CLEBER BARBOSA
EDITOR DE TURISMO
EDITOR DE TURISMO
A promoção “Minha Viagem Inesquecível” está de volta ao jornal Diário do Amapá e conta hoje a trajetória de um autêntico aventureiro dos tempos modernos. Trata-se do engenheiro Mivaldo Paz, 50, que trabalhava em uma mineradora em Santana quando decidiu partir para essa aventura, em 2010. Conversamos com ele na semana em que ele retornou de sua programação preferida nas férias: viajar de moto. Esta foi sua oitava viagem de longo trajeto, saindo desta vez de Belo Horizonte em direção a Macapá, com parada em Belém, é claro, de onde a moto seguiu de balsa até o Porto de Santana.

Porque a moto
Entre as principais vantagens deste tipo de aventura, diz o engenheiro, está o contato com outras culturas. “Viajar de moto desperta a curiosidade das pessoas e existe um apoio natural de outros motociclistas, já que existem clubes de moto em quase todo o país”, esclarece Mivaldo. Mas o grande “barato” mesmo está em superar seus próprios limites, segundo o viajante, pois a cada um dos 500 quilômetros diários que faz em média, permitiram muita reflexão. “Você se encontra com si próprio, pois sem falar com ninguém por tantas horas nos faz viajar rumo ao próprio interior”, filosofa o engenheiro-aventureito.
No currículo de viagens de moto de Mivaldo Paz, constam ainda duas aventuras internacionais, sendo uma pela região Sul do Brasil até chegar à Argentina e outra pela Costa Leste dos Estados Unidos. No Brasil, fez duas vezes o Nordeste inteiro, além de outras duas pela região Sudeste, entre o Espírito Santo e Santa Catarina.
Entre as principais vantagens deste tipo de aventura, diz o engenheiro, está o contato com outras culturas. “Viajar de moto desperta a curiosidade das pessoas e existe um apoio natural de outros motociclistas, já que existem clubes de moto em quase todo o país”, esclarece Mivaldo. Mas o grande “barato” mesmo está em superar seus próprios limites, segundo o viajante, pois a cada um dos 500 quilômetros diários que faz em média, permitiram muita reflexão. “Você se encontra com si próprio, pois sem falar com ninguém por tantas horas nos faz viajar rumo ao próprio interior”, filosofa o engenheiro-aventureito.
No currículo de viagens de moto de Mivaldo Paz, constam ainda duas aventuras internacionais, sendo uma pela região Sul do Brasil até chegar à Argentina e outra pela Costa Leste dos Estados Unidos. No Brasil, fez duas vezes o Nordeste inteiro, além de outras duas pela região Sudeste, entre o Espírito Santo e Santa Catarina.
Passeio tucuju
Depois de morar em 13 estados diferentes, Mivaldo está atualmente morando no Amapá, onde já faz planos para quando a BR-156 estiver totalmente pavimentada. Ele marcou viagem até Ferreira Gomes e Calçoene. “Mas quero ir ao Oiapoque e de lá visitar a Guiana Francesa e, quem sabe, ir mais longe, afinal com a construção da ponte a gente vai querer chegar mais longe, como o Caribe, por exemplo”, conclui o turista.
Depois de morar em 13 estados diferentes, Mivaldo está atualmente morando no Amapá, onde já faz planos para quando a BR-156 estiver totalmente pavimentada. Ele marcou viagem até Ferreira Gomes e Calçoene. “Mas quero ir ao Oiapoque e de lá visitar a Guiana Francesa e, quem sabe, ir mais longe, afinal com a construção da ponte a gente vai querer chegar mais longe, como o Caribe, por exemplo”, conclui o turista.
As melhores rotas no país e até no exterior

Por onde ir
Em suas andanças pelo país e até pelo exterior, Mivaldo Paz só viaja durante o dia, sem nunca deixar de checar o itinerário no computador por-tátil que carrega na mochila. Ele baixou um programa de rotas e mapas de todas as estradas brasileiras e equipou sua Honra Varadeiro com bauletos, para abrigar sua bagagem.
Um dos roteiros que o engenheiro guarda boas lembranças foi uma viagem batizada por ele como sendo “De ilha a ilha”, já que ele saiu na ilha de São Luís (MA) até a ilha de Florianópolis (SC). “Foi uma viagem para conhecer o interior do país”, diz ele.
Em suas andanças pelo país e até pelo exterior, Mivaldo Paz só viaja durante o dia, sem nunca deixar de checar o itinerário no computador por-tátil que carrega na mochila. Ele baixou um programa de rotas e mapas de todas as estradas brasileiras e equipou sua Honra Varadeiro com bauletos, para abrigar sua bagagem.
Um dos roteiros que o engenheiro guarda boas lembranças foi uma viagem batizada por ele como sendo “De ilha a ilha”, já que ele saiu na ilha de São Luís (MA) até a ilha de Florianópolis (SC). “Foi uma viagem para conhecer o interior do país”, diz ele.
Dicas de segurança para fazer uma boa viagem de moto

Bagagem: como as motos possuem pouco espaço para bagagem, os motociclistas precisam utilizar baús ou mochilas. No caso dos baús, tome o cuidado de equilibrar o peso da moto, ler o manual de instruções dos dois e evitar colocá-lo encostado no escapamento ou atrapalhando o esterçamento do guidão. Já com a mochila, prefira os modelos com cinta abdominal e presilha peitoral nas alças, e regule a mochila para que ela fique apoiada no banco e alivie a carga nos ombros. Para evitar transtornos certifique-se de amarrar bem toda sua bagagem e guardar itens como roupas e comida em sacos plásticos – para evitar problemas no caso de chuva.
Curvas: preste atenção na sinalização para antecipar seus movimentos em todas as curvas. Se por acaso você entrar rápido demais em uma curva, utilize somente o freio traseiro para corrigir isso, lembre-se que o freio dianteiro pode mudar a direção da moto, por isso não serve para curvas. Fora das curvas o ideal é utilizar os dois freios ao mesmo tempo.
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