sexta-feira, 18 de agosto de 2017

OPINIÃO | Notas da coluna ARGUMENTOS, sexta-feira, dia 18 de agosto de 2017.


Resposta

A Prefeitura manifestou-se a respeito do resultado do levantamento do Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF), divulgado no final da semana passada, em que a PMM figurou na penúltima colocação entre capitais, com avaliação crítica nas áreas “gastos com pessoal”.

A vez

O economista Paulo Mendes, atual secretário de planejamento de Macapá, foi o escalado para dar explicações. Ele foi à televisão prestar informações a respeito da aparição negativa do município.

Inversão

Mendes negou que a atual gestão tenha aumentadogastos com pessoal, principalmente comissionados: “Não foram as despesas com contratação de servidores que aumentaram, mas sim a arrecadação que diminuiu”.

LRF

Mas admitiu que este ano os gastos com pessoal já representam 58% da receita corrente líquida, uma dado temerário, visto que há um limite preconizado pela Lei de Responsabilidade Fiscal de não ultrapassar 60%.

Arrecadar

Entre as alternativas para melhorar a situação dos cofres, Paulo Mendes diz que o foco será agora investir na fiscalização. “A prefeitura tem que cumprir a sua função, que é fiscalizar, que é cobrar”, diz.

Artista

Citando os índios como exemplo, Osmar Júnior lembra que ao longo de toda a sua vida, o índio utiliza cerca de vinte objetos, utensílios de madeira, cerâmica ou palha, como o tacape e o arco e flecha. “Enquanto que nas cidades há uma necessidade consumista enorme, que nos faz acumular uma série de bugigangas em casa”, diz.





Poetinha

A inquietação e a voz continuam as mesmas, daí chama mais atenção o novo musical de um artista que não para de se reinventar. Osmar Júnior entra em estúdio num novo trabalho: “Qual a novidade?”. Questiona como avanços tecnológicos deixam para trás valores e princípios mais humanos.

Uma voz

Para o poeta, a globalização e a internet faz com que as pessoas sejam muito imediatistas, parecendo sempre ter pressa, ávidas por mais e mais informações, sem se ater àquilo que verdadeiramente importa, que são as pessoas. “Por isso me proponho a ser essa voz que não pode ser silenciada”, diz o artista.

Fronteiras

Ele diz que o poder da cultura vai mais longe, alcança lugares inimagináveis, como os grandes centros. “E não falo apenas do eixo Rio-São Paulo, mas de outros países do mundo”, diz ele, que recentemente fez uma excursão pela Europa, a convite da Universidade de Lisboa.

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