplacar 33.320 unidades. A efeito de comparação, a Toyota Hilux, recém-renovada, foi a única rival capaz de se aproximar da norte-americana, com 32.900 emplacamentos. (Blog Sou Jipeiro)

Opinião

Neste domingo, em seu artigo semanal, o bispo de Macapá, Dom Pedro, escreve sobre a Quaresma. o título é “O grande espelho”, que sugere reflexões importantes sobre a vida. Já Sarney, vai de um texto sobre as relações Brasil e Estados Unidos. O título é “Irmãos, mas olhe lá!”. O Diário publica os dois textos neste domingo.

Negativo

As rachaduras nos apartamentos do residencial Mucajá, em Macapá, foram mostrados em rede nacional ontem. Foi no Jornal Hoje, da Rede Globo, que falou da angústias dos moradores. “O sonho que virou pesadelo”, definiu uma senhora ouvida pela reportagem. Uma pena.

ENTREVISTA | “Uma pessoa é o que é na extensão do que é em todos os lugares”

André Gomes. As lições do especialista sobre estratégias para encarar a concorrência do mercado de trabalho. 
Ele voltou ao rádio ontem (13) para mais uma rodada de sabatina em que se propõe a dar valiosas dicas para os jovens que fazem planos para ingressar no mercado de trabalho, como também para aqueles que lutam para permanecer nele. Trata-se do professor universitário André Gomes, que também atua como consultor e especialista em gestão de pessoas. Ele falou ao programa Conexão Brasília, da Diário FM, ocasião em que fez alertas importantes como cuidados com o que as pessoas andam postando nas redes sociais. Para ele, no mundo globalizado em que se vive, é preciso ter cuidado com a imagem que as pessoas acabam transmitindo por meio da internet. Ele também fala a respeito de como fazer a diferença no concorrido mundo profissional e uma pista é procurar conhecer conhecer  cultura de uma corporação ou empresa. 

Por Cleber Barbosa
Para o Diário do Amapá


Diário do Amapá – O final do ano sempre registra a contratação de trabalhadores temporários, que agora vivem a expectativa de conseguir permanecer no emprego. Que tipo de dica o senhor poderia dar sobre esse momento?
André Gomes – É, para quem conseguiu essa vaga o grande desafio agora é manter esse emprego, afinal os tempos são de crise e as pessoas ficam mesmo preocupadas com tudo isso, ou seja, arrumar um emprego ou manter o seu. Eu até ganhei um livro esta semana que fala sobre isso. Fala que a primeira coisa é a aprendizagem da cultura dessa organização. É que às vezes a gente pleiteia, sonha até em trabalhar num lugar, mas não conhece nada sobre a empresa. E hoje o acesso à informação é muito rápido, é instantâneo. Então a maioria das organizações que você pleiteia uma vaga tem um site, tem alguma coisa que fala sobre ela na internet e os nossos jovens não tem essa conexão de pesquisar sobre a empresa que vou procurar um emprego.

Diário – E como é essa coisa de conhecer a cultura de uma empresa?
André – É extremamente você demonstrar conhecimento sobre ela primeiro porque na hora da entrevista isso é extremamente importante. Se você conseguiu a vaga é porque tinha conhecimento sobre a empresa e uma vez lá dentro você vai se estabelecer, pois cada vez que você estuda a linguagem, a cultura, os hábitos dessa empresa você vai se adequar cada vez mais a ela. Então uma dica importantíssima para quem conseguiu a vaga, como essas do comércio de Macapá, geralmente de novembro a janeiro, quando fazem as liquidações, daí precisarem de mais gente. A dica é estudar essa cultura, saber como essa empresa é, como é que ela funciona de fato.

Diário – Como assim?
André – É que às vezes a pessoa fala “ah eu vou ganhar esse dinheiro durante tantos meses”, mas e depois? Como é que se desenvolveu, será que absolveu o jeito dessa empresa? Na cultura, você primeiro estuda o histórico, como ela nasceu, quem é o dono, enfim, aqui a maioria das empresas são familiares, então é interessante saber como surgiu, qual era a intenção desse dono, aquelas coisinhas básicas que a gente estuda na academia, né? Missão, visão, valores, não é mesmo? Eu não sei nada sobre essa empresa? Na maioria das vezes a empresa, a organização, reflete a imagem de seu dono, quem a fundou, como um espelho. Então é saber o que ele pensa para aquele projeto, para você dizer que pretende se ver inserido nele.

Diário – E isso passa também pela questão do visual da empresa?
André – Sim, a chamada linguagem dela. Se a empresa é formal, se o estilo é formal, a linguagem acompanha. Se a empresa é despojada, se a empresa não tem muito compromisso com essa linguagem, tem que acompanhar também.

Diário – Você diria que esse chamado diferencial entre um colaborador e outro pode fazer a diferença na hora de definir uma vaga na empresa? Como a simpatia ou o bom humor de alguns?
André – Totalmente. Tem quem faça isso de forma empírica, e é o que a gente ensina na academia. A grande questão é saber quem vai lhe avaliar e o que ele quer saber sobre você, como ele quer que você se comporte, como essa empresa funciona? São perguntas que parecem bobas, mas na hora que o cara vai se preparar para a entrevista ele não se pergunta essas coisas. Tem até aquela velha dúvida sobre com que roupa ir a uma entrevista de emprego. Meus alunos da faculdade vivem me perguntando isso e eu digo sempre que é preciso saber como é essa empresa, pois você tem que falar como ela fala, se vestir como ela se veste, enfim, usar a linguagem que ela tem. O que a gente percebe é que as pessoas não pesquisas sobre essa empresa, sobre essa avaliador, sobre essa pessoa que criou essa empresa antes de ir para entrevista. Aí vai mal preparado.

Diário – E nunca é demais lembrar que hoje com o advento da internet, da comunicação imediata, enfim, muitas corporações acompanham até mesmo a postura de seus colaboradores ou de candidatos a emprego através das redes sociais não é mesmo?
André – Demais! A gente fala sempre sobre essa história das redes sociais. A mentalidade tem que mudar, pois muitos ainda acham que a vida particular fica à parte, pelo contrário, uma coisa não se dissocia da outra, pois quando o chefe entra no seu Facebook, vai se remeter ao profissional que você é, não tem jeito. Então tudo que você é, suas opiniões pessoais, refletem no seu campo profissional, isso é fato. Uma pessoa é o que é na extensão do que é em todos os lugares. Aí vem aquela velha discussão sobre postar ou não uma foto de biquíni, ou de sunga, o que deve levar em consideração quem sou eu na minha esfera profissional, como as pessoas vão me enxergar, entende? Isso atrapalha? Atrapalha.

Diário – É como aquele advogado que coloca como sua foto de perfil ele com uma taça de chope?
André – Isso mesmo... [risos] É assim, quem não gosta de um chope nesse Amapá quente, não é? As pessoas sabem que você bebe chope, sabem que é uma pessoa divertida, mas não é essa imagem que você quer que elas guardem de você. Você é muito mais do que um bebedor de chope! Isso elas não reprovam, tá? Na psicologia das organizações, do gerenciamento das pessoas, elas não reprovam o fato de você tomar chope, porque você dança marabaixo, ou samba, isso é normal, isso é bom e todo mundo faz. Elas reprovam é essa imagem, porque escutaram alguma coisa sua bacana e não foi isso que elas guardaram. Então a pergunta é: como é que eu quero que as pessoas lembrem de mim? É postar a imagem que você quer que elas lembrem de você.

Diário – E para quem está na fase de definir qual curso superior escolher, ou qual profissão abraçar? Como se descobrem as aptidões professor?
André – Eu escuto muito dos meus alunos perguntas sobre qual profissão dá para ganhar mais dinheiro. E eu respondo: a que você vai fazer mais bem feito. Digo que 50% é gostar e os outros 50% você vai aprender, pois se você gosta vai se dedicar a essa aprendizagem. Outra pergunta é saber qual a profissão do futuro. E eu digo não, qual a profissão de futuro! É saber qual a profissão que vai te sustentar no futuro. É a que você vai fazer bem feita, que todo mundo vai demandar. Então na hora de escolher a carreira é por aí. Os testes de aptidão que se tinha no passado estão aí, só mudaram de nome. Até na internet, você vai lá responde umas coisas, formulários em perfis eletrônicos que te dão respostas. Mas a melhor resposta é o que você realmente gosta e o que você vai se dedicar. Não adianta ser médico, odontólogo ou advogado só porque é uma profissão que se caracteriza por ganhar muito dinheiro quando você não gosta de fazer isso.

Diário – E sobre os concurseiros, que muita gente por aqui reclama que vem de fora melhor preparados e abocanham as melhores vagas nos concursos públicos. O que o senhor pensa a respeito?
André – Penso que esses concurseiros nos trazem a responsabilidade de nos preparar mais, porque o mundo está globalizado. Assim como nós do Amapá temos a oportunidade de participar em outros estados, eles também têm. A concorrência é ótima quando te estimula a uma melhora, e quando você melhora? Quando tem alguém com quem você pode se comparar, com quem você pode se medir, né?

Perfil

Entrevistado. O professor e cerimonialista goiano André Luís Aires Gomes tem 40 anos de idade, mas mora no Amapá há mais de vinte anos. É administrador de empresas (CEAP),  professor universitário, especialista em Gestão de Pessoas (CEAP) e em Desenvolvimento do Comportamento Humano (UNAMA); Cursou APL “Clustter” (UNIFAP) e é  Consultor Organizacional. Teve uma longa passagem como integrante do Cerimonial do Palácio do Setentrião e ingressou por concurso público nos quadros de pessoal permanente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-AP), como analista gestor de projetos . Ele atua no mercado profissional também como consultor e palestrante, bem como é um exímio Mestre de Cerimônias.

sábado, 13 de fevereiro de 2016

MPF e MP-AP recomendam suspensão de licença operacional da hidrelétrica Cachoeira Caldeirão

Órgãos ambientais estaduais têm prazo de 10 dias para se manifestar. Empreendimento licenciado pelo IMAP já causou enchente e mortandade de peixes na região

O Ministério Público Federal (MPF/AP) e o Ministério Público do Estado do Amapá (MP-AP) recomendam que o Instituto do Meio Ambiente e de Ordenamento Territorial (Imap) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente do Amapá (Sema/AP) suspendam a licença operacional concedida à Usina Hidrelétrica Cachoeira Caldeirão, até que seja apresentado o licenciamento ambiental corretivo do empreendimento.

A recomendação foi expedida na última quinta-feira, 4 de fevereiro, após a conclusão de parecer técnico do próprio Imap sobre a mortandade de peixes na região da hidrelétrica. O documento revela que episódios de mortandade de peixes de diversas espécies, juvenis e adultos, registrados pela população local nas últimas semanas, têm ocorrido “de modo contínuo, progressivo e severo às proximidades da barragem da Usina Hidrelétrica Cachoeira Caldeirão, causados pela operação da referida empresa.”

Imap e Sema têm 10 dias de prazo, contados a partir do recebimento da recomendação, para suspender a licença ou apresentar justificativa aceitável para que a usina hidrelétrica continue operando, sob pena de serem acionados judicialmente.

Execução – Em janeiro deste ano, o MPF/AP e o MP-AP ajuizaram ação de execução na comarca de Ferreira Gomes da Justiça Federal com o intuito de obrigar o Imap a promover o licenciamento corretivo, sob pena de multa diária de R$ 2,5 mil ao presidente do órgão, Luiz Henrique Costa, a ser descontada diretamente em folha de pagamento. A ação cita ainda que já está em curso multa diária de R$ 5 mil ao Imap, retroativa a 8 de novembro de 2015, quando venceu o prazo para que o instituto apresentasse o documento.

A realização do licenciamento corretivo foi assumida como compromisso pelo Imap em Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado em maio de 2015, após a enchente ocorrida no município de Ferreira Gomes, causada pelo rompimento de uma ensecadeira das obras de construção da barragem da usina.

“Mesmo diante de reiteradas notificações e solicitações do Ministério Público, o licenciamento corretivo nunca foi apresentado. Para nossa surpresa, no dia 18 de dezembro, a licença operacional foi concedida à usina sem qualquer observância ao cumprimento do TAC e da legislação ambiental”, conta o procurador da República Thiago Cunha de Almeida. “A mortandade de peixes causada pelo funcionamento da usina é apenas um dos resultados da falta de medidas fiscalizatórias e punitivas mais rigorosas dos órgãos ambientais estaduais. Para nós, isso demonstra ou incapacidade de fiscalizar um empreendimento dessa natureza e complexidade, ou desinteresse em proteger a comunidade local dos impactos causados por ele”, critica o procurador.

domingo, 7 de fevereiro de 2016

INTERCÂMBIO | Acadêmicos em viagem de estudos à Colômbia

Três jovens amapaenses relatam experiências de vida durante uma viagem de intercâmbio à Colômbia, um ilustre desconhecido para quem chega, mas um país atraente para quem passa a conhecer. 


Por Cleber Barbosa
Editor de Turismo

A decisão de cursar Relações Internacionais, um dos novos cursos implantados na Universidade Federal do Amapá (Unifap), pressupõe que seus alunos tenham pré-disposição a viajar, conhecer novos lugares, novas culturas. Foi o que aconteceu com três jovens acadêmicos que acabam de retornar do que definem como “uma experiência de vida”, durante os seis meses de intercâmbio na Colômbia. Ariane Borges, 21, Jorge Vaz, 22 e Camila Santos, 21, dizem que valeu muito a pena todo o sacrifício da separação da família, dos amigos e também do lugar onde nasceram, mas o que viveram lá os credencia a seguir a carreira.
Jorge é direto quando perguntado sobre qual direcionamento pretende dar à profissão (está no oitavo semestre): comércio exterior. “A gente retorna ao Amapá exatamente quando a Zona Franca Verde está sendo implementada, o que nos motiva a buscar essa qualificação, pois certamente muitas possibilidades se abrem agora, assim como com o estreitamento da cooperação com países vizinhos, do Platô das Guianas e porque não dizer do Caribe e Antilhas”, diz.

ESTUDOS
Os três acabaram ficando em cidades separadas na Colômbia, pois a bolsa era para universidades diferentes. A Unifap ajudava nas despesas com R$ 3,6 mil para todo o semestre; as universidades locais aportavam $ 936 mil pesos colombianos, o equivalente a R$ 700. “A gente acaba contando muito com a ajuda de nossos pais, mas toda vez que precisávamos sacar dinheiro lá saíamos perdendo para o cambio”, conta Jorge. Ele ficou num quarto numa espécie de residencial estudantil, em Tunja, no litoral. Ele já tinha viajado pelo curso para Caiena, Paramaribo e Georgetown, na região do Platô das Guianas, mas diz ter adorado a Colômbia.

“A Colômbia é um país surpreendente”, diz a acadêmica Ariane.

Muita gente pode até se perguntar: “Mas o que tem na Colômbia?” Sim, pois durante décadas o país ficou conhecido mundialmente apenas por ser produtor de drogas e também sede das FARC, as chamadas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia. Só que a acadêmica Ariane diz que  os conflitos armados são bem pontuais e que a Colômbia é um destino turístico com enorme potencial para ser destaque no Continente. “A Colômbia é um país surpreendente, pois é muito rico do ponto de vista cultural e de grande diversidade natural, pois para se ter uma ideia existe neve de um lado e praias quentes de outro”, revela a moça, que lembra também das oscilações de temperatura nas viagens que fez pelo país.
E ela ainda descreve outra vantagem comparativa de lá. “Muita gente não sabe mas a Costa da Colômbia também faz parte do Caribe, possui mar transparente e não custa tão caro como outros países caribenhos, como Bahamas, Jamaica e República Dominicana, que são destinos mais consolidados e que recebem bem mais turistas  durante todo o ano”, compara.
Ela diz que é possível observar que existe uma política de estado voltada ao incremento do turismo, tanto que a receptividade das pessoas é muito grande com os turistas estrangeiros. “Desde o taxista, passando pelos garçons, enfim, as pessoas sabem valorizar o fato de que o turismo é uma atividade econômica e que pode ajudar o país. A gente percebe que todos lá parece querer mostrar o outro lado, uma nova imagem, para que os visitantes saiam falando bem do país deles e que possam voltar ou até mesmo recomendar que outras pessoas viagem para lá”, analisa a estudante amapaense.
Ariane foi destaca para estudar em Bogotá, a capital do país. Ficou hospedada em um pequeno apartamento e disse ter usado o transporte público local que é simples e confiável. “A gente também viajou muito de ônibus, mas as passagens de avião não são tão caras como aqui no Brasil”, compara.

GEOGRAFIA
Ainda sobre a diversidade natural da Colômbia, Ariane explica que a Cordilheira dos Andes também corta o território colombiano e desta forma existem chalés para temporada e até estações de esqui. Perguntada sobre uma dica de passeio, não hesita ao apontar a cidade de Cartagena. “Escondida entre muralhas, a cidade reúne em um mesmo lugar o passado colonial da região, que lhe rendeu o título de Patrimônio Mundial da Humanidade, e um litoral de tons, aromas e sabores que agrada a todos”, derrete-se a estudante. A Colômbia possui voos diários para o Brasil, via São Paulo, com duas a horas a menos que o fuso de Brasília. Sua população é de 48 milhões de habitantes, a moeda é o peso e turistas brasileiros não precisam de visto para entrar.

IDIOMA
Adura rotina de estudos nos seis meses que os estudantes amapaenses tiveram na Colômbia incluía jornada dupla de estudos. Pela manhã, as aulas de idioma que eles frequentavam na companhia de outros acadêmicos estrangeiros e à tarde aulas na Universidade. “Eu até tinha uma base de espanhol que já havia estudado antes de ir para lá, só que o convívio nos proporciona contato com as gírias que usam muito e que atrapalham bastante, como chamar uma semana de ‘oito dias’. Então quando eu tinha que entregar um trabalho, pensava que era no oitavo dia, mas os professores esplicavam que não, era no sétimo dia, pois para eles semana é oito dias. Muito estranho né?”, indaga Jorge.

ÁGATA
O rapaz diz que pretende fazer um mestrado em comércio exterior. Já Ariane planeja se especializar em defesa do estado. Os dois apontam o professor Paulo Gustavo, que é pró reitor de Cooperação e Relações Interinstitucionais da Unifap, como seu grande mestre e incentivador. “Foi a partir de seu trabalho, juntamente com os demais membros do colegiado de relações internacionais, que os intercâmbios começaram e estão se multiplicando. Até a Austrália poderá entrar nessa parceria com a nossa universidade. Foi publicado um edital e todos puderam concorrer. Eu, a Ariane e a Camila fomos os três primeiros colocados e assim pudemos ir para essa viagem à Colômbia”, explica o acadêmico Jorge.

MONTANHAS
Falando à Revista Diário, o professor Paulo Gustavo diz que o processo de internacionalização tem a mobilidade como um dos grandes focos. “Mas você tem a construção de projetos conjuntos, o desenvolvimento de artigos científicos conjuntos, a busca por recursos para pesquisa internacional conjunto, então a ideia é a gente ter uma conexão com outras instituições em duas frentes: a primeira são as grandes universidades que a gente pode se aproximar e ser um espaço para pesquisa, para material, para biblioteca, para fazer doutorado, para pós-doutorado, enfim, mais voltados para essa relação da pesquisa.
A pró-reitoria que Gustavo coordena é algo recente, mas que já produz muito resultados para a academia amapaense. “Foi se percebendo a necessidade de termos um setor na universidade que cuidasse especificamente dessas cooperações, desses tratados, dessas aproximações e a partir da abertura do MEC para a possibilidade de ter novas pró reitorias. Essa foi uma das escolhidas ainda dentro da gestão do professor Tavares”, recorda o professor.
Ariane, Jorge e Camila foram para a Colômbia exatamente no período que uma greve na Unifap fez com que o semestre para quem ficou aqui praticamente se perdesse.

TURISMO | Nascer do sol em Macapá

A imagem de um novo dia raiando é uma das mais belas manifestações da generosidade do Criador para com os amapaenses.
Ao lado da Fortaleza de São José de Macapá, pontualmente às 6h28 da manhã, o astro-rei surge imponente para iluminar a capital do Amapá e sensibilizar as pessoas que apreciam a natureza.
Por Cleber Barbosa
Para a Revista Diário

Certa vez uma turista gaúcha que encontrou o forte calor de Macapá definiu assim a origem do ‘bafão’ que se tem na cidade: “Aqui faz sol o ano inteiro e o único lugar que faz sombra é debaixo da linha do Equador, mas ela é imaginária...” Mas o fato é que quando o sol se põe a temperatura muda bastante, impulsionada pela brisa que sopra em abundância na capital do Amapá, especialmente na beira do maior rio do planeta, o Amazonas. Só que de uns tempos para cá, turistas e moradores da cidade passaram a observar uma outra atração local: o nascer do sol.
Quem costuma acordar cedo para a prática saudável das caminhadas, corridas ou mesmo exercícios físicos na orla de Macapá, certamente já se deparou com este verdadeiro espetáculo da natureza. O sol nasce no Leste, então como Macapá tem como seu limite nessa direção apenas o rio-mar, a visão o astro-rei surgindo das águas é simplesmente maravilhosa.
Entre os principais pontos para a contemplação desta cena, está o Parque do Forte, o popular Lugar Bonito. Dali, tendo a imponência da Fortaleza de São José de Macapá, como testemunha, é possível perpetuar a imagem fazendo belas fotos, como essa do fotógrafo MR. Fonseca, que foi de enorme sensibilidade e felicidade no registro. A mensagem que fica é para que todos os que moram em Macapá possam olhar mais para esses detalhes e valorizar cada vez mais a cidade que Deus nos deu e que devemos saber cuidar.

CURIOSIDADES
Em Macapá, o sol nasce pontualmente às 6h28, o que se chama de ICMN (Início do Crepúsculo Matutino Náutico). Duas vezes por ano, dia e noite tem exatamente  a mesma duração: 12 horas. São os dias do fenômeno natural do Equinócio, que ocorre em março e em setembro, dando início a duas novas estações climáticas no planeta. Em Macapá esse fenômeno pode ser visto a olho nu no Monumento do Marco Zero do Equador, que costuma lotar nessas datas especiais.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Portadores de diabetes têm 30% de chance de desenvolver insuficiência renal

Diabetes é a segunda causa de doença renal crônica no Brasil
O diabetes, doença que atinge cerca de 415 milhões de pessoas ao redor do mundo e cerca de 13 milhões de brasileiros é a segunda maior causa de doença renal crônica. De acordo com a Sociedade Brasileira de Nefrologia, 30% dos portadores do Diabetes tipo 1 e entre 10 a 40% dos diabéticos do tipo 2 podem apresentar problemas renais. No mundo, o diabetes já é a principal causa de doença renal crônica.

A obesidade é um fator de risco para a doença renal crônica, deixando ainda mais suscetível a problemas renais os diabéticos que estão acima do peso ou que já sejam considerados obesos. Hipertensos e aqueles com histórico familiar de problemas renais devem se manter vigilantes quanto ao bom funcionamento dos rins. O papel do nefrologista no acompanhamento do paciente com diabetes é de fundamental importância para prevenir a manifestação de doenças renais e para garantir a detecção precoce dos mínimos sinais de comprometimento do órgão responsável pela filtragem do sangue. O diagnóstico precoce possibilita que os órgãos não sejam completamente comprometidos, evitando a necessidade de terapias renais substitutivas, como hemodiálise ou transplante renal.

Por isso, o Centro de Obesidade e Diabetes do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, que oferece atendimento multidisciplinar ao paciente diabético, alerta sobre a importância do acompanhamento periódico da função renal. De acordo com a Dra. Carmen Tzanno, nefrologista da Instituição, os exames laboratoriais, como o de sangue para dosar a creatinina, o exame de urina para detectar a presença da proteína, e o ultrassom renal, são recomendados na avaliação do bom funcionamento dos rins. “É importante que o diabético realize o acompanhamento periódico da função renal, já que a presença de proteína na urina é um dos primeiros sinais de que os rins estão sendo acometidos pela doença”, afirma a especialista.

A especialista alerta que a nefropatia diabética pode se manifestar alguns anos após o paciente ser diagnosticado com diabetes. O comprometimento da função renal não apresenta sintomas e os danos são irreversíveis, podendo chegar à insuficiência renal crônica, que ocorre quando há a falência total de ambos os rins, levando o paciente ao processo de terapia renal substitutiva, seja diálise ou transplante renal.


Proteger e adiar Mesmo os pacientes que já apresentam insuficiência renal podem retardar e até não evoluírem para a terapia renal substitutiva. O acompanhamento médico regular e o controle dos índices glicêmicos, de pressão arterial, de peso, da dislipidemia e o uso de drogas para controle da proteinúria, podem adiar em alguns anos o início da hemodiálise. “A aderência do paciente e a ausência de comorbidades são determinantes para o paciente retardar sua entrada em diálise”, afirma a nefrologista do Centro de Obesidade e Diabetes do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.


Sobre o Hospital O Hospital Alemão Oswaldo Cruz, um dos melhores centros hospitalares da América Latina, é referência em serviços de alta complexidade. Fundado em 1897 por um grupo de imigrantes de língua alemã, o Hospital possui uma das maiores casuísticas do país e concentra seus esforços na busca permanente da excelência do atendimento integral, individualizado e qualificado ao paciente, além de investir fortemente no desenvolvimento científico, por meio do ensino e da pesquisa. Com mais de 96 mil m² de área construída, o Hospital dispõe de 327 leitos de internação, 21 salas de cirurgia, 44 leitos na Unidade de Terapia Intensiva e Pronto Atendimento 24 horas. Além disso, oferece uma das mais qualificadas assistências do país e Corpo Clínico renomado, para que os pacientes tenham acesso aos mais altos padrões de quali dade e de segurança no atendimento, atestados pela certificação da Joint Commission International (JCI) – principal agência mundial de acreditação em saúde.


Hospital Alemão Oswaldo Cruz – www.hospitalalemao.org.br

Informações para a imprensa
Conteúdo Comunicação
Maria Teresa Moraes

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Mineradora Zamin Amapá é afastada do processo de recuperação judicial do Sistema Amapá

ABANDONO | Essa imagem recente mostra bem o estágio de desolação no parque industrial da Zamin, no Amapá.

O projeto de exploração de minério de ferro que tentava ser resgatado pela mineradora Zamin Amapá passou por uma importante mudança de controle no gerenciamento do projeto, cujas minas estão em Pedra Branca do Amapari. O juiz Marcelo Barbosa Sacramone, da 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais, de São Paulo, determinou o afastamento Zamin e a habilitação de um investidor no acordo, que passará a gerir o chamado Sistema Amapá.
Agora será a Internovia Natural Resources quem exercerá a função de gestora dos negócios no Amapá. O acordo com o termo de compromisso foi assinado nesta segunda-feira (02), às 10 horas da manhã. A decisão tem 48 horas desde então para ser cumprida.
A empresa entrou com um processo de recuperação judicial, mas não vinha cumprindo as bases do acordo, que previa, entre outras coisas, a atualização dos pagamentos de funcionários e fornecedores, bem como a retomada das atividades industriais.
A Justiça havia designado o advogado  Kleber de Nicola Bissolatti como Administrador Judicial, na prática uma espécie de observador ou fiscal, que acompanhava todas as etapas de tentativa de sanear o projeto. Mas ele relatou que pouca ou quase nada mudou desde então.
Sob protestos de funcionários e ex-funcionários, a Zamin sofreu enorme desgaste perante a opinião pública.

MUDANÇA
De acordo com informações reveladas pelo Administrador Judicial, a Recuperação Judicial da Zamin estava sendo prejudicada pela ausência de efetiva consideração dos interesses programados, revelando negligência do controlador e da gestora. “Em primeiro lugar, a própria controladora reconheceu sua incapacidade financeira e administrativa, outorgando a gestão da Recuperanda à investidora Aurum, por meio de Contrato de Gestão não aprovado pelos acionistas minoritários”, escreveu o Administrador.
Além disso, segundo Kleber Bissolattios, os empregados da Zamin não estão sendo pagos e a segurança da mineradora está totalmente comprometida, o que leva à ocorrência de uma série de roubos e furtos, prejudicando os credores, que contam com a integridade do patrimônio da Zamim para a satisfação de seus créditos.
A Aurum, em carta enviada à Internovia em 01.01.2016, confessou que a situação é crítica e que o Projeto Amapá enfrenta notórias dificuldades e tem necessidade de recursos financeiros para o pagamento de despesas.
O próprio Administrador Judicial também não está recebendo sua remuneração, embora já tenha se deslocado duas vezes até o Estado do Amapá, para fiscalizar "in loco" as atividades de mineração e de escoamento da produção por ferrovia e porto.
Diante das graves omissões acima apontadas, que comprometem a preservação da empresa e o objetivo do processo de recuperação, o juiz Marcelo Sacramone disse não vislumbrar outra solução se não o afastamento da ZAMIN AMAPÁ BRASIL S/A e da AURUM MINING PTE LTD do controle e da gestão da Zamin, com fulcro no art. 64, IV, "c" da Lei 11.101/2005.
No que tange aos efeitos do afastamento, impõe-se a nomeação de um substituto, que exercerá a função de gestor judicial. Segundo a lei, a nomeação deveria recai sobre o administrador judicial, "enquanto a assembleia geral não deliberar sobre a escolha" (art. 65, par. 1º).
Ainda de acordo com o magistrado, mostra-se absolutamente inviável que o Administrador Judicial, com equipe sediada em São Paulo, exerça as atividades de gestor judicial no Amapá, onde, evidentemente, encontra-se o principal estabelecimento da devedora. “Por outro lado, considerando que há interesse de acionista minoritária em assumir a função, dispondo de capacidade financeira e operacional, nomeio provisoriamente como gestora judicial da Recuperanda a sociedade INTERNOVIA NATURAL RESOURCES, que deverá assinar termo de compromisso em 48 horas”, sentenciou o juiz.
O acordo foi assinado hoje e agora é esperada a chegada do novo controlador do negócio para comunicar a decisão a autoridades do estado e também aos colaboradores.

Muito Além do Design: Banheiras Freestanding são apostas de hotéis brasileiros

Tendência em hotéis ao redor do mundo, as banheiras freestanding oferecem, além do design diferenciado, um custo-benefício bastante vantajoso, como a durabilidade, instalação sem obra e facilidade na manutenção. Os modelos já são apostas de hotéis brasileiros, como o Boutique SPA Casas Brancas, no Rio de Janeiro e do Laghetto Viverone Moinhos, em Porto Alegre, que possuem em suas suítes, banheiras da Doka Bath Works.

Muito utilizada em hotéis internacionais, as banheiras freestanding viraram a aposta na hora de decorar as suítes de hospedagens brasileiras. Elas oferecem vantagens que vão muito além do design diferenciado, como uma instalação fácil e rápida sem a necessidade de obras, podem ser colocadas em qualquer lugar do cômodo e possuem uma durabilidade muito maior. Além disso, os modelos da Doka Bath Works, empresa especializada na comercialização de banheiras de alto padrão, são fabricadas em Quarrycast, uma rara rocha vulcânica misturada à resina que, além de proporcionar um brilho intenso ao produto, não amarelar com o tempo, não riscar e mantém a temperatura da água por muito mais tempo, o que garante ao empreendimento ter um produto com aparência permanente de novo e a liberdade de posicioná-lo próximo a janelas ou em áreas externas sem preocupações. 

O hotel brasileiro, Laghetto Viverone Moinhos, que se tornou referência em Porto Alegre por estar situado em uma mansão tombada como Patrimônio Histórico, apostou na banheira para oferecer um espaço mais elegante ao local. O gerente de comercial e marketing do local, Carlos Augusto Agertt, conta que o modelo Ravello, da Doka, foi colocado na suíte principal, a New York, encantando os hospedes com a integração da banheira no quarto, além de ser um investimento vantajoso para o hotel. “Esse tipo de banheira atrai o cliente que busca uma suíte mais sofisticada e nos dá uma segurança maior. É um modelo que possui uma longa durabilidade e, se necessário, fácil manutenção. Se uma banheira de alvenaria quebra, preciso fechar a suíte por dias para poder arrumar, o que não acontece com a banheira freestanding”, afirma.


Outro hotel que investiu em um modelo freestanding foi o Boutique SPA Casas Brancas, em Búzios, no Rio de Janeiro. A suíte Júnior possui o modelo de banheira Como, da Doka. Com linhas futurísticas, a peça atribui maior requinte ao ambiente proporcionando um banho muito mais confortável, devido ao seu material de fabricação, o Quarrycast. A peça é a “cereja do bolo” da suíte, sendo um chamariz na hora de conquistar clientes.

Doka ao redor do mundo
O hotel Watergate Bay, localizado no Reino Unido, apostou nas banheiras Mônaco e Marlborough para compor a decoração dos apartamentos. Com traços elegantes e designs diferenciados, as peças, que possuem o conceito freestanding, ou seja, não necessitam de alvenaria e podem ser instaladas em qualquer cômodo, ganharam grande destaque entre a mobília dos quartos e contribuíram para um local mais intimo e acolhedor, além de garantirem aos hóspedes sempre uma banheira com aparência de nova, devido à qualidade da matéria-prima.  
A banheira da DOKA também foi escolhido pelo El Questo Wilderness Park, da Austrália. Desta vez, a escolhida para compor o quarto foi a Napoli. O modelo possibilita banhos de imersão, oferecendo banhos muito mais relaxantes. Além disso, ela traz linhas ovais de acordo com as últimas tendências em design de banheiras e produtos para banheiro.

Conheça os modelos:
Banheira Mônaco – Com design minimalista, a peça possui toques modernos e linhas futurísticas que descem graciosamente ao piso. Produzida em Quarrycast, material desenvolvido com uma rara rocha vulcânica, a banheira tem como cor natural o branco, e por isso, não perde seu brilho e nem amarela. De fácil instalação, proporciona um legítimo SPA em casa. 
Marca: Doka Bath WorksModelo: Banheira Mônaco
Preço: R$ 11.550,00
Onde encontrar:www.banheirasdoka.com.br

Após levar 'tombo' de Eike, mineradora Anglo American está deixando o Brasil

Deu na coluna do jornalista Ancelmo Góis, de O Globo: a mineradora Anglo American, uma potência mundial, estaria deixando o Brasil. A gota d'água seria um 'tombo' que ela levou do empresário brasileiro Eike Batista, de quem comprou o Sistema Minas-Rio e o Sistema Amapá junto Pa MMX Mineração, de propriedade do ex-bilionário.

A seguir, a íntegra da nota do colunista:

POR ANCELMO GOIS
Bye, bye, Brasil
A mamute e centenária mineradora Anglo American receberá propostas, dia 15, para vender todos os ativos no Brasil, e não só os de fosfato e nióbio.
Estão à venda: Minas Rio, de minério de ferro; Barro Alt, de níquel; e Coperbras, de fosfato e nióbio.
Negócio de US$ 3 bilhões.
Tombo bilionário...
Só a Minas Rio, que a Anglo comprou de Eike Batista, em 2007, deve ter enterrado uns US$ 15 bi.

PUBLICIDADE