quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Hilton São Paulo Morumbi investe em eventos corporativos e reuniões

Hotel oferece descontos progressivos e tarifas especiais voltadas
 ao segmento de negócios
São Paulo, 21 de janeiro de 2016 – O Hilton São Paulo Morumbi acaba de anunciar algumas vantagens ao público corporativo e organizadores de eventos. Por meio da iniciativa Great Rates & Rebates, implementada em todas as propriedades da rede Hilton Worldwide, o hotel oferece tarifas a partir de US$ 115 para grupos. Além disso, há descontos progressivos que variam conforme o número de reuniões agendadas no hotel.

“O segmento de grupos e reuniões corporativas é bastante significativo para nós e, por isso, nos esforçamos para atender às expectativas de nossos clientes com produtos e serviços customizáveis”, comenta David Ecija, gerente geral do Hilton São Paulo Morumbi. “Nossos esforços nos mostram que estamos no caminho certo. Em 2015 fomos eleitos pelos portais HotelPlanner.com e Meetings.com como um dos 50 melhores hotéis do mundo para grupos e reuniões”, completa o executivo.

Outras informações sobre tarifas e descontos estão disponíveis emwww.hhonors3.hilton.com/en/groups/great-rates.html

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Abertas inscrições para Processo Seletivo 2016 da Unifap


São ofertadas 640 vagas no PS 2016 para provimento em 29 cursos de graduação, dos quais 28 cursos irão funcionar no Campus Universitário Marco Zero do Equador, em Macapá, e um curso no Campus Universitário de Santana. A seleção dos candidatos inscritos no PS 2016 será processada com base no critério classificatório, por curso de opção, até o preenchimento das vagas fixadas no edital.

Os candidatos oriundos de escolas públicas devem preencher os campos referentes ao sistema de cotas e o questionário socioeconômico disponibilizado no site. Candidatos com pontuação inferior a 100 em qualquer uma das áreas de conhecimento serão automaticamente desclassificados. Prazo de matrícula será divulgado posteriormente. Os candidatos devem acompanhar as convocações e a chamada pública no endereço eletrônico www.unifap.br/depsec

Universidade Federal do Amapá
Assessoria de Comunicação
3312-1704

Delegação do Amapá vai a Manaus pedir celeridade na implantação da Zona Franca Verde

IMG_3775Liderados por Randolfe Rodrigues (REDE-AP), uma comitiva formada pelo o vice-governador do Amapá, Papaléo Paes, pelo prefeito de Macapá, Clécio Luís, o vereador de Macapá, André Lima, presidente da Agência de Desenvolvimento do Amapá, Eliezir Viterbino, secretário de Planejamento do Amapá, Antonio Teles Júnior, além de líderes empresariais e representantes de entidades ligadas à indústria, esteve em Manaus nesta terça-feira (19), em audiência com a com a chefe da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), Rebecca Garcia, para discutir a implantação da Zona Franca Verde de Macapá e Santana, que foi regulamentada pela presidenta Dilma Rousseff, em dezembro de 2015.

Da reunião saiu uma agenda a ser cumprida pelos parlamentares e os representantes da Suframa para a consolidação não só da Zona Franca Verde de Macapá e Santana, mas como também das outras ZFV dos demais estados da Amazônia. Randolfe se comprometeu em promover reunião na Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR) do Senado Federal, junto com os senadores da região amazônica para discutir a fase de regulamentação e também para encaminhar as agendas da SUFRAMA.

O senador também vai apresentar um Projeto de Lei no Congresso Nacional, fazendo uma proposta de denominação para SUFRAMA – Superintendência das Zonas Francas da Amazônia. Tendo em vista, que quando foi criada a Suframa, só havia uma Zona Franca. Mas, apenas isso não será o suficiente. Vai ser necessário buscar reforço orçamentário à Superintendência. Com todo o apoio técnico e estrutural para se ampliar para toda a Amazônia. “A bancada do Amapá se comprometeu a ajudar na estruturação física da Suframa em Macapá, já que hoje a sede é alugada e bastante acanhada. Ou seja, além de mudar a denominação, é necessário garantir a infraestrutura, pessoal e capacidade de atuação descentralizada”, afirma Randolfe.

A Suframa vai precisar de planos de cargos e salários, já que vai passa a ampliar seu leque de atuação. “E nós, dos estados da Amazônia precisamos do descontingenciamento dos recursos”, afirma Randolfe. Para Rebecca, a ampliação da Superintendência vai ser importante para todos. “Os estados ganham, mas nós da Suframa ganhamos mais ainda. Ela deixa de ser somente de uma capital e se torna ainda maior sendo da Amazônia”, concluiu.

Rebecca afirmou ainda que “nossa região é diferenciada, pois temos produtos em que em nenhum lugar do mundo é achado. Produtos esses que só são encontrados na Amazônia”. A Superintendente ainda reforçou que a abertura de novas vagas de emprego com a Zona Franca Verde de Macapá e Santana é um dos objetivos da Suframa.

IMG-20160119-WA0037Projeto viável - A chefe da Superintendência afirmou também que o projeto apresentado, antes do prazo, ao Governo Federal é viável: “A ZFV não só é algo concreto, como pela primeira vez se construiu um mecanismo para que a Suframa possa dar andamento a sua verdadeira missão, que é o desenvolvimento da região amazônica ocidental e do Amapá. Pela primeira vez nós temos um projeto econômico que é viável para essas regiões”.

Sobre a antecipação para a entrega do projeto, Rebecca afirma: “Nós tínhamos o prazo para apresentar o projeto até o dia 18 de abril, mas já finalizamos e entregamos ao Governo Federal há uma semana. Nos antecipamos, pois esse projeto precisa ser votado pelo Conselho de Administração da Suframa (CAS), e se nós não votarmos  no dia 26 de fevereiro, só votaríamos na outra reunião do CAS que extrapolaria o prazo”.

O vereador de Macapá, André Lima, que acompanhou a reunião, acredita em melhorias para o Amapá. “Este é uma grande passo para o nosso Estado, pois o tornará atrativo, não apenas com os incentivos fiscais, mas com a infraestrutura que será disponibilizada pela Suframa. Diante do momento econômico quem que vivemos, a ZFV é uma luz para o desenvolvimento do Amapá”.

Predominância da matéria-prima – Sobre a metodologia da predominância da matéria prima, no decreto foi estabelecido um prazo de 120 dias para a Suframa aprovar, por meio de seu Conselho, o que significa “predominância regional”. Com isso, foi montada uma forma escalonada de determinação: Primeiro seria predominância regional absoluta, quando o produto de matéria prima regional tiver mais de 50% da composição do produto final. A segunda seria a predominância relativa, quando por mais que a matéria prima regional não tenha metade do total do produto final ele tivesse ,por exemplo, 10% mas ele fosse maior que qualquer outro. Ou seja, ele tem 10%, mas nenhum outro produto tem mais que isso.

A terceira, e mais interessante, chama-se predominância por importância. Mesmo que o produto não tenha nem a absoluta e nem a relativa, ela é a alma do produto. Por exemplo, um creme de cupuaçu pode ter apenas 1% do produto, mas sem a matéria prima regional, o creme não será o mesmo. Além disso, não vai haver listas de produtos. Vai ser feito a análise por todos e não será necessário o Processo Produtivo Básico (PPB), mas sim a apresentação de um documento sumário que definirá se o produto faz jus ao incentivo fiscal ou não.

Para o senador, o projeto exposto pelos representantes da Suframa é completo e todas as dúvidas sobre predominância da matéria prima foram esclarecidas. “A questão foi totalmente contemplada graças a equipe técnica da SUFRAMA. Creio que o projeto que temos aqui contempla, principalmente, os estados em desenvolvimento como é o caso do Amapá”, afirmou.

Seminário – em continuação a agenda de ações pela efetivação da Zona Franca Verde de Macapá e Santana, Randolfe confirmou com a Suframa, Governo do Amapá e representantes das indústrias a realização de um seminário, previsto para o mês de março, em Macapá para discutir a ZFV junto com a população. O ministro do desenvolvimento indústria e comércio exterior, Armando Monteiro, também confirmou participação.

ZFV - Com a regulamentação da ZFV fica permitida a concessão de benefícios fiscais a indústrias de alguns municípios do Amapá, Amazonas, Acre e de Rondônia. Entre as vantagens estão a isenção de Imposto sobre Produto Industrializado (IPI) para produção cuja matéria-prima seja de origem regional como: frutos, sementes, animais, madeiras, entre outros. No Amapá, o benefício será exclusivo aos produtores de Macapá e Santana. Com o decreto assinado em dezembro passado, foram criadas outras cinco Zonas Francas.

Delegação do Amapá - A representativa comitiva do Amapá presente foi composta pelo senador Randolfe Rodrigues (REDE-AP), vice-governador do Amapá, Papaléo Paes, prefeito de Macapá, Clécio Luís, vereador de Macapá, André Lima, presidente da Agência de Desenvolvimento do Amapá, Eliezir Viterbino, secretário de Planejamento do Amapá, Antonio Teles Júnior, secretário de Ciência e Tecnologia do Amapá, Robério Nobre, representante do SESI/SENAI, Antonio Carlos Quintiliano, diretor da Agência de Desenvolvimento do AP, José Molinos, presidente do Siduscon, Galuco Cei  e o presidente do Sindicato da Industria dos Alimentos Congelados, José Carlos.


Fonte: Blog do Randolfe

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Spa na Patagônia Chilena: Conheça o Lawenko Spa

A Reserva Biológica Huilo Huilo, localizada no começo da selva da Patagônia Chilena (860 km ao sul de Santiago) revela muitas surpresas. Entre elas, o Lawenko Spa, que, em meio a belas paisagens da floresta, oferece tratamentos excepcionais. O espaço conta com piscina aquecida indoor e ao ar livre, hidromassagem e sauna úmida, tudo em um ambiente construído com madeiras e pedras da região, caracterizado pelos aromas da floresta e com uma bela vista para o bosque. O Lawenko Spa oferece 8 tipos de massagens, além de tratamentos de beleza. Trabalha também com hidroterapia, com opções de banhos à base de produtos e flores, como leite, mel, arroz, flores de feno, edelweiss, melissa, sândalo, hipérico com laranja amarga e ervas naturais. 
Mais informações e reservas: www.huilohuilo.com
Sobre a Huilo Huilo – Localizada no começo da selva da Patagônia do Chile, próximo ao vilarejo de Neltume (860 km de Santiago), a Reserva Biológica Huilo Huilo é um lugar mágico. Com mais de 100 mil hectares, abrange diversos ecossistemas, com uma riqueza de espécies nativas animais e vegetais. As opções de hospedagens vão desde hotéis de luxo até campings, todos com um diferencial arquitetônico que busca integrar a natureza local ao conforto. Além de atividades de esportes radicais, como tirolesa e rafting, a Reserva ainda conta com o Bosque Nevado, um centro de neve ideal para iniciantes nos esportes de inverno. Mais informações pelo site huilohuilo.com, ou no perfil da Reserva no Facebook - www.facebook.com/HuiloHuiloBrasil
Totalmente imerso na natureza de Huilo Huilo, o Lawenko Spa conta com piscina aquecida, hidromassagem e sauna úmida 
Divulgação/Huilo Huilo 

Após ser largada no altar, mulher vende tudo, viaja o mundo e vira escritora


(Foto: Reprodução/Instagram/notwedordead)
Redação RedeTV!

Após ser abandonada no altar depois de um longo relacionamento, Katy Colins decidiu largar tudo e perseguir um sonho de infância. Para isso, ela pediu demissão, vendeu casa, carro e "tudo o que não caberia em uma mala" a fim de viajar o mundo e tornar-se uma escritora publicada.
Ao Liverpool Echo, a britânica de 30 anos contou como comprar uma passagem só de ida para a Tailândia - de onde viajou para a Índia Nepal - mudou sua vida.
"Todos pensaram que eu estava meio louca, porque eu nunca tinha viajado sozinha, mas isso me pareceu o certo a fazer", conta ela. "Eu precisava de um tempo longe de tudo e de todos para me encontrar".

Katy afirma que sempre desejou escrever um livro, por isso criou um blog para documentar a viagem e começou a ganhar leitores. "Eu recebi mensagens de homens e mulheres dizendo que meu blog era uma inspiração", relembra a britânica, que é formada em Jornalismo e trabalhava em um cargo de relações públicas no aeroporto de Manchester (Inglaterra). "Afinal, só porque você foi 'largada' não precisa ficar devorando sorvete. Você pode usar isso como catalisador para algo melhor maior".
Durante a viagem, Katy recebeu uma ligação de um editor e está prestes a lançar seu primeiro livro, que ela define como "a história de uma 'Bridget Jones mochileira'". "Experimentei coisas que eu nunca teria achado possível, mas o melhor é ser chamada de escritora. Nada se compara a isso", comemora ela. "Eu sou uma grande otimista e acredito que tudo acontece por uma razão. A vida é sobre a dizer sim, ser corajosa e saber que tudo vai acabar bem".
Katy ainda passou por outros países como o Chile, Bolívia, Peru, França, Holanda e Brasil.

FERREIRA GOMES: Moradores denunciam nova mortandade de peixes no Araguari

Moradores do município de Ferreira Gomes, distante 130 quilômetros de Macapá, denunciam novo caso de mortandade de peixes do Rio Araguari, possivelmente provocado pelas obras de construção de hidrelétricas –  existem duas novas sendo instaladas. O novo caso veio a público na manhã desta terça-feira (19) e chegou às redações dos órgãos de comunicação da capital como um verdadeiro apelo. "As empresas acionam barcos para recolher os peixes então se vocês demorarem a vir não vão encontrar nada", diz o morador Ricardo Santos, via Whatsapp.
Os primeiros relatos foram imediatamente repassados à Promotoria de Justiça da Comarca local e davam conta de que diferentemente do último registro, agora os peixes mortos estariam na área da Usina Hidrelétrica Salto Caldeirão, que fica entre as usinas Coaracy Nunes e Ferreira Gomes. "Oriento vocês a não virem pela empresa. Peguem um ramal na estrada da usina Coaracy Nunes e aí perguntam como se chega à Vila Caldeirão. Fica a uns 700 metros da primeira vila. Lá vocês vão comprovar o novo dano ambiental", diz o morador.
A reportagem tentou contato com a mineradora Caldeirão, mas não obteve respostas.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Casar no exterior é financeiramente mais vantajoso, aponta pesquisa

Enquanto casamentos no Brasil custam, em média R$ 40 mil, é possível se casar em Las Vegas (EUA), por U$D 495

Vá a qualquer ambiente cheio de mulheres e pergunte quais delas têm o sonho ou desejo de se casar. É possível que 80% do público feminino presente se manifestem! O grande problema de oficializar a relação, no entanto, está no valor para organizar um casamento no Brasil. Se aliarmos ao fator “crise econômica”, então, o grande sonho, acaba ficando para segundo plano. De acordo com uma pesquisa realizada pela empresa Quem Casa Quer Site, o custo médio de uma festa é de R$ 40 mil. O valor é referente a cerimônias para 80 a 120 convidados e inclui o preço dos principais serviços e despesas contratados para a festa, como aluguel de salão, vestido de noiva, terno do noivo, igreja, decoração, bufê, além dos serviços de fotografia e vídeo.

Os valores muitas vezes tornam-se um empecilho para os casais. Alguns chegam a investir até o que não têm para realizar esse sonho. Outros, optam por fazer algo mais simples e íntimo e há aqueles que buscam outras alternativas. Esse é o caso, por exemplo, dos casais que procuram a Cerimonial Las Vegas, empresa pioneira criada pelo brasileiro Jaime Jimenez, cujo objetivo principal é proporcionar celebrações cheias de glamour, inusitadas e ao mesmo tempo reservadas aos noivos que desejam se casar nas famosas capelas instaladas em Las Vegas, nos Estados Unidos.

De acordo com o empresário, que tem know how de oito anos neste universo do véu e grinalda em Las Vegas, o negócio começou simples e sem muitas pretensões. “Pensava apenas em oferecer uma assessoria aos brasileiros que tivessem a intenção de se casar em Las Vegas”, conta. No entanto, o empreendedor enxergou uma oportunidade para se destacar neste mercado e contou com o auxílio de amigos para se tornar ministro de cerimônias. Na época, Jaime Jimenez já conhecia esse mercado razoavelmente bem, uma vez que era motorista de limousine na cidade e observava como tudo funcionava. “Como o mercado de casamentos é bastante dinâmico em Las Vegas, não houve grandes dificuldades”, explica.

Atualmente, a Cerimonial Las Vegas oferece três modalidades de cerimônias: casamento legal, cerimônia de comprometimento e renovação de votos. Dentro dessas modalidades, há cinco pacotes de cerimônias para casais e dois pacotes para cerimônias coletivas. Jimenez conta que hoje em dia 75% das celebrações são religiosas e de renovação de votos. Além disso, a empresa se especializou na realização de fotos pós-cerimônias. Os pacotes variam de U$D 495 a U$D 825 e incluem desde a locação da capela até fotógrafo profissional. “Além de realizar o sonho do casamento, os casais aproveitam para realizar a lua de mel no exterior e desfrutar da cidade, que tem ótimos atrativos”, avalia Jimenez.

Ainda segundo o empreendedor, a Cerimonial Las Vegas realiza cerca de 50 cerimônias por mês e expectativa de um aumento de 100% para o próximo ano. Ainda de acordo com o empreendedor, em 2014, ano em que a Cerimonial Las Vegas registrou crescimento de aproximadamente 80% na comparação com o ano anterior, foram realizadas cerca de 450 cerimônias de casamento pela empresa. A expectativa do ministro é de que em 2016 o número chegue a pelo menos 100 cerimônias por mês. Além disso, a Cerimonial Las Vegas deve ampliar os serviços oferecidos ao público, o que inclui recepção de casamento, dia da noiva (composto por spa, cabelo e maquiagem), aluguel de vestido, reservas para passeios de helicópteros para o casal ou para grupos, etc.

Jimenez conta que é curioso notar que ao mesmo tempo em que o mercado de casamentos vem caindo em Las Vegas, aumenta a procura de casais brasileiros com a intenção de selar sua união na cidade. “Por conta disso, acredito que a proposta pioneira da Cerimonial Las Vegas vai se tornar, dentro de pouco tempo, uma febre no Brasil. Isso, porque wedding destinations vêm se tornando tendência no Brasil. Lugares como Cancun e Portugal já são comuns para isso e entendo que Las Vegas pode ser um local ainda mais conhecido e popular”, finaliza.


Scaramella Press
Fabiana Scaramella - fabiana@scaramellapress.com.br
Paula Yokoyama – paula@scaramellapress.com.br

Pullmantur Cruzeiros divulga cabines ainda disponíveis para o Carnaval deste ano



São Paulo, 18 de janeiro de 2016 – A Pullmantur tem boas notícias para os turistas que costumam se programar na última hora: ainda há vagas para os destinos mais cobiçados do Carnaval, como Rio de Janeiro e Salvador.

No dia 6 de fevereiro, o navio Sovereign parte de Santos e visita Rio de Janeiro e Búzios em um roteiro de quatro noites, com tarifas a partir de R$ 2.883 por pessoa + taxas. Há também possibilidade de embarque no Rio de Janeiro, no dia 7.

Já o Empress fará um roteiro de sete noites saindo de Santos com destino a Salvador e Cabo Frio. As tarifas estão disponíveis a partir de R$ 2.827 por pessoa + taxas e o valor pode ser dividido em até 12 vezes sem juros.

Para tornar a viagem ainda mais econômica, também é possível parcelar todos os gastos a bordo em 12 vezes. A conversão do câmbio é realizada no momento da compra e o cliente pode utilizar tanto o cartão de crédito nacional quanto o internacional.

Outras informações estão disponíveis em www.pullmantur.com.br ou por meio do telefone (11) 3181-5700.

Sobre a Pullmantur Cruzeiros

A Pullmantur é um grupo turístico com uma trajetória de mais de 40 anos, que centra a sua atividade de forma exclusiva no setor de cruzeiros. Desde 2006, pertence ao grupo americano Royal Caribbean Cruises Ltd. Com uma frota de cinco navios com capacidade diária para mais de 12.000 passageiros, é a empresa líder no mercado espanhol de cruzeiros. Desde 2013, a companhia impulsiona um plano estratégico de crescimento no mercado latino-americano de cruzeiros, onde atualmente concentra mais de 50% da sua atividade. O grupo, com sede em Madri, conta com escritórios no Brasil, Panamá, México, Colômbia, França – onde opera através da marca Croisières de France –, e Portugal.

Para outras informações: www.pullmantur.com.br e www.facebook.com/PullmanturBrasil

JeffreyGroup Brasil 
Marília Bianchini / Vanessa Caccianiga
JeffreyGroup Brasil · Rua Cláudio Soares, 72 - conj 1501 · São Paulo, SP 05422-030 · Brazil 

Hilton São Paulo Morumbi e Hilton Barra Rio de Janeiro promovem ‘Sales Week’

Tarifas promocionais são válidas para hospedagens de quinta a domingo até o fim de 2016
 
São Paulo, 18 de janeiro de 2016 – Hilton São Paulo Morumbi e Hilton Barra Rio de Janeiro oferecem tarifas especiais para comemorar importantes feriados nas principais capitais brasileiras. Com a campanha “Sales Week”, clientes da rede poderão encontrar tarifas a partir de a partir de R$ 349 com café da manhã incluso. A promoção é válida entre 20 janeiro, quando é celebrado o dia do padroeiro da capital carioca, São Sebastião, e 25 de janeiro, aniversário de 461 anos da cidade de São Paulo.

Durante os dias de promoção, clientes poderão aproveitar todas as facilidades do hotel Hilton São Paulo Morumbi, com direito a spa, academia, jacuzzi e piscina indoor com vista para ponte Octávio Frias de Oliveira, conhecida Ponte Estaiada, um dos principais cartões postais da cidade.

Além disso, o Canvas Bar, localizado no mezanino do hotel, oferece uma extensa carta de cervejas artesanais do interior paulista e drinques assinados pelos barmans da casa. No menu do bar, destacam-se os já famosos petiscos como o hambúrguer elaborado no pão de queijo e os dadinhos de tapioca.

Para os clientes que se hospedarem no Hilton Barra Rio de Janeiro, o hotel preparou serviços exclusivos para o verão. Uma unidade do W Spa, um dos mais sofisticados da cidade, está em funcionamento no hotel e oferece menu especial de massagens e tratamentos estéticos. Além disso, os hóspedes podem aproveitar o serviço de Beach Concierge, na Praia do Pepê, point mais badalado das areias da Barra da Tijuca, e a piscina no rooftop do prédio com espetacular vista para as lagoas da região e a Pedra da Gávea. Enquanto os pais relaxam, os pequenos podem aproveitar a tarde no Kids Club com a supervisão de monitores e toda a segurança.

No Lobby Bar, a novidade é o drink criado especialmente pelo barman Pedro Campelo para a estação, o Campelo Summer.  Suave e refrescante, a bebida leva Chandon Rosé, Limão Siciliano, Cointreau e Licor 43.
Outras informações estão disponíveis em http://hiltonslac.com/deals/feriado-rio-sp/ e por meio dos telefones (11) 2845-0000 ou (21) 3348-1000
Sobre a Hilton São Paulo Morumbi
 
Localizado em um dos principais centros de negócios de São Paulo, na região da Avenida Luis Carlos Berrini, o Hilton São Paulo Morumbi oferece 503 apartamentos projetados com ambientes distintos de trabalho e descanso. O hotel oferece academia com fitness center, sauna, piscina aquecida e spa. O variado buffet do Sol & Sombra é opção saborosa para o almoço e o Caffé Cino o local ideal para um café. O Restaurante e Bar Canvas apresenta cozinha contemporânea requintada. Equipada com as mais avançadas soluções e facilidades tecnológicas, além de business center e equipe especializada, a área de eventos acomoda mais de 1.000 pessoas, em espaços flexíveis para todos os tamanhos e necessidades.

O Hilton São Paulo Morumbi foi reconhecido pela excelência da propriedade e pelo alto padrão de hospitalidade na última edição do “Booking Award Comments”, promovido pelo site Booking.com. O hotel também conquistou o “Certificado de Excelência 2013” do TripAdvisor. Ambas as premiações avaliaram comentários de usuários que visitaram a propriedade em São Paulo, que faz parte da bandeira Hilton Hotels & Resorts, principal marca do grupo Hilton Worldwide.

Quer acompanhar todas as novidades do Hilton São Paulo Morumbi? Siga o hotel no Twitter (www.twitter.com/hiltonmorumbi) e também no Facebook (www.facebook.com/HiltonMorumbi).


Sobre o Hilton Barra Rio de Janeiro

O Hilton Barra é o primeiro empreendimento da bandeira Hilton Hotels & Resorts, principal marca do grupo Hilton Worldwide, no Rio de Janeiro. Situado na Avenida Abelardo Bueno, no coração da Barra da Tijuca, o hotel conta com 298 quartos. Desenvolvido pela construtora Carvalho Hosken S/A com um investimento total de R$ 500 milhões, o hotel apresenta uma identidade visual única, com design e arquitetura contemporâneos que valorizam o estilo e a cultura brasileiros e contribuem para a redução do consumo de água e energia. O empreendimento está situado próximo aos aeroportos e com fácil acesso a escritórios corporativos, centros de convenções e shopping centers, além de áreas de entretenimento, incluindo HSBC Arena, Cidade do Rock e Citibank Hall. O Hilton Barra está a cinco minutos de distância do Parque Olímpico e a 15 minutos das melhores praias da Barra da Tijuca.

Quer acompanhar todas as novidades do Hilton Barra Rio de Janeiro? Siga o hotel no Facebook www.facebook.com/HiltonBarraRio e no Instagram @hiltonbarrario

"Carnapauxis" desponta como o mais animado Carnaval do Oeste do Pará

Símbolo do Carnaval de Óbidos: O Mascarado Fobó (Foto: Tamara Saré)
Por Fábio Barbosa, para a Folha do Sul

Óbidos, na região oeste do Pará, é uma das mais antigas cidades da Amazônia. Em suas ruas a história esta presente nos casarões que marcam a influência da colonização portuguesa. Mas nos primeiros meses do ano, o que chama atenção mesmo são os blocos do carnaval, conhecido como Carnapauxis, numa referência aos índios Pauxis, que habitavam a região.
Boa parte dos brincantes se veste com máscaras confeccionadas artesanalmente, são dos Marcarados Fobós, que só existem lá! É uma tradição que passa de pai para filho, um legado artístico e cultural que faz este carnaval ser ainda mais peculiar.
Com quase 50 mil habitantes e uma calmaria típica do interior, a cidade se transforma no carnaval. Hotéis, pousadas e até as casas das famílias recebem os visitantes. É uma grande confraternização ao som de marchinhas e músicas próprias dos blocos, que são compostas especialmente para a festa mais popular do país.

Bloco Chupa Osso, um dos mais tradicionais do Carnapauxis (Foto: Tamara Saré)
“O atrativo de Óbidos é o carnaval de rua, uma festa simples sem qualquer pretensão de copiar o carnaval alegórico de outros lugares. É um carnaval de tradição que por mais que não tenha grandes novidades é sempre muito bom de participar”, destaca o estudante Marcelo Alves, que não gostava de carnaval e foi surpreendido ao visitar a cidade. De lá pra cá vai todos os anos, e ainda leva mais amigos.
Para quem já visitou o carnaval de Olinda – em Pernambuco, ou de Ouro Preto – em Minas Gerais, será fácil encarar as ladeiras de Óbidos. A folia rola solta entre subidas e descidas, encerrando sempre no Fobódromo, o local com camarotes, arquibancadas e palco, onde os blocos fazem festa até a madrugada.
Turistas de todos os cantos do país vêm conhecer este carnaval. Para chegar até a cidade é preciso viajar de barco, uma aventura à parte, afinal bandas já vêm animando os passageiros durante o trajeto. O porto recebe até decoração especial neste período, tudo para receber os visitantes já no clima do Carnapauxis!

Alegorias dos blocos do Carnapauxis (Foto: Tamara Saré)
“Melhor carnaval! Muito seguro! E a forma como somos recebidos é sem igual e certeza de que faremos novas amizades”, conta Deco Ferreira, Tecnico de Enfermagem, que vai todos os anos para Óbidos.
Receptividade é uma das marcas registradas da cidade. Então, vale a pena conhecer! Partiu Óbidos?!
Programação Carnapauxis 2016
Quarta-feira (03/02) – Bloco Vai ou Raxa
Hora: 18h às 22h
Quinta-feira (04/02) – Bloco Mirim
Hora: 18 às 22h
Sexta-feira (05/02) – Bloco Serra da Escama
Hora: 18 às 23h
Sábado (06/02) – Bloco Águia Negra
Hora: 18 às 2h da madrugada
Domingo (07/02) – Bloco Xupa Osso
Hora: 18h às 2h da madrugada
Segunda-feira (08/02) – Bloco Unidos do Morro
Hora: 18h às 2h da madrugada
Terça-feira (09/02) – Bloco das Virgens
Hora: 18h às 2h da madrugada

Sarney é operado e se recupera bem em São Paulo

O ex-presidente e senador José Sarney (PMDB-AP) foi submetido à uma cirurgia neste domingo (17), para correção de uma fratura no ombro direito.
Ele havia sofrido um acidente doméstico em São Luiz (MA), onde passou as festas de fim de ano, tendo recebido os primeiros atendimentos médicos no UDI Hospital, na capital do Maranhão.
Ele foi transferido para o Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, na quinta-feira e aguardava a estabilização de seu quadro clínico para que pudesse ser operado.
A equipe médica é coordenada pelos Profs. Drs. Roberto Kalil Filho e Sérgio Checchia. Foram quase cinco horas para a instalação de próteses no osso úmero. Sarney entrou para o Centro Cirúrgico às 13h15 e saiu pouco depois das 18 horas.
A intervenção foi considerada um sucesso e o paciente foi transferido para a unidade semi-intensiva para se recuperar. Ainda não há previsão para a alta.

TJAP e Controladoria-geral do Estado discutem cooperação técnica

CONTROLADORIA 1O encontro aconteceu no gabinete da presidência do Tribunal de Justiça e teve como objetivo, tratar de duas ações importantes. A primeira, a regulamentação em âmbito estadual da Lei de Acesso a Informação (LAI), com a parceria do Tribunal de Contas do Estado e com o apoio da Controladoria-Geral do Estado (CGU). E a segunda ação, visa criar o Sistema de Controle Interno dentro dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.
CONTROLADORIA 3Para o Controlador-Geral do Estado, Dr. Otni Alencar, a regulamentação da LAI no Amapá vai beneficiar diretamente o cidadão que vai fazer a fiscalização solicitando a informação, a exceção tão somente daquela de caráter sigiloso ou de interesse exclusivo do Estado, conforme prevê a lei.
“Vamos criar a chamada Transparência Passiva, que vai possibilitar o atendimento de servidores capacitados, que vão estar à disposição do cidadão, para que possam formalizar suas solicitações das possíveis informações”, explicou.
CONTROLADORIA 2Otni Alencar também classificou como um marco histórico a criação de um Sistema de Controle Interno entre os órgãos, já previsto tanto na Constituição Federal (Art 74), quanto na Constituição Estadual (Art 114).
“Vamos poder criar um Conselho Estadual de Controle Interno, que será representado pelos chefes dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, e, ainda por técnicos do Tribunal de Justiça, Governo do Estado e Assembleia Legislativa, para que esses, por meio de um grande fórum de discussão, possam socializar as boas práticas entre os órgãos, como por exemplo, a eficaz aplicação do recurso público e a capacitação de servidores”, enfatizou o Controlador-Geral do Estado.
CONTROLADORIA 4A presidente do Tribunal de Justiça do Amapá, desembargadora Sueli Pini, bem recepcionou a proposição da CGE e disse estar pronta para colaborar para que essa integração ocorra e que tenha pleno êxito no âmbito estadual.
“Esta visita do Controlador-Geral do Estado, Otni Alencar, tem uma representatividade muito relevante, pois veio propor uma integração na cooperação das ferramentas de controle de gestão, visando atender os interesses da sociedade. E essa proposição atende perfeitamente a política de gestão transparente e moderna da Justiça do Amapá”, concluiu a magistrada.
Estiveram também presentes no encontro, o subcontrolador geral Carlos Alberto Nery Matias e a coordenadora de implantação da Lei de Acesso a Informação Geane Tourinho.          
Macapá, 15 de janeiro de 2016-
Texto: Sérgio Bringel
Fotos: Pedro Gomes

domingo, 17 de janeiro de 2016

Notas da Coluna Argumentos, domingo, dia 18 de janeiro de 2016.

Direto

Antônio Feijão, ex deputado federal, geólogo e agora postulante a advogado, é também um analista político de primeira linha. E ele arrisca um palpite sobre o cenário local: Waldez não disputa a reeleição para retomar projeto de virar senador da República.

Musculatura

É claro que o governador é a principal peça em qualquer tabuleiro do jogo político. Ele mantém coalizão em torno de seu governo e este ano quer fazer maior número de prefeitos pelo interior. E o da capital.

De fora

Jornalista Ney Pantaleão, um dos talentos da nova geração, diz ter encontrado o ex governador Camilo Capiberibe. Que teria dito não estar em seus planos voltar às urnas agora. PSB vai de Rui Smith para a PMM.

Sucessor

Em prevalecendo a tese de que Waldez deixa o Setentrião para disputar o Senado em 2018, cresce o papel do vice, Papaléo. É que depois de assumir as rédeas no estado, seria candidato natural à reeleição.

Clã

E os Borges? Dizem que Gilvam também postula a Prefeitura de Macapá. Outros dizem que não, e sim o Senado. Mas é voz corrente que Cabuçu Borges estará na briga pela sucessão em Santana.

Sudam
A nova diretora de administração da Sudam, Fátima Pelaes, está levando à risca a meta de contemplar projetos locais para financiamento federal. Ontem, por exemplo, ela visitou dois empreendimentos na zona norte de Macapá, voltados à produção de alimentos. Desenvolvimento regional.

Alternativas

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Procura

A Zamin Amapá Mineração está em busca de um investidor para injetar recursos no negócio e garantir a sobrevivência da empresa. A mineradora, cuja produção de minério de ferro está paralisada há um ano, apresentou um plano de recuperação judicial em dezembro do ano passado, tentará voltar a produzir.

Chance

Segundo o site Notícias de Mineração, especializado no setor, a recuperação judicial que a Zamin oficializou perante o estado é a última alternativa antes do pedido de falência. Até um protocolo foi celebrado pela mineradora com o Governo do Amapá no ano passado com esse fim.

TURISMO | Amapá, o estado da água.

Cerca de 71% da superfície da Terra é coberta por água em estado líquido, sendo que apenas 1% é de água doce. Amazônia é a maior “reserva”.
O banho de rio em rincões como o município de Calçoene são um convite a um contato mais próximo com a intocada natureza que o estado do Amapá ainda possui, coisa rara atualmente.

Por Cleber Barbosa
Para a Revista Diário

A água doce poderá virar objeto da cobiça das nações, segundo alguns analistas. Causa de guerra inclusive, afirmam outros. Mas o fato é que do jeito que o homem está tratando os mananciais de água do planeta poderá fazer com que verdadeiros santuários de água doce como o Amapá virem destinos turísticos, do tipo “o último rio despoluído” ou ainda “assim era a água doce” . Deixando o pessimismo de lado, é preciso de fato aproveitar todo o enorme potencial que o estado possui para o incremento do ecoturismo, dos esportes náuticos ou simplesmente do banho de rio. O Amapá possui rios e igarapés, cachoeiras e corredeiras espalhados pela gigantesca natureza intocada de quase 97% de sua cobertura vegetal.
E por incrível que pareça, os moradores do estado ainda viajam mais para fora do Amapá do que para o interior, naquilo que os turismólogos chamam de “estado emissivo”. Gente como o professor Paulo de Tarso Gurgel, que  atua há mais de trinta anos no setor, diz que o turismo é uma atividade econômica, que impacta mais de 50 tipos de setores, desde a rede hoteleira, transportes, guias, gastronomia, enfim, uma vocação que o Amapá tem tudo para investir. “Para isso é preciso investir em promoção e marketing, além de organizar cidades, formatar produtos turísticos para serem comercializados”, ensina o professor.
Há um velho provérbio chinês que diz “cuida de quem está perto que quem está longe se aproxima”. Então que os banhos de rios dos amapaenses possam ser compartilhados com os turistas que virão.

CURIOSIDADES

INDÚSTRIA | Por que a mineração parou no Amapá?

Considerado historicamente uma província mineral, o Amapá ainda amarga uma triste sina desde a paralisação da mineradora Icomi, pois os projetos sucessores não emplacam como poderiam.
PEDRA BRANCA DO AMAPARI |  O município era pujante no início da década, mas agora tem um enorme elefante branco com a paralisação da Zamin. 

Por Cleber Barbosa
Para a Revista Diário

O estado do Amapá entrou para o noticiário econômico do país e do mundo desde a descoberta das jazidas de manganês, nos anos 50, quando o até então maior projeto de mineração da Amazônia se implantou, a Icomi S.A. (Indústria e Comércio de Minérios).  Com a paralisação da lavra do minério, em 1997, em Serra do Navio, a cidade e os municípios cortados pela ferrovia que escoava a produção passaram a viver sob a ameaça de virar um lugar fantasma. Outros projetos minerais vieram depois, movimentaram o mercado, geraram emprego e renda, mas não prosperaram.
A luz do fim do túnel acendeu quando o (então) bilionário Eike Batista implantou o consórcio MPBA e MMX Mineração, que explorou ouro e minério de ferro, respectivamente, em Pedra Branca do Amapari e Serra do Navio. Outras empresas também tiveram seu lugar ao sol, mas igualmente interromperam a produção tempos depois, como a Novo Astro, Vila Nova, Beedel, Paula Abib, Unagem, além das sucessoras da MMX, que foram a Anglo American e, mas recentemente, a Zamin Ferrous.
Não se pode esquecer do projeto Jari, iniciado nos anos 80 e que até hoje não atendeu as expectativas, desde o período da gestão do idealizador Daniel Dudwig, como também quando um consórcio liderado por empresários brasileiros de peso como o próprio Augusto Trajano de Azevedo Antunes e seu amigo  Amador Aguiar, dono do Banco Bradesco.

FÔLEGO
Atualmente o estado criou um órgão voltado a fazer essa interlocução com o setor. Trata-se da Agência de Desenvolvimento Econômico do Amapá, uma fusão entre a Seicom (Secretaria da Indústria, Comércio e Mineração) e a AFAP (Agência de Fomento do Amapá).

Geólogo explica tese da "maldição da mineração" de pesquisadora
Um dos mais respeitados geólogos em atuação no Amapá, Feijão traça um diagnóstico do setor da mineração no estado e analisa a polêmica teoria levantada por uma pesquisadora para sua dissertação de doutorado, quando usa a expressão ‘maldição da mineração’.
Mas o que poderia explicar toda essa maré de notícias ruins sobre o setor da mineração no estado? O geólogo Antônio da Justa Feijão, que além de ex deputado federal também foi diretor do DNPM (Departamento Nacional da Produção Mineral), diz que há ainda um contexto de mercado, que  é internacional e que não anda assim tão favorável aos negócios com mineração.
Ele diz que mesmo no auge da produção de empresas como a Anglo American no Amapá, era difícil fazer frente ao preço praticado por outras regiões produtoras de minério de ferro, dentro do próprio país. “O preço do minério de ferro que era de U$ 40 a U$ 60 dólares a tonelada, enquanto que a Vale vendia o minério de ferro por até U$ 25 dólares a tonelada”, diz o especialista.
Ainda há outra situação emblemática, um complicador a mais para a dura realidade local amapaense, que são os custos com a logística de transporte. Enquanto os navios “Panamax”  (maiores cargueiros a entrar no Canal Norte do Amazonas) possuem uma capacidade de transportar 190 mil toneladas de minério, o porto do Itaqui (MA), que embarca a produção da Vale das minas de Carajás (PA) existem gigantes com capacidade para 380 mil toneladas, os navios chamados “King Size” ou “Vale Size”. “Ou seja, eles transportam em um só navio aquilo que quatro a seis navios daqui conseguem carregar”, compara Antônio Feijão.
Feijão explica que a mineração do Amapá é considerada como de pequena escala, pois o único bem mineral que tem volume em grande escala é o caulim, mas ultimamente o Pará entrou com uma concorrência muito forte de tal forma que o preço do minério caiu muito. “E também por força de navegação e de calado de navio nós temos a competição da mina de Caulim da Cadan, no sul do estado, operando em baixa”, diz o geólogo.
Todos os demais commodities de mineração no Amapá são de pequena escala, como o próprio ferro, que é de pequenos volumes. “O tântalo aqui tem em muitos lugares, mas em pequenos volumes também; a cassiterita tem em muitos lugares, mas em pequenos volumes;  e o ouro tem em muitas pequenas jazidas, mas em pequenos volumes; de tal forma que o Amapá sempre será um estado que terá muitas minas em produção, mas nenhuma delas em escala suficiente para se destacar como foi o manganês da Serra do Navio e o caulim na década de 90 e no início do novo milênio”, diz.
Ele ressalta ainda que a mineração de ferro no Amapá, que até então jamais havia sido algo que desse notoriedade ao estado, se propagou pelo mundo com a mineradora Anglo American, que se instalou no estado. Impulsionada também com o preço internacional do ferro, que chegou a superar os U$ 200 dólares por tonelada, mas que hoje tem um valor de mercado entre U$ 42 a U$ 46 dólares.
A publicação da obra da pesquisadora Maria Amelia Enríquez (foto) levanta debate a respeito da melhor postura a respeito do uso sustentável das riquezas minerais.
Mas há quem vá mais longe nessa questão da mineração. E gente importante como a professora Maria Amélia Rodrigues da Silva Enríquez, que teve publicada sua tese de doutorado em que lança um questionamento emblemático: “Maldição ou Dádiva? Os dilemas do desenvolvimento sustentável a partir de uma base mineira”.
A pesquisadora faz algumas importantes perguntas nesse trabalho de dissertação, como se a atividade extrativa mineral de larga escala é mais benéfica ou maléfica para uma cidade, região ou país. “Que efeito tem o uso dos royalties minerais, como a Contribuição Financeira pela Exploração Mineral, a CFEM?”, diz ela.
Para responder a essas questões foram estudados os 15 maiores municípios mineradores do Brasil, além de quatro municípios canadenses, com o propósito de fundamentar as análises comparativas. A partir de uma série de indicadores ambientais, econômicos, sociais e de governança, comparou-se a trajetória dos municípios mineradores brasileiros nas últimas duas décadas com a dos seus entornos não-mineradores. Os resultados demonstram que a pressão do mercado internacional e os marcos regulatórios ambientais têm contribuído para o surgimento de uma atividade mineradora mais responsável com a dimensão ambiental do desenvolvimento. Foi constatado ainda que a mineração é um importante fator de crescimento econômico e de estímulo ao desenvolvimento do capital humano dos municípios de base mineira, achado que contraria vários estudos sobre o tema que enfocam os países mineradores, muito embora no Brasil haja um viés que faz com que a intensidade desses efeitos varie fortemente de acordo com a região geográfica do empreendimento mineiro. Outro achado é que a mineração, por si só, não resolve automaticamente dois graves desafios do processo de desenvolvimento sustentável – o de geração de emprego e o de garantias de equidade na distribuição de benefícios entre a atual e as futuras gerações.

ALERTA
Para Antônio Feijão, as reflexões da pesquisadora que chega a usar a expressão “maldição da mineração”, na verdade trata-se a um episódio da década de 70 quando achou-se petróleo na costa da Holanda, ocasião em que os pequenos fazendeiros agropecuaristas locais deixaram de fazer seus laticínios, queijos, doces e floriculturas para ir trabalhar na petrolífera. “Isso fez uma regressão de economias locais que sempre foi a força daquele país, daí ter surgido a expressão ‘maldição da Holanda’, que a doutora Maria Amélia Enríquez usou em sua tese de doutorado, adaptada para a mineração normal, mas ela não diz que é uma maldição, mas alerta que não se pode parar outras economias em função da mineração”, diz o geólogo Antônio Feijão.

ARTIGO | Dom Pedro Conti: "O aproveitador"

O aproveitador
.                                   
Dom Pedro José Conti
Bispo de Macapá

Era uma vez um sujeito que marcava presença em todos os casamentos da cidade. Sabendo de algum, vestia-se e ia para a igreja. Depois, acompanhava os noivos participando das comemorações. Os parentes e amigos da noiva pensavam que ele fosse um dos convidados do noivo. Os parentes e amigos do noivo pensavam que fosse, ao contrário, convidado da noiva. Assim, participava de todos os casamentos. Um dia, porém, um parente quis saber quem ele era de verdade e perguntou-lhe:
- O senhor é parente do lado do noivo ou do lado da noiva?
- Sou do lado da porta – respondeu ele, indo buscar o chapéu e enfiando a saída. No entanto, levava uma boa comida no bucho. Um exemplo de oportunismo ou de cara de pau.
No segundo domingo do Tempo Comum, encontramos um evangelho bem conhecido, o das bodas de Caná que está no segundo capítulo do evangelho de João. Após os primeiros dois “dias”, no “terceiro” aconteceram as bodas de Caná. A mãe de Jesus estava lá e também ele, junto com os discípulos, foi convidado. É fácil perceber que o que está para acontecer é muito mais do que uma simples festa de casamento, que arriscava acabar mal por falta do vinho. João evangelista quis nos antecipar a própria missão de Jesus. Para entender isso, basta lembrar a riqueza do sinal do casamento e... do vinho melhor.
Em geral, espera-se que os noivos casem por amor e que sejam felizes, digamos, para sempre. Ninguém deseja que algo contrário aconteça. No entanto, para que a “festa” do amor continue mesmo a vida inteira, ela deve ser preparada, ou seja, dificuldades, incompreensões, infidelidades podem aparecer. Precisam estar prevenidos. Quantos casamentos acabam no primeiro obstáculo, na primeira mentira. O “vinho” estocado foi pouco. Os sonhos, as promessas e as juras acabaram rapidamente. Tudo parece desmoronar. Com a desconfiança, o outro ou a outra passa a ter comportamentos estranhos, irreconhecíveis. Quem podia imaginar tudo isso? Até aqui, a experiência humana, pessoal, do casal, mas também do “Povo de Deus” no seu conjunto. É difícil ser fiéis até o fim à Aliança com Deus. As tenta&c cedil;ões aparecem de repente, uma atrás da outra. Ídolos disfarçados de aventuras, com o gosto do proibido, do ninguém vai saber. O resultado final é sempre o afastamento dos dois. Acontece a separação; pode não ser sempre oficial e visível, mas é a realidade: cada um pelo seu caminho. Indiferentes.
Porém se o ser humano desiste de buscar a Deus, Deus não desiste de continuar a buscá-lo, a chamá-lo, a amá-lo. Deus está agora, com Jesus, realizando uma nova Aliança, ou melhor, o pleno e perfeito comprimento da antiga, para sempre, definitivamente, uma Aliança Eterna. Por isso, o vinho que Jesus oferece – que vem da água das antigas tradições preparada para a purificação ritual – agora é melhor. Tudo novo e melhor. Assim, a festa do amor não acaba mais, renova-se sempre e para sempre. O vinho também é o sinal da Eucaristia, o sangue de Jesus derramado até a última gota na cruz. Uma Nova Aliança, não mais feita com o sangue de animais, mas com o sangue do próprio Cordeiro, o Filho que o Pai enviou. Um amor sem fim.
Cada celebração da Eucaristia, cada memorial da Páscoa do Senhor é a Nova Aliança acontecendo. O encontro entre o amor sempre oferecido de Deus com o amor ainda conturbado, inseguro e, às vezes, infiel do cristão. Devia ser uma festa, grande, bonita, alegre, para nunca acabar. Uma festa de “casamento” – aliança de amor – oferecida a todos, os de perto e os de longe, sem exclusões. Uma grande fraternidade, uma grande partilha, uma só família de irmãos no Senhor. Uma nova humanidade. Pena que alguns não entendam tudo isso; prefiram uma festinha particular, só para convidados especiais, escolhidos. Outros conseguem entrar na festa, mas só para aproveitar e pedir algum favor pessoal. No fundo, a grande festa do amor não lhes interessa.

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